por Agência ESTADO
06 de Maio de 2009 18:25
O mercado norte-americano de ações fechou em alta, com os principais índices se aproximando dos níveis mais altos do ano. Participantes do mercado apostaram em ações de bancos como Bank of America, Citigroup e Wells Fargo, na véspera da divulgação oficial do resultado dos "testes de estresse" a que as grandes instituições financeiras foram submetidas como condição para receberem recursos do governo; informes sobre os resultados estão "vazando" para a imprensa desde a segunda-feira.
Outro fator para a alta foi a diminuição do pessimismo quanto à economia, depois da divulgação de dois indicadores de emprego: a estimativa do número de postos de trabalho criados no setor privado em abril, da Automatic Data Processing/Macroeconomic Advisors (eliminação de 491 mil empregos, quando os economistas previam uma queda de 650 mil) e o número de demissões anunciadas por grandes empresas, da Challenger, Gray & Christmas (132.590, número mais baixo desde outubro).
"Também tivemos alinhados vários indicadores antecedentes baseados no mercado. Há uma curva de juros muito inclinada, uma redução dos spreads no mercado de crédito, inclusive uma queda na taxa Libor, e altas nos preços das commodities. Basicamente, temos todas essas coisas se juntando e também uma expansão monetária de três dígitos, realmente sem precedentes. Com tudo isso, seria incomum não ver algum tipo de crescimento econômico até o fim do ano", comentou o economista Michael Darda, da MKM Partners.
Sobre a alta forte das ações dos bancos, o operador Joseph Saluzzi, da Themis Trading, observou que ela foi determinada por participantes de curto prazo. Segundo ele, transações com ações de Bank of America, Citigroup, Wells Fargo, JP Morgan Chase e outras três companhias do setor financeiro representaram 39% de todos os negócios com ações listadas no NYSE Composite.
Em reação a informações "vazadas" sobre os "testes de estresse", as ações do Bank of America subiram 17,07% e as do Citigroup avançaram 16,62%. Outros destaques no setor foram Wells Fargo (+15,59%), Bank of New York Mellon (+11,13%), JPMorgan Chase (+6,89%), Morgan Stanley (+4,78%), Goldman Sachs (+2,97%) e American Express (+2,15%).
As ações da Disney, que havia divulgado resultados ontem depois do fechamento, subiram 11,75%; as da General Motors, que divulga resultados nesta quinta-feira, caíram 10,27%. As ações do setor de energia subiram, em reação à alta dos preços do petróleo (ExxonMobil +1,37%, Chevron +3,59%). Entre as ações de empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Cisco Systems (-0,10%) e News Corp. (+4,65%).
As ações da Dow Chemical caíram 6,98%, depois de a empresa revelar que terá de vender ações para levantar o US$ 1,625 bilhão necessário para pagar empréstimos usados na aquisição da Rohm & Haas. No setor de tecnologia, as ações da Adobe Systems recuaram 2,01%, depois de rebaixamento de recomendação pelos analistas da Atlantic Equities.
O índice Dow Jones fechou em alta de 101,63 pontos (1,21%), em 8.512,28 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 4,98 pontos (0,28%), em 1.759,10 pontos. O S&P-500 subiu 15,73 pontos (1,74%), para fechar em 919,53 pontos. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Bolsa brasileira já se aproxima de nível pré-crise
por Agência ESTADO
06 de Maio de 2009 17:51
Os investidores tomaram gosto pela alta no mercado acionário doméstico. Pela quinta sessão seguida - e contrariando as previsões de que os ganhos acumulados já estavam em tempo de serem embolsados -, a Bolsa de Valores de São Paulo permaneceu o dia todo no azul, recuperando durante o pregão a marca dos 52 mil pontos. No fechamento da sessão regular, o desempenho ficou abaixo disso, mas foi o maior nível desde 25 de setembro do ano passado. Aos poucos, o Ibovespa vai recuperando a pontuação pré-crise, de meados de setembro de 2008, quando do pedido de concordata do banco americano Lehman Brothers, em 15 de setembro, que marcou o agravamento da crise internacional.
Os dados sobre mercado de trabalho da ADP nos Estados Unidos, uma prévia agradável dos testes de estresse dos bancos que serão divulgados amanhã, e, no Brasil, a continuidade do ingresso de recursos estrangeiros garantiram a manutenção da trajetória ascendente hoje.
O índice Bovespa (Ibovespa) fechou esta quarta-feira com valorização de 1,64%, aos 51.499,48 pontos. Na mínima do dia, ficou em 50.672 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 52.096 pontos (+2,81%). Nos três pregões de maio, o Ibovespa acumula ganho de 8,90% e, em 2009, de 37,15%. Nas últimas cinco sessões seguidas de alta, o índice subiu 12,39%. O giro financeiro totalizou R$ 7,468 bilhões hoje (dado preliminar). Em 12 de setembro de 2008, uma sexta-feira, último pregão antes do anúncio da quebra do Lehman Brothers, o Ibovespa havia fechado em 52.392 pontos.
As previsões no início do dia eram de que, enfim, hoje, os investidores embolsariam parte do dinheiro que fizeram nos últimos pregões no mercado acionário. Mas a divulgação dos dados do mercado privado de trabalho norte-americano pela ADP fez os investidores mudarem de ideia. Ao invés do fechamento de 650 mil vagas em abril nos EUA, como era esperado pelos analistas, foram eliminados 491 mil postos de trabalho, o que foi lido como um sinal de que o "payroll" - relatório oficial que o Departamento de Trabalho dos EUA divulgará na sexta-feira - também deve vir melhor. O vazamento de parte dos resultados dos testes de estresse dos bancos americanos, que serão conhecidos amanhã, também patrocinou uma corrida às ações à tarde.
O Dow Jones terminou a sessão em alta de 1,21%, aos 8.512,28 pontos, o S&P, de 1,74%, aos 919,53 pontos, e o Nasdaq, de 0,28%, a 1.759,10 pontos. Os papéis do BofA subiram 17,07%, do Citigroup, 16,62%, e o JPMorgan, 6,89%.
O humor melhor no exterior puxou para cima as cotações de matérias-primas (commodities), que também favoreceram os papéis domésticos, assim como o fluxo estrangeiro. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo para junho terminou com avanço de 4,64%, a US$ 56,34, o maior preço do ano, influenciado pelo crescimento inferior ao esperado nos estoques de petróleo bruto nos Estados Unidos. Na Bovespa, Petrobras ON subiu 1,36% e Petrobras PN avançou 1,47%.
Vale, que divulga balanço trimestral logo mais, terminou com alta de 0,76% na ação ON e de 0,79% na PNA. As previsões dos analistas ouvidos pela Agência Estado para o resultado de janeiro a abril é de um lucro líquido 25,5% menor, segundo o padrão contábil norte-americano (US GAAP), para US$ 1,5 bilhão.
As siderúrgicas tiveram desempenho mais robusto e, com exceção de Usiminas PNA (+1,47%), subiram mais de 4%: Gerdau PN avançou 4,72%, Metalúrgica Gerdau PN, 5,43%, e CSN ON, 4,58%.
No setor bancário doméstico, não houve fechamento uniforme. Bradesco PN terminou com aceleração de 1,41%, Itaú Unibanco PN caiu 1,13%, e BB ON terminou com ganhos de 7,72%.
06 de Maio de 2009 17:51
Os investidores tomaram gosto pela alta no mercado acionário doméstico. Pela quinta sessão seguida - e contrariando as previsões de que os ganhos acumulados já estavam em tempo de serem embolsados -, a Bolsa de Valores de São Paulo permaneceu o dia todo no azul, recuperando durante o pregão a marca dos 52 mil pontos. No fechamento da sessão regular, o desempenho ficou abaixo disso, mas foi o maior nível desde 25 de setembro do ano passado. Aos poucos, o Ibovespa vai recuperando a pontuação pré-crise, de meados de setembro de 2008, quando do pedido de concordata do banco americano Lehman Brothers, em 15 de setembro, que marcou o agravamento da crise internacional.
Os dados sobre mercado de trabalho da ADP nos Estados Unidos, uma prévia agradável dos testes de estresse dos bancos que serão divulgados amanhã, e, no Brasil, a continuidade do ingresso de recursos estrangeiros garantiram a manutenção da trajetória ascendente hoje.
O índice Bovespa (Ibovespa) fechou esta quarta-feira com valorização de 1,64%, aos 51.499,48 pontos. Na mínima do dia, ficou em 50.672 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 52.096 pontos (+2,81%). Nos três pregões de maio, o Ibovespa acumula ganho de 8,90% e, em 2009, de 37,15%. Nas últimas cinco sessões seguidas de alta, o índice subiu 12,39%. O giro financeiro totalizou R$ 7,468 bilhões hoje (dado preliminar). Em 12 de setembro de 2008, uma sexta-feira, último pregão antes do anúncio da quebra do Lehman Brothers, o Ibovespa havia fechado em 52.392 pontos.
As previsões no início do dia eram de que, enfim, hoje, os investidores embolsariam parte do dinheiro que fizeram nos últimos pregões no mercado acionário. Mas a divulgação dos dados do mercado privado de trabalho norte-americano pela ADP fez os investidores mudarem de ideia. Ao invés do fechamento de 650 mil vagas em abril nos EUA, como era esperado pelos analistas, foram eliminados 491 mil postos de trabalho, o que foi lido como um sinal de que o "payroll" - relatório oficial que o Departamento de Trabalho dos EUA divulgará na sexta-feira - também deve vir melhor. O vazamento de parte dos resultados dos testes de estresse dos bancos americanos, que serão conhecidos amanhã, também patrocinou uma corrida às ações à tarde.
O Dow Jones terminou a sessão em alta de 1,21%, aos 8.512,28 pontos, o S&P, de 1,74%, aos 919,53 pontos, e o Nasdaq, de 0,28%, a 1.759,10 pontos. Os papéis do BofA subiram 17,07%, do Citigroup, 16,62%, e o JPMorgan, 6,89%.
O humor melhor no exterior puxou para cima as cotações de matérias-primas (commodities), que também favoreceram os papéis domésticos, assim como o fluxo estrangeiro. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo para junho terminou com avanço de 4,64%, a US$ 56,34, o maior preço do ano, influenciado pelo crescimento inferior ao esperado nos estoques de petróleo bruto nos Estados Unidos. Na Bovespa, Petrobras ON subiu 1,36% e Petrobras PN avançou 1,47%.
Vale, que divulga balanço trimestral logo mais, terminou com alta de 0,76% na ação ON e de 0,79% na PNA. As previsões dos analistas ouvidos pela Agência Estado para o resultado de janeiro a abril é de um lucro líquido 25,5% menor, segundo o padrão contábil norte-americano (US GAAP), para US$ 1,5 bilhão.
As siderúrgicas tiveram desempenho mais robusto e, com exceção de Usiminas PNA (+1,47%), subiram mais de 4%: Gerdau PN avançou 4,72%, Metalúrgica Gerdau PN, 5,43%, e CSN ON, 4,58%.
No setor bancário doméstico, não houve fechamento uniforme. Bradesco PN terminou com aceleração de 1,41%, Itaú Unibanco PN caiu 1,13%, e BB ON terminou com ganhos de 7,72%.
IBOV... após 05/05...suportes e resistências

Impulsionado pelos mercados futuros em alta, o Ibovespa abriu nos 50.404 pontos, e subiu até encontrar resistência na máxima nos 50.909 pontos (+1,0%). A partir daí, sintonizado com DJI, refluiu até encontrar suporte na mínima nos 50.013 pontos. Na última hora de pregão, esboçou nova reação para finalizar praticamente estável em 50.670 pontos (+0,53%).O "candle" formado no gráfico diário do Ibovespa é também um "doji" indicativo de indefinição de tendência. Como a formação desse "candle" ocorreu no topo do "canal principal de alta" do Ibovespa, iniciado em novembro/2008, é muito provável ser este um "doji evening star", sinalizador de reversão de tendência. A confirmação da reversão se dará com um fechamento negativo, nesta quarta. Os principais osciladores do gráfico diário estão fortemente "sobrecomprados" sugerindo uma correção mais forte, antes que o Ibovespa dê continuidade ao movimento de alta, com objetivos nos 51.600/52 mil pontos.
Suportes imediatos em 50.300, 50.000, 49.500, 48.900 e 48.120 pontos.
Resistências imediatas em 50.910, 50.960 e 51.600 pontos.
terça-feira, 5 de maio de 2009
DJI...após 05/05...suportes e resistências

DJI abriu nos 8.425 pontos e foi encontrar resistência na máxima em 8.457 pontos. A partir daí, refluiu até encontrar suporte em 8.363 pontos. Recuperou novamente o patamar dos 8.400 pontos, para depois finalizar praticamente estável, em 8.410 pontos (-0,19%). O gráfico diário de DJI formou um "doji", aparentemente no topo do canal de alta recente, sinalizando uma possibilidade de que este seja um "doji evening star", isto é, um "doji" indicador de uma provável reversão de tendência para queda. A confirmação se dará com o fechamento negativo no pregão desta quarta. Os principais osciladores do gráfico diário estão bastante "sobrecomprados", sugerindo uma possível realização antes de DJI retomar a continuidade da alta.
Suportes imediatos em 8.380, 8.270, 8.150 e 8.060 pontos.
Resistências imediatas em 8.460, 8.480 e 8.600 pontos.
Restante da agenda do investidor para a primeira semana de maio
por Rafael de Souza Ribeiro de Infomoney
01/05/09 17h00
SÃO PAULO - Dentro da agenda para a primeira semana de maio, os investidores estarão atentos, sobretudo, aos dados do mercado de trabalho norte-americano.
No cenário nacional, o destaque fica para a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). O documento descreve os motivos por trás do corte de 100 pontos-base promovido na taxa básica de juro brasileira.
Quarta-feira (6/5)
Brasil
O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) publica a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de abril, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares.
EUA
9h15 - Sai o ADP Employment, documento que descreve os dados referentes a novos postos de empregos criados no setor privado do país em abril.
11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.
Quinta-feira (7/5)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de abril, importante medida de inflação nacional.
8h30 - Será divulgada a ata do Copom.
9h00 - O IBGE reporta a Pesquisa Industrial Regional de março, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria.
10h00 - O IBGE apresenta o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de abril.
11h00 - O Dieese anuncia o Índice de Custo de Vida referente ao mês de abril. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.
EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - Será apresentada a preliminar do índice Productivity & Costs referente ao primeiro trimestre, que mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária.
16h00 - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de março, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.
Europa
O dia será marcado pela reunião de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Os membros dos comitês vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico da região.
Sexta-feira (8/5)
Brasil
8h00 - A FGV revela o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
9h00 - Destaque para a divulgação por parte do IBGE do IPCA e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de abril. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.
9h30 - O órgão também anuncia a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de abril, levantamento dos preços e dos custos dos materiais utilizados no setor.
EUA
9h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de abril, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.
11h00 - Sai o Wholesale Inventories de março, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.
Segunda-feira (11/5)
Brasil
7h00 - A Fipe apresenta o IPC referente à primeira quadrissemana de maio. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
8h00 - A FGV anuncia o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decêndio de maio, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de
consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
01/05/09 17h00
SÃO PAULO - Dentro da agenda para a primeira semana de maio, os investidores estarão atentos, sobretudo, aos dados do mercado de trabalho norte-americano.
No cenário nacional, o destaque fica para a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). O documento descreve os motivos por trás do corte de 100 pontos-base promovido na taxa básica de juro brasileira.
Quarta-feira (6/5)
Brasil
O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) publica a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de abril, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares.
EUA
9h15 - Sai o ADP Employment, documento que descreve os dados referentes a novos postos de empregos criados no setor privado do país em abril.
11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.
Quinta-feira (7/5)
Brasil
8h00 - A FGV publica o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de abril, importante medida de inflação nacional.
8h30 - Será divulgada a ata do Copom.
9h00 - O IBGE reporta a Pesquisa Industrial Regional de março, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria.
10h00 - O IBGE apresenta o Levantamento da Produção Agrícola referente ao mês de abril.
11h00 - O Dieese anuncia o Índice de Custo de Vida referente ao mês de abril. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.
EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - Será apresentada a preliminar do índice Productivity & Costs referente ao primeiro trimestre, que mede a produtividade da mão-de-obra da economia norte-americana, excluída a agropecuária.
16h00 - O Federal Reserve divulga o Consumer Credit referente ao mês de março, com objetivo de medir o total de crédito ao consumidor.
Europa
O dia será marcado pela reunião de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Os membros dos comitês vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico da região.
Sexta-feira (8/5)
Brasil
8h00 - A FGV revela o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à primeira quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
9h00 - Destaque para a divulgação por parte do IBGE do IPCA e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de abril. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.
9h30 - O órgão também anuncia a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de abril, levantamento dos preços e dos custos dos materiais utilizados no setor.
EUA
9h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de abril, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.
11h00 - Sai o Wholesale Inventories de março, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.
Segunda-feira (11/5)
Brasil
7h00 - A Fipe apresenta o IPC referente à primeira quadrissemana de maio. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
8h00 - A FGV anuncia o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decêndio de maio, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.
8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de
consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Bolsa de NY fecha em queda com realização de lucros
por Agência ESTADO
05 de Maio de 2009 18:18
O mercado norte-americano de ações fechou em baixa. Investidores venderam ações de bancos e de empresas de bens de consumo de primeira necessidade, que haviam subido muito recentemente, para realizar lucros. O índice S&P-500, que ontem havia passado a acumular ganho desde o começo do ano, manteve-se no território positivo. Os investidores estão na expectativa do resultado do "teste de estresse" dos grandes bancos e dos informes de vendas das grandes redes varejistas, esperados para quinta-feira.
O índice Dow Jones fechou em queda de 16,09 pontos, ou 0,19%, em 8.410,65 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 9,44 pontos, ou 0,54%, em 1.754,12 pontos. O S&P-500 recuou 3,44 pontos, ou 0,38%, para 903,80 pontos. O NYSE Composite perdeu 29,46 pontos, ou 0,51%, para 5.770,76 pontos.
"Passamos da mentalidade de que poderíamos ter uma Grande Depressão para 'estamos em uma recessão realmente ruim'. Algumas das injeções de liquidez do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) foram realmente sem precedentes e estamos começando a ver os efeitos de parte disso. Estamos começando a ver alguma luz no fim do túnel, um sentimento de que poderá, de fato, acontecer uma recuperação", comentou David D'Amico, presidente da Braver Wealth Management.
No setor financeiro, as ações do JPMorgan Chase caíram 2,71%, as do Wells Fargo recuaram 4,04% e as da Legg Mason perderam 17,31%; as do Citigroup, porém, subiram 3,44% e as do Bank of America avançaram 4,43%. No setor de consumo, as ações da Procter & Gamble caíram 2,35% e as do Wal-Mart recuaram 0,75%. Em reação a informes de resultados, as ações da processadora de grãos Archer-Daniels-Midland caíram 8,90%, as da Kraft Foods subiram 3,96% e as da produtora de gás natural Chesapeake Energy caíram 10,62%. As ações da Disney, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 1,27%. As informações são da Dow Jones.
05 de Maio de 2009 18:18
O mercado norte-americano de ações fechou em baixa. Investidores venderam ações de bancos e de empresas de bens de consumo de primeira necessidade, que haviam subido muito recentemente, para realizar lucros. O índice S&P-500, que ontem havia passado a acumular ganho desde o começo do ano, manteve-se no território positivo. Os investidores estão na expectativa do resultado do "teste de estresse" dos grandes bancos e dos informes de vendas das grandes redes varejistas, esperados para quinta-feira.
O índice Dow Jones fechou em queda de 16,09 pontos, ou 0,19%, em 8.410,65 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 9,44 pontos, ou 0,54%, em 1.754,12 pontos. O S&P-500 recuou 3,44 pontos, ou 0,38%, para 903,80 pontos. O NYSE Composite perdeu 29,46 pontos, ou 0,51%, para 5.770,76 pontos.
"Passamos da mentalidade de que poderíamos ter uma Grande Depressão para 'estamos em uma recessão realmente ruim'. Algumas das injeções de liquidez do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) foram realmente sem precedentes e estamos começando a ver os efeitos de parte disso. Estamos começando a ver alguma luz no fim do túnel, um sentimento de que poderá, de fato, acontecer uma recuperação", comentou David D'Amico, presidente da Braver Wealth Management.
No setor financeiro, as ações do JPMorgan Chase caíram 2,71%, as do Wells Fargo recuaram 4,04% e as da Legg Mason perderam 17,31%; as do Citigroup, porém, subiram 3,44% e as do Bank of America avançaram 4,43%. No setor de consumo, as ações da Procter & Gamble caíram 2,35% e as do Wal-Mart recuaram 0,75%. Em reação a informes de resultados, as ações da processadora de grãos Archer-Daniels-Midland caíram 8,90%, as da Kraft Foods subiram 3,96% e as da produtora de gás natural Chesapeake Energy caíram 10,62%. As ações da Disney, que divulgaria resultados depois do fechamento, subiram 1,27%. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa resiste à realização de lucro e avança 0,53%
por Agência ESTADO
05 de Maio de 2009 17:31
A volatilidade marcou as operações de hoje nas bolsas na Europa e Estados Unidos, influenciando também a Bovespa. A corrente vendedora, contudo, não teve fôlego suficiente para impor uma correção significativa às ações brasileiras - mesmo após um ganho superior a 6% na véspera. A presença de estrangeiros e uma realização de lucros relativamente fraca nos índices acionários nova-iorquinos permitiu que o Ibovespa encerrasse a terça-feira em alta de 0,53%, aos 50.669,78 pontos. Durante a sessão, o índice oscilou da máxima de 50.909 pontos (+1,00%) à mínima de 50.013 pontos (-0,78%). O volume financeiro continuou forte e somou R$ 5,634 bilhões. No mês, o Ibovespa aprecia-se 7,15% e, no ano avança 34,94%.
Em relatório, analistas da Itaú Securities avaliam que o Índice Bovespa segue em tendência de alta no curto/médio prazo com objetivos em 51.600 pontos e 53.000 pontos. Eles ponderam que caso o Ibovespa perca os 49.400 pontos, em um movimento de realização de lucros, isso motivará um processo de correção no curtíssimo prazo com espaço para descer mais. A "luz amarela", contudo, "somente acenderá se o Ibovespa fechar abaixo de 45.500 pontos", observam. Caso contrário, dizem os analistas, a direção é "avante".
Raffi Dokuzian, superintendente da Banif Corretora, nota que hoje a realização de lucros verificada em Nova York foi pequena e o noticiário não trouxe nada de muito negativo, o que ajudou a dar sustentabilidade à alta do Ibovespa. "Não dá para negar que o mercado está mais otimista depois de tanto tempo de vacas magras. Mas é um otimismo cauteloso, afinal, apesar de os fundamentos da economia brasileira serem bons para enfrentar a crise, ainda não há nenhum dado factível para dizer que as Bolsas sustentarão uma tendência de alta ad eternum", ponderou. Para ele, a economia norte-americana precisa ainda mostrar uma recuperação mais consistente.
A mesma avaliação é compartilhada pelos profissionais do UBS Pactual, que consideram necessários mais sinais de melhora no crescimento global para uma continuação do recente rali nas bolsas. "Acreditamos que as ações devem estabilizar-se antes de ampliarem as altas. E o resultado do teste de estresse aplicado a bancos nos Estados Unidos é um risco de curto prazo decisivo", escrevem em relatório. Tal resultado será conhecido na quinta-feira e a expectativa para essa divulgação foi inclusive apontada por analistas como um dos fatores que ampararam a realização de lucros em Wall Street.
O Wall Street Journal publicou hoje reportagem afirmando que dez dos 19 bancos que passaram pelos testes de estresse possivelmente precisarão levantar capital.
O noticiário, porém, foi de novo relativamente positivo no cenário norte-americano. O índice ISM sobre o setor de serviços subiu em abril para 43,7, de 40,8 em março. A leitura, embora demonstre contração na atividade (por estar abaixo de 50 pontos), aponta para uma redução no ritmo de declínio. Ainda, o presidente do banco central dos EUA, Ben Bernanke, apresentou um prognóstico cuidadosamente otimista em relação à economia antes de um depoimento preparado para o Comitê Econômico Conjunto do Congresso, em que afirmou que as autoridades ainda preveem uma recuperação da atividade econômica no final do ano.
Na cena doméstica, o IBGE informou que a produção industrial cresceu 0,7% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com março do ano passado, a produção caiu 10%. No primeiro trimestre de 2009, a produção acumulou queda de 14,7% ante o primeiro trimestre do ano passado - maior declínio trimestral apurado desde o primeiro trimestre de 1991 - e recuo de 7,9% ante o quarto trimestre de 2008.
As altas do Ibovespa foram lideradas por Aracruz PNB (+12,14%), VCP PN (+12,03%) e Klabin PN (+7,69%). Entre as maiores baixas, ALL Unit caiu 4,46%, B2W ON cedeu 4,45% e Net PN recuou 4,11%.
Petrobras e Vale apresentaram rumos divergentes. As ações PN e ON da estatal encerraram com valorização de 1,42% e 1,25%, respectivamente, apesar da queda nos preços do petróleo nos mercados internacionais. Já os papéis da mineradora terminaram a sessão no vermelho: Vale PNA caiu 0,78% e Vale ON recuou 0,75%.
O setor bancário também chamou a atenção com o resultado do Itaú Unibanco, que anunciou lucro líquido contábil de R$ 2,015 bilhões nos três primeiros meses do ano, uma queda de 27,66% ante o apurado em igual intervalo de 2008. O lucro líquido recorrente da instituição totalizou R$ 2,562 bilhões, com queda de 5,77% na mesma base de comparação. As ações ON do Itaú Unibanco subiram 1,02% e as PN avançaram 2,46%. Os papéis de outros bancos listados no Ibovespa também valorizaram-se: Bradesco PN ganhou 2,54%; Banco do Brasil ON, 1,09%; e Nossa Caixa ON, 0,22%.
05 de Maio de 2009 17:31
A volatilidade marcou as operações de hoje nas bolsas na Europa e Estados Unidos, influenciando também a Bovespa. A corrente vendedora, contudo, não teve fôlego suficiente para impor uma correção significativa às ações brasileiras - mesmo após um ganho superior a 6% na véspera. A presença de estrangeiros e uma realização de lucros relativamente fraca nos índices acionários nova-iorquinos permitiu que o Ibovespa encerrasse a terça-feira em alta de 0,53%, aos 50.669,78 pontos. Durante a sessão, o índice oscilou da máxima de 50.909 pontos (+1,00%) à mínima de 50.013 pontos (-0,78%). O volume financeiro continuou forte e somou R$ 5,634 bilhões. No mês, o Ibovespa aprecia-se 7,15% e, no ano avança 34,94%.
Em relatório, analistas da Itaú Securities avaliam que o Índice Bovespa segue em tendência de alta no curto/médio prazo com objetivos em 51.600 pontos e 53.000 pontos. Eles ponderam que caso o Ibovespa perca os 49.400 pontos, em um movimento de realização de lucros, isso motivará um processo de correção no curtíssimo prazo com espaço para descer mais. A "luz amarela", contudo, "somente acenderá se o Ibovespa fechar abaixo de 45.500 pontos", observam. Caso contrário, dizem os analistas, a direção é "avante".
Raffi Dokuzian, superintendente da Banif Corretora, nota que hoje a realização de lucros verificada em Nova York foi pequena e o noticiário não trouxe nada de muito negativo, o que ajudou a dar sustentabilidade à alta do Ibovespa. "Não dá para negar que o mercado está mais otimista depois de tanto tempo de vacas magras. Mas é um otimismo cauteloso, afinal, apesar de os fundamentos da economia brasileira serem bons para enfrentar a crise, ainda não há nenhum dado factível para dizer que as Bolsas sustentarão uma tendência de alta ad eternum", ponderou. Para ele, a economia norte-americana precisa ainda mostrar uma recuperação mais consistente.
A mesma avaliação é compartilhada pelos profissionais do UBS Pactual, que consideram necessários mais sinais de melhora no crescimento global para uma continuação do recente rali nas bolsas. "Acreditamos que as ações devem estabilizar-se antes de ampliarem as altas. E o resultado do teste de estresse aplicado a bancos nos Estados Unidos é um risco de curto prazo decisivo", escrevem em relatório. Tal resultado será conhecido na quinta-feira e a expectativa para essa divulgação foi inclusive apontada por analistas como um dos fatores que ampararam a realização de lucros em Wall Street.
O Wall Street Journal publicou hoje reportagem afirmando que dez dos 19 bancos que passaram pelos testes de estresse possivelmente precisarão levantar capital.
O noticiário, porém, foi de novo relativamente positivo no cenário norte-americano. O índice ISM sobre o setor de serviços subiu em abril para 43,7, de 40,8 em março. A leitura, embora demonstre contração na atividade (por estar abaixo de 50 pontos), aponta para uma redução no ritmo de declínio. Ainda, o presidente do banco central dos EUA, Ben Bernanke, apresentou um prognóstico cuidadosamente otimista em relação à economia antes de um depoimento preparado para o Comitê Econômico Conjunto do Congresso, em que afirmou que as autoridades ainda preveem uma recuperação da atividade econômica no final do ano.
Na cena doméstica, o IBGE informou que a produção industrial cresceu 0,7% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com março do ano passado, a produção caiu 10%. No primeiro trimestre de 2009, a produção acumulou queda de 14,7% ante o primeiro trimestre do ano passado - maior declínio trimestral apurado desde o primeiro trimestre de 1991 - e recuo de 7,9% ante o quarto trimestre de 2008.
As altas do Ibovespa foram lideradas por Aracruz PNB (+12,14%), VCP PN (+12,03%) e Klabin PN (+7,69%). Entre as maiores baixas, ALL Unit caiu 4,46%, B2W ON cedeu 4,45% e Net PN recuou 4,11%.
Petrobras e Vale apresentaram rumos divergentes. As ações PN e ON da estatal encerraram com valorização de 1,42% e 1,25%, respectivamente, apesar da queda nos preços do petróleo nos mercados internacionais. Já os papéis da mineradora terminaram a sessão no vermelho: Vale PNA caiu 0,78% e Vale ON recuou 0,75%.
O setor bancário também chamou a atenção com o resultado do Itaú Unibanco, que anunciou lucro líquido contábil de R$ 2,015 bilhões nos três primeiros meses do ano, uma queda de 27,66% ante o apurado em igual intervalo de 2008. O lucro líquido recorrente da instituição totalizou R$ 2,562 bilhões, com queda de 5,77% na mesma base de comparação. As ações ON do Itaú Unibanco subiram 1,02% e as PN avançaram 2,46%. Os papéis de outros bancos listados no Ibovespa também valorizaram-se: Bradesco PN ganhou 2,54%; Banco do Brasil ON, 1,09%; e Nossa Caixa ON, 0,22%.
IBOV...após 04/05...suportes e resistências

Impulsionado pelos mercados futuros em forte alta, o Ibovespa abriu na mínima nos 47.290 pontos, subiu continuadamente até atingir a máxima no fechamento, nos 50.404 pontos (+6,6%). O "candle" formado no gráfico diário do Ibovespa é um "marubozu vazio" retratando o predomínio da pressão compradora. O fechamento nesse patamar, desfez a "cunha ascendente" de baixa, fazendo com que o Ibovespa buscasse novamente o topo do "canal de alta" retomado. Os principais osciladores do gráfico diário estão fortemente "sobrecomprados" sugerindo uma correção no intraday, antes de se dar continuidade ao movimento de alta com objetivos em 51.600/52 mil pontos.
Suportes imediatos em 49.450, 49.030, 48.650 e 48.000 pontos.
Resistências imediatas em 50.404, 50.590 e 50.740 pontos.
DJI...após 04/05...suportes e resistências

DJI abriu na mínima nos 8.213 pontos e com os mercados futuros em alta, reconquistou inicialmente o patamar dos 8.300 pontos, depois os 8.400 pontos, até atingir a máxima, praticamente no final do pregão, nos 8.434 pontos.Em seguida finalizou nos 8.427 pontos (+2,61%). O gráfico diário de DJI formou um "marubozu vazio" retratando o predomínio da pressão compradora. Os principais osciladores do gráfico diário como o Estocástico lento e o CCI/Ma cruzamento estão bastante "sobrecomprados", o que sugere alguma realização para depois DJI retomar nova alta. A retomada dos 8.300 pontos fez com que fosse desmontada a "cunha ascendente" (de baixa), com a ruptura "acima" da cunha, em busca novamente do topo do canal de alta.
Suportes imediatos em 8.410, 8.300, 8.210, 8.150 e 8.050 pontos.
Resistências imediatas em 8.480 e 8.600 pontos.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Bolsa de Nova York fecha em alta após dados positivos
por Renato Martins de Agência ESTADO
04 de Maio de 2009 17:55
Nova York - O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em alta forte. O Dow Jones chegou ao fim do dia no nível mais elevado desde 13 de janeiro; o S&P-500 fechou no nível mais alto desde 8 de janeiro e passou a acumular alta desde o começo de 2009; já o nível de fechamento do Nasdaq é o mais alto do ano. O mercado reagiu ao indicador de investimentos no setor de construção nos EUA, que em março subiu pela primeira vez em seis meses. Outro fator de otimismo foi o índice de atividade industrial dos gerentes de compras da China. As ações cíclicas, cujo comportamento tende a acompanhar os ciclos econômicos, estavam entre as que mais subiram.
"Muita gente foi apanhada a descoberto. Acho difícil acreditar que o S&P-500 tenha rompido os 900 pontos na primeira tentativa", comentou Joe Kinahan, estrategista-chefe para derivativos da Thinkorswim. Para ele, alguns gerentes de carteira podem estar tentando recuperar terreno depois de terem perdido os movimentos iniciais de um rali que fez o S&P-500 subir 35% desde as mínimas de março.
Entre as componentes do Dow, os destaques foram as ações do setor financeiro (Bank of America +19,31%, American Express +12,31%, Citigroup +7,74%, JPMorgan Chase +10,61%) e as de indústrias como DuPont (+5,49%) e Caterpillar (+3,27%). No setor de comunicações, as ações da Sprint Nextel subiram 6,85%, em reação a seu informe de resultados. As ações do banco Wells Fargo avançaram 23,66%, depois de declarações otimistas do investidor Warren Buffett.
O índice Dow Jones fechou em alta de 214,33 pontos (2,61%), em 8.426,74 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 44,36 pontos (2,58%), em 1.763,56 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 29,72 pontos (3,39%), em 907,24 pontos. As informações são da Dow Jones.
04 de Maio de 2009 17:55
Nova York - O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em alta forte. O Dow Jones chegou ao fim do dia no nível mais elevado desde 13 de janeiro; o S&P-500 fechou no nível mais alto desde 8 de janeiro e passou a acumular alta desde o começo de 2009; já o nível de fechamento do Nasdaq é o mais alto do ano. O mercado reagiu ao indicador de investimentos no setor de construção nos EUA, que em março subiu pela primeira vez em seis meses. Outro fator de otimismo foi o índice de atividade industrial dos gerentes de compras da China. As ações cíclicas, cujo comportamento tende a acompanhar os ciclos econômicos, estavam entre as que mais subiram.
"Muita gente foi apanhada a descoberto. Acho difícil acreditar que o S&P-500 tenha rompido os 900 pontos na primeira tentativa", comentou Joe Kinahan, estrategista-chefe para derivativos da Thinkorswim. Para ele, alguns gerentes de carteira podem estar tentando recuperar terreno depois de terem perdido os movimentos iniciais de um rali que fez o S&P-500 subir 35% desde as mínimas de março.
Entre as componentes do Dow, os destaques foram as ações do setor financeiro (Bank of America +19,31%, American Express +12,31%, Citigroup +7,74%, JPMorgan Chase +10,61%) e as de indústrias como DuPont (+5,49%) e Caterpillar (+3,27%). No setor de comunicações, as ações da Sprint Nextel subiram 6,85%, em reação a seu informe de resultados. As ações do banco Wells Fargo avançaram 23,66%, depois de declarações otimistas do investidor Warren Buffett.
O índice Dow Jones fechou em alta de 214,33 pontos (2,61%), em 8.426,74 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 44,36 pontos (2,58%), em 1.763,56 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 29,72 pontos (3,39%), em 907,24 pontos. As informações são da Dow Jones.
Bovespa sobe 6,59% no dia, a segunda maior alta do ano
por Agência ESTADO
04 de Maio de 2009 17:30
Depois de um abril exuberante, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) adentrou maio com o pé direito. Teve nesta segunda-feira sua maior alta porcentual desde janeiro e o índice Bovespa voltou aos 50 mil pontos, onde pisou pela última vez em setembro do ano passado. Dados bons sobre a economia chinesa - e também norte-americana - e recomendação sobre os países emergentes trouxeram fluxo de investidores estrangeiros, mas hoje também sobraram ordens de compras dos corretores domésticos.
O Ibovespa subiu 6,59%, maior alta porcentual desde os 7,17% de 2 de janeiro de 2009. Acabou na máxima pontuação do dia, aos 50.404,53 pontos, maior nível desde os 50.782,99 pontos de 26 de setembro de 2008. Na mínima do dia, atingiu os 47.290 pontos (estabilidade). Com o desempenho deste primeiro dia útil de maio, os ganhos acumulados em 2009 atingem 34,23%. O giro financeiro hoje é mais do que prova da atração dos estrangeiros: em recordação aos tempos áureos, somou R$ 7,221 bilhões. Os dados são preliminares.
O dado chinês que agradou foi o PMI CLSA China, compilado pelo grupo de pesquisa britânico Markit Group e que mostrou expansão em abril na atividade industrial pela primeira vez desde julho do ano passado. O Brasil também atraiu recursos depois que o megainvestidor Mark Mobius, da Templeton Asset Management, declarou que os mercados emergentes estão indo em direção ao "bull market" (que sinaliza tendência de alta nas bolsas). E, por fim, a Bovespa foi beneficiada pelas Bolsas norte-americanas, que repercutiram dois índices favoráveis - e deixaram de lado a reação ao adiamento para quinta-feira do resultado dos testes de estresse.
O indicador de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA subiu 3,2% em março - bem mais do que o 1% estimado. Já os gastos totais com construção nos Estados Unidos subiram 0,3% em março, ante previsão de queda de 1,3%, no primeiro aumento nos gastos desde setembro ou em seis meses. O Dow Jones terminou a sessão em alta de 2,61%, aos 8.426,74 pontos, o S&P avançou 3,39%, aos 907,24 pontos, e o Nasdaq, 2,58%, aos 1.763,56 pontos.
No Brasil, os setores voltados para o mercado doméstico tiveram grande impulso, com a ajuda dos estrangeiros, entre eles construção civil e varejo. Mas a alta das commodities (matérias-primas) fez com que as blue chips disparassem e o avanço de Vale se espalhou sobre as siderúrgicas. O setor bancário, que acompanhou seus pares no exterior, teve um desempenho um pouco mais contido, mas nem por isso pobre.
Vale ON saltou 10,86% e Vale PNA, +8,76%. Gerdau PN subiu 8,92%, Metalúrgica Gerdau PN, +10,38%, Usiminas PNA valorizou 6,18% e CSN ON, +7,24%. Cabe aqui registrar que, em relatório, o Goldman Sachs melhorou suas projeções para o minério de ferro devido às perspectivas mais positivas para as importações chinesas do insumo. "Agora acreditamos que o trimestre atual vai marcar o ponto mais baixo do ciclo do minério de ferro no mercado à vista", informou no documento. O banco manteve a previsão de queda de 40% para os contratos de minério neste ano, mas a expectativa para o preço à vista cresceu 9% para 2009 e 8% para 2010.
Petrobras ON subiu 8,58% e Petrobras PN ganhou 7,08%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em junho encerrou cotado a 2,39%, a US$ 54,47 o barril, o maior valor do ano.
Bradesco PN subiu 4,84%. Hoje, o banco anunciou lucro líquido de R$ 1,723 bilhão, queda de 9,6% em relação ao lucro líquido ajustado de R$ 1,907 bilhão do mesmo período de 2008. Itaú PN ganhou 5,53% e BB ON, 3,54%.
Apenas três ações do Ibovespa caíram e uma fechou estável (Light ON).
04 de Maio de 2009 17:30
Depois de um abril exuberante, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) adentrou maio com o pé direito. Teve nesta segunda-feira sua maior alta porcentual desde janeiro e o índice Bovespa voltou aos 50 mil pontos, onde pisou pela última vez em setembro do ano passado. Dados bons sobre a economia chinesa - e também norte-americana - e recomendação sobre os países emergentes trouxeram fluxo de investidores estrangeiros, mas hoje também sobraram ordens de compras dos corretores domésticos.
O Ibovespa subiu 6,59%, maior alta porcentual desde os 7,17% de 2 de janeiro de 2009. Acabou na máxima pontuação do dia, aos 50.404,53 pontos, maior nível desde os 50.782,99 pontos de 26 de setembro de 2008. Na mínima do dia, atingiu os 47.290 pontos (estabilidade). Com o desempenho deste primeiro dia útil de maio, os ganhos acumulados em 2009 atingem 34,23%. O giro financeiro hoje é mais do que prova da atração dos estrangeiros: em recordação aos tempos áureos, somou R$ 7,221 bilhões. Os dados são preliminares.
O dado chinês que agradou foi o PMI CLSA China, compilado pelo grupo de pesquisa britânico Markit Group e que mostrou expansão em abril na atividade industrial pela primeira vez desde julho do ano passado. O Brasil também atraiu recursos depois que o megainvestidor Mark Mobius, da Templeton Asset Management, declarou que os mercados emergentes estão indo em direção ao "bull market" (que sinaliza tendência de alta nas bolsas). E, por fim, a Bovespa foi beneficiada pelas Bolsas norte-americanas, que repercutiram dois índices favoráveis - e deixaram de lado a reação ao adiamento para quinta-feira do resultado dos testes de estresse.
O indicador de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA subiu 3,2% em março - bem mais do que o 1% estimado. Já os gastos totais com construção nos Estados Unidos subiram 0,3% em março, ante previsão de queda de 1,3%, no primeiro aumento nos gastos desde setembro ou em seis meses. O Dow Jones terminou a sessão em alta de 2,61%, aos 8.426,74 pontos, o S&P avançou 3,39%, aos 907,24 pontos, e o Nasdaq, 2,58%, aos 1.763,56 pontos.
No Brasil, os setores voltados para o mercado doméstico tiveram grande impulso, com a ajuda dos estrangeiros, entre eles construção civil e varejo. Mas a alta das commodities (matérias-primas) fez com que as blue chips disparassem e o avanço de Vale se espalhou sobre as siderúrgicas. O setor bancário, que acompanhou seus pares no exterior, teve um desempenho um pouco mais contido, mas nem por isso pobre.
Vale ON saltou 10,86% e Vale PNA, +8,76%. Gerdau PN subiu 8,92%, Metalúrgica Gerdau PN, +10,38%, Usiminas PNA valorizou 6,18% e CSN ON, +7,24%. Cabe aqui registrar que, em relatório, o Goldman Sachs melhorou suas projeções para o minério de ferro devido às perspectivas mais positivas para as importações chinesas do insumo. "Agora acreditamos que o trimestre atual vai marcar o ponto mais baixo do ciclo do minério de ferro no mercado à vista", informou no documento. O banco manteve a previsão de queda de 40% para os contratos de minério neste ano, mas a expectativa para o preço à vista cresceu 9% para 2009 e 8% para 2010.
Petrobras ON subiu 8,58% e Petrobras PN ganhou 7,08%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em junho encerrou cotado a 2,39%, a US$ 54,47 o barril, o maior valor do ano.
Bradesco PN subiu 4,84%. Hoje, o banco anunciou lucro líquido de R$ 1,723 bilhão, queda de 9,6% em relação ao lucro líquido ajustado de R$ 1,907 bilhão do mesmo período de 2008. Itaú PN ganhou 5,53% e BB ON, 3,54%.
Apenas três ações do Ibovespa caíram e uma fechou estável (Light ON).
sábado, 2 de maio de 2009
DJI...suportes e resistências para a primeira semana de maio.

Após alcançar a mínima semanal no início da semana nos 7.965 pontos, DJI finalizou nesta sexta nos 8.212 pontos, alta de +1,68% sobre o fechamento da semana anterior, nos 8.076 pontos, após nova máxima em 8.307 pontos. Apesar desse fechamento em alta, ainda persiste relativo equilíbrio das forças compradoras e vendedoras. O "candle" formado no gráfico semanal se assemelha a um "piercing" de indefinição, ainda que o fechamento desta sexta em um "martelo vazio" sinalize uma possível continuidade da recuperação de DJI, neste início de semana. A tendencia altista iniciada há oito semanas atrás, ainda mantem os principais indicadores "sobrecomprados", com boa possibilidade de realização.
Suportes semanais imediatos em 8.150, 8.000 e 7.790 pontos.
Resistências imediatas em 8.270, 8.330 e 8.395 pontos.
Commodities..projeções para a primeira semana de maio
Fonte: Bloomberg
Situação em 24/04
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 955.72 11.99 942.90 957.94 942.68
(Laranja)S&P GSCI 368.59 7.86 360.48 370.26 360.48
(Verde)RJ/CRB Commodity 229.04 6.65 222.43 229.04 222.43
(Azul)Rogers Intl 2545.25 39.85 2490.09 2552.03 2486.76
Situação em 01/05
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 988.44 31.37 964.72 990.47 964.29
S&P GSCI 379.01 13.16 364.56 380.00 363.57
RJ/CRB Commodity 225.85 .77 225.08 225.95 224.77
Rogers Intl 2611.86 84.75 2527.58 2620.61 2519.94
Variação semanal 01/05 a 24/04
INDICE Fechamento (01/05) Fechamento(24/04) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 988.44 955.72 +3,42%
S&P GSCI 379.01 368.59 +2,83%
RJ/CRB Commodity 225.85 222.86 +1,34%
Rogers Intl 2611.86 2545.25 +2,62%
Análise:
Nesta última semana de abril, as commodities finalizaram em alta em relação à semana anterior, fechando em +2,55% , na média dos quatro índices. Os preços das commodities continuam defasados (na média desses 4 índices) em aproximadamente -45%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, registra os preços das principais commodities no topo de uma "cunha ascendente", que a qualquer momento poderá romper para qualquer um dos lados, provavelmente para baixo.
IBOV...suportes e resistências na 1a semana de maio

Após realizar no início da semana, vindo buscar suporte nos 44.965 pontos, o Ibovespa recuperou essas perdas, em significativas altas, culminando neste último dia do mês de abril, na máxima nos 48.125 pontos. A partir daí, sintonizado com DJI, refluiu para finalizar em 47.289 pontos, alta de + 3,30% em relação ao fechamento semanal anterior. O gráfico semanal do Ibovespa formou um "piercing" de indefinição, após tocar o topo do canal, em que consolidou 8 semanas seguidas em alta. O gráfico diário produziu um "candle" com formato de um "tê invertido", conhecido como "Gravestone doji". Esse indicador de reversão de tendência poderá se confirmar, caso o Ibovespa finalize a próxima segunda em queda. Os principais osciladores do gráfico semanal se encontram fortemente "sobrecomprados" sinalizando grande possibilidade de realização, nesta semana.
Suportes semanais imediatos em 46.850, 46.050, 45.600, 45.220, 45.000, 44.280 e 43.100 pontos.
Resistências semanais imediatas em 47.450, 48.100 e 48.500 pontos.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Bolsas dos EUA sobem em meio a sinais divergentes
por Agência ESTADO
01 de Maio de 2009 18:04
Os mercados norte-americanos de ações fecharam em alta num dia de movimentações tranquilas depois dos investidores terem concluído que os sinais divergentes emitidos pelas indústrias e pelos resultados dos balancetes eram motivo suficiente para manter os ganhos do mês. Com isso, as bolsas dos Estados Unidos tiveram a melhor performance para abril em nove anos. O índice industrial Dow Jones subiu 44,29 pontos, ou 0,5%, fechando em 8.212,41. O Standard & Poor's 500 subiu 4,71 pontos, ou 0,5%, fechando em 877,52. A bolsa eletrônica Nasdaq subiu 1,9 ponto, ou 0,1% encerrando o pregão em 1.719,20.
Duas ações subiram para cada uma que caiu hoje na Bolsa de Valores de Nova York, que negociou um total de 1,29 bilhão de ações. A aferição de um grupo privado mostrou que a contração da indústria em abril foi menor que a de março. Mas o governo informou que as encomendas às indústrias norte-americanas no mês passado caíram mais do que o esperado.
01 de Maio de 2009 18:04
Os mercados norte-americanos de ações fecharam em alta num dia de movimentações tranquilas depois dos investidores terem concluído que os sinais divergentes emitidos pelas indústrias e pelos resultados dos balancetes eram motivo suficiente para manter os ganhos do mês. Com isso, as bolsas dos Estados Unidos tiveram a melhor performance para abril em nove anos. O índice industrial Dow Jones subiu 44,29 pontos, ou 0,5%, fechando em 8.212,41. O Standard & Poor's 500 subiu 4,71 pontos, ou 0,5%, fechando em 877,52. A bolsa eletrônica Nasdaq subiu 1,9 ponto, ou 0,1% encerrando o pregão em 1.719,20.
Duas ações subiram para cada uma que caiu hoje na Bolsa de Valores de Nova York, que negociou um total de 1,29 bilhão de ações. A aferição de um grupo privado mostrou que a contração da indústria em abril foi menor que a de março. Mas o governo informou que as encomendas às indústrias norte-americanas no mês passado caíram mais do que o esperado.
DJI...após 30/04...suportes e resistências

DJI abriu na mínima nos 8.188 pontos e com os mercados futuros em alta, retomou o patamar dos 8.200 pontos até atingir a máxima nos 8.307 pontos. A partir dai, refluiu até buscar suporte na mínima em 8.137 pontos. Em seguida, finalizou praticamente estável, nos 8.168 pontos (-0,22%). O gráfico diário de DJI formou um "candle" com formato de "martelo invertido" sinalizando uma provável reversão de tendência após o "rali" de alta. Alguns dos principais osciladores do gráfico diário como o estocástico e o CCI/Ma cruzamento ainda indicam tendência de alta, mas DJI está se movendo em uma "cunha ascendente", há várias semanas, podendo romper "para baixo" a qualquer momento.
Suportes imediatos em 8.122, 8.067, 8.000 e 7.930 pontos.
Resistências imediatas em 8.210, 8.245 e 8.310 pontos.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Bolsas de NY fecham quase estáveis, apesar da Chrysler
por Agência ESTADO
30 de Abril de 2009 19:08
Relatórios sobre resultados trimestrais e sobre emprego nos EUA ajudaram a alimentar um rali das ações de materiais e consumo, porém um recuo nos papéis do setor de energia pressionaram as bolsas norte-americanas. Além disso, boa parte da queda verificada durante a tarde teve início após o anúncio de concordata da Chrysler.
O índice Dow Jones declinou 17,61 pontos, ou 0,22%, e fechou em 8.168,12 pontos. Mesmo com a queda de hoje, o Dow Jones terminou o mês de abril com ganho de 8,59%, a maior alta mensal em pontos desde maio de 2007. Somando o desempenho de março, o índice teve seu maior ganho em dois meses, em termos porcentuais, desde novembro de 2002.
O S&P-500 perdeu 0,83 ponto, ou 0,10%, e fechou em 872,81 pontos, mas registrou alta de 10,83% em abril. O Nasdaq, por outro lado, ganhou 5,36 pontos, ou 0,31%, e fechou em 1.717,30 pontos, encerrando o mês com avanço de 14,35%. Ambos os índices tiveram o maior ganho mensal em pontos desde novembro de 2001. O NYSE Composite caiu 2,78 pontos, ou 0,05%, e fechou em 5.513,36 pontos.
Em uma sessão volátil, na qual o setor de consumo liderou um rali que levou o Dow Jones a subir mais de 100 pontos pela manhã, o pedido de concordata da Chrysler gerou desânimo à tarde. Embora o movimento já fosse esperado, operadores observaram que o fato é um lembrete de que companhias economicamente sensíveis permanecem enfraquecidas.
O tom das operações de hoje, e de boa parte das últimas semanas, continuou girando em torno da onda de anúncios de balanços do primeiro trimestre. Apesar de poucos relatórios terem mostrado crescimento corporativo, os investidores estão cada vez mais otimistas com o que as companhias têm feito para enfrentar a recessão.
Um dos maiores ganhadores do dia, Dow Chemical subiu 18%, depois de informar um pequeno, mas inesperado, lucro no primeiro trimestre. Pressionada pelo balanço trimestral ruim, Motorola caiu 7,2%. International Paper informou hoje que seu lucro líquido cresceu 89% no primeiro trimestre deste ano e terminou a sessão com alta de 16%.
Entre outras empresas que divulgaram balanço hoje, ExxonMobil foi uma das ações do setor de energia mais vendidas, perdendo 2,6%. Procter&Gamble recuou 1,94%. Metlife, maior seguradora de vida dos EUA, fechou em leve alta de 0,24%, antes de anunciar que saiu de lucro para prejuízo de US$ 548 milhões no primeiro trimestre deste ano.
No setor financeiro, embora a maior parte dos papéis tenha fechado em baixa, Bank of America ganhou 2,9%, um dia depois de os acionistas votarem pela troca do chairman da instituição. As informações são da Dow Jones.
30 de Abril de 2009 19:08
Relatórios sobre resultados trimestrais e sobre emprego nos EUA ajudaram a alimentar um rali das ações de materiais e consumo, porém um recuo nos papéis do setor de energia pressionaram as bolsas norte-americanas. Além disso, boa parte da queda verificada durante a tarde teve início após o anúncio de concordata da Chrysler.
O índice Dow Jones declinou 17,61 pontos, ou 0,22%, e fechou em 8.168,12 pontos. Mesmo com a queda de hoje, o Dow Jones terminou o mês de abril com ganho de 8,59%, a maior alta mensal em pontos desde maio de 2007. Somando o desempenho de março, o índice teve seu maior ganho em dois meses, em termos porcentuais, desde novembro de 2002.
O S&P-500 perdeu 0,83 ponto, ou 0,10%, e fechou em 872,81 pontos, mas registrou alta de 10,83% em abril. O Nasdaq, por outro lado, ganhou 5,36 pontos, ou 0,31%, e fechou em 1.717,30 pontos, encerrando o mês com avanço de 14,35%. Ambos os índices tiveram o maior ganho mensal em pontos desde novembro de 2001. O NYSE Composite caiu 2,78 pontos, ou 0,05%, e fechou em 5.513,36 pontos.
Em uma sessão volátil, na qual o setor de consumo liderou um rali que levou o Dow Jones a subir mais de 100 pontos pela manhã, o pedido de concordata da Chrysler gerou desânimo à tarde. Embora o movimento já fosse esperado, operadores observaram que o fato é um lembrete de que companhias economicamente sensíveis permanecem enfraquecidas.
O tom das operações de hoje, e de boa parte das últimas semanas, continuou girando em torno da onda de anúncios de balanços do primeiro trimestre. Apesar de poucos relatórios terem mostrado crescimento corporativo, os investidores estão cada vez mais otimistas com o que as companhias têm feito para enfrentar a recessão.
Um dos maiores ganhadores do dia, Dow Chemical subiu 18%, depois de informar um pequeno, mas inesperado, lucro no primeiro trimestre. Pressionada pelo balanço trimestral ruim, Motorola caiu 7,2%. International Paper informou hoje que seu lucro líquido cresceu 89% no primeiro trimestre deste ano e terminou a sessão com alta de 16%.
Entre outras empresas que divulgaram balanço hoje, ExxonMobil foi uma das ações do setor de energia mais vendidas, perdendo 2,6%. Procter&Gamble recuou 1,94%. Metlife, maior seguradora de vida dos EUA, fechou em leve alta de 0,24%, antes de anunciar que saiu de lucro para prejuízo de US$ 548 milhões no primeiro trimestre deste ano.
No setor financeiro, embora a maior parte dos papéis tenha fechado em baixa, Bank of America ganhou 2,9%, um dia depois de os acionistas votarem pela troca do chairman da instituição. As informações são da Dow Jones.
Bovespa tem 8 semanas de alta e ganha 15,5% em abril
por Agência ESTADO
30 de Abril de 2009 17:57
Abril foi um mês mais do que favorável à Bovespa. Nem mesmo o risco iminente de um alerta de pandemia pela Organização Mundial da Saúde por causa da gripe suína abateu o ânimo dos investidores em comprar ações. A Bovespa terminou com a maior alta mensal dos últimos anos e fechou oito semanas seguidas no azul. Hoje, voltou a pisar nos 48 mil pontos e ainda pela manhã, com a ajuda dos investidores estrangeiros e, claro, do clima favorável no exterior.
A Bovespa terminou a quinta-feira em alta de 0,13%, aos 47.289,53 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 47.235 pontos (+0,02%) e, na máxima, os 48.126 pontos (+1,90%). Em todo o mês de abril, a Bolsa acumulou elevação de 15,55%, a mesma registrada em fevereiro de 2005 e a maior desde então. Também foi o segundo mês seguido no azul. Na semana, subiu 1,10% e, em 2009, acumula elevação de 25,94%. O giro financeiro totalizou R$ 5,409 bilhões.
A volta dos investidores estrangeiros foi fundamental para garantir tal desempenho às bolsas, e o retorno foi pautado na certeza de que a economia doméstica está mais bem preparada para passar por esta crise. Ao desavisado, o comportamento tão robusto para a Bovespa pode parecer que a desaceleração econômica mundial ficou para trás, mas não é bem assim. Tanto que muitos analistas avaliam que a Bovespa estaria "cara" e que uma realização de lucros não está descartada. Segundo alguns, a recuperação deste mês foi uma correção rápida ao tombo registrado no pior momento da crise, quando caiu abaixo dos 30 mil pontos.
O empurrãozinho dado pelo banco central dos EUA ontem quando, ao anunciar sua decisão de política monetária, sinalizou que a economia norte-americana dá sinais de estabilidade, encontrou terra adubada hoje nos bons indicadores conhecidos nos EUA - e já não é de hoje que muitos índices têm surpreendido favoravelmente, assim como tem ocorrido com os balanços trimestrais. O indicador da atividade industrial de Chicago, por exemplo, sinalizou que a atual recessão nos EUA deverá terminar em dezembro. O dado subiu de 31,4 em março, o menor nível desde julho de 1980, para 40,1 em abril. Além disso, caiu o número semanal de novos pedidos de auxílio-desemprego.
Dos balanços, a companhia norte-americana Dow Chemical informou um inesperado lucro líquido de US$ 24 milhões no primeiro trimestre deste ano. Embora 97% menor que o registrado em igual período do ano passado, foi um resultado positivo, enquanto que os analistas esperavam prejuízo.
Apesar dos bons dados, as bolsas norte-americanas acabaram oscilando algumas baixas ao longo da sessão, usando o pedido de concordata da montadora Chrysler como justificativa. A montadora entrou hoje com o pedido, cujo objetivo é finalizar uma ampla reestruturação designada a salvar a montadora de uma liquidação. No fim do pregão, os principais índices nova-iorquinos estavam em direções divergentes, mas próximos da estabilidade.
No Brasil, a volta dos investidores estrangeiros tem ocorrido não apenas em blue chips (ações de primeira linha). "Ações de terceira linha têm entrado nas carteiras. Ou seja, os investidores têm se comprometido com ativos não tão líquidos, sinal de que têm olhado a bolsa no longo prazo", comentou um operador de mesa de renda variável. Segundo ele, é bem possível a Bovespa ganhar os 50 mil pontos em breve, mas ele também é um dos adeptos de que uma boa realização deve ocorrer para atrair mais compras.
A alta dos metais básicos no exterior favoreceu a recuperação dos papéis da Vale, que aumentaram 3,06% na ON e 1,26% na PN, fechando abril com ganhos, respectivamente, de 18,11% e 15,94%. Siderúrgicas acompanharam: Gerdau PN subiu hoje 2,61%; Metalúrgica Gerdau PN, 1,18%; Usiminas PNA, 1,10%; e CSN ON, 1,69%.
O preço do petróleo subiu na Bolsa Mercantil de Nova York. Apesar disso, as ações da Petrobras fecharam no sentido oposto, em meio a um cenário pesado para a empresa. Um dos destaques é a possibilidade de o governo anunciar amanhã a criação de uma nova estatal para explorar o pré-sal, justamente o filé mignon da empresa. Também não pegou bem a notícia, apurada pelas repórteres do Grupo Estado Christiane Samarco e Tânia Monteiro, de que a empresa Petrobras está "pronta para fazer a redução do preço" da gasolina e do óleo diesel.
No final da tarde, a ministra Dilma Rousseff anunciou que os elementos para o novo marco regulatório estão quase prontos, e o ministro Edison Lobão acrescentou que as regras devem sair ainda no primeiro semestre. Petrobras ON caiu 0,19% e PN, 0,67%. No mês, acumularam alta de 5,08% e 4,66%, respectivamente.
30 de Abril de 2009 17:57
Abril foi um mês mais do que favorável à Bovespa. Nem mesmo o risco iminente de um alerta de pandemia pela Organização Mundial da Saúde por causa da gripe suína abateu o ânimo dos investidores em comprar ações. A Bovespa terminou com a maior alta mensal dos últimos anos e fechou oito semanas seguidas no azul. Hoje, voltou a pisar nos 48 mil pontos e ainda pela manhã, com a ajuda dos investidores estrangeiros e, claro, do clima favorável no exterior.
A Bovespa terminou a quinta-feira em alta de 0,13%, aos 47.289,53 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 47.235 pontos (+0,02%) e, na máxima, os 48.126 pontos (+1,90%). Em todo o mês de abril, a Bolsa acumulou elevação de 15,55%, a mesma registrada em fevereiro de 2005 e a maior desde então. Também foi o segundo mês seguido no azul. Na semana, subiu 1,10% e, em 2009, acumula elevação de 25,94%. O giro financeiro totalizou R$ 5,409 bilhões.
A volta dos investidores estrangeiros foi fundamental para garantir tal desempenho às bolsas, e o retorno foi pautado na certeza de que a economia doméstica está mais bem preparada para passar por esta crise. Ao desavisado, o comportamento tão robusto para a Bovespa pode parecer que a desaceleração econômica mundial ficou para trás, mas não é bem assim. Tanto que muitos analistas avaliam que a Bovespa estaria "cara" e que uma realização de lucros não está descartada. Segundo alguns, a recuperação deste mês foi uma correção rápida ao tombo registrado no pior momento da crise, quando caiu abaixo dos 30 mil pontos.
O empurrãozinho dado pelo banco central dos EUA ontem quando, ao anunciar sua decisão de política monetária, sinalizou que a economia norte-americana dá sinais de estabilidade, encontrou terra adubada hoje nos bons indicadores conhecidos nos EUA - e já não é de hoje que muitos índices têm surpreendido favoravelmente, assim como tem ocorrido com os balanços trimestrais. O indicador da atividade industrial de Chicago, por exemplo, sinalizou que a atual recessão nos EUA deverá terminar em dezembro. O dado subiu de 31,4 em março, o menor nível desde julho de 1980, para 40,1 em abril. Além disso, caiu o número semanal de novos pedidos de auxílio-desemprego.
Dos balanços, a companhia norte-americana Dow Chemical informou um inesperado lucro líquido de US$ 24 milhões no primeiro trimestre deste ano. Embora 97% menor que o registrado em igual período do ano passado, foi um resultado positivo, enquanto que os analistas esperavam prejuízo.
Apesar dos bons dados, as bolsas norte-americanas acabaram oscilando algumas baixas ao longo da sessão, usando o pedido de concordata da montadora Chrysler como justificativa. A montadora entrou hoje com o pedido, cujo objetivo é finalizar uma ampla reestruturação designada a salvar a montadora de uma liquidação. No fim do pregão, os principais índices nova-iorquinos estavam em direções divergentes, mas próximos da estabilidade.
No Brasil, a volta dos investidores estrangeiros tem ocorrido não apenas em blue chips (ações de primeira linha). "Ações de terceira linha têm entrado nas carteiras. Ou seja, os investidores têm se comprometido com ativos não tão líquidos, sinal de que têm olhado a bolsa no longo prazo", comentou um operador de mesa de renda variável. Segundo ele, é bem possível a Bovespa ganhar os 50 mil pontos em breve, mas ele também é um dos adeptos de que uma boa realização deve ocorrer para atrair mais compras.
A alta dos metais básicos no exterior favoreceu a recuperação dos papéis da Vale, que aumentaram 3,06% na ON e 1,26% na PN, fechando abril com ganhos, respectivamente, de 18,11% e 15,94%. Siderúrgicas acompanharam: Gerdau PN subiu hoje 2,61%; Metalúrgica Gerdau PN, 1,18%; Usiminas PNA, 1,10%; e CSN ON, 1,69%.
O preço do petróleo subiu na Bolsa Mercantil de Nova York. Apesar disso, as ações da Petrobras fecharam no sentido oposto, em meio a um cenário pesado para a empresa. Um dos destaques é a possibilidade de o governo anunciar amanhã a criação de uma nova estatal para explorar o pré-sal, justamente o filé mignon da empresa. Também não pegou bem a notícia, apurada pelas repórteres do Grupo Estado Christiane Samarco e Tânia Monteiro, de que a empresa Petrobras está "pronta para fazer a redução do preço" da gasolina e do óleo diesel.
No final da tarde, a ministra Dilma Rousseff anunciou que os elementos para o novo marco regulatório estão quase prontos, e o ministro Edison Lobão acrescentou que as regras devem sair ainda no primeiro semestre. Petrobras ON caiu 0,19% e PN, 0,67%. No mês, acumularam alta de 5,08% e 4,66%, respectivamente.
IBOV...após 29/04...suportes e resistências

Impulsionado pelos mercados futuros em forte alta, o Ibovespa abriu na mínima nos 45.825 pontos, vindo a buscar resistência na máxima nos 47.410 pontos (+3,47%). Daí em sintonia com DJI, refluiu na última hora de pregão para fechar em 47.227 pontos (+3,07%).O "candle" formado no gráfico diário do Ibovespa, tendo encontrado resistência no topo do canal de alta, se assemelha a um "martelo invertido", que pode estar sugerindo alguma correção, antes da continuidade do movimento de alta em busca dos objetivos nos 48 mil pontos.
Suportes imediatos em 47.180, 46.460, 46.160 e 45.500 pontos.
Resistências imediatas em 47.410, 47.650 e 48.050 pontos.
DJI...após 29/04...suportes e resistências

DJI abriu na mínima nos 8.018 pontos e com os mercados futuros em forte alta, iniciou forte recuperação até atingir a máxima em 8.257 pontos (+2,99%). Na última hora de pregão, refluiu para finalizar nos 8.186 pontos (+2,11%). O gráfico diário de DJI formou um "martelo invertido" sugerindo uma possibilidade de realização, após o pregão de forte alta. Alguns dos principais indicadores do gráfico diário como o estocástico ainda sinalizam a tendência de alta, mas DJI não conseguiu superar a resistência na linha de topos da "cunha" ascendente, em que está se movendo há várias semanas.
Suportes imediatos em 8.122, 8.075 e 8.010 pontos.
Resistências imediatas em 8.270 e 8.310 pontos.
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