Por Suzi Katzumata da Agência Estado
28.04.2008 18h52
Os índices de ações Dow Jones e S&P-500, das Bolsas de Nova York, fecharam com pequena perda, enquanto o Nasdaq subiu levemente, depois de terem oscilado dentro de margens estreitas, com os investidores cautelosos enquanto aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e a divulgação do PIB do primeiro trimestre dos EUA, ambos na quarta-feira. O volume de ações negociado hoje foi baixo e as notícias de fusão corporativa e o balanço da blue chip (ação de primeira linha) Verizon não foram suficientes para gerar muita atividade.
Analistas disseram que os participantes do mercado estão esperando para ver se os preços do petróleo e outras preocupações inflacionárias vão provocar uma mudança no viés do Fed na quarta-feira. "Todos os olhos estarão apontados para o comunicado de política do Fed na quarta-feira para ver quão fortemente ele sinaliza uma pausa no ciclo de afrouxamento, depois de um aguardado corte de 0,25 ponto porcentual na taxa básica de juros, para 2% ao ano", disse Sal Guatieri, economista da BMO Capital Markets.
Entre as notícias de fusão e aquisição, as ações da Wm Wrigley Co dispararam 23,15%, depois de a fabricante de suco de frutas ter concordado com um acordo de quase US$ 23 bilhões oferecido pela Mars - fabricante dos chocolates Snickers -, que conta com o apoio financeiro do Berkshire Hathaway, veículo de investimentos do bilionário Warren Buffett. Esse acordo alimentou esperanças de outras fusões no setor de alimentos e deram impulso de 4,63% às ações da Hershey Co.
No setor aéreo, as ações da US Airways Group subiram 20,39% depois de a Associated Press ter informado que a companhia estava em negociações "avançadas" com a UAL - controladora da United Airlines. As ações da UAL caíram 2,63%.
No setor de tecnologia, a CNBC informou que a gigante Microsoft provavelmente vai lançar uma tentativa hostil para assumir o controle do Yahoo!, que rejeitou sua abordagem inicial. As ações do Yahoo! Caíram 1,38% e as da Microsoft fecharam em baixa de 2,82%.
As ações da Verizon subiram 2,46% depois de a companhia ter informado um aumento de 9,8% no seu lucro líquido no primeiro trimestre, citando continuidade no crescimento do negócio de rede sem fio, que compensou a hesitação da economia dos EUA e as dificuldades em seu negócio de linha fixa.
O índice Dow Jones caiu 0,16% e fechou com 12.871,75 pontos. O Nasdaq subiu 0,06% e fechou com 2.424,40 pontos. O S&P-500 recuou 0,11% e terminou o dia com 1.396,37 pontos, enquanto o NYSE Composite subiu 0,06%, para 9.349,61 pontos. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Bradesco tem lucro de R$ 2,1 bi no 1º trimestre do ano
28.04.2008 07h20
por Cesar Bianconi e Ana Paula Ribeiro da Agência Estado
O Bradesco registrou lucro líquido consolidado de R$ R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo período de 2007. De acordo com o banco, 65% do lucro foi gerado com as atividades financeiras e os 35% restantes pelas atividades de seguros, previdência e capitalização. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio no primeiro trimestre de 2008 ficou em 32%, segundo comunicado ao mercado.A carteira de crédito total do Bradesco chegou a R$ 169,408 bilhões ao final de março, mostrando um avanço de 38,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor inclui avais, fianças e recebíveis de cartões de crédito. As operações de crédito com pessoas jurídicas foram as que mais cresceram, 41%, totalizando R$ 107,182 bilhões. Com pessoas físicas, o desempenho foi 34,3% superior ao do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 62,226 bilhões.Já os ativos totais do banco chegaram a R$ 355,517 bilhões, o que representa crescimento de 26,1% em relação ao mesmo período de 2007.
por Cesar Bianconi e Ana Paula Ribeiro da Agência Estado
O Bradesco registrou lucro líquido consolidado de R$ R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo período de 2007. De acordo com o banco, 65% do lucro foi gerado com as atividades financeiras e os 35% restantes pelas atividades de seguros, previdência e capitalização. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio no primeiro trimestre de 2008 ficou em 32%, segundo comunicado ao mercado.A carteira de crédito total do Bradesco chegou a R$ 169,408 bilhões ao final de março, mostrando um avanço de 38,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor inclui avais, fianças e recebíveis de cartões de crédito. As operações de crédito com pessoas jurídicas foram as que mais cresceram, 41%, totalizando R$ 107,182 bilhões. Com pessoas físicas, o desempenho foi 34,3% superior ao do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 62,226 bilhões.Já os ativos totais do banco chegaram a R$ 355,517 bilhões, o que representa crescimento de 26,1% em relação ao mesmo período de 2007.
domingo, 27 de abril de 2008
IBOV...após 25/04..."descolando" de DJI poderá se manter em alta...

O IBOVESPA abriu nos 64.576 pontos e influenciado pela queda de DJI, operou a primeira metade do pregão em queda, vindo buscar a mínima nos 64.172 pontos. Exatamente na segunda metade do pregão iniciou reação, "sintonizado" com DJI, retomando os suportes perdidos em 64.200 e 64.550 pontos, passando a operar positivamente e ao final do pregão veio buscar nova máxima nos 65.253 pontos. Finalizou em 65.187 pontos, ainda acima do fibo de 62% nos 65.130 pontos. A forte volatilidade ocorrida no pregão, queda na primeira metade, seguida de significativa alta na metade seguinte, fez com que os principais indicadores nos gráficos diários, iniciassem divergências. Assim, no pregão anterior, enquanto o IFR, o estocástico e o CCI/Ma cruzamento apresentavam tendência de queda, agora para o próximo pregão se apresentam indefinidos, e no oscilador de momentos começa a surgir uma "divergência", indicando a possibilidade da reversão da tendência. O "martelão" que se desenhou no "candle" diário pode também confirmar isso. Assim, caso o Ibovespa se mantenha "descolado" de DJI, mantendo fechamentos acima do fibo de 62% (65.130 pontos), a tendência de alta poderá estar confirmada . Suportes imediatos em 65.130, 64.550, 64.170 e 63.600 pontos. Resistências imediatas em 65.500, 65.690 e 66.000 pontos.
Dow Jones...forte recuperação na segunda metade do pregão, ainda não desanuviou tendência de baixa...

DJI abriu nos 12.848 pontos e na primeira meia hora de pregão veio atingir a máxima do dia em 12.908 pontos.A partir daí porém, refluiu até a mínima do dia em 12.743 pontos, ainda na primeira metade do pregão. Sustentando-se acima do forte suporte em 12.750 pontos, com a melhora dos indicadores futuros, na segunda metade do pregão, iniciou uma recuperação vigorosa, vindo a buscar novamente a casa dos 12.900 pontos. Na última meia-hora de pregão, com o aumento da pressão vendedora, veio fechar nos 12.891 pontos (alta de 0,33%).A vigorosa reação da segunda metade do pregão, fez com que, no gráfico de maior frequência (30 minutos), o estocástico e o oscilador de momento passassem a sinalizar tendência de alta. No gráfico diário, porém, o estocástico se mostra bastante "sobre-comprado" e o oscilador de momentos apresenta divergência negativa com probabilidades de reversão da tendência altista. O "candle" tipo "martelo" que se formou no gráfico diário poderá também ser um indicador dessa possibilidade. Resistências imediatas em 12.910,12.940 e 13.047 pontos. Suportes imediatos em 12.800 (fibo de 78,6%), 12.750, 12.710 e 12.630 pontos.
sábado, 26 de abril de 2008
Pairam incertezas em Wall Street sobre corte na taxa de juros
Vinte e cinco por cento dos analistas, já admitem que não haverá mais cortes. A maioria ainda aposta em mais um corte de 0,25% nas taxas de juros
do texto original em inglês
Rate uncertainty hangs over U.S. stocks
Fri Apr 25, 2008 9:04pm
By Jennifer Coogan - Reuters
NEW YORK (Reuters) - The stock market will likely start the week on a hesitant note with Wall Street facing the first Federal Reserve interest-rate decision in many months not knowing that a cut is virtually guaranteed.
Sparks could fly, however, if Yahoo Inc responds to Microsoft Corp's takeover offer this weekend. The world's largest software company set a Saturday deadline for the two sides to reach a deal and said it would consider its options of going hostile or withdrawing its offer.
A disappointing earnings report from Microsoft capped gains by all three major U.S. stock indexes this week.
For the week, the Dow Jones industrial average ended up 0.3 percent, the Standard & Poor's 500 Index gained 0.5 percent and the Nasdaq Composite Index rose 0.8 percent.
Despite Microsoft's miss, the past two weeks have seen a steady stream of encouraging earnings reports. This was especially true in the financial sector, which gave hope to Wall Street that the worst of the credit crisis is near and suggested that further rate cuts may not be needed.
Expectations for a half-point cut were erased on April 18, when stocks staged a sharp rally after strong earnings from Google and Caterpillar pointed to resilience in the face of a slowdown.
While the majority of bets are for a 25 basis-point cut, there's still a one-in-four chance of no rate cut, based on fed funds futures. Not since August has there been any question whether or not the Fed would cut rates.
The Fed will announce its rate decision on Wednesday at 1815 GMT.
Texto original na página
http://www.reuters.com/article/businessNews/idUSN2540791020080426?feedType=RSS&feedName=businessNews
do texto original em inglês
Rate uncertainty hangs over U.S. stocks
Fri Apr 25, 2008 9:04pm
By Jennifer Coogan - Reuters
NEW YORK (Reuters) - The stock market will likely start the week on a hesitant note with Wall Street facing the first Federal Reserve interest-rate decision in many months not knowing that a cut is virtually guaranteed.
Sparks could fly, however, if Yahoo Inc responds to Microsoft Corp's takeover offer this weekend. The world's largest software company set a Saturday deadline for the two sides to reach a deal and said it would consider its options of going hostile or withdrawing its offer.
A disappointing earnings report from Microsoft capped gains by all three major U.S. stock indexes this week.
For the week, the Dow Jones industrial average ended up 0.3 percent, the Standard & Poor's 500 Index gained 0.5 percent and the Nasdaq Composite Index rose 0.8 percent.
Despite Microsoft's miss, the past two weeks have seen a steady stream of encouraging earnings reports. This was especially true in the financial sector, which gave hope to Wall Street that the worst of the credit crisis is near and suggested that further rate cuts may not be needed.
Expectations for a half-point cut were erased on April 18, when stocks staged a sharp rally after strong earnings from Google and Caterpillar pointed to resilience in the face of a slowdown.
While the majority of bets are for a 25 basis-point cut, there's still a one-in-four chance of no rate cut, based on fed funds futures. Not since August has there been any question whether or not the Fed would cut rates.
The Fed will announce its rate decision on Wednesday at 1815 GMT.
Texto original na página
http://www.reuters.com/article/businessNews/idUSN2540791020080426?feedType=RSS&feedName=businessNews
GM mais perto de um corte em sua classificação de risco
Texto original em inglês no WSJ.com
GM Moves Closer to a Rating Cut
By Mike Barris - Wall Street Journal
26/04/08
Moody's Investors Service took the first step toward cutting its credit rating further on General Motors Corp., saying it is concerned about GMAC LLC's ability to support its former parent's auto operations because of GMAC's struggling mortgage unit.
"GMAC has always filled a critical role in supporting GM's retail sales, and anything that lessens its ability to provide that support is a negative for GM," said Moody's Senior Vice President Bruce Clark.
GM holds a 49% stake in GMAC, which has been roiled by problems at its Residential Capital LLC unit. The subprime lender recorded $4.3 billion in losses.
Texto completo na página:
http://online.wsj.com/article/SB120912995943944901.html?mod=rss_whats_news_us_business
GM Moves Closer to a Rating Cut
By Mike Barris - Wall Street Journal
26/04/08
Moody's Investors Service took the first step toward cutting its credit rating further on General Motors Corp., saying it is concerned about GMAC LLC's ability to support its former parent's auto operations because of GMAC's struggling mortgage unit.
"GMAC has always filled a critical role in supporting GM's retail sales, and anything that lessens its ability to provide that support is a negative for GM," said Moody's Senior Vice President Bruce Clark.
GM holds a 49% stake in GMAC, which has been roiled by problems at its Residential Capital LLC unit. The subprime lender recorded $4.3 billion in losses.
Texto completo na página:
http://online.wsj.com/article/SB120912995943944901.html?mod=rss_whats_news_us_business
Vale: diretor comemora resultado e explica queda de 55,8% no lucro
em 25/04/2008 às 19h56m
por Juliana Rangel de O Globo
RIO - O diretor financeiro e de relações com investidores da Vale, Roberto Castello Branco, disse nesta sexta-fiera que o resultado da companhia no primeiro trimestre do ano deve ser comemorado. A empresa lucrou US$ 2,253 bilhões no período, com queda de 55,8% na comparação com o ano anterior. Em dólares, no entanto, a diferença foi de 8,8% (para US$ 2,021 bilhões). O executivo explicou que a disparidade se deve a diferenças entre o padrão contábil de divulgação de balanço financeiro dos Estados Unidos (US GAP), onde a Vale tem papéis listados, e do Brasil (Brazilian GAP).
- Houve vários ajustes que distorceram a percepção do nossos resultados - comentou, ao explicar o balanço da empresa em entrevista coletiva à imprensa.
Segundo ele, as regras do Brasil exigem que se lance, no balanço, o valor dos ativos da empresa no exterior. Com o enfraquecimento do dólar frente ao real, houve um impacto negativo de US$ 481 milhões nesta conta. Além disso, quando uma empresa brasileira compra outra no exterior, como no caso da Inco, ela pode registrar, como despesa, a diferença entre o valor contábil da companhia adquirida e o total pago no negócio pelos cinco anos seguintes à operação.
Segundo Castello Branco, o balanço do primeiro trimestre de 2008, em dólar, teve um impacto contábil de US$ 737 milhões. Deste montante, US$ 318 milhões se devem a operações de hedge (proteção) feitas no mercado de derivativos. O restante se deve à desvalorização do dólar frente ao real e ao dólar canadense.
- Quando compramos a Inco, as agências classificadoras de risco sugeriram que fizéssemos hedge (proteção contra futuras oscilações de preço) de parte da produção de alumínio para o pagamento da dívida. Como os preços do alumínio subiram, tivemos uma perda para efeitos de contabilidade porque fazemos uma marcação a mercado - explicou.
De acordo com o executivo, a perda realizada, de fato, foi de apenas US$ 79 milhões.
- O restante poderá ser diluído ao longo dos próximos balanços - completou.
Castello Branco ressaltou que a Vale teve um recorde de produção de minério de ferro de 303 milhões de toneladas nos doze meses encerrados no primeiro trimestre, apesar de o período ser geralmente mais fraco em termos de atividade, em função de fortes chuvas no Brasil, na Austrália e na Indonésia, e de invernos rigorosos no Hemisfério Norte.
Ele ainda observou que os investimentos da companhia somaram US$ 1,695 bilhão no primeiro trimestre, com expansão de 24,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. E ressaltou que, neste ano, a empresa deverá concluir ao menos quatro grandes projetos (Paragominas II, Alunorte 6 e 7, Itabiritos e Goro), que acrescentarão 73,5 milhões de toneladas por ano à produção da empresa.
por Juliana Rangel de O Globo
RIO - O diretor financeiro e de relações com investidores da Vale, Roberto Castello Branco, disse nesta sexta-fiera que o resultado da companhia no primeiro trimestre do ano deve ser comemorado. A empresa lucrou US$ 2,253 bilhões no período, com queda de 55,8% na comparação com o ano anterior. Em dólares, no entanto, a diferença foi de 8,8% (para US$ 2,021 bilhões). O executivo explicou que a disparidade se deve a diferenças entre o padrão contábil de divulgação de balanço financeiro dos Estados Unidos (US GAP), onde a Vale tem papéis listados, e do Brasil (Brazilian GAP).
- Houve vários ajustes que distorceram a percepção do nossos resultados - comentou, ao explicar o balanço da empresa em entrevista coletiva à imprensa.
Segundo ele, as regras do Brasil exigem que se lance, no balanço, o valor dos ativos da empresa no exterior. Com o enfraquecimento do dólar frente ao real, houve um impacto negativo de US$ 481 milhões nesta conta. Além disso, quando uma empresa brasileira compra outra no exterior, como no caso da Inco, ela pode registrar, como despesa, a diferença entre o valor contábil da companhia adquirida e o total pago no negócio pelos cinco anos seguintes à operação.
Segundo Castello Branco, o balanço do primeiro trimestre de 2008, em dólar, teve um impacto contábil de US$ 737 milhões. Deste montante, US$ 318 milhões se devem a operações de hedge (proteção) feitas no mercado de derivativos. O restante se deve à desvalorização do dólar frente ao real e ao dólar canadense.
- Quando compramos a Inco, as agências classificadoras de risco sugeriram que fizéssemos hedge (proteção contra futuras oscilações de preço) de parte da produção de alumínio para o pagamento da dívida. Como os preços do alumínio subiram, tivemos uma perda para efeitos de contabilidade porque fazemos uma marcação a mercado - explicou.
De acordo com o executivo, a perda realizada, de fato, foi de apenas US$ 79 milhões.
- O restante poderá ser diluído ao longo dos próximos balanços - completou.
Castello Branco ressaltou que a Vale teve um recorde de produção de minério de ferro de 303 milhões de toneladas nos doze meses encerrados no primeiro trimestre, apesar de o período ser geralmente mais fraco em termos de atividade, em função de fortes chuvas no Brasil, na Austrália e na Indonésia, e de invernos rigorosos no Hemisfério Norte.
Ele ainda observou que os investimentos da companhia somaram US$ 1,695 bilhão no primeiro trimestre, com expansão de 24,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. E ressaltou que, neste ano, a empresa deverá concluir ao menos quatro grandes projetos (Paragominas II, Alunorte 6 e 7, Itabiritos e Goro), que acrescentarão 73,5 milhões de toneladas por ano à produção da empresa.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
PETR4...após 24/04...forte volatilidade, com tendência de queda...

PETR4 abriu em 84,90 e na primeira meia hora de pregão atingiu a máxima em 85,28.Com a queda de DJI na abertura dos mercados americanos, realizou fortemente, vindo buscar a mínima em 82,60. Com a melhora paulatina de DJI, iniciou também recuperação, e com predomínio da força compradora, atingiu topo intraday em 85,00. Na última hora de pregão, com a realização nos mercados americanos, mostrou predomínio da força vendedora e refluiu para fechar em 83,20. Os indicadores de tendência sinalizam a continuidade da queda, que só será revertida na retomada da resistência em 85,00. Suportes imediatos em 82,50, 81,70 (sobre a LTA) e 81,00 (fibo 38%). Resistências imediatas em 84,50, 85,00, 86,30 e 87,00
VALE 5...após 24/04...indicadores apontam para queda!..

Vale5 abriu em 52,50 e rapidamente atingiu a máxima em 52,97. Com a queda de DJI no início do pregão americano, refluiu até a mínima nos 51,20. A partir dai, conseguiu alguma recuperação com a melhora do humor dos mercados extersos, atingindo a resistência dos 52,00. Na última hora de pregão em sintonia com a realização de DJI, veio novamente buscar a mínima no fechamento em 51,20. Após a divulgação dos resultados com lucro 55% menor em relação ao anterior, ao término do pregão normal, verificou-se nova realização no "After Market" fechando no suporte em 50,53. Todos os indicadores de tendência apontam para a continuidade da queda. Suportes em 50,50, 49,70 (fibo 62%), 49,00, 48,50 (fibo 50%) e 47,30 (fibo 38%)
Copom indica que ritmo de aperto monetário será forte, porém curto
por Alex Ribeiro de Valor Online
25/04/2008
A ata da reunião de abril do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada ontem, consolidou entre os analistas econômicos do mercado financeiro a percepção de que o ritmo de aperto monetário iniciado na semana passada será forte, porém curto. O documento informa que a projeção oficial de inflação do BC para 2009 já ultrapassou a meta fixada para o ano, de 4,5%, e alerta que cresceu a probabilidade de um reajuste dos preços dos combustíveis neste ano, o que contribuiria ainda mais para a aceleração da inflação.
A ata também explica que dois objetivos nortearam sua decisão de subir na semana passada a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual (pp.), de 11,25% para 11,75% ao ano: 1) "contribuir para a convergência entre o ritmo de expansão da demanda e oferta"; 2) "evitar que pressões originalmente isoladas sobre índices de preços levem à deterioração persistente das expectativas e do cenário prospectivo de inflação".
Para reduzir os riscos de a inflação superar as metas, o Copom iniciou na semana passada um ciclo de aperto monetário, num ritmo mais intenso do que o 0,25 pp. esperado pelo mercado. Logo após a reunião, o BC divulgou um comunicado em que afirmava que, naquele momento, estava realizando "parte relevante" do movimento na taxa de juros que pretende levar a cabo nos próximos meses. O comunicado foi interpretado pelos analistas do mercado como um sinal de que a alta de juros seria intensa, mas breve. Mas não há consenso sobre o tamanho e duração exata do aperto monetário - as projeções variam entre 1 pp. e 2 pp.
Na ata divulgada ontem, o BC reproduz as mesmas palavras usadas no comunicado. "A rigor, a ata não diz nada além do que o mercado já sabia, e por isso mesmo ajuda a consolidar a percepção de que o aperto monetário será forte e curto", afirma Roberto Padovani, do WestLB.
A ata traz algumas indicações do porquê o BC, que vinha sinalizando subir os juros desde janeiro, resolveu agir justamente agora. Uma delas é o fato de a projeção oficial de inflação para 2009 superar o centro da meta. No relatório de inflação de março, divulgado há quatro semanas, o BC informou que projetava uma inflação de 4,6% para 2008, mas dizia que a inflação projetada para 2009 estava em 4,4%, portanto abaixo da meta, de 4,5%. Na ata divulgada ontem, o BC não diz exatamente o percentual projetado pera 2009, mas informa que já supera o centro da meta. Segundo o BC, a projeção oficial de inflação para 2008 "elevou-se significativamente".
Newton Rosa, da SulAmerica Investimentos, atribui a alta nas projeções do BC à deterioração nas expectativas inflacionárias. A inflação projetada pelo mercado para 2009 subiu de 4,3% para 4,4% desde a divulgação do relatório de inflação de março. "O recado é que o cenário não é tão favorável como meses atrás", afirma Rosa. "Mas não seria correto interpretar essa projeção acima da meta como um sinal de que as coisas saíram do controle. O BC está agindo preventivamente e conseguirá controlar a inflação com uma alta relativamente pequena na taxa de juros."
Padovani atribui a deterioração das projeções do BC à alta da inflação corrente. A contaminação, segundo ele, ocorre por dois canais. Um deles é a deterioração das expectativas de inflação. Outro é pela inércia inflacionária. "Se a alta da inflação corrente fosse simplesmente transitória, ela não deveria contaminar horizontes tão longos de projeção, como 2009", afirma Padovani. "A piora das projeções de inflação para 2009 é um sinal de que a alta recente de inflação tem também efeitos permanentes."
Chamou a atenção dos analistas econômicos também um trecho da ata em que o BC diz que cresceram as chances de um reajuste nos preços dos combustíveis. "No mercado financeiro, ganhava força a visão de que, com a alta recente do petróleo, será inevitável um reajuste dos combustíveis neste ano", afirma Padovani. "A ata, de certa forma, corrobora essa visão do mercado."
25/04/2008
A ata da reunião de abril do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada ontem, consolidou entre os analistas econômicos do mercado financeiro a percepção de que o ritmo de aperto monetário iniciado na semana passada será forte, porém curto. O documento informa que a projeção oficial de inflação do BC para 2009 já ultrapassou a meta fixada para o ano, de 4,5%, e alerta que cresceu a probabilidade de um reajuste dos preços dos combustíveis neste ano, o que contribuiria ainda mais para a aceleração da inflação.
A ata também explica que dois objetivos nortearam sua decisão de subir na semana passada a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual (pp.), de 11,25% para 11,75% ao ano: 1) "contribuir para a convergência entre o ritmo de expansão da demanda e oferta"; 2) "evitar que pressões originalmente isoladas sobre índices de preços levem à deterioração persistente das expectativas e do cenário prospectivo de inflação".
Para reduzir os riscos de a inflação superar as metas, o Copom iniciou na semana passada um ciclo de aperto monetário, num ritmo mais intenso do que o 0,25 pp. esperado pelo mercado. Logo após a reunião, o BC divulgou um comunicado em que afirmava que, naquele momento, estava realizando "parte relevante" do movimento na taxa de juros que pretende levar a cabo nos próximos meses. O comunicado foi interpretado pelos analistas do mercado como um sinal de que a alta de juros seria intensa, mas breve. Mas não há consenso sobre o tamanho e duração exata do aperto monetário - as projeções variam entre 1 pp. e 2 pp.
Na ata divulgada ontem, o BC reproduz as mesmas palavras usadas no comunicado. "A rigor, a ata não diz nada além do que o mercado já sabia, e por isso mesmo ajuda a consolidar a percepção de que o aperto monetário será forte e curto", afirma Roberto Padovani, do WestLB.
A ata traz algumas indicações do porquê o BC, que vinha sinalizando subir os juros desde janeiro, resolveu agir justamente agora. Uma delas é o fato de a projeção oficial de inflação para 2009 superar o centro da meta. No relatório de inflação de março, divulgado há quatro semanas, o BC informou que projetava uma inflação de 4,6% para 2008, mas dizia que a inflação projetada para 2009 estava em 4,4%, portanto abaixo da meta, de 4,5%. Na ata divulgada ontem, o BC não diz exatamente o percentual projetado pera 2009, mas informa que já supera o centro da meta. Segundo o BC, a projeção oficial de inflação para 2008 "elevou-se significativamente".
Newton Rosa, da SulAmerica Investimentos, atribui a alta nas projeções do BC à deterioração nas expectativas inflacionárias. A inflação projetada pelo mercado para 2009 subiu de 4,3% para 4,4% desde a divulgação do relatório de inflação de março. "O recado é que o cenário não é tão favorável como meses atrás", afirma Rosa. "Mas não seria correto interpretar essa projeção acima da meta como um sinal de que as coisas saíram do controle. O BC está agindo preventivamente e conseguirá controlar a inflação com uma alta relativamente pequena na taxa de juros."
Padovani atribui a deterioração das projeções do BC à alta da inflação corrente. A contaminação, segundo ele, ocorre por dois canais. Um deles é a deterioração das expectativas de inflação. Outro é pela inércia inflacionária. "Se a alta da inflação corrente fosse simplesmente transitória, ela não deveria contaminar horizontes tão longos de projeção, como 2009", afirma Padovani. "A piora das projeções de inflação para 2009 é um sinal de que a alta recente de inflação tem também efeitos permanentes."
Chamou a atenção dos analistas econômicos também um trecho da ata em que o BC diz que cresceram as chances de um reajuste nos preços dos combustíveis. "No mercado financeiro, ganhava força a visão de que, com a alta recente do petróleo, será inevitável um reajuste dos combustíveis neste ano", afirma Padovani. "A ata, de certa forma, corrobora essa visão do mercado."
Vale: câmbio e queda do preço do níquel afetaram lucro
24.04.2008 19h21
por Mônica Ciarelli da Agência Estado
A queda nos preços do níquel e do alumínio e a desvalorização cambial foram os principais responsáveis pela retração de 55,8% no lucro líquido da Vale no primeiro trimestre do ano frente ao mesmo período de 2007. Em seu balanço financeiro, a companhia explica que a valorização do real frente ao dólar gerou uma perda de R$ 622 milhões no período. A variação cambial contribuiu para que o resultado financeiro ficasse negativo em R$ 2,056 bilhões, contra um resultado negativo de apenas R$ 208 milhões apurado no mesmo período do ano passado.
A empresa informou ainda que a forte volatilidade nos preços dos metais nos primeiros três meses de 2008 resultou em perdas nas operações com derivativos destinadas à proteção do fluxo de caixa, sendo R$ 223 milhões para o alumínio, R$ 202 milhões para o cobre, R$ 61 milhões para o níquel e R$ 27 milhões para a platina.
Já as participações minoritárias da companhia contribuíram no primeiro trimestre para diminuir o lucro em R$ 36 milhões, enquanto as contribuições recebidas pelas joint ventures (parcerias) para produção de carvão na China contribuíram com R$ 37 milhões.
Dólar
A Vale informou que a valorização do real frente ao dólar no primeiro trimestre contribuiu para reduzir em R$ 1,840 bilhão o faturamento da mineradora no primeiro trimestre. A receita bruta da companhia totalizou R$ 14,549 bilhões, uma queda de 12,5% em relação aos primeiros três meses do ano passado. Já a variação nos preços dos metais gerou um impacto negativo de R$ 793 milhões. O maior volume de produtos vendidos, no entanto, compensou em parte as perdas. O crescimento das vendas contribuiu para aumentar a receita em R$ 553 milhões no período.
Países
A China permaneceu como o principal destino das vendas da mineradora, com participação na receita de 16,7%, seguida do Brasil, com 16,2%, Japão, 10,5%, Estados Unidos, 10,5%, Alemanha, 6,5%, e Canadá, 5%.
por Mônica Ciarelli da Agência Estado
A queda nos preços do níquel e do alumínio e a desvalorização cambial foram os principais responsáveis pela retração de 55,8% no lucro líquido da Vale no primeiro trimestre do ano frente ao mesmo período de 2007. Em seu balanço financeiro, a companhia explica que a valorização do real frente ao dólar gerou uma perda de R$ 622 milhões no período. A variação cambial contribuiu para que o resultado financeiro ficasse negativo em R$ 2,056 bilhões, contra um resultado negativo de apenas R$ 208 milhões apurado no mesmo período do ano passado.
A empresa informou ainda que a forte volatilidade nos preços dos metais nos primeiros três meses de 2008 resultou em perdas nas operações com derivativos destinadas à proteção do fluxo de caixa, sendo R$ 223 milhões para o alumínio, R$ 202 milhões para o cobre, R$ 61 milhões para o níquel e R$ 27 milhões para a platina.
Já as participações minoritárias da companhia contribuíram no primeiro trimestre para diminuir o lucro em R$ 36 milhões, enquanto as contribuições recebidas pelas joint ventures (parcerias) para produção de carvão na China contribuíram com R$ 37 milhões.
Dólar
A Vale informou que a valorização do real frente ao dólar no primeiro trimestre contribuiu para reduzir em R$ 1,840 bilhão o faturamento da mineradora no primeiro trimestre. A receita bruta da companhia totalizou R$ 14,549 bilhões, uma queda de 12,5% em relação aos primeiros três meses do ano passado. Já a variação nos preços dos metais gerou um impacto negativo de R$ 793 milhões. O maior volume de produtos vendidos, no entanto, compensou em parte as perdas. O crescimento das vendas contribuiu para aumentar a receita em R$ 553 milhões no período.
Países
A China permaneceu como o principal destino das vendas da mineradora, com participação na receita de 16,7%, seguida do Brasil, com 16,2%, Japão, 10,5%, Estados Unidos, 10,5%, Alemanha, 6,5%, e Canadá, 5%.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
DJI...após 24/04...correção no final do pregão, sinaliza tendência de queda!

DJI abriu com "gap de alta" nos 12.764 pontos, portanto acima da resistência nos 12.750 pontos, porém em seguida reflui até a mínima do dia em 12.706 pontos (ainda em campo positivo) e a partir daí com a abertura em forte queda do barril de petróleo em Nova York, iniciou uma vigorosa recuperação, rompendo novamente a resistência nos 12.790 pontos, depois a máxima do pregão anterior em 12.837 pontos, até atingir a máxima do dia em 12.940 pontos (alta de 1,4%)(novo topo). Na última hora do pregão aumentaram as pressões vendedoras, e DJI perdeu a metade dos ganhos e os suportes anteriores, vindo fechar nos 12.849 (alta de apenas 0,67%).As forte pressão vendedora nessa última hora do pregão, fez com que, no gráfico de maior frequência (30 minutos), todos os principais indicadores como o IFR, o estocástico e o CCI/Ma cruzamento passassem a sinalizar QUEDA. O oscilador de momento aumentou mais ainda a sinalização dessa tendência. Resistências imediatas continuam em 12.837 e 12.890 pontos. Suportes imediatos continuam em 12.840, 12.790, 12.770, 12.750 e 12.660 pontos.
IBOV...após 24/04...aumenta a possibilidade de continuidade da queda...


O IBOVESPA abriu em ligeira queda nos 64.946 pontos e na primeira hora de pregão, veio buscar a mínima nos 64.223 pontos, porém reagiu positivamente e paulatinamente retomou os suportes perdidos em 64.780 pontos (fibo intraday de 38%). Com a alta de DJI (contrariando os prognósticos gráficos) na segunda metade do pregão, rompeu os 65 mil pontos vindo a alcançar a máxima no dia nos 65.086 pontos. A partir daí, já operando "descolado" de DJI, deu continuidade à realização, vindo aos 64.756 pontos. Durante o leilão de fechamento uma forte pressão vendedora derrubou 180 pontos do Ibovespa , fazendo com que finalizasse nos 64.576 pontos ( -0,57%).Essa perda no fechamento fez com todos os principais indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento, analisados em gráfico de maior frequência (30 minutos), passassem a sinalizar fortemente para a continuidade da queda. No gráfico diário, exceto o IFR que se mantém indefinido, também esses mesmos indicadores sinalizam a queda, e da mesma forma, o oscilador de momentos sinaliza a continuidade da tendência baixista. Se o Ibovespa não retomar os 65.130 pontos (fibo de 62%) poderá ocorrer a continuidade da queda até os 62.900 pontos. Suportes imediatos em 64.200, 63.600 e 62.900 pontos. Resistências imediatas em 65.130, 65.400, 65.480 e 65.690 pontos.
Confira a agenda do investidor para a quarta semana de abril
por Rafael de Souza Ribeiro
18/04/08 - 20h30
InfoMoney
SÃO PAULO - Dentro da agenda da quarta semana de abril, os investidores olharão para os EUA atentos aos indicadores do setor imobiliário e aos pedidos de bens duráveis.
No cenário nacional, ênfase para a ata da reunião do Comitê de Política Monetária, que será apresentada na quinta-feira (24). O documento descreve motivos por trás da elevação da taxa básica de juro brasileira em 50 pontos-base.
Segunda-feira (21/4)
Brasil
Será comemorado o feriado de Tiradentes, e conseqüentemente, não haverá pregão na Bovespa.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Terça-feira (22/4)
Brasil
8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do segundo decêndio de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a terceira semana de abril.
O dia também será marcado pelo vencimento de opções sobre ações negociadas na Bovespa.
EUA
11h00 - Destaque para a divulgação do Existing Home Sales referente ao mês de março. O índice é responsável por medir as vendas de casas usadas no país.
Quarta-feira (23/4)
-Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
EUA
11h30 - O relatório de Estoques de Petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). Importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível.
- Inglaterra
Destaque também para a minuta da reunião do Banco da Inglaterra. O documento revelará os motivos para a decisão de corte em 25 pontos-base da taxa básica de juro britânica.
Quinta-feira (24/4)
- Brasil
8h00 - A FGV publica a Sondagem do Consumidor de abril. O índice é realizado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.
8h30 - O Banco Central apresenta ao mercado a Ata do Copom referente à última reunião.9h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de março, documento que descreve o mercado de trabalho no País.
O Banco Central publica a Nota de Mercado Aberto de março.
- EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - O Departamento de Comércio do país apresenta o Durable Good Orders de março, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.
11h00 - Em complemento ao Existing Home Sales, o New Home Sales mostra o número de casas novas, com compromisso de venda durante o mês de março.
Sexta-feira (25/4)
Brasil
07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
9h00 - O IBGE apresenta o IPCA - 15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) referente ao mês de abril. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.
EUA
11h00 - A Universidade de Michigan publica a revisão do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.
Segunda-feira (28/4)
- Brasil
8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a quarta semana de abril.
E o Banco Central apresenta a Nota do Setor Externo de março, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais computadas no período.
- EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
18/04/08 - 20h30
InfoMoney
SÃO PAULO - Dentro da agenda da quarta semana de abril, os investidores olharão para os EUA atentos aos indicadores do setor imobiliário e aos pedidos de bens duráveis.
No cenário nacional, ênfase para a ata da reunião do Comitê de Política Monetária, que será apresentada na quinta-feira (24). O documento descreve motivos por trás da elevação da taxa básica de juro brasileira em 50 pontos-base.
Segunda-feira (21/4)
Brasil
Será comemorado o feriado de Tiradentes, e conseqüentemente, não haverá pregão na Bovespa.
EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Terça-feira (22/4)
Brasil
8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do segundo decêndio de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a terceira semana de abril.
O dia também será marcado pelo vencimento de opções sobre ações negociadas na Bovespa.
EUA
11h00 - Destaque para a divulgação do Existing Home Sales referente ao mês de março. O índice é responsável por medir as vendas de casas usadas no país.
Quarta-feira (23/4)
-Brasil
8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
EUA
11h30 - O relatório de Estoques de Petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). Importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível.
- Inglaterra
Destaque também para a minuta da reunião do Banco da Inglaterra. O documento revelará os motivos para a decisão de corte em 25 pontos-base da taxa básica de juro britânica.
Quinta-feira (24/4)
- Brasil
8h00 - A FGV publica a Sondagem do Consumidor de abril. O índice é realizado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.
8h30 - O Banco Central apresenta ao mercado a Ata do Copom referente à última reunião.9h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de março, documento que descreve o mercado de trabalho no País.
O Banco Central publica a Nota de Mercado Aberto de março.
- EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - O Departamento de Comércio do país apresenta o Durable Good Orders de março, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.
11h00 - Em complemento ao Existing Home Sales, o New Home Sales mostra o número de casas novas, com compromisso de venda durante o mês de março.
Sexta-feira (25/4)
Brasil
07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
9h00 - O IBGE apresenta o IPCA - 15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) referente ao mês de abril. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.
EUA
11h00 - A Universidade de Michigan publica a revisão do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.
Segunda-feira (28/4)
- Brasil
8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a quarta semana de abril.
E o Banco Central apresenta a Nota do Setor Externo de março, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais computadas no período.
- EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
Bolsa encerra em queda de 0,57% com Vale e Petrobras
24.04.2008 17h33
por Claudia Violante da Agência Estado
A desvalorização do petróleo e de alguns metais básicos no mercado externo ditou o tom da Bolsa de Valores de São Paulo hoje. As ações mais importantes, das empresas Petrobras e Vale, trabalharam em baixa praticamente o dia todo e pesaram sobre o Ibovespa, principal índice. Com isso, a Bovespa fechou pelo segundo dia descolada das principais bolsas americanas.
O Ibovespa recuou 0,57%, aos 64.576,3 pontos. Oscilou entre a mínima de 64.223 pontos (-1,12%) e a máxima de 65.086 pontos (+0,21%). No mês, os ganhos acumulados são de 5,92% e, no ano, de 1,08%. O volume financeiro totalizou R$ 6,077 bilhões.
As ações da Petrobras giraram hoje R$ 1,756 bilhão, e as da Vale, R$ 926,274 milhões, o que significa que, juntas, elas movimentaram 44% do volume total da Bovespa. As ações das companhias, somadas, respondem por pouco mais de 30% da composição do índice, o que significa dizer que qualquer alteração nesses papéis têm força para mover a Bolsa.
Vale ON recuou 3,94% e Vale PNA, 2,83%. Os preços dos metais não tiveram um comportamento uniforme hoje, com parte em queda e o restante em alta. Mesmo assim, à Vale restou o sinal negativo também porque os investidores estão na defensiva com o balanço que a mineradora anuncia ainda hoje. Os analistas prevêem, em média, queda de 10% no lucro do primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado.
O contrato futuro de petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York com vencimento em junho engatou uma realização de lucros e seu preço recuou hoje. A baixa atingiu 1,89% e levou o barril para US$ 116,06. Petrobras ON recuou 2,12% e PN perdeu 2,14%.
Além da queda do petróleo, duas notícias envolveram Petrobras hoje. A Cosan anunciou logo cedo a compra dos ativos da Esso no Brasil, derrotando a estatal, que também estava na disputa. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, divulgada hoje, não previu reajuste dos combustíveis neste ano, apesar dos recordes sucessivos do petróleo e da defasagem dos preços no Brasil (o diretor da RC Consultores, Fábio Silveira, estimou hoje que o preço interno da gasolina está 16% abaixo do externo).
Ao mesmo tempo, porém, o documento do BC afirmou que cresceu a possibilidade desse cenário, com um eventual aumento de preço. Ou seja, o BC disse que não prevê elevação, mas que isso não é impossível de acontecer. E essa hipótese ganhou corpo hoje com a notícia de que o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, se reunirá nesta noite com presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com a notícia da compra dos ativos da Esso, as ações da Cosan foram penalizadas pelos investidores. Isso porque não ficou claro como a líder do setor sucroalcooleiro vai levantar recursos para pagar a compra, por US$ 826 milhões. No pior dos momentos, as ações recuaram mais de 9%, mas acabaram fechando em -1,85%.
Embora a Bovespa tenha operado descolada a maior parte do dia, Wall Street foi crucial para determinar a intensidade do tombo na bolsa doméstica hoje. Quando a alta nos EUA foi mais firme, as perdas diminuíram por aqui, mas, no final da sessão, os índices nova-iorquinos estavam longe de seus melhores momentos. O Dow Jones avançou 0,67%, o S&P, 0,64%, e o Nasdaq, 0,99%. A queda do petróleo, a recuperação do dólar ante o euro e a renovação da crença de que o pior da crise já passou deram impulso às ações americanas.
por Claudia Violante da Agência Estado
A desvalorização do petróleo e de alguns metais básicos no mercado externo ditou o tom da Bolsa de Valores de São Paulo hoje. As ações mais importantes, das empresas Petrobras e Vale, trabalharam em baixa praticamente o dia todo e pesaram sobre o Ibovespa, principal índice. Com isso, a Bovespa fechou pelo segundo dia descolada das principais bolsas americanas.
O Ibovespa recuou 0,57%, aos 64.576,3 pontos. Oscilou entre a mínima de 64.223 pontos (-1,12%) e a máxima de 65.086 pontos (+0,21%). No mês, os ganhos acumulados são de 5,92% e, no ano, de 1,08%. O volume financeiro totalizou R$ 6,077 bilhões.
As ações da Petrobras giraram hoje R$ 1,756 bilhão, e as da Vale, R$ 926,274 milhões, o que significa que, juntas, elas movimentaram 44% do volume total da Bovespa. As ações das companhias, somadas, respondem por pouco mais de 30% da composição do índice, o que significa dizer que qualquer alteração nesses papéis têm força para mover a Bolsa.
Vale ON recuou 3,94% e Vale PNA, 2,83%. Os preços dos metais não tiveram um comportamento uniforme hoje, com parte em queda e o restante em alta. Mesmo assim, à Vale restou o sinal negativo também porque os investidores estão na defensiva com o balanço que a mineradora anuncia ainda hoje. Os analistas prevêem, em média, queda de 10% no lucro do primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado.
O contrato futuro de petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York com vencimento em junho engatou uma realização de lucros e seu preço recuou hoje. A baixa atingiu 1,89% e levou o barril para US$ 116,06. Petrobras ON recuou 2,12% e PN perdeu 2,14%.
Além da queda do petróleo, duas notícias envolveram Petrobras hoje. A Cosan anunciou logo cedo a compra dos ativos da Esso no Brasil, derrotando a estatal, que também estava na disputa. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, divulgada hoje, não previu reajuste dos combustíveis neste ano, apesar dos recordes sucessivos do petróleo e da defasagem dos preços no Brasil (o diretor da RC Consultores, Fábio Silveira, estimou hoje que o preço interno da gasolina está 16% abaixo do externo).
Ao mesmo tempo, porém, o documento do BC afirmou que cresceu a possibilidade desse cenário, com um eventual aumento de preço. Ou seja, o BC disse que não prevê elevação, mas que isso não é impossível de acontecer. E essa hipótese ganhou corpo hoje com a notícia de que o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, se reunirá nesta noite com presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com a notícia da compra dos ativos da Esso, as ações da Cosan foram penalizadas pelos investidores. Isso porque não ficou claro como a líder do setor sucroalcooleiro vai levantar recursos para pagar a compra, por US$ 826 milhões. No pior dos momentos, as ações recuaram mais de 9%, mas acabaram fechando em -1,85%.
Embora a Bovespa tenha operado descolada a maior parte do dia, Wall Street foi crucial para determinar a intensidade do tombo na bolsa doméstica hoje. Quando a alta nos EUA foi mais firme, as perdas diminuíram por aqui, mas, no final da sessão, os índices nova-iorquinos estavam longe de seus melhores momentos. O Dow Jones avançou 0,67%, o S&P, 0,64%, e o Nasdaq, 0,99%. A queda do petróleo, a recuperação do dólar ante o euro e a renovação da crença de que o pior da crise já passou deram impulso às ações americanas.
Copom: aumento de 0,5 p.p. na Selic já corresponde a boa parte do total a ser aplicado
por Nathália A. Terra Pereira
24/04/08 - 09h15
InfoMoney
SÃO PAULO - O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) divulgou nesta quinta-feira (24) a ata de sua reunião realizada nos dias 15 e 16 deste mês, quando optou de forma unânime e sem viés pela elevação da taxa Selic em 50 pontos-base, levando-a ao seu atual patamar de 11,75% ao ano.
No respaldo de sua decisão, o colegiado reiterou sua leitura de que a demanda doméstica segue a taxas robustas de crescimento, impulsionando de forma perigosa ao cenário inflacionário a atividade doméstica do país, motivada ainda pela expansão da concessão de crédito e da massa salarial real.
"A esses fatores de sustentação da demanda devem ser acrescidos os efeitos das transferências governamentais e de outros impulsos fiscais esperados para este e para os próximos trimestres". Neste sentido, a autoridade optou por uma postura mais cautelosa, visando não apenas a deterioração das expectativas correntes para a inflação, mas bem como a esperada também.
Riscos à inflação corrente e esperada
De fato, na visão do Copom, tanto a dinâmica inflacionária corrente quanto a esperada mostraram deterioração nas últimas semanas. Isto porque o aquecimento da demanda e do mercado de fatores pode ensejar um aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para os preços ao consumidor, fato este que mascara o real estado do cenário inflacionário do país.
"As perspectivas para esse repasse, bem como para a generalização de pressões inicialmente localizadas sobre preços ao consumidor, dependem de forma crítica das expectativas dos agentes econômicos para a inflação, que mostraram elevação significativa nas últimas semanas", afirma o documento.
Neste sentido, o temor do Copom é o de que agentes econômicos passem, gradativamente, a cada vez mais atribuir maior probabilidade a que elevações da inflação sejam persistentes, o que reduz a eficácia da implementação da política monetária.
Confirmação de expectativas
Desta forma, atuando de forma preventiva e visando "evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos", o Copom optou por um aumento expressivo de 50 pontos-base no juro básico brasileiro. E em sua ata, a autoridade confirma as expectativas do mercado de que tal elevação já corresponde a boa parte do arrocho monetário previsto.
"O Comitê entende que a decisão de realizar, de imediato, parte relevante do movimento da taxa básica de juros irá contribuir para a diminuição tempestiva do risco que se configura para o cenário inflacionário, e como conseqüência, para reduzir a magnitude do ajuste total a ser implementado", afirma a autoridade.
24/04/08 - 09h15
InfoMoney
SÃO PAULO - O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) divulgou nesta quinta-feira (24) a ata de sua reunião realizada nos dias 15 e 16 deste mês, quando optou de forma unânime e sem viés pela elevação da taxa Selic em 50 pontos-base, levando-a ao seu atual patamar de 11,75% ao ano.
No respaldo de sua decisão, o colegiado reiterou sua leitura de que a demanda doméstica segue a taxas robustas de crescimento, impulsionando de forma perigosa ao cenário inflacionário a atividade doméstica do país, motivada ainda pela expansão da concessão de crédito e da massa salarial real.
"A esses fatores de sustentação da demanda devem ser acrescidos os efeitos das transferências governamentais e de outros impulsos fiscais esperados para este e para os próximos trimestres". Neste sentido, a autoridade optou por uma postura mais cautelosa, visando não apenas a deterioração das expectativas correntes para a inflação, mas bem como a esperada também.
Riscos à inflação corrente e esperada
De fato, na visão do Copom, tanto a dinâmica inflacionária corrente quanto a esperada mostraram deterioração nas últimas semanas. Isto porque o aquecimento da demanda e do mercado de fatores pode ensejar um aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para os preços ao consumidor, fato este que mascara o real estado do cenário inflacionário do país.
"As perspectivas para esse repasse, bem como para a generalização de pressões inicialmente localizadas sobre preços ao consumidor, dependem de forma crítica das expectativas dos agentes econômicos para a inflação, que mostraram elevação significativa nas últimas semanas", afirma o documento.
Neste sentido, o temor do Copom é o de que agentes econômicos passem, gradativamente, a cada vez mais atribuir maior probabilidade a que elevações da inflação sejam persistentes, o que reduz a eficácia da implementação da política monetária.
Confirmação de expectativas
Desta forma, atuando de forma preventiva e visando "evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos", o Copom optou por um aumento expressivo de 50 pontos-base no juro básico brasileiro. E em sua ata, a autoridade confirma as expectativas do mercado de que tal elevação já corresponde a boa parte do arrocho monetário previsto.
"O Comitê entende que a decisão de realizar, de imediato, parte relevante do movimento da taxa básica de juros irá contribuir para a diminuição tempestiva do risco que se configura para o cenário inflacionário, e como conseqüência, para reduzir a magnitude do ajuste total a ser implementado", afirma a autoridade.
IBOV...após 23/04.. realização ainda pode continuar...

Em dia de realização, o IBOVESPA abriu em 65.413 pontos e na primeira meia-hora de pregão, foi buscar a máxima intraday nos 65.689 pontos, rompendo a resistência intermediária nos 65.670 pontos. Com a volatilidade de DJI, na segunda meia-hora de pregão, refluiu e veio buscar suporte nos 64.956 pontos. Operando "descolado" de DJI (em alta durante todo pregão) manteve-se em território negativo, vindo buscar novo topo em 65.390, antes de buscar suporte em 64.914 pontos (mínima do dia. Com a melhora de DJI, na última hora de pregão, esboçou igual reação, fechando em 64.947 pontos (queda de - 0,72%).Indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento, analisados em gráfico de maior frequência (30 minutos), como o ilustrado acima, estão praticamente indefinidos. O oscilador de momentos, porém, continua sinalizando tendência baixista. Suportes imediatos em 64.920, 64.820 e 64.700 pontos. Resistências imediatas em 65.240, 65.400, 65.480, 65.690 e 66.000 pontos.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
DOW JONES...após 23/04...em leve alta, porém ainda com tendência de baixa...

Acompanhando a tendência dos mercados futuros, DJI abriu nos 12.721 pontos, rompeu inicialmente a resistência nos 12.750 pontos e ainda na primeira metade do pregão, rompeu a forte resistência nos 12.790 pontos, vindo atingir a máxima intraday em 12.837 pontos. Na segunda metade do pregão, com a piora dos mercados futuros, refluiu, perdendo os suportes anteriore e vindo a buscar suporte em 12.703. Com a melhora dos índices futuros, rompeu novamente a resistência dos 12.750 pontos, vindo a finalizar nos 12.623 pontos (alta de 0,34%). No gráfico diário, os principais indicadores se mantém indefinidos, exceto o oscilador de momento que ainda sinaliza tendência de queda. Resistências imediatas continuam em 12.770, 12.790, 12.837 e 12.890 pontos. Suportes imediatos continuam em 12.660, 12.630, 12.570 e 12.370 pontos.
Após cinco altas, Ibovespa fecha em queda de 0,71%
23.04.2008 17h29
por Claudia Violante da Agência Estado
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, interrompeu uma seqüência de cinco altas, descolou-se de Nova York e fechou em queda hoje. No finalzinho do dia, perdeu o patamar de 65 mil pontos, recuperado ontem. O índice fechou em baixa de 0,71%, aos 64.947,5 pontos. Chegou a subir na abertura e, logo depois, atingiu a máxima de 65.689 pontos (+0,42%). Mas logo virou e, na mínima, bateu em 64.914 pontos (-0,76%). Com a perda de hoje, a Bolsa paulista reduziu os ganhos do mês a +6,53% e, no ano, a +1,66%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,127 bilhões.
A principal justificativa para a queda da Bolsa hoje, descolando-se da alta das bolsas americanas, é uma realização de lucros, uma vez que acumulou elevação de 5,24% últimos cinco pregões. Como a valorização dos produtos básicos (commodities) também deu uma trégua hoje, favoreceu a queda das ações da Vale e da Petrobras, as de maior peso no cálculo do índice.
Os metais, no entanto, não tiveram fechamento uniforme: alguns subiram, outros caíram, e o petróleo, que recuou em grande parte do pregão, inverteu a mão e subiu no final da sessão. Em Nova York, o barril do óleo avançou 0,19%, para US$ 118,30, depois que os investidores resolveram reavaliar o impacto da queda maior que a prevista dos estoques americanos de gasolina e derivados na semana passada - divulgados hoje.
Petrobras ON caiu 1,33% e Petrobras PN, 1,37%. Vale ON perdeu 0,70% e Vale PNA, 0,47%.
Nos EUA, as bolsas operaram em alta, favorecidas por bons balanços, com destaque para Boeing. Apple, que anuncia seus números ainda hoje, também teve alta e ajudou a sustentar o índice Nasdaq em terreno positivo. No fim do pregão, Dow Jones registrava alta de 0,34%, S&P subia 0,29% e Nasdaq, 1,19%.
A Boeing, cujo mercado de atuação é pulverizado, anunciou alta de 38% em seu lucro líquido do primeiro trimestre, para US$ 1,21 bilhão ou US$ 1,62 por ação (a previsão dos analistas era de US$ 1,35 por ação). Já a fabricante de chips Broadcom teve lucro de US$ 74,3 milhões (US$ 0,14 por ação) no primeiro trimestre, resultado 22% superior ao de igual período de 2007. Analistas classificaram o resultado como "sólido".
Yahoo!, apesar de divulgar um lucro 282% maior no primeiro trimestre, registrou queda nos papéis hoje. Para analistas, o ganho de US$ 542 milhões no primeiro trimestre não foi forte o bastante para forçar a Microsoft a elevar o valor da oferta pela empresa.
Pior foi o resultado da Ambac, cujas ações derreteram depois de a seguradora de bônus ter anunciado prejuízo de US$ 1,66 bilhão, ou US$ 11,69 por ação, no primeiro trimestre, bem mais que a perda de US$ 1,51 por ação prevista por analistas.
Na Europa, os balanços também levaram as principais praças acionárias a fechar em elevação. No velho continente, foram destaques os números da farmacêutica alemã Merck KGaA, da gigante de materiais de construção francesa Saint Gobain e da fabricante de chips alemã Infineon.
por Claudia Violante da Agência Estado
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, interrompeu uma seqüência de cinco altas, descolou-se de Nova York e fechou em queda hoje. No finalzinho do dia, perdeu o patamar de 65 mil pontos, recuperado ontem. O índice fechou em baixa de 0,71%, aos 64.947,5 pontos. Chegou a subir na abertura e, logo depois, atingiu a máxima de 65.689 pontos (+0,42%). Mas logo virou e, na mínima, bateu em 64.914 pontos (-0,76%). Com a perda de hoje, a Bolsa paulista reduziu os ganhos do mês a +6,53% e, no ano, a +1,66%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,127 bilhões.
A principal justificativa para a queda da Bolsa hoje, descolando-se da alta das bolsas americanas, é uma realização de lucros, uma vez que acumulou elevação de 5,24% últimos cinco pregões. Como a valorização dos produtos básicos (commodities) também deu uma trégua hoje, favoreceu a queda das ações da Vale e da Petrobras, as de maior peso no cálculo do índice.
Os metais, no entanto, não tiveram fechamento uniforme: alguns subiram, outros caíram, e o petróleo, que recuou em grande parte do pregão, inverteu a mão e subiu no final da sessão. Em Nova York, o barril do óleo avançou 0,19%, para US$ 118,30, depois que os investidores resolveram reavaliar o impacto da queda maior que a prevista dos estoques americanos de gasolina e derivados na semana passada - divulgados hoje.
Petrobras ON caiu 1,33% e Petrobras PN, 1,37%. Vale ON perdeu 0,70% e Vale PNA, 0,47%.
Nos EUA, as bolsas operaram em alta, favorecidas por bons balanços, com destaque para Boeing. Apple, que anuncia seus números ainda hoje, também teve alta e ajudou a sustentar o índice Nasdaq em terreno positivo. No fim do pregão, Dow Jones registrava alta de 0,34%, S&P subia 0,29% e Nasdaq, 1,19%.
A Boeing, cujo mercado de atuação é pulverizado, anunciou alta de 38% em seu lucro líquido do primeiro trimestre, para US$ 1,21 bilhão ou US$ 1,62 por ação (a previsão dos analistas era de US$ 1,35 por ação). Já a fabricante de chips Broadcom teve lucro de US$ 74,3 milhões (US$ 0,14 por ação) no primeiro trimestre, resultado 22% superior ao de igual período de 2007. Analistas classificaram o resultado como "sólido".
Yahoo!, apesar de divulgar um lucro 282% maior no primeiro trimestre, registrou queda nos papéis hoje. Para analistas, o ganho de US$ 542 milhões no primeiro trimestre não foi forte o bastante para forçar a Microsoft a elevar o valor da oferta pela empresa.
Pior foi o resultado da Ambac, cujas ações derreteram depois de a seguradora de bônus ter anunciado prejuízo de US$ 1,66 bilhão, ou US$ 11,69 por ação, no primeiro trimestre, bem mais que a perda de US$ 1,51 por ação prevista por analistas.
Na Europa, os balanços também levaram as principais praças acionárias a fechar em elevação. No velho continente, foram destaques os números da farmacêutica alemã Merck KGaA, da gigante de materiais de construção francesa Saint Gobain e da fabricante de chips alemã Infineon.
PETR4...após 22/04...após forte alta, pode realizar...

PETR4 abriu nos 86,50 e veio buscar suporte em 86,10. Influenciada pelo forte fechamento da ADR na véspera em Nova York (feriado no Brasil), veio inicialmente buscar novo topo intraday, nos 87,10. Com a retomada dos negócios após a paralização dos mercados por 2 horas, veio buscar a máxima em 87,44. A partir daí, influenciada pelo mau humor de Dow Jones, refluiu até a mínima intraday em 85,75, para depois finalizar em 86,45. Seus principais indicadores, no gráfico diário, como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma se mantém em leve tendência de alta ou indefinidos. Porém, quando considerado um gráfico de maior frequência (60 minutos) esses indicadores começam a apresentar tendência de baixa, inclusive o Oscilador de momento que sinaliza "tendência baixista" sugerindo a possibilidade de reverter a atual tendência de alta. Resistências em 87,10( primeiro topo intraday ), 87,44(máxima intraday) e 87,90. Suportes em 86,00, 85,50, 85,00 e 84,25.
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