quinta-feira, 24 de abril de 2008

IBOV...após 24/04...aumenta a possibilidade de continuidade da queda...



O IBOVESPA abriu em ligeira queda nos 64.946 pontos e na primeira hora de pregão, veio buscar a mínima nos 64.223 pontos, porém reagiu positivamente e paulatinamente retomou os suportes perdidos em 64.780 pontos (fibo intraday de 38%). Com a alta de DJI (contrariando os prognósticos gráficos) na segunda metade do pregão, rompeu os 65 mil pontos vindo a alcançar a máxima no dia nos 65.086 pontos. A partir daí, já operando "descolado" de DJI, deu continuidade à realização, vindo aos 64.756 pontos. Durante o leilão de fechamento uma forte pressão vendedora derrubou 180 pontos do Ibovespa , fazendo com que finalizasse nos 64.576 pontos ( -0,57%).Essa perda no fechamento fez com todos os principais indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento, analisados em gráfico de maior frequência (30 minutos), passassem a sinalizar fortemente para a continuidade da queda. No gráfico diário, exceto o IFR que se mantém indefinido, também esses mesmos indicadores sinalizam a queda, e da mesma forma, o oscilador de momentos sinaliza a continuidade da tendência baixista. Se o Ibovespa não retomar os 65.130 pontos (fibo de 62%) poderá ocorrer a continuidade da queda até os 62.900 pontos. Suportes imediatos em 64.200, 63.600 e 62.900 pontos. Resistências imediatas em 65.130, 65.400, 65.480 e 65.690 pontos.

Confira a agenda do investidor para a quarta semana de abril

por Rafael de Souza Ribeiro
18/04/08 - 20h30
InfoMoney


SÃO PAULO - Dentro da agenda da quarta semana de abril, os investidores olharão para os EUA atentos aos indicadores do setor imobiliário e aos pedidos de bens duráveis.

No cenário nacional, ênfase para a ata da reunião do Comitê de Política Monetária, que será apresentada na quinta-feira (24). O documento descreve motivos por trás da elevação da taxa básica de juro brasileira em 50 pontos-base.

Segunda-feira (21/4)
Brasil
Será comemorado o feriado de Tiradentes, e conseqüentemente, não haverá pregão na Bovespa.

EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.


Terça-feira (22/4)
Brasil
8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do segundo decêndio de abril, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a terceira semana de abril.
O dia também será marcado pelo vencimento de opções sobre ações negociadas na Bovespa.
EUA
11h00 - Destaque para a divulgação do Existing Home Sales referente ao mês de março. O índice é responsável por medir as vendas de casas usadas no país.

Quarta-feira (23/4)
-Brasil

8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
EUA
11h30 - O relatório de Estoques de Petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). Importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível.

- Inglaterra
Destaque também para a minuta da reunião do Banco da Inglaterra. O documento revelará os motivos para a decisão de corte em 25 pontos-base da taxa básica de juro britânica.


Quinta-feira (24/4)
- Brasil

8h00 - A FGV publica a Sondagem do Consumidor de abril. O índice é realizado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.
8h30 - O Banco Central apresenta ao mercado a Ata do Copom referente à última reunião.9h00 - O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga a Pesquisa Mensal de Emprego referente ao mês de março, documento que descreve o mercado de trabalho no País.
O Banco Central publica a Nota de Mercado Aberto de março.

- EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
9h30 - O Departamento de Comércio do país apresenta o Durable Good Orders de março, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.
11h00 - Em complemento ao Existing Home Sales, o New Home Sales mostra o número de casas novas, com compromisso de venda durante o mês de março.

Sexta-feira (25/4)

Brasil
07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à terceira quadrissemana de abril. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
9h00 - O IBGE apresenta o IPCA - 15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) referente ao mês de abril. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.

EUA
11h00 - A Universidade de Michigan publica a revisão do Michigan Sentiment de abril, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.



Segunda-feira (28/4)

- Brasil

8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial semanal, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante a quarta semana de abril.
E o Banco Central apresenta a Nota do Setor Externo de março, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais computadas no período.

- EUA

Não serão apresentados índices relevantes no país.

Bolsa encerra em queda de 0,57% com Vale e Petrobras

24.04.2008 17h33
por Claudia Violante da Agência Estado

A desvalorização do petróleo e de alguns metais básicos no mercado externo ditou o tom da Bolsa de Valores de São Paulo hoje. As ações mais importantes, das empresas Petrobras e Vale, trabalharam em baixa praticamente o dia todo e pesaram sobre o Ibovespa, principal índice. Com isso, a Bovespa fechou pelo segundo dia descolada das principais bolsas americanas.
O Ibovespa recuou 0,57%, aos 64.576,3 pontos. Oscilou entre a mínima de 64.223 pontos (-1,12%) e a máxima de 65.086 pontos (+0,21%). No mês, os ganhos acumulados são de 5,92% e, no ano, de 1,08%. O volume financeiro totalizou R$ 6,077 bilhões.
As ações da Petrobras giraram hoje R$ 1,756 bilhão, e as da Vale, R$ 926,274 milhões, o que significa que, juntas, elas movimentaram 44% do volume total da Bovespa. As ações das companhias, somadas, respondem por pouco mais de 30% da composição do índice, o que significa dizer que qualquer alteração nesses papéis têm força para mover a Bolsa.
Vale ON recuou 3,94% e Vale PNA, 2,83%. Os preços dos metais não tiveram um comportamento uniforme hoje, com parte em queda e o restante em alta. Mesmo assim, à Vale restou o sinal negativo também porque os investidores estão na defensiva com o balanço que a mineradora anuncia ainda hoje. Os analistas prevêem, em média, queda de 10% no lucro do primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado.
O contrato futuro de petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York com vencimento em junho engatou uma realização de lucros e seu preço recuou hoje. A baixa atingiu 1,89% e levou o barril para US$ 116,06. Petrobras ON recuou 2,12% e PN perdeu 2,14%.
Além da queda do petróleo, duas notícias envolveram Petrobras hoje. A Cosan anunciou logo cedo a compra dos ativos da Esso no Brasil, derrotando a estatal, que também estava na disputa. A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, divulgada hoje, não previu reajuste dos combustíveis neste ano, apesar dos recordes sucessivos do petróleo e da defasagem dos preços no Brasil (o diretor da RC Consultores, Fábio Silveira, estimou hoje que o preço interno da gasolina está 16% abaixo do externo).
Ao mesmo tempo, porém, o documento do BC afirmou que cresceu a possibilidade desse cenário, com um eventual aumento de preço. Ou seja, o BC disse que não prevê elevação, mas que isso não é impossível de acontecer. E essa hipótese ganhou corpo hoje com a notícia de que o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, se reunirá nesta noite com presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com a notícia da compra dos ativos da Esso, as ações da Cosan foram penalizadas pelos investidores. Isso porque não ficou claro como a líder do setor sucroalcooleiro vai levantar recursos para pagar a compra, por US$ 826 milhões. No pior dos momentos, as ações recuaram mais de 9%, mas acabaram fechando em -1,85%.
Embora a Bovespa tenha operado descolada a maior parte do dia, Wall Street foi crucial para determinar a intensidade do tombo na bolsa doméstica hoje. Quando a alta nos EUA foi mais firme, as perdas diminuíram por aqui, mas, no final da sessão, os índices nova-iorquinos estavam longe de seus melhores momentos. O Dow Jones avançou 0,67%, o S&P, 0,64%, e o Nasdaq, 0,99%. A queda do petróleo, a recuperação do dólar ante o euro e a renovação da crença de que o pior da crise já passou deram impulso às ações americanas.

Copom: aumento de 0,5 p.p. na Selic já corresponde a boa parte do total a ser aplicado

por Nathália A. Terra Pereira
24/04/08 - 09h15
InfoMoney


SÃO PAULO - O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) divulgou nesta quinta-feira (24) a ata de sua reunião realizada nos dias 15 e 16 deste mês, quando optou de forma unânime e sem viés pela elevação da taxa Selic em 50 pontos-base, levando-a ao seu atual patamar de 11,75% ao ano.
No respaldo de sua decisão, o colegiado reiterou sua leitura de que a demanda doméstica segue a taxas robustas de crescimento, impulsionando de forma perigosa ao cenário inflacionário a atividade doméstica do país, motivada ainda pela expansão da concessão de crédito e da massa salarial real.
"A esses fatores de sustentação da demanda devem ser acrescidos os efeitos das transferências governamentais e de outros impulsos fiscais esperados para este e para os próximos trimestres". Neste sentido, a autoridade optou por uma postura mais cautelosa, visando não apenas a deterioração das expectativas correntes para a inflação, mas bem como a esperada também.

Riscos à inflação corrente e esperada

De fato, na visão do Copom, tanto a dinâmica inflacionária corrente quanto a esperada mostraram deterioração nas últimas semanas. Isto porque o aquecimento da demanda e do mercado de fatores pode ensejar um aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para os preços ao consumidor, fato este que mascara o real estado do cenário inflacionário do país.
"As perspectivas para esse repasse, bem como para a generalização de pressões inicialmente localizadas sobre preços ao consumidor, dependem de forma crítica das expectativas dos agentes econômicos para a inflação, que mostraram elevação significativa nas últimas semanas", afirma o documento.
Neste sentido, o temor do Copom é o de que agentes econômicos passem, gradativamente, a cada vez mais atribuir maior probabilidade a que elevações da inflação sejam persistentes, o que reduz a eficácia da implementação da política monetária.

Confirmação de expectativas

Desta forma, atuando de forma preventiva e visando "evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos", o Copom optou por um aumento expressivo de 50 pontos-base no juro básico brasileiro. E em sua ata, a autoridade confirma as expectativas do mercado de que tal elevação já corresponde a boa parte do arrocho monetário previsto.
"O Comitê entende que a decisão de realizar, de imediato, parte relevante do movimento da taxa básica de juros irá contribuir para a diminuição tempestiva do risco que se configura para o cenário inflacionário, e como conseqüência, para reduzir a magnitude do ajuste total a ser implementado", afirma a autoridade.

IBOV...após 23/04.. realização ainda pode continuar...


Em dia de realização, o IBOVESPA abriu em 65.413 pontos e na primeira meia-hora de pregão, foi buscar a máxima intraday nos 65.689 pontos, rompendo a resistência intermediária nos 65.670 pontos. Com a volatilidade de DJI, na segunda meia-hora de pregão, refluiu e veio buscar suporte nos 64.956 pontos. Operando "descolado" de DJI (em alta durante todo pregão) manteve-se em território negativo, vindo buscar novo topo em 65.390, antes de buscar suporte em 64.914 pontos (mínima do dia. Com a melhora de DJI, na última hora de pregão, esboçou igual reação, fechando em 64.947 pontos (queda de - 0,72%).Indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento, analisados em gráfico de maior frequência (30 minutos), como o ilustrado acima, estão praticamente indefinidos. O oscilador de momentos, porém, continua sinalizando tendência baixista. Suportes imediatos em 64.920, 64.820 e 64.700 pontos. Resistências imediatas em 65.240, 65.400, 65.480, 65.690 e 66.000 pontos.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

DOW JONES...após 23/04...em leve alta, porém ainda com tendência de baixa...


Acompanhando a tendência dos mercados futuros, DJI abriu nos 12.721 pontos, rompeu inicialmente a resistência nos 12.750 pontos e ainda na primeira metade do pregão, rompeu a forte resistência nos 12.790 pontos, vindo atingir a máxima intraday em 12.837 pontos. Na segunda metade do pregão, com a piora dos mercados futuros, refluiu, perdendo os suportes anteriore e vindo a buscar suporte em 12.703. Com a melhora dos índices futuros, rompeu novamente a resistência dos 12.750 pontos, vindo a finalizar nos 12.623 pontos (alta de 0,34%). No gráfico diário, os principais indicadores se mantém indefinidos, exceto o oscilador de momento que ainda sinaliza tendência de queda. Resistências imediatas continuam em 12.770, 12.790, 12.837 e 12.890 pontos. Suportes imediatos continuam em 12.660, 12.630, 12.570 e 12.370 pontos.

Após cinco altas, Ibovespa fecha em queda de 0,71%

23.04.2008 17h29
por Claudia Violante da Agência Estado

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, interrompeu uma seqüência de cinco altas, descolou-se de Nova York e fechou em queda hoje. No finalzinho do dia, perdeu o patamar de 65 mil pontos, recuperado ontem. O índice fechou em baixa de 0,71%, aos 64.947,5 pontos. Chegou a subir na abertura e, logo depois, atingiu a máxima de 65.689 pontos (+0,42%). Mas logo virou e, na mínima, bateu em 64.914 pontos (-0,76%). Com a perda de hoje, a Bolsa paulista reduziu os ganhos do mês a +6,53% e, no ano, a +1,66%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,127 bilhões.
A principal justificativa para a queda da Bolsa hoje, descolando-se da alta das bolsas americanas, é uma realização de lucros, uma vez que acumulou elevação de 5,24% últimos cinco pregões. Como a valorização dos produtos básicos (commodities) também deu uma trégua hoje, favoreceu a queda das ações da Vale e da Petrobras, as de maior peso no cálculo do índice.
Os metais, no entanto, não tiveram fechamento uniforme: alguns subiram, outros caíram, e o petróleo, que recuou em grande parte do pregão, inverteu a mão e subiu no final da sessão. Em Nova York, o barril do óleo avançou 0,19%, para US$ 118,30, depois que os investidores resolveram reavaliar o impacto da queda maior que a prevista dos estoques americanos de gasolina e derivados na semana passada - divulgados hoje.
Petrobras ON caiu 1,33% e Petrobras PN, 1,37%. Vale ON perdeu 0,70% e Vale PNA, 0,47%.
Nos EUA, as bolsas operaram em alta, favorecidas por bons balanços, com destaque para Boeing. Apple, que anuncia seus números ainda hoje, também teve alta e ajudou a sustentar o índice Nasdaq em terreno positivo. No fim do pregão, Dow Jones registrava alta de 0,34%, S&P subia 0,29% e Nasdaq, 1,19%.
A Boeing, cujo mercado de atuação é pulverizado, anunciou alta de 38% em seu lucro líquido do primeiro trimestre, para US$ 1,21 bilhão ou US$ 1,62 por ação (a previsão dos analistas era de US$ 1,35 por ação). Já a fabricante de chips Broadcom teve lucro de US$ 74,3 milhões (US$ 0,14 por ação) no primeiro trimestre, resultado 22% superior ao de igual período de 2007. Analistas classificaram o resultado como "sólido".
Yahoo!, apesar de divulgar um lucro 282% maior no primeiro trimestre, registrou queda nos papéis hoje. Para analistas, o ganho de US$ 542 milhões no primeiro trimestre não foi forte o bastante para forçar a Microsoft a elevar o valor da oferta pela empresa.
Pior foi o resultado da Ambac, cujas ações derreteram depois de a seguradora de bônus ter anunciado prejuízo de US$ 1,66 bilhão, ou US$ 11,69 por ação, no primeiro trimestre, bem mais que a perda de US$ 1,51 por ação prevista por analistas.
Na Europa, os balanços também levaram as principais praças acionárias a fechar em elevação. No velho continente, foram destaques os números da farmacêutica alemã Merck KGaA, da gigante de materiais de construção francesa Saint Gobain e da fabricante de chips alemã Infineon.

PETR4...após 22/04...após forte alta, pode realizar...


PETR4 abriu nos 86,50 e veio buscar suporte em 86,10. Influenciada pelo forte fechamento da ADR na véspera em Nova York (feriado no Brasil), veio inicialmente buscar novo topo intraday, nos 87,10. Com a retomada dos negócios após a paralização dos mercados por 2 horas, veio buscar a máxima em 87,44. A partir daí, influenciada pelo mau humor de Dow Jones, refluiu até a mínima intraday em 85,75, para depois finalizar em 86,45. Seus principais indicadores, no gráfico diário, como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma se mantém em leve tendência de alta ou indefinidos. Porém, quando considerado um gráfico de maior frequência (60 minutos) esses indicadores começam a apresentar tendência de baixa, inclusive o Oscilador de momento que sinaliza "tendência baixista" sugerindo a possibilidade de reverter a atual tendência de alta. Resistências em 87,10( primeiro topo intraday ), 87,44(máxima intraday) e 87,90. Suportes em 86,00, 85,50, 85,00 e 84,25.

VALE5...após 22/04...tendência de alta ameaçada por "divergência negativa"


VALE5 abriu nos 52,44 e veio buscar a mínima em 52,08. Influenciada pelo forte fechamento da ADR na véspera em Nova York (feriado no Brasil, veio paulatinamente buscar novo topo intraday, na máxima em 53,64. A partir daí influenciada pelo mau humor de Dow Jones, refluiu até o suporte em 52,40, para depois finalizar em 52,85.Os pricipais indicadores, no gráfico diário, como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma se mantém sinalizando a continuidade da alta. Porém, o Oscilador de momento sinaliza "divergência baixista" que poderá reverter a atual tendência. Resistências em 53,10 (topo anterior), 53,64(topo intraday)e 54,00. Suportes em 52,00, 51,00, 50,50(forte) e 49,00(muito forte.

BBDC4...após 22/04...dificuldade em romper fibo de 62%...pode realizar


BBDC4 abriu nos 36,30 e rapidamente atingiu a máxima em 36,40. Acompanhando o mau humor externo com o setor financeiro, refluiu até a mínima em 35,70. Finalizou em 35,90 (queda de -0,42%.Indicadores como o IFR e o Estocástico se mantém indefinidos, enquanto o CCI/Ma cruzamento sinaliza leve tendência de alta, e o Oscilador de momento sinaliza tendência de queda. Resistências em 36,55 (topo recente), 36,85(fibo de 62%)e 38,70. Suportes em 34,20, 33,50 (forte) e 32,75 (muito forte)

IBOV...após 22/04...alta "descolada" de DJI , com prenúncio de queda em "divergência baixista"


Em dia de exercício de opções, o IBOVESPA abriu em alta, nos 64.921 pontos (mínima do dia) e influenciado pela forte alta na véspera (feriado no Brasil) das ADR's da PETRO e da VALE nos mercados americanos, e na primeira meia-hora de pregão, foi buscar a máxima intraday nos 65.690 pontos, superando a resistência anterior nos 65.410 pontos. Mesmo com o acentuamento da queda dos mercados americanos o Ibovespa operou "descolado" de DJI, sustentado pela forte alta de suas principais "blue chips". Após a paralisação dos negócios, por problemas técnicos durante cerca de 2 horas, veio buscar novo topo intraday nos 65.670 pontos. Com o final do exercício das opções, esboçou uma breve realização, vindo buscar suporte nos 65.375 pontos. Com a pequena melhora de DJI, na última hora de pregão, esboçou igual reação, fechando em cima da resistência dos 65.412 pontos (alta de 0,82%).Indicadores como o IFR e o CCI/Ma cruzamento, calculados em gráfico diário, continuam sinalizando continuidade da alta. Porém, analisando o gráfico de maior frequência (30 minutos), como o ilustrado acima, essa realização ocorrida na segunda metade do pregão, provocou nos principais indicadores de tendência, uma indefinição no IFR, uma leve tendência de alta no Estocástico e uma tendência baixista no CCI/MA. O oscilador de momentos, porém está sinalizando divergência baixista, o que poderá REVERTER a atual tendência de alta. Suportes imediatos em 65.380, 65.280, 64.920, 64.700 e 64.200 pontos. Resistências imediatas em 65.670, 65.690 e 66.000 pontos.

terça-feira, 22 de abril de 2008

DOW JONES...após 22/04...tendência de baixa persiste...


Acompanhando a tendência em queda dos mercados futuros, DJI abriu nos 12.825 pontos (máxima intraday), perdeu inicialmente o suporte nos 12.790 pontos e ainda na primeira metade do pregão, veio buscar o forte suporte nos 12.750 pontos. Reagiu a partir daí, de forma gradual, primeiramente se firmando acima dos 12.770 e, com a melhora dos mercados futuros, retomou os 12.790, indo buscar novo topo intraday nos 12.840 pontos. Na segunda metade do pregão, com o acentuamento da queda dos mercados futuros, refluiu até a mínima intraday nos 12.656 pontos. Na última hora de pregão esboçou uma pequena reação, vindo a finalizar nos 12.720 pontos (- 0,82%). Indicadores: no gráfico diário, o IFR e o Estocástico sinalizam tendência de queda, enquanto o CCI/Ma cruzamento mantém certa indefinição. Por outro lado, a forte realização ocorrida no pregão, acentuou a "tendência negativa" no oscilador de momentos, sugerindo a continuidade dessa tendência baixista. Resistências imediatas continuam em 12.750, 12.770, 12.830 e 12.890 pontos. Suportes imediatos continuam em 12.690, 12.660, 12.630 e 12.570 pontos.

Estrangeiro patrocina reação do Ibovespa

por Valor Econômico
22/4/2008

A volta do capital externo à Bovespa tem patrocinado a recente recuperação do Ibovespa, que chegou a superar os 65 mil pontos na sexta-feira. Até o dia 15, o saldo líquido dos investidores estrangeiros no pregão totalizava R$ 3,159 bilhões, o terceiro melhor volume mensal em oito anos - e olha que abril ainda nem acabou. Antes disso, só setembro de 2007 (com R$ 3,811 bilhões) e fevereiro de 2005 (R$ 3,702 bilhões) tinham atraído tanto dinheiro do exterior, segundo as estatísticas da bolsa. Graças a esse fluxo de capital, o principal termômetro do mercado acionário brasileiro voltou para o azul na semana passada. Passou a acumular no ano valorização de 1,62%. No mês, os ganhos chegam a 6,49%. Na contramão dos estrangeiros estão os investidores individuais e os clubes de investimentos, com saldo negativo de R$ 1,903 bilhão em abril, e os institucionais locais, com saídas líquidas de R$ 3,380 bilhões. Os fundos de ações também tiveram mais resgates do que aplicações, de R$ 1,320 bilhão, segundo levantamento de Alexandre Espírito Santo, economista-chefe da Plenus Gestão e diretor do departamento de Relações Internacionais da ESPM-RJ.

IBOV...após 18/04...alta "sintonizada" com DJI, sinaliza também possibilidade de reversão...


O IBOVESPA abriu em alta, nos 64.553 pontos (mínima do dia) e influenciado pela forte alta nos mercados futuros americanos, ainda na primeira metade do pregão, foi buscar a máxima do dia nos 65.384 pontos, perfeitamente sintonizada com DJI (que nesse momento também atingia novo topo intraday). Ainda em "sintonia fina" com DJI, na segunda metade do pregão, iniciou uma pequena realização, vindo buscar novo suporte intraday em 64.820 pontos. Com a recuperação de DJI, finalizou nos 64.922 pontos (alta de 1,2%).Importantes indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento calculados em gráfico diário, continuam sinalizando continuidade da alta. Porém, no gráfico de maior frequência (60 minutos), como o ilustrado abaixo, face à realização ocorrida na segunda metade do pregão, o IFR, o Estocástico e o CCI/MA passaram a se mostrar indefinidos, enquanto que o oscilador de momentos apresenta pequena divergência baixista decorrente dessas últimas horas de pregão. Suportes imediatos em 64.820, 64.700, 64.550 e 64.150 pontos. Resistências imediatas em 65.384, 65.410 e 66.000 pontos.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

DJI...após 21/04...em dia de equilíbrio, formou novo "doji" de indefinição...



Em um dia, em que nenhum importante indicador da atividade econômica seria divulgado, e acompanhando a leve tendência em queda dos mercados futuros, DJI abriu nos 12.850 pontos (máxima intraday), perdeu inicialmente o suporte nos 12.790 pontos e ainda na primeira metade do pregão, perdeu também o forte suporte nos 12.756 pontos, atingindo a mínima intraday nos 12.751 pontos. Reagiu a partir daí, de forma gradual, primeiramente se firmando acima dos 12.751 pontos e, com a melhora do comportamento dos mercados futuros, retomou os 12.790 pontos, já na segunda metade do pregão, vindo a finalizar nos 12.825 pontos ( - 0,19%) próximo ao valor da abertura, produzindo no gráfico diário um "candle" tipo "martelo", demonstrando o equilíbrio de tendências nesse pregão. A próxima resistência continua sendo o topo anterior nos 12.890 pontos, que se rompida poderá levar à busca dos 13.047 pontos. Indicadores: no gráfico diário, o estocástico ainda sinaliza tendência de alta, porém relativamente "sobrecomprado"; o IFR e o CCI/Ma cruzamento estão indefinidos. Por outro lado, a realização ocorrida na primeira metade do pregão, seguida de recuperação parcial na outra metade, produziram uma "divergência levemente negativa" no oscilador de momentos, no gráfico de 60 minutos, sugerindo alguma possibilidade na reversão da principal tendência. Resistências imediatas continuam em 12.890 e 13.047 pontos. Suportes imediatos continuam em 12.790, 12.756, 12.630 e 12.570 pontos.

sábado, 19 de abril de 2008

DOW JONES...após 18/04...rompeu topo da LTB anterior...


Conforme antecipavam os mercados futuros, em forte alta depois da divulgação dos bons resultados trimestrais de Google e Caterpillar, DJI abriu em alta nos 12.626 pontos (mínima intraday) e de forma paulatina e crescente, ainda na primeira metade do pregão, rompeu o topo da LTB secundária nos 12.756 pontos e atingiu máxima intraday nos 12.893 pontos, alinhada exatamente com a LTB primária, delineada a partir do Topo Histórico nos 14.198 pontos de outubro/2007. Na segunda metade do pregão, cedeu parte dos ganhos, finalizando em 12.849 pontos (+1,81%). Seu próximo objetivo de ruptura deverá ser o rompimento dos 13.047 pontos, para galgar definitivamente o degrau dos 13 mil pontos. Apesar dessa firme tendência de alta, demonstrada pelos indicadores IFR, Estocástico e CCI/MA cruzamento, no gráfico diário, os dois primeiros indicadores já sinalizam "mercado sobre-comprado". Por outro lado, a realização de parte dos ganhos na segunda metade do pregão, sinalizaram declíneo na tendência de alta do estocástico, medido em gráfico de 60 minutos. Resistências imediatas em 12.890 e 13.050 pontos. Suportes imediatos em 12.790, 12.756, 12.630 e 12.570 pontos.

Brasil vira alvo de investidores, diz Scheinkman

em 18/04/2008 às 20h22m
por Ronaldo D'Ercole de O Globo

SÃO PAULO- A elevação dos juros pelo Banco Central esta semana deve reforçar a condição do Brasil de mercado alvo de operações de "carry trade", pelas quais grandes investidores internacionais emprestam dinheiro a taxas mais baratas lá fora para aplicar aqui, embolsando a diferença. A afirmação é do economista José Alexandre Scheinkman, da Universidade de Princeton. Segundo ele, essas operações já fazem parte das estratégias de investimentos de grandes fundos, principalmente dos hedge funds americanos, que combinam aplicações em diferentes ativos com operações nos mercados futuros (derivativos).
- É surpreendente, para os economistas, que essa estratégia funcione tão bem, mas funciona - disse Scheinkman, advertindo: - O carry trade vai acontecer, e as pessoas vão tentar especular com a moeda brasileira.
Segundo o economista, muitos bancos internacionais estão recomendando o Brasil como melhor opção de investimento também a seus clientes comuns. O que só aumenta as fontes de pressão sobre o câmbio.
- Muita dona-de-casa japonesa, pegava suas economias e punha na Nova Zelândia, onde os juros são muito maiores que os do Japão. Agora, alguns bancos já estão dizendo: olha, em vez de botar dinheiro na Nova Zelândia, põe no Brasil.
O economista recusou-se a prever possíveis efeitos desse maior movimento de capitais sobre o câmbio no Brasil. Mas afirmou não ver risco de desequilíbrios nas contas externas do país em razão desse aumento do fluxo de recursos ao país.
- Isso é um exagero, acho que o Brasil deveria voltar a ser um importador de poupança. A única razão por que o Brasil e países como o Brasil são hoje exportadores de poupança é a irresponsabilidade fiscal dos EUA - disse, para concluir, sem entrar em detalhes: - Ser importador de capital é situação que países relativamente pobres, como o Brasil, devem ter.
Em seminário realizado nesta sexta-feira, no Ibmec-SP, Scheinkman chegou a afirmar, irônico, que a retomada da alta nos juros não ajudava muito o país a alcançar o desajado grau de invesmento das agências de risco. Mas, questionado depois se, na sua avaliação, a decisão do BC foi acertada, ou não, foi diplomático.
- Não estou dizendo que a decisão do BC foi errada. O BC tem elementos que eu não tenho e faz projeção da inflação futura baseado em modelos que desconheço - afirmou, advertindo: - Mas é muito importante prestar a atenção à consequência fiscal da política monetária. O reflexo no câmbio também é importante.
Para o economista, ainda, o Brasil sentirá os efeitos da crise no mercado financeiro americano em diferentes áreas. Como as taxas de crescimento do país guardam estreita relação com as taxas de crescimento do resto do mundo, disse, a desaceleração da economia americana deverá afetar a expansão do PIB local. A paralisação das aberturas de capital por empresas brasileiras, acrescentou, revela outra consequência da crise para o país.
- Nós vamos ser afetados tanto do lado do investimento como pelo lado das exportações, da quantidade que vamos conseguir exportar. Tudo vai depender do tempo da continuidade da crise lá fora - disse.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Alta de juros não afeta atividade no curto prazo

18/04/2008
por Ana Paula Grabois de VALOR

Não há consenso entre os economistas ouvidos pelo Valor sobre os efeitos da mudança da atuação do Banco Central (BC) sobre o investimento e a atividade econômica, ao subir na quarta-feira a taxa de juros em 0,5 ponto percentual. Antônio Licha, coordenador do Grupo de Conjuntura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) prevê desaceleração dos investimentos e do crescimento do PIB a partir do segundo semestre. "A indústria e os serviços vão desacelerar, o consumidor vai comprar menos e os investimentos das empresas vão diminuir", diz Licha, que aguarda mais três altas consecutivas de 0,5 ponto percentual na taxa de juros pelo BC.
Licha diz que a alta não era necessária porque a pressão de preços é exercida por fatores externos, relacionados à valorização das commodities. Ele sugere que o BC poderia ter feito um ajuste na meta de inflação como fez em 2005, quando também houve um choque externo sobre os preços. "O que proponho não é nada heterodoxo em contexto de altas. Existe um excesso de conservadorismo no regime de metas."
Ele prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) fechará com um crescimento em torno de 6% no primeiro semestre e passará a uma alta de 4% no segundo semestre, com uma média de 5% no ano. Os investimentos em máquinas, equipamentos e construção civil devem arrefecer. A estimativa é do ritmo de crescimento do investimento passar dos 13% apurados em 2007 para algo em torno de 10% este ano, sem problemas no equilíbrio entre oferta e demanda. "A taxa de crescimento da formação bruta de capital fixo com certeza vai cair, mas ainda vai ser expressiva e será acima do PIB. Não se trata de uma reversão, o investimento não vai deixar de crescer, mas vai ter um freio", completou. Para 2009, o investimento deve arrefecer ainda mais e registrar taxas entre 6% e 7%, nas estimativas do grupo da UFRJ. Já o PIB deve ficar em torno de 4%, sob o efeito das quatro elevações esperadas na Selic em 2008.
Já para o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, deve haver efeito de retração dos investimento no segundo semestre deste ano e o Brasil pode perder a oportunidade de consolidar o crescimento sustentado com investimentos. Para ele, não está clara a coordenação do desenvolvimento sustentado no país. "De um lado temos um esforço significativo do governo Lula para que a economia cresça 5%. Vejo, inclusive na Fazenda um esforço na área fiscal para atuar nesse sentido. E do ponto de vista da política monetária, não percebo o sentido do governo. O ciclo de investimentos pode ser interrompido. Não sabemos se vamos entrar no modelo de 2004, quando foram feitas várias altas de juros", disse Pochmann. O presidente do Ipea ressalta ainda o efeito negativo sobre as contas externas com a elevação da Selic, ao valorizar a taxa de câmbio e estimular as importações.
Na avaliação do diretor de pesquisas e estudos econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, a alta de juros não vai afetar os investimentos, mesmo com a previsão de que o BC vai repetir a dose de 0,5 ponto mais duas ou três vezes. O economista do Bradesco cita a pesquisa feita mensalmente pelo próprio banco com 1.600 empresas segundo a qual os empresários consideram cada vez menos importante um eventual aumento de juros nos seus planos de negócios.
Barros manteve a projeção de crescimento do PIB para 4,8% em 2008 com alta de 12% nos investimentos. Na sua avaliação, a alta de juros foi necessária e afetará as expectativas dos formadores de preços e salários, uma vez que há pressões nos custos das empresas, especialmente dos insumos.
Já o diretor de macroeconomia da consultoria LCA, Fernando Sampaio, prevê pouco efeito sobre os investimentos em 2008, uma vez que os projetos das empresas estão em curso ou programados. "A questão vai ser o investimento em 2009", diz. Para Sampaio, caso o aumento de juro seja breve e de baixa intensidade, o impacto pode ser pequeno sobre o investimento e o crescimento da economia.
Sampaio acredita que o BC subirá a taxa de juros em mais 1 ponto percentual, no máximo. Na sua avaliação, o efeito sobre a inflação será rápido, uma vez que a alta dos juros favorece ainda mais a valorização do real, o que ajuda a conter os preços. Ele diz ainda que a alta do juro neste momento pode ser mais eficaz para conter a demanda porque o volume de crédito hoje na economia é bem superior ao de três anos atrás, quando o BC também subiu a taxa Selic.

DJI...após 17/04..."DOJI STAR" mostra equilíbrio de forças no gráfico diário...


DOW JONES abriu nos 12.617 pontos e influenciado pela queda nos mercados futuros americanos, refluiu rapidamente até o suporte, na mínima intraday em 12.563 pontos.A partir daí, iniciou processo de recuperação, retomando os 12.600 pontos vindo atingir a máxima intraday nos 12.655 pontos, praticamente estáve. O "candle" formado no gráfico diário se assemelha a uma estrela ("DOJI STAR") e significa indefinição de tendência (equilíbrio entre compradores e vendedores). Essa indefinição pode ser observada nos principais indicadores de tendência do gráfico diário, como o IFR, Estocástico e o CCI/MA cruzamento. Resistências em 12.655, 12.730 e 12.756 pontos pontos. Suportes imediatos formados nos "degraus" anteriores, em 12.264, 12.580, 12.540 e 12.370 pontos.

IBOV...após 17/04...com muita volatilidade, finalizou com pequena alta...



O IBOVESPA abriu nos 64.150 pontos e influenciado pela queda dos mercados futuros americanos, refluiu até a mínima do dia nos 63.458 pontos. Com a abertura em queda de DJI seguida de sua reação intraday para retomar o campo positivo, o Ibovespa zerou rapidamente as perdas e veio atingir a máxima intraday nos 64.944 pontos. A partir daí, sintonizado com DJI, refluiu novamente, vindo buscar suporte em 64.130 pontos. Gradualmente, de degrau em degrau, indo e vindo, recuperou os 64.500 pontos, finalizando nos 64.552 pontos (alta de 0,47%).Importantes indicadores como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento calculados em gráfico diário, continuam sinalizando continuidade da alta. No gráfico de maior frequência (30 minutos), como o ilustrado acima, é possível verificar a tendência do ativo nos minutos finais do pregão, onde o Estocástico continua sinalizando alta, e o IFR e o CCI/Ma cruzamento apresentam tendência não muito bem definidas.Observando-se o oscilador de momento podemos notar pequena divergência baixista surgida nas últimas duas horas de pregão, que será confirmada pela perda dos suportes imediatos em 64250, 64.130, 63.600 e 63.380 pontos. Resistências imediatas nos 64.950, 65.410 (resistência sobre a LTB) e 66.000 pontos.