por Agência ESTADO
22 de Abril de 2009 19:14
Os principais índices do mercado de ações dos EUA terminaram em queda - com exceção do Nasdaq -, pressionados pelo ressurgimento de receios com uma potencial concordata da montadora General Motors e por projeções de bancos como o Wells Fargo a respeito de potenciais perdas ligadas a empréstimos.
Por outro lado, os sinais de reaquecimento na demanda notados por empresas como a SanDisk e dados que mostraram um aumento nos preços das moradias nos EUA durante o mês de fevereiro ajudaram a dar suporte a papéis de empresas ligadas ao consumo e ao setor de tecnologia.
O índice Dow Jones encerrou o dia em baixa de 82,99 pontos, ou 1,04%, para 7.886,57 pontos, após passar grande parte da sessão em alta superior a 75 pontos. O S&P 500 recuou 6,53 pontos, ou 0,77%, para 843,55 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 2,27 pontos, ou 0,14%, para 1646,12 pontos. Operadores disseram que o desempenho relativamente forte das empresas do setor de tecnologia corresponde a apostas na recuperação econômica.
As bolsas chegaram a registrar ganhos acentuados durante a sessão, mas o avanço perdeu fôlego após o Wall Street Journal publicar uma reportagem afirmando que a montadora General Motors não planeja fazer o pagamento de uma dívida de US$ 1 bilhão que vence em 1º de junho, citando o diretor financeiro da companhia, Ray Young. Segundo o Journal, Young acrescentou que a montadora precisa ter sucesso em um acordo para trocar dívidas por ações ou terá de recorrer a um tribunal de falências.
Posteriormente, o setor financeiro conduziu os índices ao território negativo, com investidores atentos à preocupação dos bancos com potenciais perdas futuras relacionadas ao crédito. O Wells Fargo fechou o dia em baixa de 3,35%, embora tenha registrado lucro no primeiro trimestre deste ano, em meio à perspectiva de mais perdas com empréstimos a consumidores e com investimentos em imóveis.
O Morgan Stanley caiu 8,97% após divulgar que teve prejuízo líquido no primeiro trimestre deste ano devido a investimentos em imóveis e a ajustes contábeis.
De acordo com um "teste de estresse" realizado com diversas instituições financeiras e divulgado hoje pela FBR Capital Markets, a maior parte dos principais bancos norte-americanos possui capital suficiente para suportar um cenário com taxa de desemprego de até 10%, mas acima deste nível a viabilidade destas instituições é questionável sem a obtenção de mais capital.
A SanDisk subiu 13,3% após divulgar uma projeção de receita para o segundo trimestre superior à previsão de Wall Street, argumentando que há sinais de melhora na demanda.
Outras empresas, no entanto, foram mais cautelosas em relação à perspectiva para a economia.
O executivo-chefe e presidente da General Electric, Jeff Immelt, disse aos acionistas que é "difícil prever" a duração e a profundidade da recessão, mas que o conglomerado industrial e financeiro deve "prosperar em uma economia mundial que favorece energia limpa, produtos de cuidados pessoais e serviços com preços acessíveis". A companhia avançou 0,85%.
Entre outras empresas que divulgaram balanços hoje, McDonald's caiu 2,48%, Boeing subiu 1,77% e AT&T avançou 1,82%.
Após o fechamento do pregão, o eBay divulgou um lucro superior à expectativa do mercado. A companhia fechou em alta de 3,4%. A Apple também anunciou um lucro mais forte do que o esperado durante o segundo trimestre fiscal da companhia. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Petrobras pesa, mas Bovespa fecha em alta de 1,02%
por Agência ESTADO
22 de Abril de 2009 17:41
A Bovespa recuperou parte das perdas de segunda-feira, graças ao humor melhor no mercado externo. Vale e siderúrgicas foram destaque de elevação, sobretudo com o ingresso de recursos estrangeiros. Petrobras, no entanto, foi o principal contraponto, pesando negativamente sobre o índice em razão das discussões sobre o reajuste ou não do preço dos combustíveis e como isso se dará.
A Bovespa terminou a sessão em alta de 1,02%, aos 44.888,20 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 44.434 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 45.369 pontos (+2,11%). No mês, acumula ganhos de 9,68% e, no ano, de 19,54%. O giro financeiro totalizou R$ 4,076 bilhões.
Reduzida a aversão a risco que predominou nos negócios na última segunda-feira - último pregão da Bovespa antes do de hoje - os investidores voltaram às compras. A recuperação da Bovespa, hoje, teve ajuda dos estrangeiros, que, no entanto, não se empolgaram com Petrobras. Optaram por Vale e também siderúrgicas, estas últimas ainda embaladas pelo noticiário sobre o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Hoje, alguns dos papéis do setor que estavam um pouco defasados em relação aos outros, como CSN, também conseguiram ir adiante. Gerdau PN fechou em alta de 3,78%, Metalúrgica Gerdau PN, de 2,86%, Usiminas PNA, de 1,48%, e CSN ON, de 4,42%.
Vale ON terminou em alta de 1,18% e PNA, de 0,76%. Além do ingresso de estrangeiros no papel, influenciou o desempenho do papel o anúncio do banco central chinês de que o crescimento econômico do país este ano está no caminho para atingir a meta do governo de cerca de 8%. Isso trouxe otimismo aos investidores, que voltam a prever aumento na demanda por matérias-primas.
Também o comunicado feito pela mineradora na segunda-feira sobre a concessão de 20% de desconto nas vendas à vista do minério de ferro vendido para a Ásia estaria motivando os papéis. O desconto, provisório, é menor do que o praticado por outras empresas, o que seria bem-visto, ou seja, dos males o menor.
Petrobras foi o principal contraponto do índice à vista, já que as ações da empresa, com a maior participação individual do Ibovespa, terminaram em baixa. Os investidores estão ressabiados com a discussão em torno da redução do preço dos combustíveis. "O investidor não gosta de saber que há ingerência política e a decisão ainda pode mexer nas margens da estatal", comentou o sócio e diretor de operações da Hera Investment, Nicholas Barbarisi.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que o governo está estudando aumentar a Cide sobre os combustíveis para aumentar a arrecadação tributária. Embora a decisão só deva sair em três ou quatro meses - e nada esteja ainda acertado, segundo ele -, o mercado já está precificando tal ingerência na ação. Pelo estudo, conduzido pela Fazenda, a Petrobras reduziria o preço da gasolina que vende às refinarias - ou seja, passaria a ter uma receita menor. Há ainda a questão da redução do preço do diesel, prometida pelo governo na semana passada para atender a reivindicações dos caminhoneiros - medida que impacta a receita da estatal em 30%.
A notícia, se ruim para a Petrobras, ao menos favoreceu a alta dos papéis da Cosan, que liderou os ganhos do Ibovespa com +11,39% na ação ON. Se mantiver o preço da gasolina, o álcool segue atrativo, o que favoreceu as ações da usina. Petrobras ON terminou em baixa de 1,13% e Petrobras PN, de 0,66%.
22 de Abril de 2009 17:41
A Bovespa recuperou parte das perdas de segunda-feira, graças ao humor melhor no mercado externo. Vale e siderúrgicas foram destaque de elevação, sobretudo com o ingresso de recursos estrangeiros. Petrobras, no entanto, foi o principal contraponto, pesando negativamente sobre o índice em razão das discussões sobre o reajuste ou não do preço dos combustíveis e como isso se dará.
A Bovespa terminou a sessão em alta de 1,02%, aos 44.888,20 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 44.434 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 45.369 pontos (+2,11%). No mês, acumula ganhos de 9,68% e, no ano, de 19,54%. O giro financeiro totalizou R$ 4,076 bilhões.
Reduzida a aversão a risco que predominou nos negócios na última segunda-feira - último pregão da Bovespa antes do de hoje - os investidores voltaram às compras. A recuperação da Bovespa, hoje, teve ajuda dos estrangeiros, que, no entanto, não se empolgaram com Petrobras. Optaram por Vale e também siderúrgicas, estas últimas ainda embaladas pelo noticiário sobre o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Hoje, alguns dos papéis do setor que estavam um pouco defasados em relação aos outros, como CSN, também conseguiram ir adiante. Gerdau PN fechou em alta de 3,78%, Metalúrgica Gerdau PN, de 2,86%, Usiminas PNA, de 1,48%, e CSN ON, de 4,42%.
Vale ON terminou em alta de 1,18% e PNA, de 0,76%. Além do ingresso de estrangeiros no papel, influenciou o desempenho do papel o anúncio do banco central chinês de que o crescimento econômico do país este ano está no caminho para atingir a meta do governo de cerca de 8%. Isso trouxe otimismo aos investidores, que voltam a prever aumento na demanda por matérias-primas.
Também o comunicado feito pela mineradora na segunda-feira sobre a concessão de 20% de desconto nas vendas à vista do minério de ferro vendido para a Ásia estaria motivando os papéis. O desconto, provisório, é menor do que o praticado por outras empresas, o que seria bem-visto, ou seja, dos males o menor.
Petrobras foi o principal contraponto do índice à vista, já que as ações da empresa, com a maior participação individual do Ibovespa, terminaram em baixa. Os investidores estão ressabiados com a discussão em torno da redução do preço dos combustíveis. "O investidor não gosta de saber que há ingerência política e a decisão ainda pode mexer nas margens da estatal", comentou o sócio e diretor de operações da Hera Investment, Nicholas Barbarisi.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que o governo está estudando aumentar a Cide sobre os combustíveis para aumentar a arrecadação tributária. Embora a decisão só deva sair em três ou quatro meses - e nada esteja ainda acertado, segundo ele -, o mercado já está precificando tal ingerência na ação. Pelo estudo, conduzido pela Fazenda, a Petrobras reduziria o preço da gasolina que vende às refinarias - ou seja, passaria a ter uma receita menor. Há ainda a questão da redução do preço do diesel, prometida pelo governo na semana passada para atender a reivindicações dos caminhoneiros - medida que impacta a receita da estatal em 30%.
A notícia, se ruim para a Petrobras, ao menos favoreceu a alta dos papéis da Cosan, que liderou os ganhos do Ibovespa com +11,39% na ação ON. Se mantiver o preço da gasolina, o álcool segue atrativo, o que favoreceu as ações da usina. Petrobras ON terminou em baixa de 1,13% e Petrobras PN, de 0,66%.
terça-feira, 21 de abril de 2009
PETRÓLEO...após 21/04...suportes e resistências
Os contratos futuros do petróleo cru leve (light sweet crude oil) com vencimento em maio/09, após testarem o suporte no patamar dos US$ 43,83/barril, reagiram com força vindo atingir a máxima nos US$47,20, finalizando em US$ 46,50/barril. O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo de alta" sugerindo a continuidade do movimento de recuperação de preços. O petróleo após perder as LTAs recentes, se movimenta agora em um canal de baixa, com fundo próximo aos US$ 43,70/barril e topo pouco acima dos US$ 50,00/barril.
Suportes imediatos em 46,30; 45,60; 45,00; 44,20 e US$ 43,70/barril.
Resistências imediatas em 47,06, 48,00; 49,60 e US$ 50,50/barril.
DJI...após 21/04...suportes e resistências
O gráfico diário de DJI formou um "martelo" de alta, corrigindo parte das perdas ocorridas no pregão anterior, quando formou um "doji evening star", sinalizando a possibilidade da reversão da tendência semanal de alta. DJI abriu em queda, vindo buscar a mínima nos 7.793 pontos. A partir daí, retomou os 7.900 pontos, vindo encontrar resistência na máxima, nos 7.979 pontos e finalizando em seguida, nos 7.970 pontos (+ 1,63%). Apesar de sinalizar a continuidade da recuperação, é possível alguma realização intraday, à medida em que forem divulgados novos indicadores da economia americana.
Suportes imediatos em 7.964, 7.870, 7.810, 7.765 e 7.710 pontos.
Resistências imediatas em 8.004, 8.018, 8.128 e 8.190 pontos.
Bolsa de NY avança com setor financeiro no foco
por Agência ESTADO e Dow Jones
21 de Abril de 2009 18:29
Nova York - Os índices acionários em Nova York fecharam em alta nesta terça-feira. Os comentários do secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e do CEO do Citigroup, Vikran Pandid, arrefeceram os ânimos e reforçaram a perspectiva de que o sistema financeiro estaria recobrando o equilíbrio. Apesar da divulgação de resultados pouco brilhantes entre as grandes empresas, o índice Dow Jones subiu 1,7%, para 7.973 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 1,9%, para 848 pontos. O Nasdaq também registrou ganhos, de 1,9%, para 1.638 pontos.
O CEO do Citigroup, Vikram Pandit, adotou um tom positivo e até mesmo esperançoso na reunião anual do grupo, insistindo que a empresa está preparada para ser bem sucedida na recuperação econômica, "os sinais vitais do Citi estão melhorando", garantiu ele.
O setor financeiro liderou os ganhos em Nova York com a alta de 10% na ações do Citigroup, e de 8% nas ações do Bank of America. Na sequência, a Oracle registrou ganhos de 3% e a Yahoo!, de 4,3%. Mas as gigantes da indústria deram sinais confusos. A United Technologies divulgou queda de 26% no primeiro trimestre do ano, mas os fabricantes de elevadores Otis e Pratt & Whitney afirmaram que o declínio nas ordens de encomendas está desacelerando e que isso deve levar a uma recuperação no segundo semestre do ano.
Já a Caterpillar disse que está "nadando" nas perdas do primeiro trimestre e cortou suas projeções para o ano com base na projeção de contração de 1,3% na economia global. Suas ações caíram 3,8%. Ja as ações da Merck cederam 6%, depois que a farmacêutica cortou suas estimativas de vendas para 2009.
Timothy Geithner, em testemunho ao Painel de Supervisão do Congresso, ele afirmou que o governo federal precisa de novas ferramentas para lidar com situações onde a solvência das instituições financeiras é questionada. Geithner defendeu a queda nos empréstimos por alguns dos grandes bancos norte-americanos, mas apontou sinais de melhora nos mercados de crédito, tais como a queda nos spreads e o aumento da emissão de bônus corporativos. A emissão de títulos lastreados em ativos também aumentou, observou ele, embora, "apesar dessas melhoras, o custo de crédito ainda esteja muito alto".
Em seus comentários, Geithner ainda detalhou as medidas tomadas pelo Tesouro para combater a crise financeira e falou sobre a necessidade de reformar a regulação das instituições. Ele reiterou que o Tesouro tem como objetivo resolver a crise a um custo mínimo para os contribuintes. As informações são da Dow Jones.
21 de Abril de 2009 18:29
Nova York - Os índices acionários em Nova York fecharam em alta nesta terça-feira. Os comentários do secretário do Tesouro, Timothy Geithner, e do CEO do Citigroup, Vikran Pandid, arrefeceram os ânimos e reforçaram a perspectiva de que o sistema financeiro estaria recobrando o equilíbrio. Apesar da divulgação de resultados pouco brilhantes entre as grandes empresas, o índice Dow Jones subiu 1,7%, para 7.973 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 1,9%, para 848 pontos. O Nasdaq também registrou ganhos, de 1,9%, para 1.638 pontos.
O CEO do Citigroup, Vikram Pandit, adotou um tom positivo e até mesmo esperançoso na reunião anual do grupo, insistindo que a empresa está preparada para ser bem sucedida na recuperação econômica, "os sinais vitais do Citi estão melhorando", garantiu ele.
O setor financeiro liderou os ganhos em Nova York com a alta de 10% na ações do Citigroup, e de 8% nas ações do Bank of America. Na sequência, a Oracle registrou ganhos de 3% e a Yahoo!, de 4,3%. Mas as gigantes da indústria deram sinais confusos. A United Technologies divulgou queda de 26% no primeiro trimestre do ano, mas os fabricantes de elevadores Otis e Pratt & Whitney afirmaram que o declínio nas ordens de encomendas está desacelerando e que isso deve levar a uma recuperação no segundo semestre do ano.
Já a Caterpillar disse que está "nadando" nas perdas do primeiro trimestre e cortou suas projeções para o ano com base na projeção de contração de 1,3% na economia global. Suas ações caíram 3,8%. Ja as ações da Merck cederam 6%, depois que a farmacêutica cortou suas estimativas de vendas para 2009.
Timothy Geithner, em testemunho ao Painel de Supervisão do Congresso, ele afirmou que o governo federal precisa de novas ferramentas para lidar com situações onde a solvência das instituições financeiras é questionada. Geithner defendeu a queda nos empréstimos por alguns dos grandes bancos norte-americanos, mas apontou sinais de melhora nos mercados de crédito, tais como a queda nos spreads e o aumento da emissão de bônus corporativos. A emissão de títulos lastreados em ativos também aumentou, observou ele, embora, "apesar dessas melhoras, o custo de crédito ainda esteja muito alto".
Em seus comentários, Geithner ainda detalhou as medidas tomadas pelo Tesouro para combater a crise financeira e falou sobre a necessidade de reformar a regulação das instituições. Ele reiterou que o Tesouro tem como objetivo resolver a crise a um custo mínimo para os contribuintes. As informações são da Dow Jones.
INDM09..perspectivas para o pregão de 22/04

O INDM09 sustentou os 45.000 pontos durante toda a segunda metade do pregão desta última segunda, após o exercício das opções da Série D, que levou o índice a buscar suporte nos 44.940 pontos.
A perda em definitivo dos 45 mil pontos, levará o INDM09 a buscar seus próximos objetivos de queda em 44.700, 44.560, 44.400 e 44.200 pontos, inicialmente.
Eventual retomada dos 45.220 pontos, levará o INDM09 a buscar os objetivos de alta em 45.350, 45.500 e 45.600 pontos.
Acima dos 45.600 pontos poderemos ter a recuperação da tendência de alta anterior, com os objetivos de alta em 46.260, 46.650, 47 mil e 47.450 pontos.
Abaixo dos 44.200 pontos poderemos ter a continuação do movimento de realização, nos objetivos de queda em 43.920, 43.500 e 43.350 pontos.
IBOV...após 20/04...suportes e resistências

De forma semelhante ao comportamento de DJI, o gráfico diário do Ibovespa formou um "marubozu" de queda, demonstrando a intensidade da pressão vendedora, após o "doji evening star" visualizado no gráfico semanal que apontou para essa correção de preços. O "martelo invertido" formado pelo "candle" do pregão anterior, no gráfico diário, também reforçava essa perspectiva para o ínicio da semana. O Ibovespa abriu na máxima, nos 45.778 pontos e realizou fortemente até a mínima nos 44.274 pontos e finalizou nos 44.433 pontos (- 2,94%), após sustentar durante quase todo pregão, o suporte dos 44.400 pontos. Ainda que tenha sido "aliviado" parcialmente os principais osciladores que se encontravam "sobrecomprados", o candle formado sugere a continuidade da realização. Apesar do feriado de Tiradentes; nesta terça, os mercados americanos funcionarão normalmente e os resultados dos pregões lá, poderão influenciar o desempenho do Ibovespa, na quarta.
Suportes imediatos em 44.200, 43.940, 43.700, 43.540 e 43.200 pontos.
Resistências imediatas em 44.470, 44.850, 45.500 e 45.800 pontos.
DJI...após 20/04...suportes e resistências

O gráfico diário de DJI formou um "marubozu" de queda, demonstrando a força da pressão vendedora, após o "doji evening star" que sinalizou essa correção de preços, revertendo a tendência, após a recente sequência de altas. DJI abriu na máxima, nos 9.128 pontos e realizou fortemente até a mínima nos 7.841 pontos e finalizou logo após, nos 7.842 pontos ( - 3,56%). Apesar de "aliviar" os principais osciladores que se encontravam "sobrecomprados", o candle formado sugere a continuidade da realização.
Suportes imediatos em 7.765, 7.750 e 7.738 pontos.
Resistências imediatas em 7.870, 7.964, 8.018, 8.128 e 8.190 pontos.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Dow Jones tem maior queda desde 5 de março
por Agência ESTADO
20 de Abril de 2009 19:18
Os principais índices do mercado de ações norte-americano fecharam em baixa acentuada - com o Dow Jones registrando a maior queda em pontos desde 5 de março -, pressionados pela preocupação dos investidores de que o bancos vão precisar de uma nova rodada de assistência do governo apesar do lucro anunciado pelo Bank of America no primeiro trimestre, segundo analistas.
O índice Dow Jones caiu 289,60 pontos (3,56%) e fechou em 7.841,73 pontos. O Nasdaq recuou 64,86 pontos (3,88%) e fechou em 1.608,21 pontos. O S&P-500 caiu 37,21 pontos (4,28%) e fechou em 832,39 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 260,48 pontos (4,75%) e fechou em 5.220,12 pontos.
As ações do Bank of America despencaram 24,34% apesar de o banco ter anunciado um aumento no lucro para US$ 4,25 bilhões no primeiro trimestre, com ajuda da recente aquisição do Merrill Lynch. No entanto, os negócios de banco de varejo e comercial, cartão de crédito e hipotecas foram prejudicadas e o banco teve de separar mais dinheiro para cobrir os empréstimos ruins.
As ações do Citigroup caíram 19,45% com os negociadores dizendo que muitos dos recentes ganhos estavam vinculados com uma oferta de ações depois que uma conversão de ações foi adiada. Como o BofA, a unidade de cartão de crédito do Citi pesou sobre o resultado do primeiro trimestre. Entre outras companhias de cartão de crédito, as ações do American Express caíram 12,98% e as do Capital One Financial caíram 25,04%.
Entre outras notícias, a Sun Microsystems concordou em ser comprada pela Oracle por US$ 7,4 bilhões. As ações da Sun dispararam 36,77%, enquanto as da Oracle caíram 1,26%.
As ações da Pepsico fecharam em baixa de 4,35% depois da fabricante de refrigerantes ter anunciado uma queda no lucro no primeiro trimestre e uma oferta para comprar duas de suas engarrafadoras por um total de quase US$ 6 bilhões. Entre as empresas que divulgaram balanços após o fechamento do mercado, as ações da IBM fecharam em baixa de 0,83%, enquanto as da Texas Instruments recuaram 3,62%. As informações são da Dow Jones.
20 de Abril de 2009 19:18
Os principais índices do mercado de ações norte-americano fecharam em baixa acentuada - com o Dow Jones registrando a maior queda em pontos desde 5 de março -, pressionados pela preocupação dos investidores de que o bancos vão precisar de uma nova rodada de assistência do governo apesar do lucro anunciado pelo Bank of America no primeiro trimestre, segundo analistas.
O índice Dow Jones caiu 289,60 pontos (3,56%) e fechou em 7.841,73 pontos. O Nasdaq recuou 64,86 pontos (3,88%) e fechou em 1.608,21 pontos. O S&P-500 caiu 37,21 pontos (4,28%) e fechou em 832,39 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 260,48 pontos (4,75%) e fechou em 5.220,12 pontos.
As ações do Bank of America despencaram 24,34% apesar de o banco ter anunciado um aumento no lucro para US$ 4,25 bilhões no primeiro trimestre, com ajuda da recente aquisição do Merrill Lynch. No entanto, os negócios de banco de varejo e comercial, cartão de crédito e hipotecas foram prejudicadas e o banco teve de separar mais dinheiro para cobrir os empréstimos ruins.
As ações do Citigroup caíram 19,45% com os negociadores dizendo que muitos dos recentes ganhos estavam vinculados com uma oferta de ações depois que uma conversão de ações foi adiada. Como o BofA, a unidade de cartão de crédito do Citi pesou sobre o resultado do primeiro trimestre. Entre outras companhias de cartão de crédito, as ações do American Express caíram 12,98% e as do Capital One Financial caíram 25,04%.
Entre outras notícias, a Sun Microsystems concordou em ser comprada pela Oracle por US$ 7,4 bilhões. As ações da Sun dispararam 36,77%, enquanto as da Oracle caíram 1,26%.
As ações da Pepsico fecharam em baixa de 4,35% depois da fabricante de refrigerantes ter anunciado uma queda no lucro no primeiro trimestre e uma oferta para comprar duas de suas engarrafadoras por um total de quase US$ 6 bilhões. Entre as empresas que divulgaram balanços após o fechamento do mercado, as ações da IBM fecharam em baixa de 0,83%, enquanto as da Texas Instruments recuaram 3,62%. As informações são da Dow Jones.
Bolsa cai com menor apetite de investidor por risco
por Agência ESTADO
20 de Abril de 2009 18:31
A aversão ao risco pautou os negócios nas bolsas pelo mundo e por aqui não foi diferente. A Bovespa operou durante todo o dia em queda para encerrar com desvalorização de 2,94%, aos 44.433,15 pontos. Além das notícias que contribuíram para este cenário, a bolsa doméstica ainda tem a desvantagem de amanhã ser feriado por aqui enquanto os mercados funcionarão normalmente pelo mundo. A queda no preço das matérias-primas (commodities) e a preocupação com o setor financeiro ditaram o ritmo das perdas hoje. "Diante deste cenário, quem pode está embolsando lucro ou reduzindo posição", disse uma fonte de um banco.
Durante a sessão, o índice paulista atingiu a mínima de 44.274,88 pontos (3,28%) e a máxima de 45.778,28 (cotação de abertura). O giro financeiro somou R$ 5,66 bilhões inflado pelo vencimento de opções sobre ações que somou R$ 2,343 bilhões e registrou o maior volume desde o vencimento de maio do ano passado (R$ 4,007 bilhões) e o dobro do registrado em março (R$ 1,411 bilhão). Do total do vencimento de opções de hoje, R$ 1,894 bilhão foi feito em contratos de compra e R$ 448,286 milhões, em contratos de venda. As opções que registraram maior volume foram Vale PNA a R$ 27,48 por ação, que movimentou R$ 361,7 milhões em opções de compra, e Petrobras PN, a R$ 27,66 por ação, movimentou R$ 247,7 milhões em opções de compra.
A aversão ao risco se deu em razão da preocupação com a saúde do setor financeiro dos EUA.
Outra informação que também vem preocupando os investidores é o teste de estresse que está sendo feito pelo Tesouro com as instituições financeiras norte-americanas, cujo resultado deve ser divulgado no início de maio.
Os papéis dos bancos brasileiros também acompanharam o desempenho setor bancário nos EUA. ItauUnibanco PN encerrou com declínio de 3,60%, Bradesco PN -4,20% e Banco do Brasil ON -2,23%. A forte queda acentuada dos preços das commodities foi outro fator que pesou bastante nos negócios, estimulando as vendas de papéis importantes do Ibovespa.
Usiminas PNA perdeu 4,87%, CSN ON - 4,73% e Gerdau PN -4,14%. Vale PNA teve queda de 2,25% e ON -4,02%. Os papéis da mineradora também foram influenciados pelo comunicado da empresa confirmando medidas mais flexíveis para seus contratos de minério de longo prazo. Ainda no campo das commodities, a Petrobras foi puxada pela queda do petróleo. O contrato de petróleo para maio, que venceu hoje na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), desabou 8,84%, para US$ 45,88 por barril. Os papéis ON da estatal cederam 3,08% e PN -2,44%.
Entre as maiores altas do índice, destaque para NET PN com alta de 1,95%, a R$ 16,21. Do lado negativo, Cosan ON fechou com desvalorização de 7,76%, a R$ 11,53, seguida de Votorantim Papel e Celulose PN e Cyrela Commercial Propert ON, - 6,55%, a R$ 10,98.
20 de Abril de 2009 18:31
A aversão ao risco pautou os negócios nas bolsas pelo mundo e por aqui não foi diferente. A Bovespa operou durante todo o dia em queda para encerrar com desvalorização de 2,94%, aos 44.433,15 pontos. Além das notícias que contribuíram para este cenário, a bolsa doméstica ainda tem a desvantagem de amanhã ser feriado por aqui enquanto os mercados funcionarão normalmente pelo mundo. A queda no preço das matérias-primas (commodities) e a preocupação com o setor financeiro ditaram o ritmo das perdas hoje. "Diante deste cenário, quem pode está embolsando lucro ou reduzindo posição", disse uma fonte de um banco.
Durante a sessão, o índice paulista atingiu a mínima de 44.274,88 pontos (3,28%) e a máxima de 45.778,28 (cotação de abertura). O giro financeiro somou R$ 5,66 bilhões inflado pelo vencimento de opções sobre ações que somou R$ 2,343 bilhões e registrou o maior volume desde o vencimento de maio do ano passado (R$ 4,007 bilhões) e o dobro do registrado em março (R$ 1,411 bilhão). Do total do vencimento de opções de hoje, R$ 1,894 bilhão foi feito em contratos de compra e R$ 448,286 milhões, em contratos de venda. As opções que registraram maior volume foram Vale PNA a R$ 27,48 por ação, que movimentou R$ 361,7 milhões em opções de compra, e Petrobras PN, a R$ 27,66 por ação, movimentou R$ 247,7 milhões em opções de compra.
A aversão ao risco se deu em razão da preocupação com a saúde do setor financeiro dos EUA.
Outra informação que também vem preocupando os investidores é o teste de estresse que está sendo feito pelo Tesouro com as instituições financeiras norte-americanas, cujo resultado deve ser divulgado no início de maio.
Os papéis dos bancos brasileiros também acompanharam o desempenho setor bancário nos EUA. ItauUnibanco PN encerrou com declínio de 3,60%, Bradesco PN -4,20% e Banco do Brasil ON -2,23%. A forte queda acentuada dos preços das commodities foi outro fator que pesou bastante nos negócios, estimulando as vendas de papéis importantes do Ibovespa.
Usiminas PNA perdeu 4,87%, CSN ON - 4,73% e Gerdau PN -4,14%. Vale PNA teve queda de 2,25% e ON -4,02%. Os papéis da mineradora também foram influenciados pelo comunicado da empresa confirmando medidas mais flexíveis para seus contratos de minério de longo prazo. Ainda no campo das commodities, a Petrobras foi puxada pela queda do petróleo. O contrato de petróleo para maio, que venceu hoje na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), desabou 8,84%, para US$ 45,88 por barril. Os papéis ON da estatal cederam 3,08% e PN -2,44%.
Entre as maiores altas do índice, destaque para NET PN com alta de 1,95%, a R$ 16,21. Do lado negativo, Cosan ON fechou com desvalorização de 7,76%, a R$ 11,53, seguida de Votorantim Papel e Celulose PN e Cyrela Commercial Propert ON, - 6,55%, a R$ 10,98.
domingo, 19 de abril de 2009
IBOV...tendência de queda na semana de 20 a 24/04

Após atingir a máxima nos 46.591 pontos, no meio da semana, o Ibovespa refluiu no final de semana até finalizar em 45.778 pontos, alta de apenas 0,52% em relação ao fechamento semanal anterior. O gráfico semanal do Ibovespa formou um "doji" com fortes características de um "doji evening star", sinalizando o final da sequência de seis semanas seguidas de alta. Muitos indicadores se tornaram "sobrecomprados", após esse período de altas, sugerindo a possível realização, no início da semana, visto que no gráfico diário do Ibovespa, o "candle" formado nesta última sexta é um "martelo invertido", sinalizador da reversão de tendência.
Suportes semanais em 45.100, 44.400, 43.930, 43.480, 42.200 e 41.300 pontos.
Resistências semanais em 46.080, 46.200, 46.900 e 47.600 pontos.
DJI...perspectivas para a semana de 20 a 24/04

Após alcançar a máxima semanal nos 8.190 pontos, DJI finalizou nesta sexta nos 8.131 pontos, pequena alta de 0,59% sobre o fechamento da semana anterior, nos 8.083 pontos. O "candle" formado no gráfico semanal se assemelha a um "doji" sinalizando a possibilidade do final da tendência de alta, com a eventual formação de um "doji evening star". A tendencia altista iniciada há seis semanas atrás, deixou os principais indicadores "sobrecomprados" e uma forte possibilidade de realizar, já no início da semana.
Suportes semanais imediatos em 8.000, 7.900, 7.770 e 7.690 pontos.
Resistências imediatas em 8.210, 8.300 e 8.400 pontos.
sábado, 18 de abril de 2009
Petróleo...após 17/04...suportes e resistências

Os contratos futuros de óleo cru leve (Crude Light Oil) da série K09, com vencimento em maio/09, após uma semana de pequenas oscilações, praticamente "andando de lado" dentro de um "triângulo simétrico", vieram atingir, nesta sexta, a máxima em US$ 51,37/barril onde encontraram resistência no topo do canal de baixa, formado há cerca de 3 semanas. O barril de petróleo nessa série, finalizou a semana cotado a US$ 50,33, em alta de +0,70%, formando um "candle" semelhante a um "martelo invertido", no gráfico diário, sinalizando uma possível reversão da tendência. A tendência baixista, provavelmente já no início desta semana, poderá levar à perda do suporte em US$ 48,90 para que o barril de petróleo venha buscar seus objetivos imediatos de queda em US$ 46,60.
Resistências em 51,13; 51,75 e US$52,45/barril
Suportes em 49,75; 48,90; 47,36 e US$46,60/barril
Commodities...perspectivas para a semana de 20 a 24/04.
Fonte: Bloomberg
Situação em 09/04
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 973.93 15.68 967.69 978.03 967.69
(Laranja)S&P GSCI 379.20 12.08 375.04 381.68 373.66
(Verde)RJ/CRB Commodity 227.88 4.17 223.70 227.91 223.70
(Azul)Rogers Intl 2595.58 52.15 2564.66 2608.90 2564.04
Situação em 17/04
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 981.34 4.46 976.29 984.35 976.25
S&P GSCI 377.57 1.72 374.85 380.28 373.30
RJ/CRB Commodity 225.85 .77 225.08 225.95 224.77
Rogers Intl 2588.91 11.31 2574.19 2600.13 2564.65
Variação semanal 17/04 a 09/04
INDICE Fechamento (17/04) Fechamento(09/04) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 981.34 973.93 +0,76%
S&P GSCI 377.57 379.20 -0,43%
RJ/CRB Commodity 228.93 227.88 +0,46%
Rogers Intl 2598.64 2595.58+0,12%
Análise:
Nesta última semana, as commodities fecharam em leve alta em relação à semana anterior, fechando na média dos quatro índices em +0,23% . Os preços das commodities ainda estão defasados (na média desses 4 índices) em aproximadamente -45%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, registra os preços das principais commodities no topo do canal em que os preços vem oscilando nesses últimos cinco meses. Os principais gráficos sinalizaram novamente outro "doji" de indefinição, o que pode estar sinalizando algum movimento mais forte para um dos dois lados. Considerando os principais osciladores operando na região "sobrecomprada", é bem possível que os preços iniciem nesta semana, novo movimento em direção ao fundo do canal.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Bolsas de NY sobem hoje e registram ganho na semana
por Danielle Chaves de Agência ESTADO
17 de Abril de 2009 18:44
Nova York - Os investidores se animaram hoje com os dados sobre o sentimento do consumidor norte-americano e os resultados trimestrais do conglomerado industrial General Electric (GE) e do banco Citigroup, que vieram melhores que o esperado. Com isso, os principais índices das Bolsas norte-americanas registraram o mais longo período de ganhos dos últimos anos.
O índice Dow Jones fechou em leve alta de 0,07%, a 8.131,33 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou um leve ganho de 0,59%, marcando assim, suas primeiras seis semanas de alta desde igual período encerrado na semana de 18 de maio de 2007. O S&P-500 avançou 0,5% hoje, e fechou aos 869,60 pontos. O índice teve alta de 1,52% na semana e reduziu suas perdas no ano para 3,7%.
Já o Nasdaq 100 ganhou 0,16%, e fechou aos 1.673,07 pontos. Depois de avançar 1,24% esta semana, o índice acumula alta de 6,09% em 2009 e registrou sua mais longa série de altas desde as sete semanas de ganhos que terminaram em dezembro de 2005.
Os índices norte-americanos chegaram a operar em queda perto do fechamento do pregão desta sexta-feira, no entanto, em uma ilustração da volatilidade associada ao vencimento de opções hoje, quando os operadores se desfizeram de posições em derivativos no mercado de ações, encerraram os negócios do dia em alta.
"Houve uma mistura de surpresas positivas para o mercado - uma boa forma de começar a temporada de balanços, embora a base seja de expectativas muito baixas - e perspectivas que sugerem que o pior já tenha ficado para trás", afirmou Quincy Krosby, estrategista chefe de investimentos da Hartford Financial Services.
Entre os destaques do dia, as ações da GE subiram 1% depois de anunciar uma queda no lucro do primeiro trimestre deste ano que não foi tão severa quanto o mercado esperava.
Já as ações do Citigroup caíram 9%, apesar de terem quadruplicado desde seu nível mais baixo. Ainda no setor financeiro, Morgan Stanley avançou 4,3%.
O site de buscas Google subiu 0,9%, depois de anunciar ontem à noite que seu lucro e sua receita aumentaram no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Porém, os ganhos obtidos no período entre janeiro e março de 2009 foram limitados porque a receita diminuiu, quando comparada com o quarto trimestre de 2008. As informações são da Dow Jones.
17 de Abril de 2009 18:44
Nova York - Os investidores se animaram hoje com os dados sobre o sentimento do consumidor norte-americano e os resultados trimestrais do conglomerado industrial General Electric (GE) e do banco Citigroup, que vieram melhores que o esperado. Com isso, os principais índices das Bolsas norte-americanas registraram o mais longo período de ganhos dos últimos anos.
O índice Dow Jones fechou em leve alta de 0,07%, a 8.131,33 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou um leve ganho de 0,59%, marcando assim, suas primeiras seis semanas de alta desde igual período encerrado na semana de 18 de maio de 2007. O S&P-500 avançou 0,5% hoje, e fechou aos 869,60 pontos. O índice teve alta de 1,52% na semana e reduziu suas perdas no ano para 3,7%.
Já o Nasdaq 100 ganhou 0,16%, e fechou aos 1.673,07 pontos. Depois de avançar 1,24% esta semana, o índice acumula alta de 6,09% em 2009 e registrou sua mais longa série de altas desde as sete semanas de ganhos que terminaram em dezembro de 2005.
Os índices norte-americanos chegaram a operar em queda perto do fechamento do pregão desta sexta-feira, no entanto, em uma ilustração da volatilidade associada ao vencimento de opções hoje, quando os operadores se desfizeram de posições em derivativos no mercado de ações, encerraram os negócios do dia em alta.
"Houve uma mistura de surpresas positivas para o mercado - uma boa forma de começar a temporada de balanços, embora a base seja de expectativas muito baixas - e perspectivas que sugerem que o pior já tenha ficado para trás", afirmou Quincy Krosby, estrategista chefe de investimentos da Hartford Financial Services.
Entre os destaques do dia, as ações da GE subiram 1% depois de anunciar uma queda no lucro do primeiro trimestre deste ano que não foi tão severa quanto o mercado esperava.
Já as ações do Citigroup caíram 9%, apesar de terem quadruplicado desde seu nível mais baixo. Ainda no setor financeiro, Morgan Stanley avançou 4,3%.
O site de buscas Google subiu 0,9%, depois de anunciar ontem à noite que seu lucro e sua receita aumentaram no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Porém, os ganhos obtidos no período entre janeiro e março de 2009 foram limitados porque a receita diminuiu, quando comparada com o quarto trimestre de 2008. As informações são da Dow Jones.
Vale e Petrobras pesam e Ibovespa recua 0,54%
por Agência ESTADO
17 de Abril de 2009 17:43
As ações da Vale e da Petrobras serviram de freio ao índice Bovespa (Ibovespa), que teve como destaque positivo hoje principalmente os papéis do setor siderúrgico, beneficiados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de linha branca (geladeiras, fogões e lavadoras). O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira concentrou uma 'briga' nos principais strikes das duas blue chips e, hoje, o sinal vermelho predominou. Além disso, a falta de notícias com peso para conduzir o índice para além dos 46 mil deixa de atrair dinheiro novo, o que faz com que muitos investidores apenas façam uma rotação de suas carteiras. E optem por vender os papéis com ganhos acumulados, caso dessas duas empresas.
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 0,54%, aos 45.778,28 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 45.723 pontos (-0,66%) e, na máxima, os 46.187 pontos (+0,35%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 11,86% e, no ano, de 21,91%. Na semana, o ganho foi de apenas 0,52%. O giro financeiro do dia totalizou R$ 4,097 bilhões. Os dados são preliminares.
As Bolsas norte-americanas tiveram um início indeciso, mas se firmaram no azul no período da tarde, influenciadas pelos balanços melhores do que o previsto do Citigroup e da General Electric (GE). Os números reforçaram a perspectiva de que o sistema financeiro estaria recobrando o equilíbrio. Também agradou os investidores o índice de sentimento do consumidor dos EUA, medido pela Universidade de Michigan, que melhorou na leitura preliminar de abril (subiu de 57,3 em março para 61,9).
O Dow Jones terminou a sessão em alta de 0,07%, aos 8.131,33 pontos. O S&P 500 avançou 0,50%, para 869,60 pontos. O Nasdaq, que mais cedo registrava queda mais acentuada que os demais índices por causa dos números do Google, ganhou 0,16%, para 1.637,07 pontos. O setor financeiro liderou os ganhos. American Express subiu 5,41%, o Bank of America, 2,51% e o JPMorgan, 0,06%. O Citigroup foi a exceção, com queda de 8,98%, embora tenha ao longo da sessão registrado ganhos em reação à divulgação de seus resultados no primeiro trimestre.
No Brasil, o governo voltou à carga no anúncio de medidas para tirar o País da crise. Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou a redução, em dez pontos porcentuais, nas alíquotas do IPI para máquinas de lavar (de 20% para 10%), de geladeiras (de 15% para 5%), de tanquinhos (de 10% para zero) e de fogões, (de 5% para zero). A medida, segundo ele, vale a partir de hoje para os próximos três meses. O governo também ampliou a lista de produtos de materiais de construção com redução do IPI.
A diminuição do IPI acabou impulsionando as siderúrgicas, sobretudo as ações da Usiminas, que ontem já estiveram entre as maiores altas do Ibovespa e, hoje, repetiram o feito. Usiminas PNA liderou as compras, com 4,25%, seguida pela ação ON da empresa (4,23%). Gerdau PN avançou 0,65%, Metalúrgica Gerdau PN, 1%, e CSN ON, 1,05%. Outras companhias relacionadas também tiveram ganhos expressivos: Weg ON, que fornece motores para a linha branca, subiu 3,45%, e Brasmotor, que fabrica geladeiras das marcas Brastemp e Consul, disparou 18,46% na ON e 20,83% na PN.
Nas blue chips, além da 'briga' para o vencimento de opções da próxima segunda-feira, muitos investidores optaram por vender para fazer uma rotatividade de suas carteiras. "Como esses papéis têm ganhos acumulados no ano e faltam notícias de peso para atrair dinheiro novo, os investidores optaram por trocar as ações, vendendo blue chips e comprando outras mais descontadas", justificou o economista da Win Trade José Góis.
O contrato do petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) terminou com alta de 0,70%, a US$ 50,33. Petrobras caiu 1,19% na ação ON (acumula ganho de 37,11% em 2009) e 1,60% na PN (+30,74% no ano). A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu hoje que, se os preços do petróleo mantiverem a queda permanente, a tendência é de que haja uma adequação dos atuais preços dos combustíveis no País aos níveis internacionais.
Vale ON acabou o dia em baixa de 0,81% (+29,37% no ano) e Vale PNA, de 1% (+26,93% no ano), na contramão do fechamento dos metais, que subiram no exterior. A empresa anunciou ontem a paralisação, por oito semanas, nas unidades e minas de produção de níquel em Sudbury, no Canadá. O processamento de metais preciosos também ficará parado entre 1º de junho e 27 de julho. A Vale também informou que vai postergar por, pelo menos um ano, a entrada em operação do projeto de níquel de Onça Puma, no Pará, marcada para janeiro de 2010. E que vendeu sua participação na Usiminas. Por fim, a Vale confirmou que negocia com a CSN acordo para dar um fim à disputa judicial que envolve a mina Casa de Pedra, que pertence à siderúrgica.
17 de Abril de 2009 17:43
As ações da Vale e da Petrobras serviram de freio ao índice Bovespa (Ibovespa), que teve como destaque positivo hoje principalmente os papéis do setor siderúrgico, beneficiados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de linha branca (geladeiras, fogões e lavadoras). O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira concentrou uma 'briga' nos principais strikes das duas blue chips e, hoje, o sinal vermelho predominou. Além disso, a falta de notícias com peso para conduzir o índice para além dos 46 mil deixa de atrair dinheiro novo, o que faz com que muitos investidores apenas façam uma rotação de suas carteiras. E optem por vender os papéis com ganhos acumulados, caso dessas duas empresas.
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 0,54%, aos 45.778,28 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 45.723 pontos (-0,66%) e, na máxima, os 46.187 pontos (+0,35%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 11,86% e, no ano, de 21,91%. Na semana, o ganho foi de apenas 0,52%. O giro financeiro do dia totalizou R$ 4,097 bilhões. Os dados são preliminares.
As Bolsas norte-americanas tiveram um início indeciso, mas se firmaram no azul no período da tarde, influenciadas pelos balanços melhores do que o previsto do Citigroup e da General Electric (GE). Os números reforçaram a perspectiva de que o sistema financeiro estaria recobrando o equilíbrio. Também agradou os investidores o índice de sentimento do consumidor dos EUA, medido pela Universidade de Michigan, que melhorou na leitura preliminar de abril (subiu de 57,3 em março para 61,9).
O Dow Jones terminou a sessão em alta de 0,07%, aos 8.131,33 pontos. O S&P 500 avançou 0,50%, para 869,60 pontos. O Nasdaq, que mais cedo registrava queda mais acentuada que os demais índices por causa dos números do Google, ganhou 0,16%, para 1.637,07 pontos. O setor financeiro liderou os ganhos. American Express subiu 5,41%, o Bank of America, 2,51% e o JPMorgan, 0,06%. O Citigroup foi a exceção, com queda de 8,98%, embora tenha ao longo da sessão registrado ganhos em reação à divulgação de seus resultados no primeiro trimestre.
No Brasil, o governo voltou à carga no anúncio de medidas para tirar o País da crise. Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou a redução, em dez pontos porcentuais, nas alíquotas do IPI para máquinas de lavar (de 20% para 10%), de geladeiras (de 15% para 5%), de tanquinhos (de 10% para zero) e de fogões, (de 5% para zero). A medida, segundo ele, vale a partir de hoje para os próximos três meses. O governo também ampliou a lista de produtos de materiais de construção com redução do IPI.
A diminuição do IPI acabou impulsionando as siderúrgicas, sobretudo as ações da Usiminas, que ontem já estiveram entre as maiores altas do Ibovespa e, hoje, repetiram o feito. Usiminas PNA liderou as compras, com 4,25%, seguida pela ação ON da empresa (4,23%). Gerdau PN avançou 0,65%, Metalúrgica Gerdau PN, 1%, e CSN ON, 1,05%. Outras companhias relacionadas também tiveram ganhos expressivos: Weg ON, que fornece motores para a linha branca, subiu 3,45%, e Brasmotor, que fabrica geladeiras das marcas Brastemp e Consul, disparou 18,46% na ON e 20,83% na PN.
Nas blue chips, além da 'briga' para o vencimento de opções da próxima segunda-feira, muitos investidores optaram por vender para fazer uma rotatividade de suas carteiras. "Como esses papéis têm ganhos acumulados no ano e faltam notícias de peso para atrair dinheiro novo, os investidores optaram por trocar as ações, vendendo blue chips e comprando outras mais descontadas", justificou o economista da Win Trade José Góis.
O contrato do petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) terminou com alta de 0,70%, a US$ 50,33. Petrobras caiu 1,19% na ação ON (acumula ganho de 37,11% em 2009) e 1,60% na PN (+30,74% no ano). A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu hoje que, se os preços do petróleo mantiverem a queda permanente, a tendência é de que haja uma adequação dos atuais preços dos combustíveis no País aos níveis internacionais.
Vale ON acabou o dia em baixa de 0,81% (+29,37% no ano) e Vale PNA, de 1% (+26,93% no ano), na contramão do fechamento dos metais, que subiram no exterior. A empresa anunciou ontem a paralisação, por oito semanas, nas unidades e minas de produção de níquel em Sudbury, no Canadá. O processamento de metais preciosos também ficará parado entre 1º de junho e 27 de julho. A Vale também informou que vai postergar por, pelo menos um ano, a entrada em operação do projeto de níquel de Onça Puma, no Pará, marcada para janeiro de 2010. E que vendeu sua participação na Usiminas. Por fim, a Vale confirmou que negocia com a CSN acordo para dar um fim à disputa judicial que envolve a mina Casa de Pedra, que pertence à siderúrgica.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
IBOV...após 16/04...suportes e resistências

Depois de confirmar a reversão para a tendência de alta, sinalizada pelo "martelo" do pregão anterior, o "candle" deste pregão ficou parecido com um "martelo invertido" que pode estar sinalizando novamente a retomada da queda. Depois de buscar a máxima nos 46.211 pontos, o IBOV sintonizado com DJI, refluiu para finalizar em 46.025 pontos (+1,66%). O fechamento acima dos 46 mil pontos, mostra a força compradora, destas últimas 5 semanas seguidas de alta. É possível que possa ainda ocorrer a retomada da alta, no movimento intraday, mas alguma realização pela perda da pressão compradora, poderá também acontecer, visto que os principais indicadores continuam em região "sobrecomprada".
Suportes imediatos em 45.680, 45.280, 45.240 e 44.700 pontos.
Resistências imediatas em 46.040, 46.400 e 46.870 pontos.
DJI...após 16/04...suportes e resistências

O gráfico diário de DJI formou um "piercing" com relativa indefinição, contrapondo-se ao "martelo" de alta, do pregão anterior, que sinalizou a reversão para essa nova tendência. Depois de atingir a máxima nos 8.168 pontos, DJI refluiu no final do pregão fechando em 8.125 pontos ( +1,25%). Apesar da boa reação verificada, os principais osciladores estão ainda relativamente "sobrecomprados", sugerindo alguma realização.
Suportes imediatos em 8.050, 7.950 e 7.900 pontos.
Resistências imediatas em 8.180, 8.220, 8.240 e 8.260 pontos.
Nasdaq sobe 2,68%, para o maior nível desde novembro
por Agência ESTADO
16 de Abril de 2009 18:43
Os principais índices de ações norte-americanos fecharam com ganhos, com o Nasdaq em seu nível mais alto desde novembro. As bolsas foram impulsionadas pela alta das ações de tecnologia e consumo - como Google, Nokia, Walt Disney e Hewlett-Packard -, que foram beneficiadas pelo otimismo dos investidores com relação à recuperação da economia.
Operadores disseram que o mercado acionário está mais comprador do que no fim de 2008 e início deste ano, embora as condições econômicas e bancárias permaneçam nebulosas. Mesmo em sessões como a de hoje, quando dados econômicos pressionam os índices, as ações acabam se recuperando no fim do dia.
O índice Nasdaq, que é composto em sua maior parte por ações de tecnologia e consumo economicamente sensíveis, subiu 43,64 pontos, ou 2,68%, e fechou em 1.670,44 pontos, elevando os ganhos no ano até agora para 5,9% e registrando o fechamento mais alto desde 5 de novembro. A relativa força do Nasdaq aponta um apetite pelo risco, algo que também foi refletido na estreia das negociações com ações da empresa de software Rosetta Stone.
O índice Dow Jones e o S&P-500 fecharam no nível mais alto desde 9 de fevereiro. O Dow Jones subiu 95,81 pontos, ou 1,19%, e fechou em 8.125,43 pontos, enquanto o S&P-500 avançou 13,24 pontos, ou 1,55%, e fechou em 865,30 pontos, 30% acima da mínima de 666 pontos atingida em março. O S&P-500 acumula perda de 4,2% no ano até agora. O NYSE Composite subiu 69,30 pontos, ou 1,29%, e fechou em 5.454,27 pontos.
O Google fechou o pregão regular em alta de 2,4% e ampliou os ganhos no after-hours, depois de anunciar resultados fortes no primeiro trimestre deste ano.
O JPMorgan Chase subiu 2,1% depois de anunciar lucro no primeiro trimestre deste ano. Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Nokia subiram 11%, após a fabricante de celulares finlandesa afirmar que está vendo sinais de que seu mercado está se estabilizando.
A Hewllet-Packard, que vai lançar um novo computador para aumentar a competição no mercado, avançou 5%. Walt Disney ganhou 4%. A Sun Microsystems subiu 4,4%, apesar dos relatos de que a IBM teria se recusado a retomar as negociações para comprar a empresa. As informações são da Dow Jones.
16 de Abril de 2009 18:43
Os principais índices de ações norte-americanos fecharam com ganhos, com o Nasdaq em seu nível mais alto desde novembro. As bolsas foram impulsionadas pela alta das ações de tecnologia e consumo - como Google, Nokia, Walt Disney e Hewlett-Packard -, que foram beneficiadas pelo otimismo dos investidores com relação à recuperação da economia.
Operadores disseram que o mercado acionário está mais comprador do que no fim de 2008 e início deste ano, embora as condições econômicas e bancárias permaneçam nebulosas. Mesmo em sessões como a de hoje, quando dados econômicos pressionam os índices, as ações acabam se recuperando no fim do dia.
O índice Nasdaq, que é composto em sua maior parte por ações de tecnologia e consumo economicamente sensíveis, subiu 43,64 pontos, ou 2,68%, e fechou em 1.670,44 pontos, elevando os ganhos no ano até agora para 5,9% e registrando o fechamento mais alto desde 5 de novembro. A relativa força do Nasdaq aponta um apetite pelo risco, algo que também foi refletido na estreia das negociações com ações da empresa de software Rosetta Stone.
O índice Dow Jones e o S&P-500 fecharam no nível mais alto desde 9 de fevereiro. O Dow Jones subiu 95,81 pontos, ou 1,19%, e fechou em 8.125,43 pontos, enquanto o S&P-500 avançou 13,24 pontos, ou 1,55%, e fechou em 865,30 pontos, 30% acima da mínima de 666 pontos atingida em março. O S&P-500 acumula perda de 4,2% no ano até agora. O NYSE Composite subiu 69,30 pontos, ou 1,29%, e fechou em 5.454,27 pontos.
O Google fechou o pregão regular em alta de 2,4% e ampliou os ganhos no after-hours, depois de anunciar resultados fortes no primeiro trimestre deste ano.
O JPMorgan Chase subiu 2,1% depois de anunciar lucro no primeiro trimestre deste ano. Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Nokia subiram 11%, após a fabricante de celulares finlandesa afirmar que está vendo sinais de que seu mercado está se estabilizando.
A Hewllet-Packard, que vai lançar um novo computador para aumentar a competição no mercado, avançou 5%. Walt Disney ganhou 4%. A Sun Microsystems subiu 4,4%, apesar dos relatos de que a IBM teria se recusado a retomar as negociações para comprar a empresa. As informações são da Dow Jones.
Bolsa sobe 1,66% em dia de noticiário corporativo rico
Bolsa sobe 1,66% em dia de noticiário corporativo rico
16 de Abril de 2009 17:48
A Bolsa de Valores de São Paulo subiu hoje, conduzida pelo desempenho positivo dos bancos, siderúrgicas e varejistas. Frigoríficos também foram destaque, com a confirmação, no final da tarde, de que o governo vai criar uma linha de financiamento para o setor. Vale e Petrobras também fecharam no azul, mas tiveram um desempenho "morno", na avaliação de alguns especialistas - embora tenham concentrado o volume financeiro. Na segunda-feira, acontece o vencimento de opções sobre ações, em que os principais papéis em negociação são justamente das duas companhias.
O Ibovespa, principal índice, fechou em alta de 1,66%, aos 46.024,78 pontos. Na mínima, atingiu os 45.277 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 46.211 pontos (+2,07%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 12,46% e, no ano, de 22,57%. O giro financeiro totalizou R$ 5,030 bilhões.
A Bovespa acompanhou o desempenho das bolsas norte-americanas. Em Nova York, o índice Dow Jones terminou a sessão em elevação de 1,19%, o S&P avançou 1,55% e o Nasdaq subiu 2,68%. Os ganhos foram influenciados pelo balanço melhor do que o esperado do banco JPMorgan, embora a queda no número de novas obras residenciais nos EUA mostre que ainda há motivos para preocupação e possa ter limitado o entusiasmo nas compras.
No Brasil, Vale e Petrobras acabaram ofuscadas em meio a um noticiário rico de informações para o setor corporativo de um modo geral. Os investidores entraram numa "briga" pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, com uma parcela dos investidores tentanto puxar os preços dos papéis das duas empresas para cima e outra parcela, para baixo. Vale PNA terminou em alta de 0,77%, Vale ON, em +0,65%, Petrobras ON, em +0,53% e Petrobras PN, em +0,07%.
Além disso, o preço do petróleo subiu hoje no exterior, mas as ações da Petrobras ainda estão sentindo o peso das informações sobre o provável reajuste do diesel. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que o preço deste combustível deve ser reduzido num prazo de três a quatro meses.
Vale contou com um dia rico de notícias em seu segmento, a mais relevante delas sendo o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que subiu 6,1% no primeiro trimestre do ano. Apesar de robusto - e de ter vindo em linha com as estimativas dos analistas - foi o pior desempenho em quase 20 anos.
As siderúrgicas tiveram bom desempenho, na esteira dos pacotes anunciados pelo governo recentemente. Além do Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para veículos, que vale até 30 de junho, e do programa Minha Casa, Minha Vida, que deve impulsionar a venda de aço para a construção civil, a expectativa de que a linha branca também seja desonerada do IPI é um fator adicional a favorecer a compra de papéis. As ações da Usiminas, neste caso, foram as maiores beneficiadas, já que a empresa é importante fornecedora de aço para esse segmento. Usiminas PNA avançou 6,39% e foi a segunda maior alta do Ibovespa, seguida por Usiminas ON (+6,32%). Gerdau PN subiu 2,13%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,52%, e CSN ON, 2,42%.
No setor bancário, as ações repercutiram o desempenho do setor nos Estados Unidos. Bradesco PN fechou com alta de 2,93%, Itaú Unibanco PN, de 2,89% e BB PN, de 4,86%.
O setor varejista também contou com bom desempenho hoje, graças ao desempenho das vendas divulgado pelo IBGE. Houve avanço de 1,5% nas vendas do setor em fevereiro ante janeiro - acima da previsão de analistas, de 1,10% - e de 3,8% na comparação com fevereiro do ano passado. Lojas Renner ON avançou 5,93% e Pão de Açúcar PN, +5,99%. Lojas Americanas PN subiu 2,19%.
JBS Friboi ON registrou ganho acentuado, de 7,45%, a maior alta do Ibovespa. Marfrig, que não faz parte da carteira teórica do Ibovespa, disparou 8,35%. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje a criação de uma linha de crédito para a agricultura no valor de R$ 10 bilhões, montante que privilegiará o setor de frigoríficos.
BM&FBovespa ON avançou 5,82%, na esteira da confirmação, pelo presidente Lula, de que o governo estuda alterações nas regras das cadernetas de poupança, por causa da queda da taxa Selic.
16 de Abril de 2009 17:48
A Bolsa de Valores de São Paulo subiu hoje, conduzida pelo desempenho positivo dos bancos, siderúrgicas e varejistas. Frigoríficos também foram destaque, com a confirmação, no final da tarde, de que o governo vai criar uma linha de financiamento para o setor. Vale e Petrobras também fecharam no azul, mas tiveram um desempenho "morno", na avaliação de alguns especialistas - embora tenham concentrado o volume financeiro. Na segunda-feira, acontece o vencimento de opções sobre ações, em que os principais papéis em negociação são justamente das duas companhias.
O Ibovespa, principal índice, fechou em alta de 1,66%, aos 46.024,78 pontos. Na mínima, atingiu os 45.277 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 46.211 pontos (+2,07%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 12,46% e, no ano, de 22,57%. O giro financeiro totalizou R$ 5,030 bilhões.
A Bovespa acompanhou o desempenho das bolsas norte-americanas. Em Nova York, o índice Dow Jones terminou a sessão em elevação de 1,19%, o S&P avançou 1,55% e o Nasdaq subiu 2,68%. Os ganhos foram influenciados pelo balanço melhor do que o esperado do banco JPMorgan, embora a queda no número de novas obras residenciais nos EUA mostre que ainda há motivos para preocupação e possa ter limitado o entusiasmo nas compras.
No Brasil, Vale e Petrobras acabaram ofuscadas em meio a um noticiário rico de informações para o setor corporativo de um modo geral. Os investidores entraram numa "briga" pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, com uma parcela dos investidores tentanto puxar os preços dos papéis das duas empresas para cima e outra parcela, para baixo. Vale PNA terminou em alta de 0,77%, Vale ON, em +0,65%, Petrobras ON, em +0,53% e Petrobras PN, em +0,07%.
Além disso, o preço do petróleo subiu hoje no exterior, mas as ações da Petrobras ainda estão sentindo o peso das informações sobre o provável reajuste do diesel. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que o preço deste combustível deve ser reduzido num prazo de três a quatro meses.
Vale contou com um dia rico de notícias em seu segmento, a mais relevante delas sendo o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que subiu 6,1% no primeiro trimestre do ano. Apesar de robusto - e de ter vindo em linha com as estimativas dos analistas - foi o pior desempenho em quase 20 anos.
As siderúrgicas tiveram bom desempenho, na esteira dos pacotes anunciados pelo governo recentemente. Além do Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para veículos, que vale até 30 de junho, e do programa Minha Casa, Minha Vida, que deve impulsionar a venda de aço para a construção civil, a expectativa de que a linha branca também seja desonerada do IPI é um fator adicional a favorecer a compra de papéis. As ações da Usiminas, neste caso, foram as maiores beneficiadas, já que a empresa é importante fornecedora de aço para esse segmento. Usiminas PNA avançou 6,39% e foi a segunda maior alta do Ibovespa, seguida por Usiminas ON (+6,32%). Gerdau PN subiu 2,13%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,52%, e CSN ON, 2,42%.
No setor bancário, as ações repercutiram o desempenho do setor nos Estados Unidos. Bradesco PN fechou com alta de 2,93%, Itaú Unibanco PN, de 2,89% e BB PN, de 4,86%.
O setor varejista também contou com bom desempenho hoje, graças ao desempenho das vendas divulgado pelo IBGE. Houve avanço de 1,5% nas vendas do setor em fevereiro ante janeiro - acima da previsão de analistas, de 1,10% - e de 3,8% na comparação com fevereiro do ano passado. Lojas Renner ON avançou 5,93% e Pão de Açúcar PN, +5,99%. Lojas Americanas PN subiu 2,19%.
JBS Friboi ON registrou ganho acentuado, de 7,45%, a maior alta do Ibovespa. Marfrig, que não faz parte da carteira teórica do Ibovespa, disparou 8,35%. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje a criação de uma linha de crédito para a agricultura no valor de R$ 10 bilhões, montante que privilegiará o setor de frigoríficos.
BM&FBovespa ON avançou 5,82%, na esteira da confirmação, pelo presidente Lula, de que o governo estuda alterações nas regras das cadernetas de poupança, por causa da queda da taxa Selic.
Assinar:
Postagens (Atom)