por Agência ESTADO
29 de Junho de 2009 17:39
A segunda-feira foi rica ao mercado acionário doméstico, com a prorrogação das medidas de desoneração tributária pelo governo e, sobretudo, com a estreia das ações da VisaNet no pregão. Os papéis foram destaque de ganhos e também de giro, desbancando as blue chips Vale e Petrobras das mais negociadas da sessão. A renovação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para construção civil, eletrodomésticos da linha branca e veículos, embora já esperada, também contribuiu para reforçar o ambiente favorável da sessão.
O índice Bovespa, principal referência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou a última segunda-feira do mês e do primeiro semestre com elevação de 1,27%, aos 52.137,58 pontos, maior nível desde os 53.558,23 pontos de 12 de junho passado. Com o resultado de hoje, o Ibovespa diminuiu as perdas acumulas em junho a 1,99%. Em 2009, tem ganho de 38,85%. O giro financeiro somou hoje R$ 6,389 bilhões, dos quais R$ 2,888 bilhões foram movimentados pela ação estreante. Visanet ON subiu 11,80%, para fechar a R$ 16,77. Na máxima cotação do dia, atingiu R$ 17,35. Segundo uma fonte, os estrangeiros teriam levado 80% das ações reservadas. Os dados são preliminares.
Além da VisaNet, a Bovespa ainda teve boas notícias macroeconômicas para repercutir. O governo anunciou hoje a prorrogação do IPI reduzido para alguns setores. Como a notícia já havia sido antecipada, não teve impacto forte nos papéis dos setores relacionados, mas num dia positivo, também contribuiu, influenciando ações da construção civil e siderúrgicas.
O governo decidiu estender por mais três meses o IPI menor dos veículos, medida que valerá até setembro. No último trimestre, haverá aumento gradual da alíquota. Os caminhões terão extensão da medida por seis meses, assim como a construção civil, onde vergalhões de cobre também foram incluídos na isenção. No caso dos eletrodomésticos da linha branca, a extensão vai até outubro de 2009, enquanto as alíquotas menores de PIS/Cofins para farinha de trigo e pão comum foram mantidas por mais 18 meses (até o final de 2010).
Além do noticiário forte hoje, as bolsas internacionais deram trégua. Em Wall Street, a segunda-feira foi dia de ajuste de carteiras de investimentos antes do encerramento do trimestre. As ações das petrolíferas foram destaques de ganhos em razão da forte alta do preço do petróleo. O Dow Jones subiu 1,08%, para 8.529,38 pontos. O S&P avançou 0,91%, aos 927,23 pontos, e o Nasdaq 0,32%, aos 1.844,06 pontos.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo com vencimento em agosto avançou 3,37%, para fechar cotado a US$ 71,49 o barril. A commodity subiu impulsionada por notícias de novos ataques de militantes à infraestrutura de petróleo da Nigéria e pela alta das bolsas. A alta do petróleo influenciou no desempenho das ações da Petrobras, que terminaram com valorização de 2,36% na ON (ações ordinárias) e de 2,48% na PN (ações preferenciais).
Vale também subiu, mas com menos vigor: alta de 0,90% a ON e de 0,66% a PNA. No setor siderúrgico, Gerdau PN avançou 2,06%, Metalúrgica Gerdau PN subiu 2,03%, Usiminas PNA ganhou 3,75% e CSN ON, 0,63%
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
IBOV...suportes e resistências na semana de 29/06 a 03/07

No início da semana passada, ocorreu continuidade na realização do Ibovespa iniciada na semana anterior, fazendo com que o Ibov viesse a buscar suporte na mínima nos 49.130 pontos. Na própria terça, iniciou um processo de recuperação que culminou com a máxima nesta última sexta, nos 51.935 pontos, mas que não suportou a pressão vendedora, no final do pregão trazendo o Ibovespa para um fechamento em 51.486 pontos (queda de -0,06% no dia) e alta semanal de apenas +0,22% se considerarmos o fechamento da semana anterior, em 51.374 pontos. O "candle" formado no gráfico semanal, assim como no gráfico diário é um "doji" de aparente indefinição. Porém, no gráfico diário, após a sequência de topos crescentes nesses últimos 3 pregões o "doji" do pregão desta sexta-feira poderá se converter em um "doji evening star", sinalizando a possibilidade da reversão da tendência de alta recente, principalmente se houver a confirmação através de topos e fundos decrescentes, nos próximos pregões. Alguns dos principais osciladores do gráfico semanal apontam para a continuidade da realização nesta próxima semana. O Ibovespa parece estar se movimentando em um sub-canal de baixa, com suportes nesta semana nos 48.000/48.300 pontos e resistências nos 52.000/52.450 pontos.
Suportes imediatos em 50.800, 50.070, 49.000, 48.300, 48.000 e 47.300 pontos.
Resistências imediatas em 51.500, 51.940, 52.450 e 53.550 pontos.
DJI...suportes e resistências na semana de 29/06 a 03/07...

No início da semana passada, ocorreu a continuidade da realização de DJI, iniciada na semana anterior, fazendo com que DJI viesse a testar a mínima nos 8.260 pontos na quarta-feira, mas na quinta-feira reagiu com alta de 2% até encontrar resistência na máxima em 8.490 pontos. Na sexta-feira, refluiu até os 8.401 pontos e finalizou em 8.438 pontos queda de -1,19% na semana. O "candle" do gráfico diário é um "pequeno martelo cheio", que poderia sinalizar alguma possibilidade de reação, porém está totalmente "engolfado" pelo "candle" do dia anterior, formando assim um provável "harami de baixa", revertendo a tendência anterior de alta. Observando-se o gráfico semanal, DJI parece estar se movimentando em um sub-canal de baixa, com suportes nesta semana nos 8.140/8.180 pontos e resistências na casa dos 8.500/8.650 pontos.
Suportes imediatos em 8.370, 8.270, 8.230, 8.180, 8.140 e 8.060 pontos.
Resistências imediatas em 8.370, 8.460, 8.502 e 8.650 pontos.
sábado, 27 de junho de 2009
Commodities...perspectivas para o fechamento do mês de junho, início de julho.

Fonte: Bloomberg
Situação em 19/06
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1100.12 -7.75 1110.86 1118.01 1094.70
(Laranja)S&P GSCI 457.20 -8.66 467.88 470.28 455.25
(Verde)RJ/CRB Commodity 252.79 -4.06 256.80 256.85 252.79
(Azul)Rogers Intl 2962.20 -43.08 3011.19 3029.50 2945.88
Situação em 26/06
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1092.46 -10.77 1085.81 1086.91 1066.06
S&P GSCI 450.97 -5.11 459.54 460.96 448.62
RJ/CRB Commodity 251.31 -2.07 253.31 253.74 250.46
Rogers Intl 2932.18 -26.58 2967.47 2983.67 2918.93
Variação semanal 26/06 a 19/06
INDICE Fechamento (26/06) Fechamento(19/06) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1092.46 1100.12 - 0,70%
S&P GSCI 450.97 457.20 -1,36%
RJ/CRB Commodity 251.31 252.79 -0,59%
Rogers Intl 2932.18 2962.20 -1,01%
Análise:
Nesta quarta semana de junho, as commodities continuaram seu processo de realização iniciado na semana anterior, com maior força no início da semana e uma breve recuperação no final da semana, mas finalizaram em leve queda em relação ao fechamento da semana anterior, queda de -0,92% , na média dos quatro índices. Essa correção manteve a defasagem para cerca de (na média desses 4 índices) -44%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços se movimentam em um triângulo simétrico prestes a definir um rompimento (para cima ou para baixo). O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "doji de indefinição", mas a realização mais forte iniciada na semana anterior poderá ter sequência ainda nesta próxima semana composta pelos últimos dias de junho e primeiros dias de julho, caso esses índices percam o suporte na LTA recente.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Dow Jones e S&P fecham em baixa; Nasdaq sobe 0,47%
por Agência ESTADO
26 de Junho de 2009 19:51
Em mais uma sessão de desempenhos desiguais, os índices Dow Jones e S&P 500 fecharam em baixa e completaram a segunda semana com desempenho negativo, de 1,19% e 0,25%, respectivamente, enquanto o Nasdaq subiu e se sustentou um ganho de 0,59% na semana.
Porém faltando apenas duas sessões para encerrar o segundo trimestre, o Dow Jones ainda sustenta um ganho de 11% no mês, que poderá ser seu primeiro trimestre positivo em mais de um ano e meio. O S&P-500 acumula até agora uma alta de 15% no segundo trimestre, enquanto o Nasdaq exibe uma valorização de 20%. Se o Nasdaq mantiver esses ganhos na próxima semana, será o melhor desempenho trimestral em seis anos.
O relatório do Departamento do Comércio dos EUA que revelou um firme aumento da taxa de poupança em maio, para 6,9% - nível mais alto desde dezembro de 1993 -, pesou sobre o mercado nesta sexta-feira. Esta nova indicação da cautela dos consumidores norte-americano esfriou as esperanças de novos investimentos em gastos no geral e no mercado de ações, segundo Andre Bakhos, presidente do Princeton Financial Group.
O Nasdaq foi beneficiado pela alta de 16,59% das ações da Palm que, apesar de ter anunciado um grande prejuízo no seu quarto trimestre fiscal - que refletiu a queda na receita antes do lançamento do seu smartphone Pre -, ainda assim os números foram melhores que o esperado pelos analistas. A companhia está confiante de que o Palm Pre vai lhe devolver o domínio no mercado de aparelhos portáteis e, até agora, os sinais apontam para um forte lançamento, disseram analistas. As ações da Accenture subiram 6,57% também em reação a divulgação de lucros acima do esperado no terceiro trimestre fiscal e melhora nas projeções para o ano.
Por outro lado, as ações da Micron Technology caíram 3,77% depois da fabricante de chips ter anunciado um prejuízo maior no terceiro trimestre, que refletiram as vendas menores e uma baixa contábil sobre o valor de sua unidade de representação gráfica. No entanto, a margem bruta voltou a ficar positiva depois de três trimestres negativos seguidos, com o custo de produção de chips caindo abaixo de seu preço de venda.
No setor financeiro, Bank of America subiu 3,24% e liderou os ganhos entre as componentes do índice Dow Jones. JPMorgan subiu 0,91%, enquanto American Express caiu 2,78%. Nas commodities, as ações da Alcoa subiram 0,37%.
O índice Dow Jones caiu 34,01 pontos (-0,40%) e fechou com 8.438,39 pontos. O Nasdaq subiu 8,68 pontos (0,47%) e fechou com 1.838,22 pontos. O S&P-500 caiu 1,36 pontos (-0,15%) e fechou com 918,90 pontos. As informações são da Dow Jones.
26 de Junho de 2009 19:51
Em mais uma sessão de desempenhos desiguais, os índices Dow Jones e S&P 500 fecharam em baixa e completaram a segunda semana com desempenho negativo, de 1,19% e 0,25%, respectivamente, enquanto o Nasdaq subiu e se sustentou um ganho de 0,59% na semana.
Porém faltando apenas duas sessões para encerrar o segundo trimestre, o Dow Jones ainda sustenta um ganho de 11% no mês, que poderá ser seu primeiro trimestre positivo em mais de um ano e meio. O S&P-500 acumula até agora uma alta de 15% no segundo trimestre, enquanto o Nasdaq exibe uma valorização de 20%. Se o Nasdaq mantiver esses ganhos na próxima semana, será o melhor desempenho trimestral em seis anos.
O relatório do Departamento do Comércio dos EUA que revelou um firme aumento da taxa de poupança em maio, para 6,9% - nível mais alto desde dezembro de 1993 -, pesou sobre o mercado nesta sexta-feira. Esta nova indicação da cautela dos consumidores norte-americano esfriou as esperanças de novos investimentos em gastos no geral e no mercado de ações, segundo Andre Bakhos, presidente do Princeton Financial Group.
O Nasdaq foi beneficiado pela alta de 16,59% das ações da Palm que, apesar de ter anunciado um grande prejuízo no seu quarto trimestre fiscal - que refletiu a queda na receita antes do lançamento do seu smartphone Pre -, ainda assim os números foram melhores que o esperado pelos analistas. A companhia está confiante de que o Palm Pre vai lhe devolver o domínio no mercado de aparelhos portáteis e, até agora, os sinais apontam para um forte lançamento, disseram analistas. As ações da Accenture subiram 6,57% também em reação a divulgação de lucros acima do esperado no terceiro trimestre fiscal e melhora nas projeções para o ano.
Por outro lado, as ações da Micron Technology caíram 3,77% depois da fabricante de chips ter anunciado um prejuízo maior no terceiro trimestre, que refletiram as vendas menores e uma baixa contábil sobre o valor de sua unidade de representação gráfica. No entanto, a margem bruta voltou a ficar positiva depois de três trimestres negativos seguidos, com o custo de produção de chips caindo abaixo de seu preço de venda.
No setor financeiro, Bank of America subiu 3,24% e liderou os ganhos entre as componentes do índice Dow Jones. JPMorgan subiu 0,91%, enquanto American Express caiu 2,78%. Nas commodities, as ações da Alcoa subiram 0,37%.
O índice Dow Jones caiu 34,01 pontos (-0,40%) e fechou com 8.438,39 pontos. O Nasdaq subiu 8,68 pontos (0,47%) e fechou com 1.838,22 pontos. O S&P-500 caiu 1,36 pontos (-0,15%) e fechou com 918,90 pontos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa não sustenta ganhos e fecha quase estável
por Portal EXAME
26 de Junho de 2009 18:16
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice do mercado acionário brasileiro devolveu os ganhos e fechou praticamente estável nesta sexta-feira. Em boa parte da sessão, contudo, o Ibovespa sustentou-se em território positivo, descolado de seus pares norte-americanos Dow Jones e S&P 500, que recuram o dia todo.
Após subir 0,81 por cento, na máxima do dia, aos 51.034 pontos, o Ibovespa encerrou com uma queda marginal de 0,06 por cento, aos 51.485 pontos. O volume financeiro do pregão totalizou 3,85 bilhões de reais.
Na semana, o índice acumulou leve alta de 0,22 por cento.
De acordo com o estrategista de renda variável para pessoa física da corretora Santander, Maurício Ceará, foi um dia vazio de notícias, com os indicadores nos Estados Unidos, de modo geral, dentro do esperado. "Houve bastante giro e o volume foi fraco, com o setor siderúrgico ajudando", disse.
Entre as siderúrgicas, CSN valorizou-se 0,34 por cento, a 44,65 reais, Gerdau subiu na maior parte do dia, mas terminou com leve queda de 0,2 por cento, a 20,40 reais, e Usiminas ganhou 0,85 por cento, a 41,35 reais.
Na visão do profissional, o Ibovespa deve ficar oscilando em um intervalo de 48 mil a 52 mil pontos antes de definir uma tendência mais clara. Segundo ele, a recuperação desde meados de março refeltiu um acerto à melhora das expectativas, e agora o mercado irá monitorar os números reais, se houver efetivamente uma melhora.
Outro componente para o descolamento do Ibovespa de NY em boa parte da sessão, de acordo com o gerente de operações de renda variável de uma corretora em São Paulo, foi a oferta inicial de ações da Visanet. "Criou um bom humor no mercado local."
A ação da VisaNet estreará na Bovespa na segunda-feira ao preço de 15 reais, no teto das estimativas do coordenador-líder do IPO, que projetava preço entre 12 e 15 reais por papel. O valor total da operação é de 8,397 bilhões de reais, o maior para IPOs da história da bolsa brasileira.
Algumas ações do setor financeiro foram beneficiadas, como Bradesco, que subiu 1,08 por cento, a 28,90; e Itaú Unibanco que ganhou 1,58 por cento, a 30,91 reais --inclusive ajudando o Ibovespa.
Os papéis da Redecard também valorizaram, 3,48 por cento, a 32,40 reais, com muitos investidores que não puderam participar do IPO da Visanet comprando suas ações.
No caso das blue chips, Petrobras fechou estável a 32,25 reais, após subir em boa parte do pregão, mesmo com o petróleo em queda, enquanto Vale cedeu 1,92 por cento, para 30,10 reais.
Em Wall Street, dados melhores de gasto, renda e confiança dos consumidores nos Estados Unidos não foram suficientes para motivar ganhos em Wall St. O elevado nível de poupança gerou preocupação de que o consumo não vai tirar o país da recessão e serviu como argumento para vendas.
O Dow Jones perdeu 0,40 por cento e o S&P 500 recuou 0,15 por cento.
26 de Junho de 2009 18:16
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice do mercado acionário brasileiro devolveu os ganhos e fechou praticamente estável nesta sexta-feira. Em boa parte da sessão, contudo, o Ibovespa sustentou-se em território positivo, descolado de seus pares norte-americanos Dow Jones e S&P 500, que recuram o dia todo.
Após subir 0,81 por cento, na máxima do dia, aos 51.034 pontos, o Ibovespa encerrou com uma queda marginal de 0,06 por cento, aos 51.485 pontos. O volume financeiro do pregão totalizou 3,85 bilhões de reais.
Na semana, o índice acumulou leve alta de 0,22 por cento.
De acordo com o estrategista de renda variável para pessoa física da corretora Santander, Maurício Ceará, foi um dia vazio de notícias, com os indicadores nos Estados Unidos, de modo geral, dentro do esperado. "Houve bastante giro e o volume foi fraco, com o setor siderúrgico ajudando", disse.
Entre as siderúrgicas, CSN valorizou-se 0,34 por cento, a 44,65 reais, Gerdau subiu na maior parte do dia, mas terminou com leve queda de 0,2 por cento, a 20,40 reais, e Usiminas ganhou 0,85 por cento, a 41,35 reais.
Na visão do profissional, o Ibovespa deve ficar oscilando em um intervalo de 48 mil a 52 mil pontos antes de definir uma tendência mais clara. Segundo ele, a recuperação desde meados de março refeltiu um acerto à melhora das expectativas, e agora o mercado irá monitorar os números reais, se houver efetivamente uma melhora.
Outro componente para o descolamento do Ibovespa de NY em boa parte da sessão, de acordo com o gerente de operações de renda variável de uma corretora em São Paulo, foi a oferta inicial de ações da Visanet. "Criou um bom humor no mercado local."
A ação da VisaNet estreará na Bovespa na segunda-feira ao preço de 15 reais, no teto das estimativas do coordenador-líder do IPO, que projetava preço entre 12 e 15 reais por papel. O valor total da operação é de 8,397 bilhões de reais, o maior para IPOs da história da bolsa brasileira.
Algumas ações do setor financeiro foram beneficiadas, como Bradesco, que subiu 1,08 por cento, a 28,90; e Itaú Unibanco que ganhou 1,58 por cento, a 30,91 reais --inclusive ajudando o Ibovespa.
Os papéis da Redecard também valorizaram, 3,48 por cento, a 32,40 reais, com muitos investidores que não puderam participar do IPO da Visanet comprando suas ações.
No caso das blue chips, Petrobras fechou estável a 32,25 reais, após subir em boa parte do pregão, mesmo com o petróleo em queda, enquanto Vale cedeu 1,92 por cento, para 30,10 reais.
Em Wall Street, dados melhores de gasto, renda e confiança dos consumidores nos Estados Unidos não foram suficientes para motivar ganhos em Wall St. O elevado nível de poupança gerou preocupação de que o consumo não vai tirar o país da recessão e serviu como argumento para vendas.
O Dow Jones perdeu 0,40 por cento e o S&P 500 recuou 0,15 por cento.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
IBOV...após 24/06...suportes e resistências...

O Ibovespa abriu em 49.819 pontos, e como sinalizavam os indicadores no dia anterior, foi buscar a máxima em 50.758 pontos. A partir daí, em sintonia com os mercados americanos, refluiu fortemente até a mínima nos 49.520 pontos e finalizou em 49.672 pontos, queda de -0,28%. O "candle" do gráfico diário é um "martelo invertido cheio" sinalizando a tendência de queda. Apesar de ter preservado o fundo anterior nos 49.130 pontos é possível que o Ibovespa (sintonizado com DJI) possa vir a testar suporte na casa dos 48 mil pontos, antes de nova tentativa de reversão de tendência. Os principais osciladores do gráfico diário se encontram ainda em região sobrevendida, sinalizando a possibilidade desta reversão.
Suportes imediatos em 49.300, 49.130, 49.000, 48.880 e 48.500 pontos.
Resistências imediatas em 50.000, 50.400, 50.600 e 50.750 pontos.
DJI...suportes e resistências após 24/06

DJI abriu em 8.323 pontos, foi buscar a máxima em 8.428 pontos, mas após o comunicado da reunião do FOMC sobre a política monetária americana, refluiu fortemente até a mínima nos 8.260 pontos (abaixo da mínima do pregão anterior em 8.287 pontos) e finalizou nos 8.300 pontos, registrando queda de - 0,28% no dia. O "candle" do gráfico diário é um "martelo invertido cheio" sinalizando tendência de queda. A perspectiva de reversão de tendência para alta foi temporariamente adiada com a perda do fundo do pregão anterior. O desempenho do PIB americano e a fala de Bernanke no congresso americano previstos para esta quinta-feira, poderão acentuar ou reverter a tendência de queda.
Suportes imediatos em 8.270, 8.240, 8.180 e 8.150 pontos.
Resistências imediatas em 8.320, 8.370 e 8.428 pontos.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Anúncio do Fed leva Ibovespa a ceder 0,28% no dia
por Agência ESTADO
24 de Junho de 2009 17:47
O banco central norte-americano (Federal Reserve) foi o estraga-prazeres do mercado acionário desta quarta-feira. A recuperação consistente que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) exibia desde a abertura do pregão, embalada por dados dos EUA e previsões otimistas da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), esvaíram-se com o resultado do encontro de política monetária do Fed. Tudo porque o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York reagiu em baixa ao resultado do encontro, apesar de ele não ter trazido surpresas.
Depois de ter atingido 1,90% de elevação no melhor momento da sessão, aos 50.758 pontos, o índice Bovespa (Ibovespa) foi diminuindo os ganhos até, no meio da tarde, virar e cair até a mínima de 0,59%, aos 49.520 pontos. Fechou com um desempenho melhor, mas ainda negativo, de 0,28%, aos 49.672,12 pontos. No mês, o Ibovespa tem perda acumulada de 6,63%. No ano, a alta foi diminuída para 32,28%. O giro financeiro totalizou R$ 5,354 bilhões. Os dados são preliminares.
Em decisão unânime, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed decidiu manter as taxas básica de juros - de zero a 0,25% ao ano - e de redesconto - em 0,50% -, além de reiterar que elas devem seguir baixas por um período prolongado. O Fed decidiu não expandir os programas de compra de títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries) e de títulos lastreados em hipotecas e dívidas de agências. Na avaliação do Federal Reserve, o ritmo de contração econômica está diminuindo e "as condições nos mercados financeiros melhoraram de maneira geral nos últimos meses".
Apesar de não trazer surpresa, o anúncio do BC americano acabou pesando sobre os preços dos Treasuries, além de impulsionar o dólar para as máximas do dia em relação ao euro e ao iene e pesou sobre os índices do mercado de ações. Alguns especialistas ouvidos pela agência Dow Jones avaliaram que o movimento se deu, sobretudo, pelo fato de o Fed não ter expandido seu programa de compra de Treasuries e de ter minimizado o risco de deflação. Nos EUA, o Dow Jones virou e caiu, para fechar em -0,28%, aos 8.299,86 pontos. Mas o S&P 500 avançou, 0,65%, aos 900,94 pontos, e o Nasdaq terminou com ganho de 1,55%, aos 1.792,34 pontos.
Antes do anúncio do Fed, as altas eram uniformes, patrocinadas pelos dados de encomendas de bens duráveis melhores do que o esperado e as previsões da OCDE, mais otimistas que as feitas no início da semana pelo Banco Mundial. O Departamento do Comércio informou que as encomendas de bens duráveis nos EUA subiram 1,8% em maio, ante previsão de queda de 0,8%. Já a OCDE elevou a previsão do Produto Interno Bruto dos 30 países membros para contração de 4,1% em 2009, ante projeção anterior de contração de 4,3%.
A OCDE também revisou a estimativa para as economias desenvolvidas em 2010 e espera agora crescimento de 0,7%, ante projeção anterior de recuo de 0,1%. As estimativas para alguns países também foram elevadas, como para os EUA (de -4% para -2,8% em 2009) e para a China (de +6,3% para +7,7% em 2009). O Brasil não faz parte da OCDE.
No Brasil, o Ibovespa trabalhou atrelado ao Dow Jones. A inversão foi garantida pelas blue chips, que já não eram destaque de elevação quando a Bolsa operava no azul. As siderúrgicas, entretanto, despontavam entre as altas antes do Fomc, mas viraram e também ajudaram o Ibovespa a cair. Apenas Usiminas PNA conseguiu segurar-se até o fim e fechar com elevação, de 1,70%. Gerdau PN cedeu 0,86%, Metalúrgica Gerdau PN caiu 0,80% e CSN ON recuou 0,35%.
Petrobras ON recuou 1,32% e Petrobras PN desvalorizou 1,27%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto fechou cotado a US$ 68,67 o barril, em baixa de 0,82%. Os dados de estoques de petróleo nos EUA divulgados hoje mostraram queda de 3,868 milhões de barris na semana encerrada em 19 de junho, ante previsão de queda de 1,3 milhão de barris. Já os estoques de gasolina aumentaram 3,871 milhões de barris, ante expectativa de elevação de 1 milhão de barris.
Amanhã pela manhã, Petrobras e Vale devem anunciar a formação de uma parceria entre as duas empresas para a exploração e posterior desenvolvimento do bloco BM-ES-22, localizado no norte da Bacia do Espírito Santo, segundo fontes. Hoje, Vale terminou em queda de 2,27% na ação ordinárias (ON) e de 2,35% na ações preferencial da classe A (PNA). O diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, informou nesta quarta-feira que a as importações chinesas de minério de ferro aumentaram 26% nos cinco primeiros meses do ano. Segundo ele, tanto a China quanto a Índia devem impulsionar uma retomada do crescimento econômico mundial.
24 de Junho de 2009 17:47
O banco central norte-americano (Federal Reserve) foi o estraga-prazeres do mercado acionário desta quarta-feira. A recuperação consistente que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) exibia desde a abertura do pregão, embalada por dados dos EUA e previsões otimistas da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), esvaíram-se com o resultado do encontro de política monetária do Fed. Tudo porque o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York reagiu em baixa ao resultado do encontro, apesar de ele não ter trazido surpresas.
Depois de ter atingido 1,90% de elevação no melhor momento da sessão, aos 50.758 pontos, o índice Bovespa (Ibovespa) foi diminuindo os ganhos até, no meio da tarde, virar e cair até a mínima de 0,59%, aos 49.520 pontos. Fechou com um desempenho melhor, mas ainda negativo, de 0,28%, aos 49.672,12 pontos. No mês, o Ibovespa tem perda acumulada de 6,63%. No ano, a alta foi diminuída para 32,28%. O giro financeiro totalizou R$ 5,354 bilhões. Os dados são preliminares.
Em decisão unânime, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed decidiu manter as taxas básica de juros - de zero a 0,25% ao ano - e de redesconto - em 0,50% -, além de reiterar que elas devem seguir baixas por um período prolongado. O Fed decidiu não expandir os programas de compra de títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries) e de títulos lastreados em hipotecas e dívidas de agências. Na avaliação do Federal Reserve, o ritmo de contração econômica está diminuindo e "as condições nos mercados financeiros melhoraram de maneira geral nos últimos meses".
Apesar de não trazer surpresa, o anúncio do BC americano acabou pesando sobre os preços dos Treasuries, além de impulsionar o dólar para as máximas do dia em relação ao euro e ao iene e pesou sobre os índices do mercado de ações. Alguns especialistas ouvidos pela agência Dow Jones avaliaram que o movimento se deu, sobretudo, pelo fato de o Fed não ter expandido seu programa de compra de Treasuries e de ter minimizado o risco de deflação. Nos EUA, o Dow Jones virou e caiu, para fechar em -0,28%, aos 8.299,86 pontos. Mas o S&P 500 avançou, 0,65%, aos 900,94 pontos, e o Nasdaq terminou com ganho de 1,55%, aos 1.792,34 pontos.
Antes do anúncio do Fed, as altas eram uniformes, patrocinadas pelos dados de encomendas de bens duráveis melhores do que o esperado e as previsões da OCDE, mais otimistas que as feitas no início da semana pelo Banco Mundial. O Departamento do Comércio informou que as encomendas de bens duráveis nos EUA subiram 1,8% em maio, ante previsão de queda de 0,8%. Já a OCDE elevou a previsão do Produto Interno Bruto dos 30 países membros para contração de 4,1% em 2009, ante projeção anterior de contração de 4,3%.
A OCDE também revisou a estimativa para as economias desenvolvidas em 2010 e espera agora crescimento de 0,7%, ante projeção anterior de recuo de 0,1%. As estimativas para alguns países também foram elevadas, como para os EUA (de -4% para -2,8% em 2009) e para a China (de +6,3% para +7,7% em 2009). O Brasil não faz parte da OCDE.
No Brasil, o Ibovespa trabalhou atrelado ao Dow Jones. A inversão foi garantida pelas blue chips, que já não eram destaque de elevação quando a Bolsa operava no azul. As siderúrgicas, entretanto, despontavam entre as altas antes do Fomc, mas viraram e também ajudaram o Ibovespa a cair. Apenas Usiminas PNA conseguiu segurar-se até o fim e fechar com elevação, de 1,70%. Gerdau PN cedeu 0,86%, Metalúrgica Gerdau PN caiu 0,80% e CSN ON recuou 0,35%.
Petrobras ON recuou 1,32% e Petrobras PN desvalorizou 1,27%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto fechou cotado a US$ 68,67 o barril, em baixa de 0,82%. Os dados de estoques de petróleo nos EUA divulgados hoje mostraram queda de 3,868 milhões de barris na semana encerrada em 19 de junho, ante previsão de queda de 1,3 milhão de barris. Já os estoques de gasolina aumentaram 3,871 milhões de barris, ante expectativa de elevação de 1 milhão de barris.
Amanhã pela manhã, Petrobras e Vale devem anunciar a formação de uma parceria entre as duas empresas para a exploração e posterior desenvolvimento do bloco BM-ES-22, localizado no norte da Bacia do Espírito Santo, segundo fontes. Hoje, Vale terminou em queda de 2,27% na ação ordinárias (ON) e de 2,35% na ações preferencial da classe A (PNA). O diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, informou nesta quarta-feira que a as importações chinesas de minério de ferro aumentaram 26% nos cinco primeiros meses do ano. Segundo ele, tanto a China quanto a Índia devem impulsionar uma retomada do crescimento econômico mundial.
Dow Jones cai 0,28% com decisão sobre juros nos EUA
por Agência ESTADO
24 de Junho de 2009 19:09
O mercado de ações norte-americano perdeu força à tarde, depois que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) anunciou a manutenção da taxa dos Fed Funds perto de zero e não disse nada sobre expandir seus programas de compra de Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) e ativos hipotecários. As perdas da Boeing voltaram a pesar sobre o índice Dow Jones - que fechou abaixo dos 8.300 pontos -, enquanto o lucro da Oracle ajudou a sustentar o Nasdaq em território positivo.
A decisão do Fed confirmou as expectativas, mas o texto do comunicado trouxe algumas mudanças. "O comunicado do Fed rebaixou o risco de deflação e proporcionou uma modesta elevação em sua avaliação da economia", disse Michael Sheldon, estrategista-chefe de mercado do RDM Financial Group. "Contudo, o Fed também disse que a economia geral permanece fraca, embora o ritmo da contração esteja desacelerando."
O mercado de ações começou o dia animado pelo dado melhor que o esperado de encomendas de bens duráveis e o balanço positivo da Oracle. Contudo, o mercado perdeu força depois do anúncio do Fed. Entre as blue chips, as ações da Boeing caíram 5,81%, depois de uma queda de 6,5% registrada na terça-feira, ainda em virtude do adiamento do voo inaugural do seu 787 Dreamliner. O JPMorgan disse que o atraso provavelmente vai levar à revisão em baixa das previsões do lucro por ação da companhia em 2009 e 2010.
As ações da Oracle subiram 7%. Ontem à noite, a companhia anunciou uma queda de 7,2% no lucro líquido do seu quarto trimestre fiscal, em virtude do dólar mais forte e continuada fraqueza econômica, contudo, as vendas acima do esperado de novas licenças e continuada administração de custos ajudou a gigante de software a bater as expectativas de Wall Street.
O índice Dow Jones caiu 23,05 pontos (-0,28%) e fechou com 8.299,86 pontos. O Nasdaq subiu 27,42 pontos (1,55%) e fechou com 1.792,34 pontos. O S&P-500 avançou 5,84 pontos (0,65%) e fechou com 900,94 pontos. As informações são da Dow Jones.
24 de Junho de 2009 19:09
O mercado de ações norte-americano perdeu força à tarde, depois que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) anunciou a manutenção da taxa dos Fed Funds perto de zero e não disse nada sobre expandir seus programas de compra de Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) e ativos hipotecários. As perdas da Boeing voltaram a pesar sobre o índice Dow Jones - que fechou abaixo dos 8.300 pontos -, enquanto o lucro da Oracle ajudou a sustentar o Nasdaq em território positivo.
A decisão do Fed confirmou as expectativas, mas o texto do comunicado trouxe algumas mudanças. "O comunicado do Fed rebaixou o risco de deflação e proporcionou uma modesta elevação em sua avaliação da economia", disse Michael Sheldon, estrategista-chefe de mercado do RDM Financial Group. "Contudo, o Fed também disse que a economia geral permanece fraca, embora o ritmo da contração esteja desacelerando."
O mercado de ações começou o dia animado pelo dado melhor que o esperado de encomendas de bens duráveis e o balanço positivo da Oracle. Contudo, o mercado perdeu força depois do anúncio do Fed. Entre as blue chips, as ações da Boeing caíram 5,81%, depois de uma queda de 6,5% registrada na terça-feira, ainda em virtude do adiamento do voo inaugural do seu 787 Dreamliner. O JPMorgan disse que o atraso provavelmente vai levar à revisão em baixa das previsões do lucro por ação da companhia em 2009 e 2010.
As ações da Oracle subiram 7%. Ontem à noite, a companhia anunciou uma queda de 7,2% no lucro líquido do seu quarto trimestre fiscal, em virtude do dólar mais forte e continuada fraqueza econômica, contudo, as vendas acima do esperado de novas licenças e continuada administração de custos ajudou a gigante de software a bater as expectativas de Wall Street.
O índice Dow Jones caiu 23,05 pontos (-0,28%) e fechou com 8.299,86 pontos. O Nasdaq subiu 27,42 pontos (1,55%) e fechou com 1.792,34 pontos. O S&P-500 avançou 5,84 pontos (0,65%) e fechou com 900,94 pontos. As informações são da Dow Jones.
terça-feira, 23 de junho de 2009
IBOV...após 23/06...suportes e resistências

O Ibovespa abriu em 49.496 pontos, refluiu até a mínima nos 49.130 pontos, foi buscar a máxima em 49.902 pontos e finalizou em 49.813 pontos, alta de +0,64%. O "candle" do gráfico diário é um pequeno "martelo de alta" que associado ao "candle" do dia anterior, construiu um provável "harami de alta", um dos padrões de reversão de tendência. Os principais osciladores do gráfico diário se encontram em região sobrevendida, sinalizando a continuidade da alta.
Suportes imediatos em 49.130, 49.010 e 48.800 pontos.
Resistências imediatas em 50.000, 50.510, 50.900, 51.270, 51.660 e 52.100 pontos.
DJI...após 23/06...suportes e resistências

DJI abriu em 8.340 pontos, foi buscar a máxima em 8.370 pontos, refluiu até a mínima nos 8.287 pontos e finalizou nos 8.323 pontos, registrando leve queda de - 0,19% no dia. O "candle" do gráfico diário é um "doji" de indefinição que poderá se transformar em um "doji morning star", sinalizando a reversão de tendência, caso a mínima em 8.287 pontos seja respeitada nos próximos pregões. O comunicado da reunião do FOMC para manter ou estabelecer uma nova política monetária, deverá ocorrer nesta quarta após as 15:15 horas e poderá definir uma tendência para DJI. Os principais indicadores se encontram em região de sobrevenda, sugerindo a possibilidade dessa reversão.
Suportes imediatos em 8.287, 8.250 e 8.227 pontos.
Resistências imediatas em 8.370, 8.430, 8.470 e 8.497 pontos.
Bolsa de NY fecha em baixa antes da reunião do Fed
por Agência ESTADO
23 de Junho de 2009 19:41
Os principais índices de ações do mercado norte-americano oscilaram dentro de margens apertadas, ao redor dos níveis de fechamento de ontem, com a o sentimento de cautela prevalecendo entre os investidores diante de indicadores decepcionantes e na véspera do anúncio da decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano). Depois de alternar pequenas altas e baixas ao longo do dia, o Dow Jones fechou em território negativo pela terceira sessão seguida, pressionado pela queda das ações da gigante Boeing. O Nasdaq também registrou uma ligeira queda, enquanto S&P-500 fechou em leve alta.
As ações começaram o dia em leve baixa, frustrados pelo crescimento um pouco abaixo do esperado de venda de imóveis residenciais usados nos EUA. Na segunda-feira, o mercado foi fortemente pressionado pelas renovadas preocupações com relação à duração da recessão e parte dessa cautela aparentemente persistiu hoje. "O número do mercado de moradia não foi tão inspirador", disse Bruce Bittles, estrategista-chefe de investimentos da Robert W. Baird. "O sentimento ficou cauteloso depois da dura queda da semana passada e de segunda-feira. Tipicamente, depois de um declínio muito bom as altas subsequentes são difíceis de começar."
Entre as blue chips, destaque para a queda de 6,46% da Boeing depois que a companhia adiou novamente o voo inaugural do seu 787 Dreamliner, dizendo que uma área do avião precisava ser reforçada. As ações dos bancos ajudaram a limitar as perdas do Dow Jones: JPMorgan subiu 2,13% e Bank o America avançou 2,43%, com ambos se recuperando após a liquidação de segunda-feira.
Por outro lado, as ações do Fifth Third Bancorp fecharam em baixa de 0,30%, enquanto KeyCorp recuou 4,18%, depois que a Fitch cortou os ratings emissor default de ambos os bancos em uma escala como parte de sua revisão dos bancos americanos. A agência de rating disse que espera que o Fifth Third vai enfrentar custos elevados de crédito nos próximos trimestres e pressão sobre sua rentabilidade principal.
Fora do setor financeiro, as ações da FedEx subiram 1,40% depois que o JPMorgan elevou sua recomendação para a companhia de "neutra" para "overweight", dizendo que a ação já precificou a atual pressão que enfrenta e que as expectativas de Wall Street para a companhia agora são realistas. As ações da Motorola avançaram 3,98%, com o Bank of America/Merrill Lynch elevando a recomendação para a companhia de "neutra" para "comprar".
O índice Dow Jones caiu 16,10 pontos (-0,19%) e fechou com 8.322,91 pontos. O índice Nasdaq recuou 1,27 ponto (-0,07%) e fechou com 1.764,92 pontos. O S&P-500 subiu 2,06 pontos (0,23%) e fechou com 895,10 pontos. As informações são da Dow Jones.
23 de Junho de 2009 19:41
Os principais índices de ações do mercado norte-americano oscilaram dentro de margens apertadas, ao redor dos níveis de fechamento de ontem, com a o sentimento de cautela prevalecendo entre os investidores diante de indicadores decepcionantes e na véspera do anúncio da decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano). Depois de alternar pequenas altas e baixas ao longo do dia, o Dow Jones fechou em território negativo pela terceira sessão seguida, pressionado pela queda das ações da gigante Boeing. O Nasdaq também registrou uma ligeira queda, enquanto S&P-500 fechou em leve alta.
As ações começaram o dia em leve baixa, frustrados pelo crescimento um pouco abaixo do esperado de venda de imóveis residenciais usados nos EUA. Na segunda-feira, o mercado foi fortemente pressionado pelas renovadas preocupações com relação à duração da recessão e parte dessa cautela aparentemente persistiu hoje. "O número do mercado de moradia não foi tão inspirador", disse Bruce Bittles, estrategista-chefe de investimentos da Robert W. Baird. "O sentimento ficou cauteloso depois da dura queda da semana passada e de segunda-feira. Tipicamente, depois de um declínio muito bom as altas subsequentes são difíceis de começar."
Entre as blue chips, destaque para a queda de 6,46% da Boeing depois que a companhia adiou novamente o voo inaugural do seu 787 Dreamliner, dizendo que uma área do avião precisava ser reforçada. As ações dos bancos ajudaram a limitar as perdas do Dow Jones: JPMorgan subiu 2,13% e Bank o America avançou 2,43%, com ambos se recuperando após a liquidação de segunda-feira.
Por outro lado, as ações do Fifth Third Bancorp fecharam em baixa de 0,30%, enquanto KeyCorp recuou 4,18%, depois que a Fitch cortou os ratings emissor default de ambos os bancos em uma escala como parte de sua revisão dos bancos americanos. A agência de rating disse que espera que o Fifth Third vai enfrentar custos elevados de crédito nos próximos trimestres e pressão sobre sua rentabilidade principal.
Fora do setor financeiro, as ações da FedEx subiram 1,40% depois que o JPMorgan elevou sua recomendação para a companhia de "neutra" para "overweight", dizendo que a ação já precificou a atual pressão que enfrenta e que as expectativas de Wall Street para a companhia agora são realistas. As ações da Motorola avançaram 3,98%, com o Bank of America/Merrill Lynch elevando a recomendação para a companhia de "neutra" para "comprar".
O índice Dow Jones caiu 16,10 pontos (-0,19%) e fechou com 8.322,91 pontos. O índice Nasdaq recuou 1,27 ponto (-0,07%) e fechou com 1.764,92 pontos. O S&P-500 subiu 2,06 pontos (0,23%) e fechou com 895,10 pontos. As informações são da Dow Jones.
Em sessão volátil, Ibovespa fecha em alta de 0,64%
por Claudia Violante de Agência ESTADO
23 de Junho de 2009 17:41
São Paulo - As perdas exageradas da segunda-feira foram substituídas por um pregão de muita volatilidade na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), sobretudo no período da manhã. À tarde, a alta das commodities metálicas e do petróleo, ignorada na primeira parte do dia, acabou se refletindo nas blue chips. Petrobras e Vale, mais as siderúrgicas, que subiram com bem mais força, garantiram alta ao índice Bovespa, mas insuficiente para recolocá-la de volta na casa dos 50 mil pontos.
O principal índice à vista da Bolsa brasileira terminou com ganho de 0,64%, aos 49.813,58 pontos. Na mínima do dia, registrou 49.130 pontos (-0,74%) e, na máxima, os 49.902 pontos (+0,82%). No mês, a perda acumulada é de 6,36%, mas no ano o ganho chega a 32,66%. O giro financeiro totalizou R$ 6,988 bilhões, dos quais R$ 2,564 bilhões da Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações ordinárias da Brasil Telecom Participações e da Brasil Telecom operadora. Os dados são preliminares.
Hoje, apesar dos indicadores ligeiramente mais fracos do que as projeções no exterior, o mercado também não mostrou muito entusiasmo em Wall Street. As Bolsas de Nova York fecharam sem direção definida, não muito longe da estabilidade. Os investidores aguardam a reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do banco central americano amanhã, quando sairá a decisão de política monetária. É fato que ninguém espera que o Fed vá mudar a taxa de juros, que hoje orbita ao redor de zero, nem que altere o programa de compras de títulos do Tesouro dos EUA. Mas a expectativa perene é de que a autoridade monetária dê sinais do que pretende fazer no seu comunicado. À espera do encontro do Fomc, o Dow Jones terminou em queda de 0,19%, aos 8.322,91 pontos. S&P avançou 0,23%, aos 895,10 pontos, e Nasdaq teve baixa de 0,07%, aos 1.764,92 pontos. Bancos e petrolíferas subiram, mas a Boeing teve forte queda depois que anunciou o novo adiamento do voo de estreia do avião 787 Dreamliner.
Dentre os indicadores que pautaram os negócios nesta sessão, as vendas de imóveis usados nos EUA subiram 2,4% em maio, no segundo mês consecutivo de alta. O resultado, no entanto, foi inferior ao estimado pelos analistas (+2,6%). Já o índice de atividade industrial do Federal Reserve Bank de Richmond subiu de 4 em maio para 6 em junho, ao passo que o índice de embarques caiu de 9 para 2. Um número acima de zero indica expansão da atividade.
No Brasil, as siderúrgicas foram destaques de elevação: Gerdau PN subiu 3,88%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,98%, Usiminas PNA, 2,11%, CSN ON, 2,64%. Por outro lado, o setor financeiro foi destaque de queda, por causa, segundo operadores, da decisão judicial que poderia elevar o pagamento, entre 80% e 90%, do PIS e da Cofins atualmente recolhidos pelos bancos, na esteira da possível reclassificação da receita operacional bruta dessas instituições. Bradesco PN perdeu 2,46% e Itaú Unibanco PN, 2,07%. Banco do Brasil, no entanto, fechou em elevação, após a notícia de que a instituição suspendeu as negociações para compra do controle do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). BB ON fechou em alta de 0,10% e Banestes ON perdeu 24,78%.
Depois de alguma incerteza, as blue chips acompanharam a alta dos metais e do petróleo e fecharam em elevação. Petrobras ON teve ganho de 1,36% e PN, de 1,75%, Vale ON de 0,81% e PNA, de 0,87%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto terminou com avanço de 2,58%, para US$ 69,24 o barril. A reação nos preços ocorreu após o presidente da Opep, Jose Maria Botelho de Vasconcelos, declarar que gostaria de ver os preços a US$ 80 por barril.
23 de Junho de 2009 17:41
São Paulo - As perdas exageradas da segunda-feira foram substituídas por um pregão de muita volatilidade na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), sobretudo no período da manhã. À tarde, a alta das commodities metálicas e do petróleo, ignorada na primeira parte do dia, acabou se refletindo nas blue chips. Petrobras e Vale, mais as siderúrgicas, que subiram com bem mais força, garantiram alta ao índice Bovespa, mas insuficiente para recolocá-la de volta na casa dos 50 mil pontos.
O principal índice à vista da Bolsa brasileira terminou com ganho de 0,64%, aos 49.813,58 pontos. Na mínima do dia, registrou 49.130 pontos (-0,74%) e, na máxima, os 49.902 pontos (+0,82%). No mês, a perda acumulada é de 6,36%, mas no ano o ganho chega a 32,66%. O giro financeiro totalizou R$ 6,988 bilhões, dos quais R$ 2,564 bilhões da Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações ordinárias da Brasil Telecom Participações e da Brasil Telecom operadora. Os dados são preliminares.
Hoje, apesar dos indicadores ligeiramente mais fracos do que as projeções no exterior, o mercado também não mostrou muito entusiasmo em Wall Street. As Bolsas de Nova York fecharam sem direção definida, não muito longe da estabilidade. Os investidores aguardam a reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc) do banco central americano amanhã, quando sairá a decisão de política monetária. É fato que ninguém espera que o Fed vá mudar a taxa de juros, que hoje orbita ao redor de zero, nem que altere o programa de compras de títulos do Tesouro dos EUA. Mas a expectativa perene é de que a autoridade monetária dê sinais do que pretende fazer no seu comunicado. À espera do encontro do Fomc, o Dow Jones terminou em queda de 0,19%, aos 8.322,91 pontos. S&P avançou 0,23%, aos 895,10 pontos, e Nasdaq teve baixa de 0,07%, aos 1.764,92 pontos. Bancos e petrolíferas subiram, mas a Boeing teve forte queda depois que anunciou o novo adiamento do voo de estreia do avião 787 Dreamliner.
Dentre os indicadores que pautaram os negócios nesta sessão, as vendas de imóveis usados nos EUA subiram 2,4% em maio, no segundo mês consecutivo de alta. O resultado, no entanto, foi inferior ao estimado pelos analistas (+2,6%). Já o índice de atividade industrial do Federal Reserve Bank de Richmond subiu de 4 em maio para 6 em junho, ao passo que o índice de embarques caiu de 9 para 2. Um número acima de zero indica expansão da atividade.
No Brasil, as siderúrgicas foram destaques de elevação: Gerdau PN subiu 3,88%, Metalúrgica Gerdau PN, 3,98%, Usiminas PNA, 2,11%, CSN ON, 2,64%. Por outro lado, o setor financeiro foi destaque de queda, por causa, segundo operadores, da decisão judicial que poderia elevar o pagamento, entre 80% e 90%, do PIS e da Cofins atualmente recolhidos pelos bancos, na esteira da possível reclassificação da receita operacional bruta dessas instituições. Bradesco PN perdeu 2,46% e Itaú Unibanco PN, 2,07%. Banco do Brasil, no entanto, fechou em elevação, após a notícia de que a instituição suspendeu as negociações para compra do controle do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). BB ON fechou em alta de 0,10% e Banestes ON perdeu 24,78%.
Depois de alguma incerteza, as blue chips acompanharam a alta dos metais e do petróleo e fecharam em elevação. Petrobras ON teve ganho de 1,36% e PN, de 1,75%, Vale ON de 0,81% e PNA, de 0,87%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto terminou com avanço de 2,58%, para US$ 69,24 o barril. A reação nos preços ocorreu após o presidente da Opep, Jose Maria Botelho de Vasconcelos, declarar que gostaria de ver os preços a US$ 80 por barril.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
IBOV...suportes e resistências para 23/06...

O Ibovespa abriu na máxima do dia em 51.367 pontos, refluiu em forte baixa até os 49.410 pontos, finalizando logo após nos 49.495 pontos, queda de 3,66%. O "candle" do gráfico diário é um "marubozu cheio" mostrando a predominância da pressão vendedora, desde o início do pregão. Apesar da sinalização da continuidade dessa correção é provável a ocorrência de alguma reação compradora, visto que os principais osciladores já se encontram em região sobrevendida.
Suportes imediatos em 49.200, 49.010, 48.850 e 48.400 pontos.
Resistências imediatas em 49.700, 50.265, 50.650, 51.100, 51.430 e 51.650 pontos.
DJI...após a forte realização, a tendência ainda é de queda....

DJI abriu na máxima em 8.539 pontos, refluiu até a mínima nos 8.335 pontos e finalizou logo após nos 8.339 pontos, registrando queda de 2,35% no dia. O "candle" do gráfico diário é um "marubozu cheio" mostrando a forte predominância da pressão vendedora, durante todo pregão. Às vésperas da reunião do FOMC que irá decidir pela manutenção ou não da atual política de juros, a tendência de DJI ainda é de queda, apesar de vários indicadores já se encontrarem em região de sobrevenda, sugerindo uma possibilidade de retomada da alta.
Suportes imediatos em 8.317, 8.300, 8.290 e 8.250 pontos.
Resistências imediatas em 8.370, 8.410, 8.500 e 8.560 pontos.
Bolsas de Nova York têm maior queda desde 20 de abril
por Agência ESTADO
22 de Junho de 2009 19:34
Os principais índices do mercado de ações norte-americano encerraram em queda, registrando as perdas mais acentuadas dos últimos dois meses em meio ao declínio dos papéis de bancos e empresas ligadas ao setor de matérias-primas devido às perspectivas pessimistas do Banco Mundial para a economia.
O índice Dow Jones caiu 200,72 pontos, ou 2,4%, para 8339,01 pontos, acumulando o quinto avanço negativo das últimas seis sessões. O S&P 500 recuou 28,19 pontos, ou 3,1%, para 893,04 pontos. O Nasdaq perdeu 61,28 pontos, ou 3,4%, para 1.766,19 pontos. Todos os índices sofreram as quedas mais acentuadas desde 20 de abril, tanto em termos porcentuais quanto em pontos.
"As pessoas observaram, cheias de esperança, o mercado subir 40% em relação à mínima registrada em março, mas agora estão percebendo que as coisas não serão tão fáceis quanto pensavam", disse John Roque, diretor-gerente do WJB Capital Group. "Há muitas tendências contrárias, mas o mais importante é que ainda estamos em um mercado baixista."
Entre as empresas ligadas ao fornecimento de matérias-primas (commodities), as ações da Alcoa caíram 8,9%, as da United States Steel recuaram 9,2% e as da Freeport-McMoran Copper & Gold perderam 11%. Os preços das commodities caíram por receios sobre a demanda após o Banco Mundial estimar que a economia global encolherá 2,9% neste ano.
Os ADRs da Anglo American contrariaram a tendência de queda do setor de commodities e subiram quase 1%. A mineradora classificou como "inaceitável" uma proposta de fusão feita pela Xstrata. O Bank of America caiu 9,7% e registrou a queda mais acentuada entre os componentes do índice Dow Jones. JPMorgan caiu 6,09% e Goldman Sachs recuou 4,28%.
As instituições financeiras foram pressionadas pela previsão do Banco Mundial e por um comunicado da Standard & Poor's afirmando que a reforma regulatória nos EUA pode gerar problemas de competitividade para os grandes bancos norte-americanos. As informações são da Dow Jones.
22 de Junho de 2009 19:34
Os principais índices do mercado de ações norte-americano encerraram em queda, registrando as perdas mais acentuadas dos últimos dois meses em meio ao declínio dos papéis de bancos e empresas ligadas ao setor de matérias-primas devido às perspectivas pessimistas do Banco Mundial para a economia.
O índice Dow Jones caiu 200,72 pontos, ou 2,4%, para 8339,01 pontos, acumulando o quinto avanço negativo das últimas seis sessões. O S&P 500 recuou 28,19 pontos, ou 3,1%, para 893,04 pontos. O Nasdaq perdeu 61,28 pontos, ou 3,4%, para 1.766,19 pontos. Todos os índices sofreram as quedas mais acentuadas desde 20 de abril, tanto em termos porcentuais quanto em pontos.
"As pessoas observaram, cheias de esperança, o mercado subir 40% em relação à mínima registrada em março, mas agora estão percebendo que as coisas não serão tão fáceis quanto pensavam", disse John Roque, diretor-gerente do WJB Capital Group. "Há muitas tendências contrárias, mas o mais importante é que ainda estamos em um mercado baixista."
Entre as empresas ligadas ao fornecimento de matérias-primas (commodities), as ações da Alcoa caíram 8,9%, as da United States Steel recuaram 9,2% e as da Freeport-McMoran Copper & Gold perderam 11%. Os preços das commodities caíram por receios sobre a demanda após o Banco Mundial estimar que a economia global encolherá 2,9% neste ano.
Os ADRs da Anglo American contrariaram a tendência de queda do setor de commodities e subiram quase 1%. A mineradora classificou como "inaceitável" uma proposta de fusão feita pela Xstrata. O Bank of America caiu 9,7% e registrou a queda mais acentuada entre os componentes do índice Dow Jones. JPMorgan caiu 6,09% e Goldman Sachs recuou 4,28%.
As instituições financeiras foram pressionadas pela previsão do Banco Mundial e por um comunicado da Standard & Poor's afirmando que a reforma regulatória nos EUA pode gerar problemas de competitividade para os grandes bancos norte-americanos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa cai 3,66% no dia e volta ao nível de 15 de maio
por Agência ESTADO
22 de Junho de 2009 17:53
Um relatório do Banco Mundial com previsões negativas para a economia global serviu de mote para os investidores da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ampliarem a realização de lucros predominante na última semana. Num processo global de aversão a risco, os investidores se desfizeram de commodities e emergentes e procuraram ativos como o dólar. Assim, o principal índice à vista do mercado acionário doméstico (Ibovespa) fechou abaixo de 50 mil pontos pela primeira vez em junho, para a menor pontuação em mais de um mês.
O Ibovespa recuou 3,66%, maior queda porcentual desde 2 de março (-5,10%). Terminou em 49.494,80 pontos, menor nível desde os 49.007,21 pontos de 15 de maio deste ano. As perdas foram ainda maiores durante a sessão, quando chegou a marcar 49.411 pontos (-3,82%). Mesmo na máxima do dia, não chegou a subir: 51.367 pontos (-0,01%). No mês, a Bovespa acumula perdas de 6,96% e, no ano, sobe 31,81%. O giro financeiro totalizou R$ 4,625 bilhões. Os dados são preliminares.
O sinal predominante em todos os pregões hoje foi o de baixa. Os investidores encontraram no documento do Banco Mundial uma justificativa concreta para jogarem seus temores sobre a recuperação da economia global. A instituição reviu sua previsão, já negativa, feita em março sobre o PIB mundial para um ainda pior: agora, ao invés da queda de 1,7% este ano, a entidade estima recuo de 2,9%. Se confirmado, o número será o primeiro negativo desde a Segunda Guerra Mundial. Para o Brasil, a previsão foi de -1,1% em 2009, enquanto o governo brasileiro estima crescimento de pelo menos 1%.
Diante dessa nova perspectiva, os investidores aproveitaram para embolsar uma boa parte dos ganhos que obtiveram com a compra de ações no mercado doméstico este ano. Além da saída de estrangeiros da Bovespa, a queda de preço de commodities (matérias-primas) e a oferta de ações da VisaNet ajudaram a explicar o tombo do índice. Segundo os especialistas, pelo porte da operação da VisaNet, estaria havendo realocação de portfólio. "A oferta da VisaNet é muito grande e não está havendo espaço para entrada de muito dinheiro novo. Certamente os investidores estão realocando seus investimentos, vendendo ações como blue chips", exemplificou o economista da WinTrade José Góes.
Para Góes, a queda de hoje foi apenas um movimento de realização, já que a Bovespa havia sido puxada por um otimismo exagerado. "Mas não acho que a Bolsa entrará numa tendência baixista, abaixo de 47 mil pontos. Neste intervalo, começa a haver chamada de compras, porque muita gente acabou ficando de fora da tendência altista e deve querer aproveitar", comentou.
Além do relatório do Banco Mundial, as ordens de vendas foram endossadas hoje pela cautela às vésperas da reunião do banco central americano, que anuncia na quarta-feira sua decisão de juros. O Dow Jones caiu 2,35%, para 8.339,01 pontos. O S&P 500 perdeu 3,06%, para 893,04 pontos. O Nasdaq recuou 3,35%, para 1766,19 pontos.
Por causa das incertezas sobre a recuperação da economia, o petróleo fechou em baixa, diante de uma perspectiva de demanda menor. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato para julho terminou a US$ 66,93 o barril, com variação negativa de 3,77%. No Brasil, Petrobras também teve perda forte, de 4,12% na ação ordinária (ON) e 3,41% na ação preferencial (PN).
Vale, a outra blue chip, exibiu perdas maiores, de 5,42% na ON e de 4,83% na PNA (preferencial da classe A). Hoje, a notícia no setor minerador foi a decisão da Anglo American de negar a proposta de fusão feita pela Xstrata. Para a mineradora, tratava-se de algo "inaceitável".
Duratex PN liderou a alta do Ibovespa hoje, ao subir 7,27%. Os papéis subiram na esteira da notícia de que ela e a Satipel vão se associar, dando origem à maior indústria de painéis de madeira industrializada do Hemisfério Sul. Satipel ON disparou 35,36%.
22 de Junho de 2009 17:53
Um relatório do Banco Mundial com previsões negativas para a economia global serviu de mote para os investidores da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) ampliarem a realização de lucros predominante na última semana. Num processo global de aversão a risco, os investidores se desfizeram de commodities e emergentes e procuraram ativos como o dólar. Assim, o principal índice à vista do mercado acionário doméstico (Ibovespa) fechou abaixo de 50 mil pontos pela primeira vez em junho, para a menor pontuação em mais de um mês.
O Ibovespa recuou 3,66%, maior queda porcentual desde 2 de março (-5,10%). Terminou em 49.494,80 pontos, menor nível desde os 49.007,21 pontos de 15 de maio deste ano. As perdas foram ainda maiores durante a sessão, quando chegou a marcar 49.411 pontos (-3,82%). Mesmo na máxima do dia, não chegou a subir: 51.367 pontos (-0,01%). No mês, a Bovespa acumula perdas de 6,96% e, no ano, sobe 31,81%. O giro financeiro totalizou R$ 4,625 bilhões. Os dados são preliminares.
O sinal predominante em todos os pregões hoje foi o de baixa. Os investidores encontraram no documento do Banco Mundial uma justificativa concreta para jogarem seus temores sobre a recuperação da economia global. A instituição reviu sua previsão, já negativa, feita em março sobre o PIB mundial para um ainda pior: agora, ao invés da queda de 1,7% este ano, a entidade estima recuo de 2,9%. Se confirmado, o número será o primeiro negativo desde a Segunda Guerra Mundial. Para o Brasil, a previsão foi de -1,1% em 2009, enquanto o governo brasileiro estima crescimento de pelo menos 1%.
Diante dessa nova perspectiva, os investidores aproveitaram para embolsar uma boa parte dos ganhos que obtiveram com a compra de ações no mercado doméstico este ano. Além da saída de estrangeiros da Bovespa, a queda de preço de commodities (matérias-primas) e a oferta de ações da VisaNet ajudaram a explicar o tombo do índice. Segundo os especialistas, pelo porte da operação da VisaNet, estaria havendo realocação de portfólio. "A oferta da VisaNet é muito grande e não está havendo espaço para entrada de muito dinheiro novo. Certamente os investidores estão realocando seus investimentos, vendendo ações como blue chips", exemplificou o economista da WinTrade José Góes.
Para Góes, a queda de hoje foi apenas um movimento de realização, já que a Bovespa havia sido puxada por um otimismo exagerado. "Mas não acho que a Bolsa entrará numa tendência baixista, abaixo de 47 mil pontos. Neste intervalo, começa a haver chamada de compras, porque muita gente acabou ficando de fora da tendência altista e deve querer aproveitar", comentou.
Além do relatório do Banco Mundial, as ordens de vendas foram endossadas hoje pela cautela às vésperas da reunião do banco central americano, que anuncia na quarta-feira sua decisão de juros. O Dow Jones caiu 2,35%, para 8.339,01 pontos. O S&P 500 perdeu 3,06%, para 893,04 pontos. O Nasdaq recuou 3,35%, para 1766,19 pontos.
Por causa das incertezas sobre a recuperação da economia, o petróleo fechou em baixa, diante de uma perspectiva de demanda menor. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato para julho terminou a US$ 66,93 o barril, com variação negativa de 3,77%. No Brasil, Petrobras também teve perda forte, de 4,12% na ação ordinária (ON) e 3,41% na ação preferencial (PN).
Vale, a outra blue chip, exibiu perdas maiores, de 5,42% na ON e de 4,83% na PNA (preferencial da classe A). Hoje, a notícia no setor minerador foi a decisão da Anglo American de negar a proposta de fusão feita pela Xstrata. Para a mineradora, tratava-se de algo "inaceitável".
Duratex PN liderou a alta do Ibovespa hoje, ao subir 7,27%. Os papéis subiram na esteira da notícia de que ela e a Satipel vão se associar, dando origem à maior indústria de painéis de madeira industrializada do Hemisfério Sul. Satipel ON disparou 35,36%.
domingo, 21 de junho de 2009
IBOV...indefinição neste início da 4a semana de junho

Nesta terceira semana de junho, finalmente ocorreu uma realização mais forte com o Ibovespa, possibilidade que vinha sendo sinalizada há algumas semanas, principalmente pelas divergências verificadas em vários osciladores gráficos. O Ibovespa refluiu do patamar dos 53.558 pontos verificados no fechamento da semana anterior, até os 51.374 pontos, desta última sexta-feira, registrando queda de 4,08% na semana. Semelhante ao comportamente de DJI, o "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" indicando alguma possibilidade de recuperação da queda ocorrida, nesta quarta semana de junho. Porém, no gráfico diário o "candle" do último pregão se assemelha a um "martelo invertido" sinalizando a possibilidade da continuidade dessa correção. Uma tendência mais clara, poderá ser delineada quando ocorrer a divulgação da nova política de juros americana, após a reunião do FOMC, na próxima quarta-feira.
Suportes imediatos em 51.350, 51.200, 51.000, 50.510, 50.265, 50.010, 49.860 e 49 mil pontos.
Resistências imediatas em 51.700, 51.900, 52.400 e 53 mil pontos.
DJI...indefinição até a reunião do FOMC

Nesta terceira semana de junho, finalmente ocorreu uma realização mais forte com DJI, possibilidade que vinha sendo sinalizada há algumas semanas, principalmente pela divergência verificada na redução de volume enquanto DJI avançava acima dos 8.800 pontos. DJI refluiu do fechamento da semana anterior nos 8.800 pontos até aos 8.540 pontos, desta última sexta-feira, registrando queda de 2,95% na semana. O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" indicando alguma possibilidade de recuperação da queda ocorrida, nesta quarta semana de junho. Porém, o gráfico diário mostra forte indefinição de tendência, pelos seguidos "dojis" ocorridos nos últimos três pregões. Essa indefinição de tendência, provavelmente está associada à reunião do FOMC no meio desta quarta semana de junho que irá decidir pela manutenção da atual política de juros ou para o início de uma nova política de aumento de juros, algumas vezes sinalizada pelo mercado futuro dos "treasuries" americanos.
Suportes imediatos em 8.504, 8.480, 8.440 e 8.400 pontos.
Resistências imediatas em 8.570, 8.600, 8.650 e 8.720 pontos.
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