segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Bolsas de NY sobem, após tensão com China e EUA

por Suzi Katzumata de Agencia ESTADO
14 de Setembro de 2009 19:44


Nova York - Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em alta moderada, com os investidores no final deixando de lado o nervosismo gerado pela tensão comercial entre os EUA e a China na véspera do aniversário do colapso do banco americano Lehman Brothers.

As bolsas abriram em baixa, pressionadas pela recriminações comerciais entre os governos norte-americano e chinês ao longo do final de semana. Contudo, como as duas partes terão dois encontros no futuro e com o conhecimento que cada lado tem do outro, muitos não acreditam que esta briga vá terminar em algo profundamente destrutivo, segundo analistas.

As fabricantes de pneus americanas foram beneficiadas pela decisão do governo federal americano de impor uma tarifa temporária sobre os pneus chineses. As ações da Goodyear Tire fecharam em alta de 2,95% e as da Cooper Tire & Rubber avançaram 7,07%.

As ações de companhias do setor industrial e de matérias primas deram continuidade a recente tendência de alta baseada na melhora do sentimento com relação as economias ao redor do globo. Entre as blue chips, destaque para os ganhos da General Electric +4,64% e da DuPont +1,48%.

Lehman Brothers

Durante a sessão, em um discurso que coincidiu com o aniversário de um ano do colapso do Lehman Brothers, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que a intervenção do governo no sistema bancário está começando a surtir efeito, mas alertou que Wall Street não deve ignorar as lições do derretimento econômico do último ano.

As ações da Sprint Nextel subiram 10,08% em reação a reportagem do Sunday Telegraph de que a alemã Deutsche Telekom contratou consultores para estudar uma possível oferta multibilionária pela operadora de telefonia móvel americana.

Segundo operadores, os investidores estão começando a voltar sua atenção para a temporada de balanços do terceiro trimestre - que começa em outubro - e aos vários indicadores econômicos previstos para esta semana nos EUA.

O índice Dow Jones subiu 21,39 pontos (0,22%) e fechou com 9.626,80 pontos. O Nasdaq avançou 10,88 pontos (0,52%) e fechou com 2.091,78 pontos. O S&P-500 subiu 6,61 pontos (0,63%) e fechou com 1.049,34 pontos, enquanto o Nyse Composite avançou 36,17 pontos (0,5%) e fechou com 6.879,99 pontos.

Na Nyse, o volume somou 1,211 bilhão de ações, de 1,294 bilhão de ações na sexta-feira. No Nasdaq, o volume alcançou 2,089 bilhões de ações, de 2,246 bilhões de ações na sexta-feira; 1.650 ações subiram e 1.073 caíram. As informações são da Dow Jones.

IBOV...suportes e resistências na 3a. semana de setembro


Nesta segunda semana de setembro, o Ibovespa abriu na mínima nos 56.650 pontos pontos, e em sintonia com os mercados americanos, deu sequência à recuperação iniciada na semana anterior, rompendo novamente os 58 mil pontos, até atingir nova máxima nos 58.834 pontos, na última sexta-feira. Em seguida, refluiu até finalizar em 58.366 pontos. Significativa alta de +3,02% sobre o fechamento da semana anterior. O "candle" do gráfico semanal é praticamente um "marubozu vazio" decorrente da recuperação ocorrida na semana. O gráfico diário, mostra um "doji" no "candle" produzido na última sexta, sinalizando indefinição de tendência, sugerindo uma possível realização, no início da semana, antes do retorno ao movimento altista. O Ibovespa tem mostrado nas últimas semanas, um movimento "lateralizado" em um canal construido entre os 55 mil e os 59 mil pontos, aproximadamente. A perda do patamar inferior poderá levar o Ibovespa a testar novamente os suportes nos 53.400/52.500 pontos. O rompimento do patamar superior levará aos 60 mil pontos.

Suportes imediatos em 58.200, 57.700, 57.200, 56.750, 56.650 e 55.800 pontos.
Resistências imediatas em 58.600, 58.900, 59.500 e 60.000 pontos.

DJI...suportes e resistências na 3a semana de setembro


Nesta segunda semana de setembro, DJI abriu na mínima nos 9.440 pontos, e deu sequência à recuperação iniciada na semana anterior, rompendo novamente os 9.600 pontos, até atingir nova máxima nos 9.650 pontos, na última sexta-feira. A partir daí refluiu até finalizar em 9.605 pontos. Alta de +1,75% sobre o fechamento da semana anterior. O "candle" do gráfico semanal é quase um "marubozu vazio" provocado pela recuperação ocorrida em todos pregões da semana. No gráfico diário, o "candle" produzido na última sexta, é um "doji", sinalizando indefinição na continuidade da tendência de alta, sugerindo uma possível realização, antes do retorno ao movimento altista. DJI tem apresentado nas últimas 3 semanas, uma movimentação "lateralizada" em um canal construido entre os 9.300 e os 9.700 pontos. Abaixo desse piso, DJI poderá buscar novamente os 9 mil pontos e acima do topo do canal, seu próximo objetivo de alta serão os 10 mil pontos.

Suportes imediatos em 9.500, 9.400, 9.350 e 9.190 pontos.
Resistências imediatas em 9.605, 9.650, 9.720, 9.785 e 9.830 pontos.

domingo, 13 de setembro de 2009

Commodities...perspectivas para a 3a. semana de setembro


Fonte: Bloomberg

Situação em 11/09

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1131.05 -14.96 1150.00 1150.00 1125.84
(Laranja)S&P GSCI 451.42 -9.70 463.47 468.80 449.01
(Verde)RJ/CRB Commodity 251.12 -4.06 255.30 256.33 251.12
(Azul)Rogers Intl2886.53 -44.99 2934.27 2963.93 2869.35

Situação em 04/09

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1121.50 -8.18 1136.23 1136.25 1115.25
S&P GSCI 439.01 -1.35 442.45 443.46 435.43
RJ/CRB Commodity 247.58 -1.16 248.76 249.01 246.74
Rogers Intl 2860.70 -12.49 2882.79 2889.11 2841.75

Variação semanal 04/09 a 11/09

INDICE Fechamento (04/09) x Fechamento(11/09) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1121.50 1131.05+0,85%
S&P GSCI 439.01 451.42 +2,83%
RJ/CRB Commodity 247.58 251.12 +1,43%
Rogers Intl 2860.70 2886.53 +0,90%

Análise:
Nesta segunda semana de setembro, as commodities reverteram parte das perdas ocorridas na semana anterior, finalizando com ALTA de +1,50% , na média dos quatro índices, em relação ao fechamento da semana anterior, que apresentara queda superior a 4%. A defasagem permanece em cerca de -30% comparada aos preços praticados há um ano atrás, na média desses índices. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços tentaram sem sucesso, romper a LTA primitiva e agora parecem se encaminhar para testar a LTA 1, logo abaixo, no interior da "cunha ascendente". O "candle" do gráfico semanal é um "martelo vazio invertido" mostrando que a boa recuperação no início da semana, não foi suficiente para vencer a atual pressão vendedora, o que sinaliza ainda a possibilidade de continuidade da correção, nesta 3a. semana de setembro.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Bolsa de NY fecha em baixa com realização de lucros

por Agência ESTADO
11 de Setembro de 2009 19:57

Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em leve baixa, pressionados por uma realização de lucro depois de terem renovado as máximas do ano ontem. Também pesou sobre o mercado a queda dos preços do petróleo e de outras commodities. No acumulado da semana, no entanto, os índices ficaram no azul: o Dow Jones subiu 1,74%, o Nasdaq avançou 3,08% e o S&P-500 registrou um ganho de 2,59%.

Depois dos sólidos ganhos acumulados nesta semana, as ações financeiras caíram, com os operadores buscando reduzir parte daquelas posições antes do final de semana. As ações do Bank of America caíram 1,45%, as do JPMorgan fecharam em baixa de 1,21% e as do American Express recuaram 0,67%.

As ações da Chevron e da ExxonMobil caíram 0,98% e 0,95%, respectivamente, em virtude da queda de 3,68% nos preços do petróleo nesta sexta-feira, para abaixo de US$ 70 por barril no mercado futuro de Nova York.

As ações receberam algum suporte no meio do dia das previsões positivas de lucro da FedEx para o seu balanço do primeiro trimestre fiscal, encerrado em 31 de agosto. As ações da FedEx fecharam em alta de 6,41%. O balanço da companhia é esperado para a próxima quinta-feira.

A melhora do índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan, para 70,2 em setembro de 65,7 no final de agosto, também foi bem recebida pelo mercado, mas os ganhos foram frágeis na esteira de um avanço de cinco sessões seguidas.

As ações da Best Buy caíram 3,14% depois que a Oppenheimer disse que prevê um resultado desapontador das vendas do segundo trimestre da varejista, que divulga seu balanço na terça-feira. A Oppenheimer rebaixou sua recomendação para a Best Buy de "outperform" para "perform".

O índice Dow Jones caiu 22,07 pontos (-0,23%) e fechou com 9.605,41 pontos. O Nasdaq caiu 3,12 pontos (-0,15%) e fechou com 2.080,90 pontos. O S&P-500 recuou 1,41 ponto (-0,14%) e fechou com 1.042,73 pontos. As informações são da Dow Jones.

Bolsa cai após 5 altas seguidas; na semana, subiu 3%

por Agência ESTADO
11 de Setembro de 2009 17:53

Depois de ter subido 5,68% em cinco sessões consecutivas, a Bolsa de Valores de São Paulo passou hoje por uma realização de lucros. Mas ela foi tão fraca que o principal índice do mercado doméstico, o Ibovespa, se manteve irredutível no patamar de 58 mil pontos reconquistado ontem. Uma safra de bons indicadores ao redor do mundo favorecia a manutenção das compras de ações, mas a indefinição sobre qual o rumo que o mercado seguirá e os ganhos recentes puxaram as ordens de vendas.

O Ibovespa terminou a sexta-feira com baixa de 0,29%, aos 58.366,38 pontos, diminuindo os ganhos da semana para 3,02%. Em setembro, acumula elevação de 3,33% e, no ano, de 55,44%. Na mínima do dia, hoje, registrou 58.145 pontos (-0,67%) e, na máxima, 58.834 pontos (+0,51%). O giro financeiro totalizou R$ 4,057 bilhões, o menor do mês até agora. Os dados são preliminares.

As bolsas asiáticas e europeias fecharam em alta, influenciadas pelos indicadores positivos conhecidos principalmente na China. O governo de Pequim anunciou produção industrial e empréstimos mais fortes do que o esperado em agosto, reforçando o sinal positivo dado pelas declarações do premiê Wen Jiabao de que irá manter a política econômica.

Já nos EUA, os dados do sentimento ao consumidor da Universidade de Michigan e de estoques no atacado foram bons, mas os investidores não deram muita atenção, já que os cinco dias de ganhos pressionaram por um ajuste nas carteiras. A opção foi pela cautela depois que as Bolsas registraram os maiores níveis em quase um ano.

O Dow Jones recuou 0,23% no dia, aos 9.605,41 pontos, acumulando alta de 1,74% na semana. O S&P 500 caiu 0,14%, aos 1.042,73 pontos (alta de 2,59% na semana) e o Nasdaq perdeu 0,15%, aos 2.080,90 pontos (ganho de 3,07% na semana).

No Brasil, a realização de lucros teve grande influência das blue chips e alguns papéis do setor siderúrgico. A queda das commodities metálicas e do petróleo impulsionou as vendas destes papéis. "Os dados da China foram bons, mas ontem à tarde o mercado já tinha adiantado uma parte deles", comentou o analista da SLW Pedro Galdi.

Segundo ele, o volume comedido da sessão mostra que os investidores estão à espera da definição de um rumo para a Bolsa. Embora seja majoritária a avaliação de que é preciso uma correção dos ativos, o mercado de ações local tem encontrado dificuldades de ir adiante principalmente por causa dos indicadores favoráveis.

Além dos números da China e EUA, hoje o mercado doméstico também foi brindado com um número favorável do PIB brasileiro no segundo trimestre - alta de 1,9% ante o primeiro trimestre, encerrando a recessão técnica. O dado superou a mediana das previsões do mercado, de 1,8%.

Vale ON terminou em baixa de 1,16% e Vale PNA, de 0,73%. Petrobras ON caiu 1,05% e Petrobras, PN, 0,60%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo para outubro recuou 3,68%, para US$ 69,29 o barril. No setor siderúrgico, Gerdau PN subiu 0,74% e CSN ON, 0,52%. Metalúrgica Gerdau, PN recuou 0,55% e Usiminas PNA, 0,88%.

Na próxima semana, a agenda será relativamente tranquila, sem grandes indicadores com força para mexer nos negócios. Assim, a tendência deve ser conduzida pelo noticiário diário

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Dow Jones, Nasdaq e S&P fecham nas máximas do ano

por Agência ESTADO
10 de Setembro de 2009 19:11

Os índices de ações Dow Jones, Nasdaq e S&P-500 fecharam nas máximas do ano, após um forte leilão primário de títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries). Os ganhos de um grupo diverso de blue chips deu força aos índices de ações em Nova York, incluindo Procter & Gamble, Walt Disney e AT&T.

O índice Dow Jones subiu 80,26 pontos (0,84%) e fechou a 9.627,48 pontos, marcado o quinto ganho seguido e alcançando o nível mais alto desde 6 de outubro de 2008. Os ganhos do Dow Jones foram conduzidos por uma ampla variedade de companhias, entre elas: Walt Disney +5,23%, 3M +1,65% e Chevron +1,59%.

A alta da Chevron e de outras companhias relacionadas ao setor de energia foram atribuídas a alta dos preços do petróleo para US$ 71,94 por barril no mercado futuro de Nova York.

Além disso, as ações do conglomerado de produtos de consumo Procter & Gamble subiram 4,24%, depois da companhia ter anunciado que vai reduzir preços e aumentar as promoções.

O S&P-500 subiu 10,77 pontos (1,04%) e fechou com 1.044,14 pontos, nível mais alto desde 6 de outubro. Todos os setores do S&P-500 fecharam em território positivo, com destaque para o de telecomunicações, que subiu 2,1%. As blue chips AT&T e Verizon subiram 2,39% e 1,49%, respectivamente, ambas também fazem parte do Dow Jones.

O índice Nasdaq subiu 23,63 pontos (1,15%) e fechou com 2.084,02 pontos, seu melhor nível desde 30 de setembro. No setor de tecnologia, as ações da Dell subiram 4,02% depois de informar que sua tecnologia para digitalizar registros médicos é menos cara e mais compatível com sistemas externos, obstáculos que impediam o movimento de colocar os registro online. As informações são da Dow Jones.

Ibovespa retoma os 58 mil pontos com Vale e Petrobras

por Stella Fontes de REUTERS
10 de Setembro de 2009 17:56

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa retomou o patamar dos 58 mil pontos nesta quinta-feira, em jornada marcada principalmente pelos ganhos das blue chips. Em linha com o desempenho positivo em Wall Street, a bolsa paulista marcou nova máxima no ano, cravando a quinta alta consecutiva.

Encerrada a sessão de negócios regulares, o índice mostrou valorização de 1,08 por cento, aos 58.535 pontos, também o maior nível de pontuação desde julho do ano passado. O giro financeiro da sessão ficou em 5 bilhões de reais.

No início do dia, o Ibovespa chegou a transitar em terreno negativo, mas reverteu a tendência com a melhora em Nova York. O Dow Jones, que começou a sessão em leve queda, fechou em alta de 0,84 por cento.

Dados positivos da economia norte-americana, a valorização das commodities no front internacional, a queda nos juros futuros e alguma liquidez no cenário doméstico, segundo profissionais do mercado financeiro, explicam o desempenho positivo da bolsa paulista nas últimas sessões.

"As bolsas nos Estados Unidos melhoraram e as commodities mostraram força à tarde, dando fôlego extra ao Ibovespa", afirmou o economista Fausto Gouveia, da Legan Asset Management.

As ações preferenciais de Vale fecharam com alta de 1,93 por cento, a 34,40 reais. Conforme Gouveia, as ações romperam um importante nível técnico, em 34,00 reais --e também foram beneficiadas pela melhora no mercado de metais.

Ainda no terreno da Vale, os papéis da Bradespar, que tem importante participação no bloco de controle da mineradora, encerraram a sessão com alta de 0,91 por cento, a 31,18 reais, após terem exibido queda superior a 3 por cento mais cedo.

As ações foram influenciados pela notícia de que o Bradesco rejeitou uma proposta do empresário Eike Batista para compra da participação acionária que o banco tem na mineradora, conforme publicou o jornal "O Estado de S.Paulo".

Já as preferenciais de Petrobras tiveram valorização de 1,03 por cento, a 33,34 reais, em sintonia com os ganhos no mercado de petróleo.

Dentre os maiores ganhos do índice, destaque para as ações da Oi --as ordinárias ganharam 5 por cento, a 38,25 reais, e as preferenciais subiram 4,49 por cento, a 32,24 reais.

Conforme analista que acompanha o setor, a oferta da Vivendi pela GVT chamou a atenção de investidores para empresas de telecom. "Ganharam os papéis da Oi, que estavam muito descontados", afirmou sob a condição de não ser identificado.

Dentre as poucas baixas do índice figuraram empresas de construção civil e as aéreas.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Restante da agenda do investidor para a segunda semana de setembro

por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
04/09/09 19h50


SÃO PAULO - Dentro da agenda para a segunda semana de setembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, à divulgação do Livro Bege do Fed.

No front doméstico, o foco fica para a ata da última reunião do Copom, à divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre, além da inflação medida pelo IPCA.

Quarta-feira (9/9)

Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à primeira quadrissemana de setembro. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

8h00 - A FGV publica o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de agosto, importante medida de inflação nacional.

11h00 - O Dieese revela o Índice de Custo de Vida referente ao mês de agosto. O relatório contém informações a respeito do custo de vida dos moradores do município de São Paulo.

EUA

11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

15h00 - Investidores estarão atentos ao Livro Bege do Fed, relatório importante sobre o desempenho atual da economia do país.


Quinta-feira (10/9)

Brasil

8h30 - Será revelada a ata do Copom.

9h00 - O IBGE publica o IPCA e o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), ambos referentes ao mês de agosto. O IPCA é um dos principais índices utilizados pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.

9h30 - O órgão ainda apresenta a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de agosto, levantamento dos preços e dos custos dos materiais utilizados no setor.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - Destaque ao Trade Balance (balança comercial) com base no mês de julho, que mede a diferença entre os valores das importações e exportações realizadas pelo país.

Reino Unido

O dia será marcado pela reunião de política monetária do Banco da Inglaterra. Os membros do comitê vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico.


Sexta-feira (11/9)

Brasil

8h00 - A FGV divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do primeiro decêndio de setembro, que é bastante utilizado pelo mercado, e retrata a evolução geral de preços na economia.

9h30 - Destaque para a divulgação do desempenho do PIB brasileiro no segundo trimestre.

EUA

9h30 - Serão apresentados o Export Prices e o Import Prices, ambos do mês de agosto. Os índices excluem de suas bases a produção agrícola e as cotações do petróleo, respectivamente.

10h55 - A Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment de setembro, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

11h00 - Sai o Wholesale Inventories de julho, relatório que contém informações sobre as vendas e os estoques do setor atacadista.

15h00 - O Departamento de Tesouro norte-americano fornece os dados de agosto do Treasury Budget (orçamento governamental).

Segunda-feira (14/9)

Brasil

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior reporta a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

Não serão apresentados índices relevantes neste dia no país.

Índice Nasdaq fecha no nível mais alto desde 1º/10/2008

por Agência ESTADO
08 de Setembro de 2009 19:14

O índice Nasdaq fechou no nível mais alto desde 1º de outubro de 2008, enquanto o Dow Jones e S&P-500 também subiram impulsionados em especial pelos ganhos das ações de empresas do setor de commodities. No retorno do feriado do Dia do Trabalho (nos EUA), os investidores mostraram mais disposição para o risco, comprando uma variedade de ações.

Vários tipos de commodities subiram forte nesta segunda-feira, como ouro, prata, cobre e petróleo. De um ponto de vista econômico, os investidores se basearam na expectativa de que o crescimento global vai alimentar a demanda em cada um daqueles produtos no final do ano. Entre as componentes do Dow Jones ligadas as commodities: Alcoa +3,45%, ExxonMobil +2,12% e Chevron +2,20%.

No setor industrial, destaque para General Electric que subiu 4,54% depois que o JPMorgan elevou sua recomendação para a companhia de "neutra" para "overweight". Caterpillar fechou em alta de 1,87% e Procter & Gamble avançou 2,53%.

As ações da Kraft Foods, que teve sua oferta para compra da britânica Cadbury rejeitada, caíram 5,87%.

No setor financeiro, as ações da seguradora American International Group (AIG) caíram 10,49% depois que o Credit Suisse rebaixou sua recomendação para a companhia de "neutra" para "underperform", citando "pouco ou nenhum valor para a ação ordinária" no curto prazo.

O índice Dow Jones subiu 56,07 pontos (0,59%) e fechou com 9.497,34 pontos, desde a mínima de 9 de março o índice acumula um ganho de 45%. O Nasdaq avançou 18,99 pontos (0,94%) e fechou com 2.037,77 pontos. O S&P-500 subiu 8,99 pontos (0,88%) e fechou com 1.025,39 pontos. As informações são da Dow Jones.

Bolsa sobe 2,12% e registra maior nível desde 31/7/2008

por Agência ESTADO
08 de Setembro de 2009 17:54

A fraqueza do dólar causou uma corrida às commodities e, por tabela, aos papéis ligados ao setor no mercado acionário doméstico. Com um noticiário rico, Vale foi uma das mais negociadas na sessão de hoje e um dos destaques de alta, ao lado das siderúrgicas. As bolsas externas também fecharam no azul e não atrapalharam.

O índice Bovespa iniciou a segunda semana de setembro com ganho de 2,12%, fechando na máxima pontuação do dia, de 57.854,80 pontos, maior nível desde 31 de julho de 2008 (59.505,20 pontos). Na mínima do dia, registrou 56.655 pontos (estabilidade). No mês, acumula alta de 2,42% e, no ano, de 54,07%. O giro financeiro totalizou R$ 4,547 bilhões. Os dados são preliminares.

O dólar fechou em baixa ante várias moedas mundiais, e não só o real, após relatório da Unctad, braço da ONU para comércio e desenvolvimento, que o questionou como moeda internacional de reserva. Isso fez com que os investidores partissem para a compra de commodities, que subiram e puxaram as bolsas. Outra notícia internacional que contribuiu para a melhora das ações foi a defesa dos ministros das Finanças do G-20 de manutenção do estímulo econômico.

Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo para outubro disparou 4,53%, para US$ 71,10 o barril, enquanto, na Bolsa de Metais de Londres, a alta do ouro foi um dos destaques. Foram as mineradoras os principais destaques nas bolsas europeias. Em Londres, o índice FT-100 avançou 0,29%, aos 4.947,34 pontos; em Frankfurt, o índice Dax terminou com ganho de 0,33%, aos 5.481,73 pontos; na bolsa de Paris, o índice CAC-40 terminou em alta de 0,22%, aos 3.660,96 pontos.

Nos EUA, além das commodities, também favoreceu a alta das ações a oferta não solicitada feita pela fabricante de alimentos Kraft Foods de US$ 16,7 bilhões pela britânica Cadbury na segunda-feira. Apesar de a proposta da Kraft ter sido rejeitada, muitos investidores interpretaram o interesse da empresa em propor uma aquisição como um sinal de melhora no ambiente de negócios corporativos, o que seria um fator positivo para a economia.

Dow Jones terminou com ganho de 0,59%, aos 9.497,34 pontos, S&P 500 subiu 0,88%, aos 1.025,39 pontos, e Nasdaq avançou 0,94%, aos 2.037,77 pontos.

Essa mesma interpretação feita para a oferta da Kraft também foi lida na notícia, veiculada pela Folha de S.Paulo, de que o empresário Eike Batista estaria interessado em adquirir a participação da Bradespar no capital da Vale e já teria feito uma oferta de compra. Segundo Airton Kelner, gestor da Legan, por se tratar de um negócio de bloco fechado, não influenciaria diretamente as ações. "Mas é um indício de que as condições do mercado estão melhores e ajudam o mercado acionário como um todo", avaliou.

Além dessa notícia, os investidores ainda digeriram hoje o anúncio de que a Vale pretende realizar uma emissão de bônus de 10 anos no mercado internacional. A emissão será de até US$ 1 bilhão, embora, segundo fonte, a demanda já seja de US$ 2,5 bilhões. Vale ON subiu 3,23% e Vale PNA, 2,27%. Bradespar PN terminou em 6,04%, na terceira maior alta do Ibovespa.

Petrobras ON avançou 2,16% e PN, 1,14%. A estatal anunciou hoje que retomou a produção em poço no pré-sal de Tupi, após a área ter sido fechado para a troca da Árvore de Natal Molhada (equipamento submarino de controle de fluxo de poços).

Embraer ON terminou em 2,97%. Ontem, o Brasil anunciou um acordo militar com a França pela qual o governo de Nicolas Sarkozy se comprometeu a comprar dez aviões de transporte militar KC-390, que serão fabricados pela Embraer. Fontes ouvidas pelo jornalista Jamil Chade, em Genebra, informaram que a fabricante brasileira pode abrir um processo na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra os subsídios concedidos pela União Europeia à Bombardier na produção de aviões.

U-6: o subemprego e a extraordinária taxa de desemprego nos EUA

Taxa oficial (vermelho) e real (azul) de desemprego nos Estados Unidos



por Gustavo Kahil de InfoMoney
08/09/09 15h25


SÃO PAULO - Desde o início da recessão em dezembro de 2007, o número de desempregados nos Estados Unidos aumentou em 7,4 milhões e a taxa de desemprego cresceu 4,8 pontos percentuais, para 9,7%. Aproximadamente 6,9 milhões de vagas foram cortadas no período.

Estes são os dados oficiais. Porém, um olhar mais próximo sobre os números do mercado de trabalho revela números mais preocupantes. A medida alternativa de emprego U-6 mostra uma taxa de desemprego de 16,8% no mês de agosto, 7,1 pontos percentuais acima da outra medição.

Para Dave Rosenberg, economista-chefe da administradora de recursos Gluskin Sheff, "sugerir que o ciclo de queda da economia foi qualquer coisa diferente de uma depressão é basicamente uma deturpação dos fatos". A leitura da figura abaixo mostra que a taxa real se aproxima cada vez mais do nível de 20%.

Taxa oficial
A elevada diferença entre as duas taxas deve-se à metodologia empregada. A taxa de 9,7% é calculada com base nas pessoas que não têm emprego, disponíveis para trabalhar e que tenham procurado emprego de forma direta nas últimas quatro semanas. Sendo que a definição de "forma direta" é ampla e engloba as pessoas que contataram um empregador, agência de empregos, centro de empregos ou amigos, enviou currículos ou inscreveu-se para seleções, respondeu a anúncios, dentre outras coisas.

U-6
Os dados utilizados na metodologia U-6 incluem à taxa oficial os "trabalhadores adicionados marginalmente". São aqueles que não estão trabalhando ou procurando por uma vaga, mas que dizem querer um emprego e o buscaram recentemente e pessoas que trabalharam por um período menor por razões econômicas, ou seja, desejam um trabalho integral, mas um trabalho de menos horas foi tudo o que puderam encontrar.

Deflação
Rosenberg, ex-economista chefe para os EUA da Merrill Lynch, avalia que, devido ao grande déficit do mercado de trabalho, qualquer inflação que o Federal Reserve consiga trazer para a economia "será simplesmente um barulho insustentável durante uma tendência declinante do poder de precificação". É fato que alguns indicadores apontam para uma recuperação econômica, porém os dados podem, na verdade, estar maquiados por um efeito sazonal de programas de descontos.

Os números de agosto do Chain Store Sales, que mede as vendas das lojas varejistas, mostram um recuo de 2,9% nas vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior, número menor do que os 3,8% esperados pelo mercado, além de uma desaceleração ante o recuo de 5,1% anotado em julho. Mas, para Rosenberg, os números são reflexo de um programa agressivo de corte nos preços e promoções. É ainda esperada uma melhora artificial das vendas em setembro devido ao retorno das aulas, explica.

Rosenberg parece estar no time dos céticos quanto à recuperação da economia, e também dos que acham que visualizar uma taxa real de desemprego próxima à da Grande Recessão não é maluquice.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

IBOV...suportes e resistências na 2a. semana de setembro


Na primeira semana de setembro, o Ibovespa abriu na máxima nos 57.707 pontos e refluiu até a casa dos 56.150 pontos, daí, retomou novamente a alta até encontrar resistência nos 57.002 pontos; refluiu outra vez até encontrar suporte na casa dos 55.400 pontos e dai, reagiu positivamente até retomar os 56 mil pontos e finalizar nesta última sexta, em 56.652 pontos, queda de -1,82%, em relação ao fechamento da semana anterior. O "candle" formado no gráfico semanal é um "martelo cheio", resultado da reação ocorrida nos últimos dois pregões da semana, sinalizando a possibilidade de abertura em alta, neste início da 2a semana de setembro. Por outro lado, alguns dos principais osciladores do gráfico semanal continuam a apontar a tendência de queda, como maior probabilidade. Fechamento acima dos 57.700 pontos, durante a semana poderá reverter a atual tendência baixista. Fechamento abaixo dos 54.900 pontos sinalizará objetivos de queda, nos 53.400 e 52.500 pontos.

Suportes imediatos em 56.450, 55.750, 55.360, 55.000, 54.900, 54.600 e 53.870 pontos.
Resistências imediatas em 56.690, 57.360, 58.100, 58.630 e 59.100 pontos.

DJI...suportes e resistências na 2a. semana de setembro


Nesta primeira semana de setembro, DJI abriu nos 9.545 pontos, refluiu até os 9.450 pontos, retomou novamente os 9.500 pontos até encontrar resistência nos 9.557 pontos e daí retornou aos 9.300 pontos, vindo buscar suporte nos 9.280 pontos; recuperou novamente os 9.400 pontos até finalizar nos 9.441 pontos. Queda de -1,09% sobre o fechamento da semana anterior. O "candle" do gráfico semanal é um "martelo cheio" provocado pela recuperação ocorrida nos últimos 2 pregões da semana. No gráfico diário, o "candle" produzido na última sexta, também é um "martelo", sinalizando a possibilidade de abertura em alta no início desta semana. Os principais osciladores do gráfico semanal apontam para a maior possibilidade de continuidade da queda. A reversão desta tendência somente poderá ocorrer, se observarmos na semana, fechamento novamente na casa dos 9.600 pontos.

Suportes imediatos em 9.350, 9.330, 9.265, 9.200, 9.117 e 9.040 pontos.
Resistências imediatas em 9.470, 9.500, 9.520, 9.560 e 9.630 pontos.

sábado, 5 de setembro de 2009

Commodities...perspectivas para a 2a semana de setembro



Fonte: Bloomberg

Situação em 28/08

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1171.92 12.65 1179.01 1179.20 1165.04
(Laranja)S&P GSCI 466.70 2.28 467.60 470.99 462.71
(Verde)RJ/CRB Commodity 257.81 1.29 256.53 258.93 256.52
(Azul)Rogers Intl 2986.80 19.91 2982.45 3009.61 2961.12

Situação em 04/09

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1121.50 -8.18 1136.23 1136.25 1115.25
S&P GSCI 439.01 -1.35 442.45 443.46 435.43
RJ/CRB Commodity 247.58 -1.16 248.76 249.01 246.74
Rogers Intl 2860.70 -12.49 2882.79 2889.11 2841.75

Variação semanal 04/09 a 28/08

INDICE Fechamento (04/09) x Fechamento(28/08) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1121.50 1171.92 -4,30%
S&P GSCI 439.01 466.70 -5,93%
RJ/CRB Commodity 247.58 257.81 -3,97%
Rogers Intl 2860.70 2986.80 -4,22%

Análise:
Nesta primeira semana de setembro, as commodities deram sequência ao processo mais consistente de realização de lucros quando finalizaram, com significativa queda de -4,61% , na média dos quatro índices, em relação ao fechamento da semana anterior. A defasagem é de cerca de -32% comparada aos preços praticados há um ano atrás, na média desses índices. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços perderam a LTA primitiva e agora deverão testar a LTA 1, movimentando-se ainda no interior de uma "cunha ascendente". O "candle" do gráfico semanal é um "marubozu" mostrando a predominância da pressão vendedora, o que sinaliza possibilidade de continuidade da correção, visto que as altas acumuladas nas semanas anteriores, mantem ainda "esticados" muitos dos osciladores gráficos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

NY tem 2o dia de alta por dado de emprego e tecnologia

por Angela Moon de Reuters
04 de Setembro de 2009 18:06

NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores norte-americanas encerraram em alta nesta sexta-feira, à medida que investidores se concentraram no lado positivo de um relatório sobre o mercado de trabalho no país.

Os dados mostraram menos demissões que o previsto em agosto, ainda que a taxa de desemprego tenha atingido o maior patamar em 26 anos.

O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 1,03 por cento, para 9.441 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 1,79 por cento, para 2.018 pontos. O Standard & Poor's 500 ganhou 1,31 por cento, para 1.016 pontos.

Na semana, contudo, os índices acumularam queda. O Dow Jones cedeu 1,1 por cento, o S&P 500 recuou 1,2 por cento e o Nasdaq perdeu 0,5 por cento.

O mercado operou perto da estabilidade durante os negócios da manhã, antes de uma forte alta à tarde, com os principais índices ganhando ao redor de 1 por cento.

"Sim, a taxa de desemprego veio um pouco pior que o esperado, mas o que teve mais peso foi o relatório sobre os cortes de vagas, que veio melhor que a expectativa", disse o chefe de operações em equities Robert Francello, da Apex Capital, em San Francisco.

"Os dados forneceram um alívio à medida que nos aproximávamos do fechamento, e algumas pessoas estão cobrindo posições aqui antes de um final de semana prolongado."

Os ganhos ocorreram de maneira geral, com as ações do setor de tecnologia na liderança. Os papéis de semicondutoras subiram depois de o presidente-executivo da Intel afirmar que o envelhecimento dos computadores pessoais e o lançamento do sistema operacional Windows 7, da Microsoft motivarão as empresas a começar a gastar com PCs no próximo ano.

As ações da Intel avançaram 1,1 por cento, enquanto as da Microsoft encerraram valorizados em 2,1 por cento, ambos nas operações no índice Nasdaq.

EUA aliviam, Mantega anima e Bovespa avança 1,7%

por Aluísio Alves de Reuters

04 de Setembro de 2009 18:07

SÃO PAULO (Reuters) - A desaceleração do ritmo de demissões nos Estados Unidos e previsões animadoras do governo brasileiro sobre o PIB do segundo trimestre levantaram a bolsa paulista na sexta-feira antes do fim de semana prolongado.

Apoiado também pela forte recuperação das construtoras domésticas, o Ibovespa avançou 1,7 por cento, aos 56.652 pontos, na maior alta diária em um mês.

O giro financeiro da sessão, turbinado pelos 2,3 bilhões de reais da oferta pública de aquisição de ações da Nossa Caixa, atingiu 6,4 bilhões de reais.

Nos EUA, a fonte de otimismo foi a notícia de que o mercado de trabalho do país eliminou 216 mil postos de trabalho em agosto. Embora isso tenha levado a taxa de desemprego ao maior nível em 26 anos, o dado foi recebido com alívio pelos investidores, que esperavam número ainda pior.

Na Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones fechou o dia valorizado em 1,03 por cento.

No lado doméstico, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, acabou animando mais ainda o investidor ao antecipar que a economia brasileira deve ter crescido até 2,0 por cento no segundo trimestre deste ano. O número oficial será divulgado na próxima sexta-feira.

"Isso acabou intensificando o movimento que já era positivo", disse Walter Mendes, diretor de renda variável do Itaú Unibanco.

Essa combinação tirou os negócios do marasmo do início do dia, com investidores na defensiva antes de feriados de segunda-feira que fecham os mercados, o Dia da Independência no Brasil e o Dia do Trabalho nos EUA.

Ações de maior liquidez saíram na frente. O papel preferencial da Vale ganhou 1,5 por cento, para 33,04 reais, enquanto a preferencial da Petrobras creseu 1 por cento, para 32,51 reais.

No vácuo desse movimento, ações de grandes construtoras que haviam sido severamente castigadas no começo da semana em meio a anúncios de fusão e ofertas de ações, tiveram forte reação.

Em destaque, Cyrela disparou 8,4 por cento, para 22,60 reais, seguida por Rossi Residencial, com um salto de 7,8 por cento, valendo 11,97 reais. Gafisa ganhou 5,1 por cento, para 26,54 reais.

Nossa Caixa, alvo da oferta pública de aquisição feita pelo Banco do Brasil, que teve 97,7 por cento de adesão dos minoritários, foi a pior do dia, com baixa de 8,1 por cento, cotada a 69,00 reais.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Bolsas de NY fecham em alta com papéis de bancos

por Gustavo Nicoletta de Agência ESTADO
03 de Setembro de 2009 19:05

Nova York - Os índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, puxados pelo avanço dos papéis do segmento financeiro e do setor industrial, embora na semana os índices ainda acumulem queda e o tom dos investidores seja de cautela antes da divulgação do relatório sobre o emprego nos EUA - o "payroll" -, na sexta-feira. Analistas preveem que os dados mostrarão um corte de 233 mil vagas de emprego em agosto, ante corte de 247 mil vagas em julho.

Após quatro dias consecutivos de queda, o Dow Jones subiu 63,94 pontos, ou 0,69%, para 9.344,61 pontos, impulsionado pelo avanço de componentes como Caterpillar (+3,52%), General Electric (+1,89%), JPMorgan (+3,06%) e Bank of America (+3,50%).

O S&P 500 ganhou 8,49 pontos, ou 0,85%, para 1.003,24 pontos, enquanto o Nasdaq fechou em alta de 16,13 pontos, ou 0,82%, a 1.983,20 pontos.

Os indicadores econômicos divulgados mais cedo deram margem tanto a interpretações positivas quanto negativas sobre a saúde da economia.

O Departamento de Trabalho dos EUA divulgou que o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 4 mil, após ajustes sazonais, na semana até 29 de agosto. O número, embora relativamente positivo, veio levemente mais fraco do que a queda de 5 mil esperada por economistas.

Além disso, o índice de atividade do setor de serviços dos EUA medido pelo Instituto para a Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) subiu de 46,4 em julho para 48,4 em agosto. A melhora superou a previsão de analistas, que esperavam uma leitura de 48, mas o fato de o número ter permanecido abaixo de 50 sugere que o setor ainda passa por um período de contração.

Também contribuíram para alimentar a incerteza dados divergentes sobre as vendas das varejistas norte-americanas em agosto. Em termos gerais, as vendas caíram no conceito mesmas lojas - unidades abertas há um ano ou mais -, mas algumas grandes redes, como Target, Gap e Khol's, registraram um desempenho mais forte que o estimado.

De acordo com Bill Stone, estrategista-chefe de investimentos da PNC Wealth Management, o mercado será conduzido nas próximas semanas por uma série de indicadores. "Há muitos receios quanto à sustentabilidade da recuperação, então vamos ser conduzidos pelos dados sobre o desemprego e os gastos dos consumidores", afirmou Stone. "Estamos à mercê dos indicadores até a próxima temporada de balanços." As informações são da Dow Jones.

À espera de dados nos EUA, Bolsa ganha 0,58% no dia

por Claudia Violante de Agência ESTADO
03 de Setembro de 2009 18:01

São Paulo - À espera do relatório do mercado de trabalho norte-americano, amanhã, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um pregão sem sal. O principal índice à vista (Ibovespa) trabalhou colado às Bolsas norte-americanas, ampliando as perdas no final da sessão. Vale e siderúrgicas puxaram os ganhos que, no final, ainda tiveram uma ajuda da Petrobras, que virou para cima na ação preferencial (PN), a mais líquida.

O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,58%, aos 55.707,17 pontos. Na mínima do dia, registrou 55.339 pontos (-0,08%) e, na máxima, os 55.888 pontos (+0,91%). No mês, acumula baixa de 1,38% e, no ano, alta de 48,35%. O giro financeiro totalizou R$ 4,514 bilhões. Os dados são preliminares.

Os investidores até tinham um bom motivo para impulsionar uma alta: as bolsas chinesas deram um salto hoje, com os comentários de que Pequim dará suporte ao mercado acionário após as fortes vendas verificadas no mês passado, e as declarações do órgão regulador de que poderá diminuir o ritmo do lançamento de ofertas iniciais de ações (IPOs). O índice Xangai Composto ganhou 4,8% e o índice Shenzhen Composto subiu 5,5%.

Outra boa justificativa veio da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que afirmou que a economia global está emergindo de sua pior depressão desde a Segunda Guerra Mundial mais rapidamente do que a entidade havia previsto há três meses. A OCDE prevê agora que o PIB do G-7 irá contrair-se 3,7% este ano; a previsão anterior era de queda de 4,1%.

Tais notícias até incentivaram uma abertura em alta nas Bolsas norte-americanas, ainda sustentadas pelos indicadores mistos conhecidos hoje. Os índices até operaram em baixa em alguns momentos do dia, mas os investidores resolveram guardar o fôlego para amanhã, quando saem os dados do "payroll" (relatório de vagas de trabalho), para o qual a previsão é de corte de 233 mil postos de trabalho nos Estados Unidos no mês de agosto.

Hoje, o Departamento do Trabalho norte-americano informou que os novos pedidos de auxílio-desemprego feitos na semana passada caíram 4 mil, abaixo da previsão dos economistas de um recuo de 5 mil. Já o índice de atividade do setor não-industrial (serviços) dos EUA subiu de 46,4 em julho para 48,4 em agosto, acima da previsão de 48, mas abaixo dos 50, que é quando o dado passa a indicar expansão da atividade.

Outro indicador da atividade nos EUA veio do varejo, onde várias redes anunciaram queda nas vendas em agosto no conceito mesmas lojas - unidades abertas há um ano ou mais. No entanto, algumas grandes lojas, como Target, Gap e Khol's, superaram as expectativas dos analistas. Em todo o setor, as vendas caíram pelo 12º mês seguido.

O Dow Jones terminou o dia em alta de 0,69%, aos 9.344,61 pontos, o S&P 500 avançou 0,85%, aos 1.003,24 pontos, e o Nasdaq registrou ganhos de 0,82%, aos 1.983,20 pontos. O avanço das ações de instituições financeiras ajudou a amenizar o impacto dos dados sobre os índices. JPMorgan (+3,06%), Bank of America (+3,50%) e American Express (+1,60%).

No Brasil, as ações da Vale e das siderúrgicas deram suporte aos ganhos do índice Bovespa. Vale ON subiu 1,31% e Vale PNA, 1,09%, acompanhando a alta dos metais no exterior. A mineradora anunciou hoje que irá retomar gradativamente as operações na Mina de Água Limpa, em Minas Gerais. Gerdau PN subiu 1,74%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,70%, CSN ON, 1,03%, Usiminas PNA, 0,63%.

Petrobras ON caiu 0,24%, mas a ação PN subiu 0,12%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo para outubro recuou 0,13%, para US$ 67,96 o barril.

Redecard ON registrou variação de +0,12%. As ações foram adicionadas ao índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), que divulgou hoje sua 11ª versão.

Na avaliação do operador da TOV Decio Pecequilo, a tendência para o Ibovespa é de alta, apesar de o indicador ter passado por uma breve realização de lucros nas cinco sessões anteriores. A seu ver, a expectativa com o "payroll" nos EUA emperrou a semana, mas esse movimento deve ser aliviado na próxima semana, com a volta dos investidores das férias no Hemisfério Norte e passado o feriado, na segunda-feira, no Brasil e nos EUA.

Restante da agenda do investidor para a primeira semana de setembro

por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney
28/08/09 19h00


SÃO PAULO - Dentro da agenda para a primeira semana de setembro, os investidores estarão atentos, sobretudo, ao desempenho do mercado de trabalho norte-americano em agosto.

No cenário nacional, a ênfase fica para a reunião do Copom. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária atualizará a taxa básica de juro do País, com expectativa de manutenção.

Quinta-feira (3/9)

Brasil

9h00 - O IBGE reporta a Pesquisa Industrial Regional de julho, que acompanha a evolução do nível de produto na indústria.
EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

11h00 - Confira o ISM Services de agosto, responsável pela mensuração do nível de atividade não-industrial.

Europa

O dia será marcado pela reunião de política monetária do Banco Central Europeu. Os membros do comitê vão decidir sobre eventuais mudanças nos parâmetros do juro básico.


Sexta-feira (4/9)


Brasil

Não serão divulgados índices relevantes no País.

EUA

9h30 - Principal destaque para o Relatório de Emprego do mês de agosto, composto por: taxa de desemprego, número de postos de trabalho, ganho por hora trabalhada e média de horas trabalhadas.



Segunda-feira (7/9)


Será comemorado no Brasil o Dia da Independência, enquanto nos EUA haverá o feriado do Dia do Trabalho, e, consequentemente, não haverá negócios em Wall Street e na BM&F Bovespa neste dia.