segunda-feira, 20 de abril de 2009

Dow Jones tem maior queda desde 5 de março

por Agência ESTADO
20 de Abril de 2009 19:18

Os principais índices do mercado de ações norte-americano fecharam em baixa acentuada - com o Dow Jones registrando a maior queda em pontos desde 5 de março -, pressionados pela preocupação dos investidores de que o bancos vão precisar de uma nova rodada de assistência do governo apesar do lucro anunciado pelo Bank of America no primeiro trimestre, segundo analistas.
O índice Dow Jones caiu 289,60 pontos (3,56%) e fechou em 7.841,73 pontos. O Nasdaq recuou 64,86 pontos (3,88%) e fechou em 1.608,21 pontos. O S&P-500 caiu 37,21 pontos (4,28%) e fechou em 832,39 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 260,48 pontos (4,75%) e fechou em 5.220,12 pontos.
As ações do Bank of America despencaram 24,34% apesar de o banco ter anunciado um aumento no lucro para US$ 4,25 bilhões no primeiro trimestre, com ajuda da recente aquisição do Merrill Lynch. No entanto, os negócios de banco de varejo e comercial, cartão de crédito e hipotecas foram prejudicadas e o banco teve de separar mais dinheiro para cobrir os empréstimos ruins.
As ações do Citigroup caíram 19,45% com os negociadores dizendo que muitos dos recentes ganhos estavam vinculados com uma oferta de ações depois que uma conversão de ações foi adiada. Como o BofA, a unidade de cartão de crédito do Citi pesou sobre o resultado do primeiro trimestre. Entre outras companhias de cartão de crédito, as ações do American Express caíram 12,98% e as do Capital One Financial caíram 25,04%.
Entre outras notícias, a Sun Microsystems concordou em ser comprada pela Oracle por US$ 7,4 bilhões. As ações da Sun dispararam 36,77%, enquanto as da Oracle caíram 1,26%.
As ações da Pepsico fecharam em baixa de 4,35% depois da fabricante de refrigerantes ter anunciado uma queda no lucro no primeiro trimestre e uma oferta para comprar duas de suas engarrafadoras por um total de quase US$ 6 bilhões. Entre as empresas que divulgaram balanços após o fechamento do mercado, as ações da IBM fecharam em baixa de 0,83%, enquanto as da Texas Instruments recuaram 3,62%. As informações são da Dow Jones.

Bolsa cai com menor apetite de investidor por risco

por Agência ESTADO
20 de Abril de 2009 18:31

A aversão ao risco pautou os negócios nas bolsas pelo mundo e por aqui não foi diferente. A Bovespa operou durante todo o dia em queda para encerrar com desvalorização de 2,94%, aos 44.433,15 pontos. Além das notícias que contribuíram para este cenário, a bolsa doméstica ainda tem a desvantagem de amanhã ser feriado por aqui enquanto os mercados funcionarão normalmente pelo mundo. A queda no preço das matérias-primas (commodities) e a preocupação com o setor financeiro ditaram o ritmo das perdas hoje. "Diante deste cenário, quem pode está embolsando lucro ou reduzindo posição", disse uma fonte de um banco.
Durante a sessão, o índice paulista atingiu a mínima de 44.274,88 pontos (3,28%) e a máxima de 45.778,28 (cotação de abertura). O giro financeiro somou R$ 5,66 bilhões inflado pelo vencimento de opções sobre ações que somou R$ 2,343 bilhões e registrou o maior volume desde o vencimento de maio do ano passado (R$ 4,007 bilhões) e o dobro do registrado em março (R$ 1,411 bilhão). Do total do vencimento de opções de hoje, R$ 1,894 bilhão foi feito em contratos de compra e R$ 448,286 milhões, em contratos de venda. As opções que registraram maior volume foram Vale PNA a R$ 27,48 por ação, que movimentou R$ 361,7 milhões em opções de compra, e Petrobras PN, a R$ 27,66 por ação, movimentou R$ 247,7 milhões em opções de compra.
A aversão ao risco se deu em razão da preocupação com a saúde do setor financeiro dos EUA.
Outra informação que também vem preocupando os investidores é o teste de estresse que está sendo feito pelo Tesouro com as instituições financeiras norte-americanas, cujo resultado deve ser divulgado no início de maio.
Os papéis dos bancos brasileiros também acompanharam o desempenho setor bancário nos EUA. ItauUnibanco PN encerrou com declínio de 3,60%, Bradesco PN -4,20% e Banco do Brasil ON -2,23%. A forte queda acentuada dos preços das commodities foi outro fator que pesou bastante nos negócios, estimulando as vendas de papéis importantes do Ibovespa.
Usiminas PNA perdeu 4,87%, CSN ON - 4,73% e Gerdau PN -4,14%. Vale PNA teve queda de 2,25% e ON -4,02%. Os papéis da mineradora também foram influenciados pelo comunicado da empresa confirmando medidas mais flexíveis para seus contratos de minério de longo prazo. Ainda no campo das commodities, a Petrobras foi puxada pela queda do petróleo. O contrato de petróleo para maio, que venceu hoje na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), desabou 8,84%, para US$ 45,88 por barril. Os papéis ON da estatal cederam 3,08% e PN -2,44%.
Entre as maiores altas do índice, destaque para NET PN com alta de 1,95%, a R$ 16,21. Do lado negativo, Cosan ON fechou com desvalorização de 7,76%, a R$ 11,53, seguida de Votorantim Papel e Celulose PN e Cyrela Commercial Propert ON, - 6,55%, a R$ 10,98.

domingo, 19 de abril de 2009

IBOV...tendência de queda na semana de 20 a 24/04


Após atingir a máxima nos 46.591 pontos, no meio da semana, o Ibovespa refluiu no final de semana até finalizar em 45.778 pontos, alta de apenas 0,52% em relação ao fechamento semanal anterior. O gráfico semanal do Ibovespa formou um "doji" com fortes características de um "doji evening star", sinalizando o final da sequência de seis semanas seguidas de alta. Muitos indicadores se tornaram "sobrecomprados", após esse período de altas, sugerindo a possível realização, no início da semana, visto que no gráfico diário do Ibovespa, o "candle" formado nesta última sexta é um "martelo invertido", sinalizador da reversão de tendência.

Suportes semanais em 45.100, 44.400, 43.930, 43.480, 42.200 e 41.300 pontos.
Resistências semanais em 46.080, 46.200, 46.900 e 47.600 pontos.

DJI...perspectivas para a semana de 20 a 24/04


Após alcançar a máxima semanal nos 8.190 pontos, DJI finalizou nesta sexta nos 8.131 pontos, pequena alta de 0,59% sobre o fechamento da semana anterior, nos 8.083 pontos. O "candle" formado no gráfico semanal se assemelha a um "doji" sinalizando a possibilidade do final da tendência de alta, com a eventual formação de um "doji evening star". A tendencia altista iniciada há seis semanas atrás, deixou os principais indicadores "sobrecomprados" e uma forte possibilidade de realizar, já no início da semana.

Suportes semanais imediatos em 8.000, 7.900, 7.770 e 7.690 pontos.
Resistências imediatas em 8.210, 8.300 e 8.400 pontos.

sábado, 18 de abril de 2009

Petróleo...após 17/04...suportes e resistências


Os contratos futuros de óleo cru leve (Crude Light Oil) da série K09, com vencimento em maio/09, após uma semana de pequenas oscilações, praticamente "andando de lado" dentro de um "triângulo simétrico", vieram atingir, nesta sexta, a máxima em US$ 51,37/barril onde encontraram resistência no topo do canal de baixa, formado há cerca de 3 semanas. O barril de petróleo nessa série, finalizou a semana cotado a US$ 50,33, em alta de +0,70%, formando um "candle" semelhante a um "martelo invertido", no gráfico diário, sinalizando uma possível reversão da tendência. A tendência baixista, provavelmente já no início desta semana, poderá levar à perda do suporte em US$ 48,90 para que o barril de petróleo venha buscar seus objetivos imediatos de queda em US$ 46,60.

Resistências em 51,13; 51,75 e US$52,45/barril
Suportes em 49,75; 48,90; 47,36 e US$46,60/barril

Commodities...perspectivas para a semana de 20 a 24/04.


Fonte: Bloomberg
Situação em 09/04

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 973.93 15.68 967.69 978.03 967.69
(Laranja)S&P GSCI 379.20 12.08 375.04 381.68 373.66
(Verde)RJ/CRB Commodity 227.88 4.17 223.70 227.91 223.70
(Azul)Rogers Intl 2595.58 52.15 2564.66 2608.90 2564.04

Situação em 17/04

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 981.34 4.46 976.29 984.35 976.25
S&P GSCI 377.57 1.72 374.85 380.28 373.30
RJ/CRB Commodity 225.85 .77 225.08 225.95 224.77
Rogers Intl 2588.91 11.31 2574.19 2600.13 2564.65

Variação semanal 17/04 a 09/04

INDICE Fechamento (17/04) Fechamento(09/04) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 981.34 973.93 +0,76%
S&P GSCI 377.57 379.20 -0,43%
RJ/CRB Commodity 228.93 227.88 +0,46%
Rogers Intl 2598.64 2595.58+0,12%

Análise:
Nesta última semana, as commodities fecharam em leve alta em relação à semana anterior, fechando na média dos quatro índices em +0,23% . Os preços das commodities ainda estão defasados (na média desses 4 índices) em aproximadamente -45%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, registra os preços das principais commodities no topo do canal em que os preços vem oscilando nesses últimos cinco meses. Os principais gráficos sinalizaram novamente outro "doji" de indefinição, o que pode estar sinalizando algum movimento mais forte para um dos dois lados. Considerando os principais osciladores operando na região "sobrecomprada", é bem possível que os preços iniciem nesta semana, novo movimento em direção ao fundo do canal.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Bolsas de NY sobem hoje e registram ganho na semana

por Danielle Chaves de Agência ESTADO
17 de Abril de 2009 18:44

Nova York - Os investidores se animaram hoje com os dados sobre o sentimento do consumidor norte-americano e os resultados trimestrais do conglomerado industrial General Electric (GE) e do banco Citigroup, que vieram melhores que o esperado. Com isso, os principais índices das Bolsas norte-americanas registraram o mais longo período de ganhos dos últimos anos.
O índice Dow Jones fechou em leve alta de 0,07%, a 8.131,33 pontos. Na semana, o Dow Jones acumulou um leve ganho de 0,59%, marcando assim, suas primeiras seis semanas de alta desde igual período encerrado na semana de 18 de maio de 2007. O S&P-500 avançou 0,5% hoje, e fechou aos 869,60 pontos. O índice teve alta de 1,52% na semana e reduziu suas perdas no ano para 3,7%.
Já o Nasdaq 100 ganhou 0,16%, e fechou aos 1.673,07 pontos. Depois de avançar 1,24% esta semana, o índice acumula alta de 6,09% em 2009 e registrou sua mais longa série de altas desde as sete semanas de ganhos que terminaram em dezembro de 2005.
Os índices norte-americanos chegaram a operar em queda perto do fechamento do pregão desta sexta-feira, no entanto, em uma ilustração da volatilidade associada ao vencimento de opções hoje, quando os operadores se desfizeram de posições em derivativos no mercado de ações, encerraram os negócios do dia em alta.
"Houve uma mistura de surpresas positivas para o mercado - uma boa forma de começar a temporada de balanços, embora a base seja de expectativas muito baixas - e perspectivas que sugerem que o pior já tenha ficado para trás", afirmou Quincy Krosby, estrategista chefe de investimentos da Hartford Financial Services.
Entre os destaques do dia, as ações da GE subiram 1% depois de anunciar uma queda no lucro do primeiro trimestre deste ano que não foi tão severa quanto o mercado esperava.
Já as ações do Citigroup caíram 9%, apesar de terem quadruplicado desde seu nível mais baixo. Ainda no setor financeiro, Morgan Stanley avançou 4,3%.
O site de buscas Google subiu 0,9%, depois de anunciar ontem à noite que seu lucro e sua receita aumentaram no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Porém, os ganhos obtidos no período entre janeiro e março de 2009 foram limitados porque a receita diminuiu, quando comparada com o quarto trimestre de 2008. As informações são da Dow Jones.

Vale e Petrobras pesam e Ibovespa recua 0,54%

por Agência ESTADO
17 de Abril de 2009 17:43

As ações da Vale e da Petrobras serviram de freio ao índice Bovespa (Ibovespa), que teve como destaque positivo hoje principalmente os papéis do setor siderúrgico, beneficiados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de linha branca (geladeiras, fogões e lavadoras). O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira concentrou uma 'briga' nos principais strikes das duas blue chips e, hoje, o sinal vermelho predominou. Além disso, a falta de notícias com peso para conduzir o índice para além dos 46 mil deixa de atrair dinheiro novo, o que faz com que muitos investidores apenas façam uma rotação de suas carteiras. E optem por vender os papéis com ganhos acumulados, caso dessas duas empresas.
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 0,54%, aos 45.778,28 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 45.723 pontos (-0,66%) e, na máxima, os 46.187 pontos (+0,35%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 11,86% e, no ano, de 21,91%. Na semana, o ganho foi de apenas 0,52%. O giro financeiro do dia totalizou R$ 4,097 bilhões. Os dados são preliminares.
As Bolsas norte-americanas tiveram um início indeciso, mas se firmaram no azul no período da tarde, influenciadas pelos balanços melhores do que o previsto do Citigroup e da General Electric (GE). Os números reforçaram a perspectiva de que o sistema financeiro estaria recobrando o equilíbrio. Também agradou os investidores o índice de sentimento do consumidor dos EUA, medido pela Universidade de Michigan, que melhorou na leitura preliminar de abril (subiu de 57,3 em março para 61,9).
O Dow Jones terminou a sessão em alta de 0,07%, aos 8.131,33 pontos. O S&P 500 avançou 0,50%, para 869,60 pontos. O Nasdaq, que mais cedo registrava queda mais acentuada que os demais índices por causa dos números do Google, ganhou 0,16%, para 1.637,07 pontos. O setor financeiro liderou os ganhos. American Express subiu 5,41%, o Bank of America, 2,51% e o JPMorgan, 0,06%. O Citigroup foi a exceção, com queda de 8,98%, embora tenha ao longo da sessão registrado ganhos em reação à divulgação de seus resultados no primeiro trimestre.
No Brasil, o governo voltou à carga no anúncio de medidas para tirar o País da crise. Hoje, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou a redução, em dez pontos porcentuais, nas alíquotas do IPI para máquinas de lavar (de 20% para 10%), de geladeiras (de 15% para 5%), de tanquinhos (de 10% para zero) e de fogões, (de 5% para zero). A medida, segundo ele, vale a partir de hoje para os próximos três meses. O governo também ampliou a lista de produtos de materiais de construção com redução do IPI.
A diminuição do IPI acabou impulsionando as siderúrgicas, sobretudo as ações da Usiminas, que ontem já estiveram entre as maiores altas do Ibovespa e, hoje, repetiram o feito. Usiminas PNA liderou as compras, com 4,25%, seguida pela ação ON da empresa (4,23%). Gerdau PN avançou 0,65%, Metalúrgica Gerdau PN, 1%, e CSN ON, 1,05%. Outras companhias relacionadas também tiveram ganhos expressivos: Weg ON, que fornece motores para a linha branca, subiu 3,45%, e Brasmotor, que fabrica geladeiras das marcas Brastemp e Consul, disparou 18,46% na ON e 20,83% na PN.
Nas blue chips, além da 'briga' para o vencimento de opções da próxima segunda-feira, muitos investidores optaram por vender para fazer uma rotatividade de suas carteiras. "Como esses papéis têm ganhos acumulados no ano e faltam notícias de peso para atrair dinheiro novo, os investidores optaram por trocar as ações, vendendo blue chips e comprando outras mais descontadas", justificou o economista da Win Trade José Góis.
O contrato do petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) terminou com alta de 0,70%, a US$ 50,33. Petrobras caiu 1,19% na ação ON (acumula ganho de 37,11% em 2009) e 1,60% na PN (+30,74% no ano). A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu hoje que, se os preços do petróleo mantiverem a queda permanente, a tendência é de que haja uma adequação dos atuais preços dos combustíveis no País aos níveis internacionais.
Vale ON acabou o dia em baixa de 0,81% (+29,37% no ano) e Vale PNA, de 1% (+26,93% no ano), na contramão do fechamento dos metais, que subiram no exterior. A empresa anunciou ontem a paralisação, por oito semanas, nas unidades e minas de produção de níquel em Sudbury, no Canadá. O processamento de metais preciosos também ficará parado entre 1º de junho e 27 de julho. A Vale também informou que vai postergar por, pelo menos um ano, a entrada em operação do projeto de níquel de Onça Puma, no Pará, marcada para janeiro de 2010. E que vendeu sua participação na Usiminas. Por fim, a Vale confirmou que negocia com a CSN acordo para dar um fim à disputa judicial que envolve a mina Casa de Pedra, que pertence à siderúrgica.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

IBOV...após 16/04...suportes e resistências


Depois de confirmar a reversão para a tendência de alta, sinalizada pelo "martelo" do pregão anterior, o "candle" deste pregão ficou parecido com um "martelo invertido" que pode estar sinalizando novamente a retomada da queda. Depois de buscar a máxima nos 46.211 pontos, o IBOV sintonizado com DJI, refluiu para finalizar em 46.025 pontos (+1,66%). O fechamento acima dos 46 mil pontos, mostra a força compradora, destas últimas 5 semanas seguidas de alta. É possível que possa ainda ocorrer a retomada da alta, no movimento intraday, mas alguma realização pela perda da pressão compradora, poderá também acontecer, visto que os principais indicadores continuam em região "sobrecomprada".

Suportes imediatos em 45.680, 45.280, 45.240 e 44.700 pontos.
Resistências imediatas em 46.040, 46.400 e 46.870 pontos.

DJI...após 16/04...suportes e resistências


O gráfico diário de DJI formou um "piercing" com relativa indefinição, contrapondo-se ao "martelo" de alta, do pregão anterior, que sinalizou a reversão para essa nova tendência. Depois de atingir a máxima nos 8.168 pontos, DJI refluiu no final do pregão fechando em 8.125 pontos ( +1,25%). Apesar da boa reação verificada, os principais osciladores estão ainda relativamente "sobrecomprados", sugerindo alguma realização.

Suportes imediatos em 8.050, 7.950 e 7.900 pontos.
Resistências imediatas em 8.180, 8.220, 8.240 e 8.260 pontos.

Nasdaq sobe 2,68%, para o maior nível desde novembro

por Agência ESTADO
16 de Abril de 2009 18:43

Os principais índices de ações norte-americanos fecharam com ganhos, com o Nasdaq em seu nível mais alto desde novembro. As bolsas foram impulsionadas pela alta das ações de tecnologia e consumo - como Google, Nokia, Walt Disney e Hewlett-Packard -, que foram beneficiadas pelo otimismo dos investidores com relação à recuperação da economia.
Operadores disseram que o mercado acionário está mais comprador do que no fim de 2008 e início deste ano, embora as condições econômicas e bancárias permaneçam nebulosas. Mesmo em sessões como a de hoje, quando dados econômicos pressionam os índices, as ações acabam se recuperando no fim do dia.
O índice Nasdaq, que é composto em sua maior parte por ações de tecnologia e consumo economicamente sensíveis, subiu 43,64 pontos, ou 2,68%, e fechou em 1.670,44 pontos, elevando os ganhos no ano até agora para 5,9% e registrando o fechamento mais alto desde 5 de novembro. A relativa força do Nasdaq aponta um apetite pelo risco, algo que também foi refletido na estreia das negociações com ações da empresa de software Rosetta Stone.
O índice Dow Jones e o S&P-500 fecharam no nível mais alto desde 9 de fevereiro. O Dow Jones subiu 95,81 pontos, ou 1,19%, e fechou em 8.125,43 pontos, enquanto o S&P-500 avançou 13,24 pontos, ou 1,55%, e fechou em 865,30 pontos, 30% acima da mínima de 666 pontos atingida em março. O S&P-500 acumula perda de 4,2% no ano até agora. O NYSE Composite subiu 69,30 pontos, ou 1,29%, e fechou em 5.454,27 pontos.
O Google fechou o pregão regular em alta de 2,4% e ampliou os ganhos no after-hours, depois de anunciar resultados fortes no primeiro trimestre deste ano.
O JPMorgan Chase subiu 2,1% depois de anunciar lucro no primeiro trimestre deste ano. Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Nokia subiram 11%, após a fabricante de celulares finlandesa afirmar que está vendo sinais de que seu mercado está se estabilizando.
A Hewllet-Packard, que vai lançar um novo computador para aumentar a competição no mercado, avançou 5%. Walt Disney ganhou 4%. A Sun Microsystems subiu 4,4%, apesar dos relatos de que a IBM teria se recusado a retomar as negociações para comprar a empresa. As informações são da Dow Jones.

Bolsa sobe 1,66% em dia de noticiário corporativo rico

Bolsa sobe 1,66% em dia de noticiário corporativo rico
16 de Abril de 2009 17:48

A Bolsa de Valores de São Paulo subiu hoje, conduzida pelo desempenho positivo dos bancos, siderúrgicas e varejistas. Frigoríficos também foram destaque, com a confirmação, no final da tarde, de que o governo vai criar uma linha de financiamento para o setor. Vale e Petrobras também fecharam no azul, mas tiveram um desempenho "morno", na avaliação de alguns especialistas - embora tenham concentrado o volume financeiro. Na segunda-feira, acontece o vencimento de opções sobre ações, em que os principais papéis em negociação são justamente das duas companhias.
O Ibovespa, principal índice, fechou em alta de 1,66%, aos 46.024,78 pontos. Na mínima, atingiu os 45.277 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 46.211 pontos (+2,07%). No mês, a bolsa acumula ganhos de 12,46% e, no ano, de 22,57%. O giro financeiro totalizou R$ 5,030 bilhões.
A Bovespa acompanhou o desempenho das bolsas norte-americanas. Em Nova York, o índice Dow Jones terminou a sessão em elevação de 1,19%, o S&P avançou 1,55% e o Nasdaq subiu 2,68%. Os ganhos foram influenciados pelo balanço melhor do que o esperado do banco JPMorgan, embora a queda no número de novas obras residenciais nos EUA mostre que ainda há motivos para preocupação e possa ter limitado o entusiasmo nas compras.
No Brasil, Vale e Petrobras acabaram ofuscadas em meio a um noticiário rico de informações para o setor corporativo de um modo geral. Os investidores entraram numa "briga" pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, com uma parcela dos investidores tentanto puxar os preços dos papéis das duas empresas para cima e outra parcela, para baixo. Vale PNA terminou em alta de 0,77%, Vale ON, em +0,65%, Petrobras ON, em +0,53% e Petrobras PN, em +0,07%.
Além disso, o preço do petróleo subiu hoje no exterior, mas as ações da Petrobras ainda estão sentindo o peso das informações sobre o provável reajuste do diesel. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou hoje que o preço deste combustível deve ser reduzido num prazo de três a quatro meses.
Vale contou com um dia rico de notícias em seu segmento, a mais relevante delas sendo o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que subiu 6,1% no primeiro trimestre do ano. Apesar de robusto - e de ter vindo em linha com as estimativas dos analistas - foi o pior desempenho em quase 20 anos.
As siderúrgicas tiveram bom desempenho, na esteira dos pacotes anunciados pelo governo recentemente. Além do Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para veículos, que vale até 30 de junho, e do programa Minha Casa, Minha Vida, que deve impulsionar a venda de aço para a construção civil, a expectativa de que a linha branca também seja desonerada do IPI é um fator adicional a favorecer a compra de papéis. As ações da Usiminas, neste caso, foram as maiores beneficiadas, já que a empresa é importante fornecedora de aço para esse segmento. Usiminas PNA avançou 6,39% e foi a segunda maior alta do Ibovespa, seguida por Usiminas ON (+6,32%). Gerdau PN subiu 2,13%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,52%, e CSN ON, 2,42%.
No setor bancário, as ações repercutiram o desempenho do setor nos Estados Unidos. Bradesco PN fechou com alta de 2,93%, Itaú Unibanco PN, de 2,89% e BB PN, de 4,86%.
O setor varejista também contou com bom desempenho hoje, graças ao desempenho das vendas divulgado pelo IBGE. Houve avanço de 1,5% nas vendas do setor em fevereiro ante janeiro - acima da previsão de analistas, de 1,10% - e de 3,8% na comparação com fevereiro do ano passado. Lojas Renner ON avançou 5,93% e Pão de Açúcar PN, +5,99%. Lojas Americanas PN subiu 2,19%.
JBS Friboi ON registrou ganho acentuado, de 7,45%, a maior alta do Ibovespa. Marfrig, que não faz parte da carteira teórica do Ibovespa, disparou 8,35%. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje a criação de uma linha de crédito para a agricultura no valor de R$ 10 bilhões, montante que privilegiará o setor de frigoríficos.
BM&FBovespa ON avançou 5,82%, na esteira da confirmação, pelo presidente Lula, de que o governo estuda alterações nas regras das cadernetas de poupança, por causa da queda da taxa Selic.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

IBOV...após 15/04...suportes e resistências


Depois de dois pregões com fechamento em queda, o gráfico diário do Ibovespa formou um "martelo cheio" sinalizando novamente a possibilidade de tendência de alta, no próximo pregão. Depois de buscar a mínima nos 44.810 pontos, o IBOV sintonizado com DJI, veio finalizar em 45.272 pontos (-0,32%) praticamente estável. É possível que possa ocorrer ainda alguma realização intraday, visto que os principais indicadores continuam em região "sobrecomprada", mas é bastante provável a recuperação da alta.

Suportes imediatos em 45.040, 44.440, 44.150 e 43.500 pontos.
Resistências imediatas em 45.320, 45.850, 46.580 e 46.900 pontos.

DJI...após 15/04...suportes e resistências


O gráfico diário de DJI formou um "martelo" de alta, sinalizando a reversão da tendência de queda anterior. Depois de buscar a mínima nos 7.871 pontos, DJI recuperou no final do pregão vindo atingir a máxima em 8.041 pontos e finalizando em 8.029 pontos (+1,38%). Apesar da boa reação verificada, os principais osciladores continuam sobrecomprados, sugerindo alguma realização intraday.

Suportes imediatos em 8.000, 7.910, 7.830 e 7.760 pontos.
Resistências imediatas em 8.070, 8.150, 8.190 e 8.300 pontos.

Wall Street vê sinais positivos e Dow Jones sobe 1,38%

por Danielle Chaves e Suzi Katzumata de Agência ESTADO
15 de Abril de 2009 18:39

Nova York - Os índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, com o Dow Jones registrando um ganho de mais de 100 pontos. Segundo analistas, os investidores se concentraram nos sinais positivos revelados pelo relatório do Federal Reserve (Fed, banco central americano) sobre as condições da economia norte-americana - o Livro Bege - e em comentários sobre melhora da demanda feitos pela International Paper e pela Intel.
O índice Dow Jones subiu 109,44 pontos (1,38%) e fechou em 8.029,62 pontos. O S&P-500 avançou 10,56 pontos (1,25%), para 852,06 pontos. O Nasdaq teve alta de 1,08 ponto (0,07%), e fechou em 1.626,80 pontos, pressionado pelas ações da Intel, que ontem, após o fechamento do pregão regular, fez projeções obscuras para o segundo trimestre.
Embora os gastos com consumo tenham permanecido fracos, o Livro Bege indicou um cenário ligeiramente mais otimista em comparação com o do mês passado, apontando uma potencial estabilização da atividade econômica em cinco dos 12 distritos pesquisados.
No campo corporativo, a International Paper teve alta de 22% após o Deutsche Bank afirmar que executivos da empresa disseram que o mercado de papel está perto de uma recuperação. As ações da Intel, por outro lado, caíram 2,4%, mas os investidores se animaram com a declaração feita pela empresa ontem, junto com a divulgação de seus resultados, de que o mercado de computadores pessoais provavelmente já superou sua pior fase.
"Os dados divulgados hoje se ajustam bem à ideia de que as companhias estão cortando produção a uma taxa arriscada e que isso está reduzindo os estoques agressivamente. Uma vez que esses estoques forem esgotados, não vai demorar para a demanda começar a ser estimulada", disse David Resler, economista da Nomura Securities.
Algumas ações do setor de consumo subiram em meio ao otimismo em relação à economia: a empresa de cartões de crédito American Express registrou alta de 12%. Já o setor de energia teve uma sessão fraca, após o anúncio de que os estoques de petróleo nos EUA atingiram o nível mais alto dos últimos 18 anos. Range Resources caiu 1,1%.
A Southwest Airlines fechou em alta de 5,1%. As ações da maior parte das empresas aéreas subiram depois que a controladora da American Airlines, a AMR, anunciou que teve prejuízo menor do que o esperado no primeiro trimestre deste ano. As informações são da Dow Jones.

Petrobras impede avanço da Bovespa, que cai 0,32%

por Agência ESTADO
15 de Abril de 2009 18:01

A Petrobras conduziu o pregão da Bolsa brasileira nesta quarta-feira de vencimento de índice Bovespa futuro e opções sobre Ibovespa. A confirmação de que o governo criou um grupo de trabalho para viabilizar a redução dos preços do diesel ofuscou qualquer reação positiva que o anúncio de mais uma descoberta de petróleo no pré-sal (ontem) pudesse ter sobre os negócios. Também a confirmação, à tarde, de que os investimentos da estatal sairão do cálculo do superávit primário das contas públicas foi assunto das mesas de negócios.
A Bolsa de Valores de São Paulo acabou operando na contramão de Nova York, embora a ampliação dos ganhos no exterior, à tarde, tenha contribuído para reduzir as perdas da Bovespa. O índice Bovespa (Ibovespa) encerrou a quarta-feira em baixa de 0,32%, aos 45.272,65 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 44.811 pontos (-1,34%) e, na máxima, os 45.453 pontos (+0,08%). No mês, acumula ganhos de 10,62% e, no ano, de 20,57%. Por causa do vencimento de opções sobre Ibovespa e de contratos de Ibovespa Futuro, o giro financeiro totalizou R$ 7,577 bilhões. Os dados são preliminares.
Ontem à noite, a Petrobras anunciou ter descoberto nova jazida de óleo leve abaixo da camada de sal na Bacia de Santos, no bloco BM-S-9, no prospecto de Iguaçu. O volume ainda é desconhecido. As notícias sobre descobertas não têm tido muito impacto sobre os papéis da estatal nestes tempos de crise e de preços externos em baixa, mas como são importantes para quando a economia se recuperar podem acabar puxando os papéis para cima. Hoje, no entanto, esse efeito passou longe das ações da Petrobras, que sofreram o impacto da confirmação de estudos para a redução do preço do diesel.
Ontem, um grupo de caminhoneiros pediu à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a redução do preço do combustível e o governo, decidido a adotar em 2009 todas as medidas necessárias para enfrentar a crise financeira, não pretende adiar por muito tempo uma decisão sobre o assunto. "O ano de 2009 concentrará todas as ações anticíclicas, como o aumento de investimentos, a realização de desonerações tributárias e a execução do programa habitacional", resumiu a posição do governo o ministro Guido Mantega, na tarde de hoje.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, confirmou a criação de um grupo de trabalho para viabilizar a redução do diesel. Ele afirmou que a medida não vai prejudicar as contas da Petrobras, que foi castigada quando os preços do barril do petróleo estavam elevados no mercado externo - e a alta não havia sido repassada aos combustíveis internamente. O mercado, no entanto, está com o pé atrás com essa medida, já que a redução do preço do diesel impactaria as contas da estatal. Isso só não aconteceria se a opção fosse pela diminuição da parcela, por exemplo, da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), como o governo já optou por fazer no passado com a gasolina.
Mas além do diesel, o mercado também teve de embutir nos preços das ações da Petrobras a confirmação, à tarde, da retirada dos investimentos da estatal do cálculo do superávit primário do governo. O objetivo é liberar a Petrobras para fazer investimentos, reativando a economia doméstica. Segundo Mantega, a empresa poderá usar os recursos para fazer qualquer investimento, frase que não agrada os investidores.
As ações da estatal fecharam em queda de 2,54% a ON (ordinária) e de 1,70% a PN (preferencial). No mercado externo, o contrato com vencimento em maio do petróleo terminou em baixa de 0,32%, aos US$ 49,25 o barril, por causa do anúncio de que os estoques nos Estados Unidos saltaram para o nível mais alto desde setembro de 1990.
Apesar do tombo de Petrobras e do sinal negativo que predominou nos negócios durante o dia, no final as perdas foram, em boa parte, devolvidas, graças à recuperação de Wall Street. O índice Dow Jones terminou a sessão em alta de 1,38%, aos 8.029,62 pontos, o S&P 500 avançou 1,25%, aos 852,06 pontos e o Nasdaq terminou em elevação de 0,07%, aos 1.626,80 pontos. O Dow Jones e o S&P 500 aceleraram o movimento de alta após a divulgação do relatório do Federal Reserve (Fed, banco central americano) sobre as condições da economia norte-americana - o Livro Bege -, que mostrou uma potencial estabilização da atividade econômica em cinco dos 12 distritos pesquisados pelo Fed.
Mais cedo, no entanto, os indicadores pesaram: dados do Federal Reserve mostraram que produção industrial norte-americana caiu 1,5% em março, superando a previsão de queda de 0,9% dos economistas, enquanto o índice Empire State subiu do recorde de baixa de -38,23 em março para -14,65 em abril. Embora melhor, o indicador segue negativo. Já o índice de preços ao consumidor (CPI) ficou em linha com as estimativas. O CPI cedeu 0,1% em março em comparação a fevereiro, e o núcleo subiu 0,2%.
Na Bovespa, Vale ON terminou em alta de 0,73% e Vale PNA, de 0,20%, beneficiadas pela recuperação em Nova York e tendo como pano de fundo a alta dos preços dos metais básicos no mercado externo. As siderúrgicas fecharam em sentidos contrários. Gerdau PN caiu 2,08%, Metalúrgica Gerdau PN, -2,33%, Usiminas PNA, +1,62%, e CSN ON, +1,04%.

IBOV...após 14/04...objetivos imediatos de queda ...


Abaixo do fundo duplo nos 45.284 pontos, o gráfico de 30 minutos do Ibov, aponta para os objetivos imediatos de queda em 44.900, 44.750, 44.650, 44.420, 44.275 e 43.950 pontos.

IBOV...após 14/04...suportes e resistências


O gráfico diário do Ibovespa formou um "martelo invertido" padrão semelhante a um "shooting star", que surge para sinalizar a reversão da tendência de alta. O IBOV conseguiu romper o patamar dos 46.500 pontos fazendo a máxima nos 46.591 pontos, mas a partir daí refluiu fortemente, vindo a finalizar nos 45.418 pontos, após buscar a mínima nos 45.284 pontos. É muito provável a continuidade da realização, visto que os principais indicadores continuam ainda em região "sobrecomprada".

Suportes imediatos em 45.350, 44.700, 44.150, 44.000 e 43.020 pontos.
Resistências imediatas em 45.700, 46.400 e 46.900 pontos.

DJI...após 14/04...suportes e resistências


O gráfico diário de DJI formou praticamente um "marubozu cheio" sinalizando a predominância da pressão vendedora que poderá continuar nesta quarta, visto que a máxima obtida na abertura, nos 8.057 pontos não superou a máxima anterior nos 8.113 pontos. O "candle" do pregão anterior tornou-se um "doji evening star" e a reversão de tendência para queda, parece estar confirmada.

Suportes imediatos em 7.830, 7.750 e 7.720 pontos.
Resistências imediatas em 7.950, 7.970, 8.120 e 8.170 pontos.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Bolsas de NY encerram em baixa com varejo e bancos

por Gustavo Nicoletta de Agência ESTADO
14 de Abril de 2009 19:17

Nova York - Os índices do mercado de ações norte-americano encerraram o dia em baixa, pressionados por dados mais fracos do que as expectativas de Wall Street sobre as vendas no varejo dos EUA durante o mês de março. O indicador gerou receios entre os investidores em relação à recuperação da economia norte-americana e colocou um freio no rali praticamente ininterrupto das bolsas registrado nas últimas cinco semanas.
O índice Dow Jones fechou em queda de 137,63 pontos, ou 1,71%, a 7.920,18 pontos, acumulando perdas de 2% desde o início da semana. O índice Nasdaq caiu 27,59 pontos, ou 1,67%, para 1.625,72 pontos, enquanto o Standard & Poor's 500 recuou 17,23 pontos, ou 2,01%, para 841,50 pontos.
O Departamento do Comércio dos EUA divulgou que as vendas no varejo do país durante o mês de março diminuíram 1,1% em comparação ao mês anterior, enquanto analistas esperavam um aumento de 0,3%. Em janeiro e em fevereiro, as vendas no varejo subiram na mesma base de comparação, alimentando a perspectiva de que a economia norte-americana, baseada majoritariamente nos gastos dos consumidores, estaria perto de uma recuperação.
Os papéis de empresas do setor financeiro, que acumularam forte ganho desde o início de março, estavam entre os que registraram as quedas mais acentuadas. As ações da American Express recuaram 9,9% e as do Bank of America caíram 8,44%
O Goldman Sachs, que divulgou o balanço do primeiro trimestre ontem, após o fechamento do pregão regular, recuou 11,56%. O banco anunciou um lucro acima do esperado e uma oferta pública de US$ 5 bilhões em ações ordinárias, que gerou preocupações nos investidores quanto à diluição dos dividendos.
Em outros setores, as ações da Intel, que fecharam o pregão em alta de 0,19%, caíam mais de 4% no pós-mercado, após a companhia alertar que a receita do segundo trimestre deve ser igual ou inferior à receita do primeiro trimestre. No entanto, o executivo-chefe da companhia, Paul Otellini, disse que as vendas de computadores passaram pelo pior momento durante o período e que a indústria está retornando aos padrões sazonais regulares.
O mercado chegou a recuperar parte das perdas durante a sessão diante de dados que mostraram queda nos estoques das empresas norte-americanas em fevereiro. O principal conselheiro econômico da Casa Branca, Lawrence Summers, disse em entrevista concedida à rede de notícias CNBC que a variação dos estoques indica que pode haver uma recuperação econômica nos EUA na segunda metade do ano. As informações são da Dow Jones.