por Agência ESTADO
01 de Julho de 2009 20:01
As notícias econômicas ajudaram a empurrar o mercado de ações norte-americano em alta no primeiro dia do terceiro trimestre, uma vez que reforçaram as apostas de que o ritmo da recessão está desacelerando. Pela manhã, o indicador de atividade industrial mostrou uma moderação no declínio, enquanto uma medida de atividade futura para o mercado de moradia - gastos com construção - subiu pelo quarto mês seguido em maio. "Os dados do mercado de moradia parecem ter se tornado um pouco melhor ao longo dos últimos meses", disse Thomas Nyheim, um gerente de carteira do Christiana Bank & Trust. Os investidores estão vendo tais dados como um indicador de uma perspectiva melhorada para a economia, disse.
Entre as notícias corporativas, as ações da General Mills subiram 3,86% depois da fabricante de cereais ter anunciado um lucro acima do esperado no seu quarto trimestre fiscal. A General Mills também melhorou sua previsão para o próximo ano fiscal, citando moderação nos preços de matérias primas e esforços internos para reduzir custos.
As notícias da General Mills ajudou a dar suporte a outras empresas do setor de alimentos e de consumo: Kraft Foods +5,01%, HJ Heinz +3,03%.
As ações da Ford Motor caíram 2,64% depois da montadora ter anunciado uma queda de 11% nas vendas em junho em comparação com igual mês do ano passado, uma queda mais modesta em comparação com a dos meses anteriores. Contudo, a Ford foi a exceção, com a maioria das montadores anunciando declínios mais acentuados nas vendas. A GM anunciou uma queda de 33% nas vendas, enquanto a Chrysler registrou um declínio de 42%. As ações da GM caíram 16,74% para US$ 0,91.
O índice Dow Jones subiu 57,06 pontos (0,68%) e fechou com 8.504,06 pontos. O Nasdaq avançou 10,68 pontos (0,58%) e fechou com 1.845,72 pontos. O S&P-500 subiu 4,01 pontos (0,44%) e fechou com 923,33 pontos. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Ações da Petrobras pesam, mas Ibovespa sobe 0,15%
por Agência ESTADO
01 de Julho de 2009 17:41
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou julho colada às Bolsas norte-americanas e, embora tenha acompanhado o sinal positivo em Wall Street, acabou devolvendo grande parte dos ganhos no final do pregão. Além das Bolsas de Nova York também terem perdido um pouco o vigor, as ações da Petrobras, que foram destaque negativo durante quase toda a sessão na Bovespa, ampliaram as perdas no fim. As ações da Vale e de siderúrgicas, por outro lado, influenciaram as compras, reagindo a um bom indicador divulgado na China.
O índice Bovespa (Ibovespa) abriu o segundo semestre do ano com variação positiva de 0,15%, aos 51.543,78 pontos. Na pontuação mínima do dia, o índice atingiu 51.464 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 52.383 pontos (+1,78%). No acumulado do ano até hoje, o ganho é de 37,27%. O giro financeiro no dia totalizou R$ 5,576 bilhões. Os dados são preliminares.
Foram divulgados hoje nos EUA dados sobre o mercado de trabalho no setor privado, um dos principais indicadores do dia, mas que foi ofuscado por outros mais animadores. E essa tendência acabou sendo benéfica às ações, já que o número norte-americano foi pior do que as previsões. Segundo a ADP, foram fechadas em junho 473 mil vagas de trabalho nos Estados Unidos, 73 mil a mais do que as previsões dos analistas. O dado é considerado uma prévia do "payroll", o dado oficial e que inclui todos os segmentos, que será divulgado amanhã. A previsão para este dado é de corte de 350 mil vagas em junho.
O dado da ADP não teve força para suplantar os efeitos dos demais indicadores internacionais. Um dos mais animadores, principalmente para a Bovespa, saiu na China. O índice de atividade industrial dos gerentes de compra (PMI), divulgado pela Federação Chinesa de Logística & Compra (oficial), passou de 53,1 em maio para 53,2 em junho, pelo quarto mês seguido acima dos 50 pontos, que indicam expansão. Já o índice dos gerentes de compra PMI CLSA China, compilado pela empresa britânica de pesquisa Markit Group, aumentou para 51,8 em junho, de 51,2 em maio, no terceiro mês consecutivo acima de 50.
Esses números, na avaliação do analista da SLW Pedro Galdi, são a principal razão para a alta das ações da Vale e de siderúrgicas, ainda sustentadas pelo fechamento em elevação dos preços dos metais. "A China tem sido uma grande estímulo para as ações da Vale e siderurgia", comentou ao lembrar que a discussão em torno do preço do minério de ferro vendido pela brasileira às siderúrgicas do país logo devem ter uma solução.
Vale ON terminou o pregão de hoje com valorização de 0,38% e Vale PNA subiu 0,90%. Gerdau PN teve alta de 0,44%, Metalúrgica Gerdau PN fechou estável, Usiminas PNA subiu 2,62% e CSN ON virou a minutos do fim, para um recuo de 0,14%.
Além do indicador chinês, também estimulou ordens de compras o PMI da zona do euro, que subiu para a máxima em nove meses de 42,6 em junho, ante 40,7 em maio e leitura preliminar de 42,4. Já o PMI do Reino Unido avançou para 47,0 em junho, o maior nível em 13 meses, de 45,4 em maio. Também teve um bom dado no Japão, que anunciou que o índice consolidado de confiança das grandes indústrias evoluiu do recorde negativo de -58, registrado em março, para -48 em junho.
Em Wall Street, o índice Dow Jones terminou em elevação de 0,68%, aos 8.504,06 pontos, o S&P avançou 0,44%, aos 923,33 pontos, e o Nasdaq subiu 0,58%, aos 1.845,72 pontos.
No Brasil, Petrobras foi destaque de baixa, pressionada pela queda dos preços do petróleo depois que os dados de estoques nos EUA mostraram aumento superior às expectativas. As ações foram ampliando as perdas ao longo da tarde e levaram a uma diminuição da alta do índice à vista. Petrobras ON fechou com perda de 2,57% e Petrobras PN caiu 2%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto recuou 0,83%, para US$ 69,31 por barril. Segundo o Departamento de Energia, os estoques comerciais de petróleo dos EUA caíram 3,7 milhões de barris na semana encerrada em 26 de junho, ante expectativa de queda de 2,1 milhões de barris. Os estoques de gasolina cresceram 2,3 milhões de barris, ante expectativa de aumento de 1,9 milhão de barris.
01 de Julho de 2009 17:41
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou julho colada às Bolsas norte-americanas e, embora tenha acompanhado o sinal positivo em Wall Street, acabou devolvendo grande parte dos ganhos no final do pregão. Além das Bolsas de Nova York também terem perdido um pouco o vigor, as ações da Petrobras, que foram destaque negativo durante quase toda a sessão na Bovespa, ampliaram as perdas no fim. As ações da Vale e de siderúrgicas, por outro lado, influenciaram as compras, reagindo a um bom indicador divulgado na China.
O índice Bovespa (Ibovespa) abriu o segundo semestre do ano com variação positiva de 0,15%, aos 51.543,78 pontos. Na pontuação mínima do dia, o índice atingiu 51.464 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 52.383 pontos (+1,78%). No acumulado do ano até hoje, o ganho é de 37,27%. O giro financeiro no dia totalizou R$ 5,576 bilhões. Os dados são preliminares.
Foram divulgados hoje nos EUA dados sobre o mercado de trabalho no setor privado, um dos principais indicadores do dia, mas que foi ofuscado por outros mais animadores. E essa tendência acabou sendo benéfica às ações, já que o número norte-americano foi pior do que as previsões. Segundo a ADP, foram fechadas em junho 473 mil vagas de trabalho nos Estados Unidos, 73 mil a mais do que as previsões dos analistas. O dado é considerado uma prévia do "payroll", o dado oficial e que inclui todos os segmentos, que será divulgado amanhã. A previsão para este dado é de corte de 350 mil vagas em junho.
O dado da ADP não teve força para suplantar os efeitos dos demais indicadores internacionais. Um dos mais animadores, principalmente para a Bovespa, saiu na China. O índice de atividade industrial dos gerentes de compra (PMI), divulgado pela Federação Chinesa de Logística & Compra (oficial), passou de 53,1 em maio para 53,2 em junho, pelo quarto mês seguido acima dos 50 pontos, que indicam expansão. Já o índice dos gerentes de compra PMI CLSA China, compilado pela empresa britânica de pesquisa Markit Group, aumentou para 51,8 em junho, de 51,2 em maio, no terceiro mês consecutivo acima de 50.
Esses números, na avaliação do analista da SLW Pedro Galdi, são a principal razão para a alta das ações da Vale e de siderúrgicas, ainda sustentadas pelo fechamento em elevação dos preços dos metais. "A China tem sido uma grande estímulo para as ações da Vale e siderurgia", comentou ao lembrar que a discussão em torno do preço do minério de ferro vendido pela brasileira às siderúrgicas do país logo devem ter uma solução.
Vale ON terminou o pregão de hoje com valorização de 0,38% e Vale PNA subiu 0,90%. Gerdau PN teve alta de 0,44%, Metalúrgica Gerdau PN fechou estável, Usiminas PNA subiu 2,62% e CSN ON virou a minutos do fim, para um recuo de 0,14%.
Além do indicador chinês, também estimulou ordens de compras o PMI da zona do euro, que subiu para a máxima em nove meses de 42,6 em junho, ante 40,7 em maio e leitura preliminar de 42,4. Já o PMI do Reino Unido avançou para 47,0 em junho, o maior nível em 13 meses, de 45,4 em maio. Também teve um bom dado no Japão, que anunciou que o índice consolidado de confiança das grandes indústrias evoluiu do recorde negativo de -58, registrado em março, para -48 em junho.
Em Wall Street, o índice Dow Jones terminou em elevação de 0,68%, aos 8.504,06 pontos, o S&P avançou 0,44%, aos 923,33 pontos, e o Nasdaq subiu 0,58%, aos 1.845,72 pontos.
No Brasil, Petrobras foi destaque de baixa, pressionada pela queda dos preços do petróleo depois que os dados de estoques nos EUA mostraram aumento superior às expectativas. As ações foram ampliando as perdas ao longo da tarde e levaram a uma diminuição da alta do índice à vista. Petrobras ON fechou com perda de 2,57% e Petrobras PN caiu 2%.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto recuou 0,83%, para US$ 69,31 por barril. Segundo o Departamento de Energia, os estoques comerciais de petróleo dos EUA caíram 3,7 milhões de barris na semana encerrada em 26 de junho, ante expectativa de queda de 2,1 milhões de barris. Os estoques de gasolina cresceram 2,3 milhões de barris, ante expectativa de aumento de 1,9 milhão de barris.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Bolsa de NY recua, mas saldo do trimestre é positivo
por Suzi Katzumata de Agência ESTADO
30 de Junho de 2009 19:28
Nova York - Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em baixa na última sessão do segundo trimestre, com uma inesperada deterioração na confiança do consumidor norte-americano e uma queda nos preços do petróleo desencadeando uma liquidação. Contudo, o saldo do trimestre foi positivo, com o índice S&P-500 registrando o melhor desempenho em mais de uma década, com um ganho de 121,45 pontos, ou 15%, que interrompeu uma série de seis trimestres consecutivos de perdas.
O índice Dow Jones acumulou um ganho de 11% no segundo trimestre, marcando o primeiro trimestre positivo em mais de um ano e meio. O Nasdaq registrou uma valorização de 306,45 pontos, ou 20%, a maior alta porcentual em um trimestre em seis anos.
As ações foram pressionadas pelo fraco número de confiança do consumidor de hoje, segundo Kevin Beadles, diretor de transações do Wedbush Morgan Securities. "O dado mostra que as pessoas ainda estão preocupadas com relação ao emprego e os dados do setor de moradia, embora tenham vindo um pouco melhor que o esperado, mostrara que ainda existem questões com os preços das casas", acrescentou.
As ações da Caterpillar caíram 4,98% e lideraram as perdas no índice Dow Jones. A fabricante de equipamentos pesados, junto com outras ações mais sensíveis à economia, caiu em reação ao recuo no indicador de confiança do consumidor norte-americano em junho, especialmente com relação às expectativas para a economia nos próximos seis meses.
No setor de energia, as ações da Chevron caíram 0,94% e as da ExxonMobil fecharam em queda de 0,95%, pressionadas pela queda dos preços do petróleo para abaixo de US$ 70 por barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).
O índice Dow Jones caiu 82,38 pontos (-0,97%) no dia e fechou com 8.447 pontos; no acumulado do ano, o índice continua em território negativo, com uma queda de 3,75%. O Nasdaq caiu 9,02 pontos (-0,49%) e fechou com 1.835,04 pontos; no ano, o índice sustenta um ganho de 16,36%. O S&P-500 recuou 7,91 pontos (-0,85%) e fechou com 919,32 pontos, mas no ano o saldo é positivo com uma alta de 1,78%. As informações são da Dow Jones.
30 de Junho de 2009 19:28
Nova York - Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em baixa na última sessão do segundo trimestre, com uma inesperada deterioração na confiança do consumidor norte-americano e uma queda nos preços do petróleo desencadeando uma liquidação. Contudo, o saldo do trimestre foi positivo, com o índice S&P-500 registrando o melhor desempenho em mais de uma década, com um ganho de 121,45 pontos, ou 15%, que interrompeu uma série de seis trimestres consecutivos de perdas.
O índice Dow Jones acumulou um ganho de 11% no segundo trimestre, marcando o primeiro trimestre positivo em mais de um ano e meio. O Nasdaq registrou uma valorização de 306,45 pontos, ou 20%, a maior alta porcentual em um trimestre em seis anos.
As ações foram pressionadas pelo fraco número de confiança do consumidor de hoje, segundo Kevin Beadles, diretor de transações do Wedbush Morgan Securities. "O dado mostra que as pessoas ainda estão preocupadas com relação ao emprego e os dados do setor de moradia, embora tenham vindo um pouco melhor que o esperado, mostrara que ainda existem questões com os preços das casas", acrescentou.
As ações da Caterpillar caíram 4,98% e lideraram as perdas no índice Dow Jones. A fabricante de equipamentos pesados, junto com outras ações mais sensíveis à economia, caiu em reação ao recuo no indicador de confiança do consumidor norte-americano em junho, especialmente com relação às expectativas para a economia nos próximos seis meses.
No setor de energia, as ações da Chevron caíram 0,94% e as da ExxonMobil fecharam em queda de 0,95%, pressionadas pela queda dos preços do petróleo para abaixo de US$ 70 por barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).
O índice Dow Jones caiu 82,38 pontos (-0,97%) no dia e fechou com 8.447 pontos; no acumulado do ano, o índice continua em território negativo, com uma queda de 3,75%. O Nasdaq caiu 9,02 pontos (-0,49%) e fechou com 1.835,04 pontos; no ano, o índice sustenta um ganho de 16,36%. O S&P-500 recuou 7,91 pontos (-0,85%) e fechou com 919,32 pontos, mas no ano o saldo é positivo com uma alta de 1,78%. As informações são da Dow Jones.
Bolsa cai 3,25% em junho, mas ganha 37% no semestre
por Agência ESTADO
30 de Junho de 2009 18:22
Depois de três meses consecutivos de ganhos, período no qual subiu 39,32%, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) voltou a amargar queda. Com a saída dos investidores estrangeiros - os principais responsáveis por conduzir os ganhos nos meses anteriores -, o índice Bovespa (Ibovespa), principal referência do mercado de ações brasileiro, encerrou junho com baixa de 3,25%. No semestre, este foi o segundo mês de queda - em fevereiro, o Ibovespa caiu 2,8% - o que não atrapalhou o resultado acumulado dos primeiros seis meses do ano, considerado para lá de exuberante: +37,06%.
Nesta terça-feira, os ventos até amanheceram favoráveis a mais um pregão de ganhos, em meio ao movimento de fim de mês e de semestre, onde os gestores tratam de melhorar o desempenho das carteiras. Mas a confiança do consumidor norte-americano entornou o caldo - e os indicadores europeus também não ajudaram. Assim, as bolsas, que vinham subindo, viraram e caíram. O Ibovespa, assim, terminou a terça-feira em queda de 1,29%, aos 51.465,46 pontos. Na mínima, atingiu os 51.102 pontos (-1,99%) e, na máxima, os 52.435 pontos (+0,57%). O giro financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,160 bilhões. Os dados são preliminares.
O que fez os ganhos da abertura se esvaírem foi o indicador da Conference Board. A confiança do consumidor norte-americano caiu de 54,8 em maio para 49,3 em junho. Além de contrariar a expectativa de melhora para 56 pontos, o indicador também voltou a ficar abaixo de 50, o que indica retração econômica. Isso acabou alimentando preocupações sobre a economia americana e sobre a sustentabilidade da melhora exibida até agora. Com a influência do dado da Conference Board, as Bolsas norte-americanas recuaram. O Dow Jones fechou em baixa de 0,97%, aos 8.447,00 pontos, o S&P recuou 0,85%, aos 919,32 pontos, e o Nasdaq sofreu redução de 0,49%, aos 1.835,04 pontos.
O dado norte-americano fraco também influenciou as bolsas europeias - sobretudo as ações de bancos e de petrolíferas -, que ainda tiveram indicadores frágeis locais para repercutir nos negócios. Uma das más notícias na Europa lá foi a queda do PIB britânico, de 4,9% no primeiro trimestre deste ano em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a maior desaceleração desde o início dos registros em 1948.
No Brasil, o único indicador previsto era o do nível de atividade (INA) da indústria paulista, que subiu 0,9% em maio na comparação com abril deste ano, no cálculo com ajuste sazonal. No cálculo sem ajuste houve alta de 6,9% na comparação com abril, segundo a Fiesp. Os dados, no entanto, não fizeram preço nas ações, que acompanharam o comportamento do mercado externo.
Apesar de a Bovespa acompanhar as bolsas externas e com perdas um pouco maiores, uma fonte bem resumiu o desempenho do semestre. "Não dá para reclamar. Achávamos que o Ibovespa estaria nos 46 mil pontos e ele está nos 51 mil", comparou. Este especialista do mercado de renda variável chamou a atenção, entretanto, que o segundo semestre não deve ser tão favorável às ações. "Acho que os primeiros seis meses foram uma correção a um tombo exagerado, já que o Ibovespa caiu muito (até 29 mil pontos no pior momento da crise). O segundo semestre pode apresentar surpresas sobre a economia mundial", avaliou.
Poucas ações tiveram alta hoje. Uma delas foi Eletropaulo PNB, que subiu 2,15%, na segunda maior elevação do Ibovespa (+2,15%), depois que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou reajuste médio de 13,03% para suas tarifas, a partir de sábado.
Petrobras e Vale seguiram os preços de matérias-primas nas bolsas de mercadorias internacionais (commodities) e terminaram em baixa. Petrobras ON caiu 1,62% hoje, acumulou perda de 7,11% em junho e alta de 47,17% no primeiro semestre. Petrobras PN recuou 1,82% hoje, caiu 5,81% no mês e subiu 43,71% no acumulado de janeiro a junho. Vale ON terminou o dia em baixa de 1,17%, acumulou queda de 9,26% em junho e valorização de 26,44% na primeira metade do ano, enquanto Vale PNA registrou baixa de 1,49% hoje, queda de 8,15% em junho e alta de 27,14% no primeiro semestre
30 de Junho de 2009 18:22
Depois de três meses consecutivos de ganhos, período no qual subiu 39,32%, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) voltou a amargar queda. Com a saída dos investidores estrangeiros - os principais responsáveis por conduzir os ganhos nos meses anteriores -, o índice Bovespa (Ibovespa), principal referência do mercado de ações brasileiro, encerrou junho com baixa de 3,25%. No semestre, este foi o segundo mês de queda - em fevereiro, o Ibovespa caiu 2,8% - o que não atrapalhou o resultado acumulado dos primeiros seis meses do ano, considerado para lá de exuberante: +37,06%.
Nesta terça-feira, os ventos até amanheceram favoráveis a mais um pregão de ganhos, em meio ao movimento de fim de mês e de semestre, onde os gestores tratam de melhorar o desempenho das carteiras. Mas a confiança do consumidor norte-americano entornou o caldo - e os indicadores europeus também não ajudaram. Assim, as bolsas, que vinham subindo, viraram e caíram. O Ibovespa, assim, terminou a terça-feira em queda de 1,29%, aos 51.465,46 pontos. Na mínima, atingiu os 51.102 pontos (-1,99%) e, na máxima, os 52.435 pontos (+0,57%). O giro financeiro negociado hoje totalizou R$ 5,160 bilhões. Os dados são preliminares.
O que fez os ganhos da abertura se esvaírem foi o indicador da Conference Board. A confiança do consumidor norte-americano caiu de 54,8 em maio para 49,3 em junho. Além de contrariar a expectativa de melhora para 56 pontos, o indicador também voltou a ficar abaixo de 50, o que indica retração econômica. Isso acabou alimentando preocupações sobre a economia americana e sobre a sustentabilidade da melhora exibida até agora. Com a influência do dado da Conference Board, as Bolsas norte-americanas recuaram. O Dow Jones fechou em baixa de 0,97%, aos 8.447,00 pontos, o S&P recuou 0,85%, aos 919,32 pontos, e o Nasdaq sofreu redução de 0,49%, aos 1.835,04 pontos.
O dado norte-americano fraco também influenciou as bolsas europeias - sobretudo as ações de bancos e de petrolíferas -, que ainda tiveram indicadores frágeis locais para repercutir nos negócios. Uma das más notícias na Europa lá foi a queda do PIB britânico, de 4,9% no primeiro trimestre deste ano em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a maior desaceleração desde o início dos registros em 1948.
No Brasil, o único indicador previsto era o do nível de atividade (INA) da indústria paulista, que subiu 0,9% em maio na comparação com abril deste ano, no cálculo com ajuste sazonal. No cálculo sem ajuste houve alta de 6,9% na comparação com abril, segundo a Fiesp. Os dados, no entanto, não fizeram preço nas ações, que acompanharam o comportamento do mercado externo.
Apesar de a Bovespa acompanhar as bolsas externas e com perdas um pouco maiores, uma fonte bem resumiu o desempenho do semestre. "Não dá para reclamar. Achávamos que o Ibovespa estaria nos 46 mil pontos e ele está nos 51 mil", comparou. Este especialista do mercado de renda variável chamou a atenção, entretanto, que o segundo semestre não deve ser tão favorável às ações. "Acho que os primeiros seis meses foram uma correção a um tombo exagerado, já que o Ibovespa caiu muito (até 29 mil pontos no pior momento da crise). O segundo semestre pode apresentar surpresas sobre a economia mundial", avaliou.
Poucas ações tiveram alta hoje. Uma delas foi Eletropaulo PNB, que subiu 2,15%, na segunda maior elevação do Ibovespa (+2,15%), depois que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou reajuste médio de 13,03% para suas tarifas, a partir de sábado.
Petrobras e Vale seguiram os preços de matérias-primas nas bolsas de mercadorias internacionais (commodities) e terminaram em baixa. Petrobras ON caiu 1,62% hoje, acumulou perda de 7,11% em junho e alta de 47,17% no primeiro semestre. Petrobras PN recuou 1,82% hoje, caiu 5,81% no mês e subiu 43,71% no acumulado de janeiro a junho. Vale ON terminou o dia em baixa de 1,17%, acumulou queda de 9,26% em junho e valorização de 26,44% na primeira metade do ano, enquanto Vale PNA registrou baixa de 1,49% hoje, queda de 8,15% em junho e alta de 27,14% no primeiro semestre
IBOV...suportes e resistências após 29/06.

O Ibovespa abriu na mínima em 51.488, foi buscar a máxima em 52.275 pontos e finalizou em 52.137 pontos (+1,27%).O "candle" do gráfico diário é praticamente um "marubozu vazio", mostrando a predominância da pressão vendedora. Tentou sem êxito romper o topo recente nos 52.500 pontos. É possível ocorrer alguma realização após a sequência de 5 pregões já que está praticamente no topo do sub-canal de baixa, que se encontra nos 52.500 pontos.
Suportes imediatos em 51.780, 51.600, 51.150 e 51.040 pontos.
Resistências imediatas em 52.150, 52.270 e 52.570 pontos.
DJI...suportes e resistências após 29/06

DJI abriu em 8.440, veio até a mínima em 8.429, reverteu até atingir a máxima em 8.533 e finalizou em 8.529 pontos ( +1,08%). O "candle" do gráfico formado é um piercing que sugere indefinição de tendência. Por diversas vezes DJI tentou sem sucesso romper os 8.530 pontos. A retomada desse patamar projeta DJI nos 8.800 pontos, novamente. A perda em definitivo dessa resistência poderá levar DJI a cumprir objetivo de queda nos 7.990 pontos, caso perca o fundo duplo recente nos 8.260 pontos.
Suportes imediatos em 8.520, 8.510, 8.450, 8.430, 8.400 e 8.350 pontos.
Resistências imediatas em 8.530, 8.550, 8.585 e 8.620 pontos.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Energia e tecnologia lideram alta da Bolsa de Nova York
29 de Junho de 2009 19:24
Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em alta nesta segunda-feira, com as ações de energia e tecnologia liderando os ganhos. Contudo, o volume negociado foi fraco e poderá ficar mais ralo ao longo da semana, que será mais curta em virtude da antecipação do feriado do Dia da Independência (4 de julho) nos EUA para sexta-feira.
Na semana passada, as ações foram pressionadas pela continuada incerteza sobre a perspectiva econômica. Hoje, o mercado aparentemente recebeu ajuda do chamado "window dressing", quando os investidores profissionais "embelezam" suas carteiras antes do final do trimestre.No setor de energia, as ações da ExxonMobil subiram 2,22% e as da Chevron avançaram 1,41%, impulsionados pela alta dos preços do petróleo para acima de US$ 71 por barril em Nova York em meio a continuada violência na principal região produtora da Nigéria.
As ações da Alcoa caíram 2,97% depois que a FBR Capital Markets rebaixou sua recomendação, observando que as ações da companhia de alumínio mais do que dobraram desde que ela levantou capital recentemente. As ações da Ford Motor fecharam em alta de 3,03% em reação aos comentários do analista-chefe de vendas da montadora de que junho pode ter sido o melhor mês da indústria de automóveis dos EUA desde que começou a queda livre nas vendas no final de 2008.
No setor de tecnologia, as ações da Dell subiram 1,32% e as da Hewlett-Packard fecharam em alta de 3,64%. O Deutsche Bank disse que a Dell e a HP devem ampliar suas linhas de netbooks e expandir suas parcerias com fornecedores de serviços de rede sem fio. Separadamente, o Wall Street Journal informou que os engenheiros da Dell vêm desenvolvendo um aparelho do tamanho de bolso para acessar a internet.
O índice Dow Jones subiu 90,99 pontos (1,08%) e fechou com 8.529,38 pontos. O Nasdaq avançou 5,84 pontos (0,32%) e fechou com 1.844,06 pontos. O S&P-500 subiu 8,33 pontos (0,91%) e fechou com 927,23 pontos. As informações são da Dow Jones.
Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em alta nesta segunda-feira, com as ações de energia e tecnologia liderando os ganhos. Contudo, o volume negociado foi fraco e poderá ficar mais ralo ao longo da semana, que será mais curta em virtude da antecipação do feriado do Dia da Independência (4 de julho) nos EUA para sexta-feira.
Na semana passada, as ações foram pressionadas pela continuada incerteza sobre a perspectiva econômica. Hoje, o mercado aparentemente recebeu ajuda do chamado "window dressing", quando os investidores profissionais "embelezam" suas carteiras antes do final do trimestre.No setor de energia, as ações da ExxonMobil subiram 2,22% e as da Chevron avançaram 1,41%, impulsionados pela alta dos preços do petróleo para acima de US$ 71 por barril em Nova York em meio a continuada violência na principal região produtora da Nigéria.
As ações da Alcoa caíram 2,97% depois que a FBR Capital Markets rebaixou sua recomendação, observando que as ações da companhia de alumínio mais do que dobraram desde que ela levantou capital recentemente. As ações da Ford Motor fecharam em alta de 3,03% em reação aos comentários do analista-chefe de vendas da montadora de que junho pode ter sido o melhor mês da indústria de automóveis dos EUA desde que começou a queda livre nas vendas no final de 2008.
No setor de tecnologia, as ações da Dell subiram 1,32% e as da Hewlett-Packard fecharam em alta de 3,64%. O Deutsche Bank disse que a Dell e a HP devem ampliar suas linhas de netbooks e expandir suas parcerias com fornecedores de serviços de rede sem fio. Separadamente, o Wall Street Journal informou que os engenheiros da Dell vêm desenvolvendo um aparelho do tamanho de bolso para acessar a internet.
O índice Dow Jones subiu 90,99 pontos (1,08%) e fechou com 8.529,38 pontos. O Nasdaq avançou 5,84 pontos (0,32%) e fechou com 1.844,06 pontos. O S&P-500 subiu 8,33 pontos (0,91%) e fechou com 927,23 pontos. As informações são da Dow Jones.
Bolsa sobe 1,27%; VisaNet estreia com alta de 11,8%
por Agência ESTADO
29 de Junho de 2009 17:39
A segunda-feira foi rica ao mercado acionário doméstico, com a prorrogação das medidas de desoneração tributária pelo governo e, sobretudo, com a estreia das ações da VisaNet no pregão. Os papéis foram destaque de ganhos e também de giro, desbancando as blue chips Vale e Petrobras das mais negociadas da sessão. A renovação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para construção civil, eletrodomésticos da linha branca e veículos, embora já esperada, também contribuiu para reforçar o ambiente favorável da sessão.
O índice Bovespa, principal referência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou a última segunda-feira do mês e do primeiro semestre com elevação de 1,27%, aos 52.137,58 pontos, maior nível desde os 53.558,23 pontos de 12 de junho passado. Com o resultado de hoje, o Ibovespa diminuiu as perdas acumulas em junho a 1,99%. Em 2009, tem ganho de 38,85%. O giro financeiro somou hoje R$ 6,389 bilhões, dos quais R$ 2,888 bilhões foram movimentados pela ação estreante. Visanet ON subiu 11,80%, para fechar a R$ 16,77. Na máxima cotação do dia, atingiu R$ 17,35. Segundo uma fonte, os estrangeiros teriam levado 80% das ações reservadas. Os dados são preliminares.
Além da VisaNet, a Bovespa ainda teve boas notícias macroeconômicas para repercutir. O governo anunciou hoje a prorrogação do IPI reduzido para alguns setores. Como a notícia já havia sido antecipada, não teve impacto forte nos papéis dos setores relacionados, mas num dia positivo, também contribuiu, influenciando ações da construção civil e siderúrgicas.
O governo decidiu estender por mais três meses o IPI menor dos veículos, medida que valerá até setembro. No último trimestre, haverá aumento gradual da alíquota. Os caminhões terão extensão da medida por seis meses, assim como a construção civil, onde vergalhões de cobre também foram incluídos na isenção. No caso dos eletrodomésticos da linha branca, a extensão vai até outubro de 2009, enquanto as alíquotas menores de PIS/Cofins para farinha de trigo e pão comum foram mantidas por mais 18 meses (até o final de 2010).
Além do noticiário forte hoje, as bolsas internacionais deram trégua. Em Wall Street, a segunda-feira foi dia de ajuste de carteiras de investimentos antes do encerramento do trimestre. As ações das petrolíferas foram destaques de ganhos em razão da forte alta do preço do petróleo. O Dow Jones subiu 1,08%, para 8.529,38 pontos. O S&P avançou 0,91%, aos 927,23 pontos, e o Nasdaq 0,32%, aos 1.844,06 pontos.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo com vencimento em agosto avançou 3,37%, para fechar cotado a US$ 71,49 o barril. A commodity subiu impulsionada por notícias de novos ataques de militantes à infraestrutura de petróleo da Nigéria e pela alta das bolsas. A alta do petróleo influenciou no desempenho das ações da Petrobras, que terminaram com valorização de 2,36% na ON (ações ordinárias) e de 2,48% na PN (ações preferenciais).
Vale também subiu, mas com menos vigor: alta de 0,90% a ON e de 0,66% a PNA. No setor siderúrgico, Gerdau PN avançou 2,06%, Metalúrgica Gerdau PN subiu 2,03%, Usiminas PNA ganhou 3,75% e CSN ON, 0,63%
29 de Junho de 2009 17:39
A segunda-feira foi rica ao mercado acionário doméstico, com a prorrogação das medidas de desoneração tributária pelo governo e, sobretudo, com a estreia das ações da VisaNet no pregão. Os papéis foram destaque de ganhos e também de giro, desbancando as blue chips Vale e Petrobras das mais negociadas da sessão. A renovação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) menor para construção civil, eletrodomésticos da linha branca e veículos, embora já esperada, também contribuiu para reforçar o ambiente favorável da sessão.
O índice Bovespa, principal referência da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou a última segunda-feira do mês e do primeiro semestre com elevação de 1,27%, aos 52.137,58 pontos, maior nível desde os 53.558,23 pontos de 12 de junho passado. Com o resultado de hoje, o Ibovespa diminuiu as perdas acumulas em junho a 1,99%. Em 2009, tem ganho de 38,85%. O giro financeiro somou hoje R$ 6,389 bilhões, dos quais R$ 2,888 bilhões foram movimentados pela ação estreante. Visanet ON subiu 11,80%, para fechar a R$ 16,77. Na máxima cotação do dia, atingiu R$ 17,35. Segundo uma fonte, os estrangeiros teriam levado 80% das ações reservadas. Os dados são preliminares.
Além da VisaNet, a Bovespa ainda teve boas notícias macroeconômicas para repercutir. O governo anunciou hoje a prorrogação do IPI reduzido para alguns setores. Como a notícia já havia sido antecipada, não teve impacto forte nos papéis dos setores relacionados, mas num dia positivo, também contribuiu, influenciando ações da construção civil e siderúrgicas.
O governo decidiu estender por mais três meses o IPI menor dos veículos, medida que valerá até setembro. No último trimestre, haverá aumento gradual da alíquota. Os caminhões terão extensão da medida por seis meses, assim como a construção civil, onde vergalhões de cobre também foram incluídos na isenção. No caso dos eletrodomésticos da linha branca, a extensão vai até outubro de 2009, enquanto as alíquotas menores de PIS/Cofins para farinha de trigo e pão comum foram mantidas por mais 18 meses (até o final de 2010).
Além do noticiário forte hoje, as bolsas internacionais deram trégua. Em Wall Street, a segunda-feira foi dia de ajuste de carteiras de investimentos antes do encerramento do trimestre. As ações das petrolíferas foram destaques de ganhos em razão da forte alta do preço do petróleo. O Dow Jones subiu 1,08%, para 8.529,38 pontos. O S&P avançou 0,91%, aos 927,23 pontos, e o Nasdaq 0,32%, aos 1.844,06 pontos.
Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo com vencimento em agosto avançou 3,37%, para fechar cotado a US$ 71,49 o barril. A commodity subiu impulsionada por notícias de novos ataques de militantes à infraestrutura de petróleo da Nigéria e pela alta das bolsas. A alta do petróleo influenciou no desempenho das ações da Petrobras, que terminaram com valorização de 2,36% na ON (ações ordinárias) e de 2,48% na PN (ações preferenciais).
Vale também subiu, mas com menos vigor: alta de 0,90% a ON e de 0,66% a PNA. No setor siderúrgico, Gerdau PN avançou 2,06%, Metalúrgica Gerdau PN subiu 2,03%, Usiminas PNA ganhou 3,75% e CSN ON, 0,63%
domingo, 28 de junho de 2009
IBOV...suportes e resistências na semana de 29/06 a 03/07

No início da semana passada, ocorreu continuidade na realização do Ibovespa iniciada na semana anterior, fazendo com que o Ibov viesse a buscar suporte na mínima nos 49.130 pontos. Na própria terça, iniciou um processo de recuperação que culminou com a máxima nesta última sexta, nos 51.935 pontos, mas que não suportou a pressão vendedora, no final do pregão trazendo o Ibovespa para um fechamento em 51.486 pontos (queda de -0,06% no dia) e alta semanal de apenas +0,22% se considerarmos o fechamento da semana anterior, em 51.374 pontos. O "candle" formado no gráfico semanal, assim como no gráfico diário é um "doji" de aparente indefinição. Porém, no gráfico diário, após a sequência de topos crescentes nesses últimos 3 pregões o "doji" do pregão desta sexta-feira poderá se converter em um "doji evening star", sinalizando a possibilidade da reversão da tendência de alta recente, principalmente se houver a confirmação através de topos e fundos decrescentes, nos próximos pregões. Alguns dos principais osciladores do gráfico semanal apontam para a continuidade da realização nesta próxima semana. O Ibovespa parece estar se movimentando em um sub-canal de baixa, com suportes nesta semana nos 48.000/48.300 pontos e resistências nos 52.000/52.450 pontos.
Suportes imediatos em 50.800, 50.070, 49.000, 48.300, 48.000 e 47.300 pontos.
Resistências imediatas em 51.500, 51.940, 52.450 e 53.550 pontos.
DJI...suportes e resistências na semana de 29/06 a 03/07...

No início da semana passada, ocorreu a continuidade da realização de DJI, iniciada na semana anterior, fazendo com que DJI viesse a testar a mínima nos 8.260 pontos na quarta-feira, mas na quinta-feira reagiu com alta de 2% até encontrar resistência na máxima em 8.490 pontos. Na sexta-feira, refluiu até os 8.401 pontos e finalizou em 8.438 pontos queda de -1,19% na semana. O "candle" do gráfico diário é um "pequeno martelo cheio", que poderia sinalizar alguma possibilidade de reação, porém está totalmente "engolfado" pelo "candle" do dia anterior, formando assim um provável "harami de baixa", revertendo a tendência anterior de alta. Observando-se o gráfico semanal, DJI parece estar se movimentando em um sub-canal de baixa, com suportes nesta semana nos 8.140/8.180 pontos e resistências na casa dos 8.500/8.650 pontos.
Suportes imediatos em 8.370, 8.270, 8.230, 8.180, 8.140 e 8.060 pontos.
Resistências imediatas em 8.370, 8.460, 8.502 e 8.650 pontos.
sábado, 27 de junho de 2009
Commodities...perspectivas para o fechamento do mês de junho, início de julho.

Fonte: Bloomberg
Situação em 19/06
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1100.12 -7.75 1110.86 1118.01 1094.70
(Laranja)S&P GSCI 457.20 -8.66 467.88 470.28 455.25
(Verde)RJ/CRB Commodity 252.79 -4.06 256.80 256.85 252.79
(Azul)Rogers Intl 2962.20 -43.08 3011.19 3029.50 2945.88
Situação em 26/06
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1092.46 -10.77 1085.81 1086.91 1066.06
S&P GSCI 450.97 -5.11 459.54 460.96 448.62
RJ/CRB Commodity 251.31 -2.07 253.31 253.74 250.46
Rogers Intl 2932.18 -26.58 2967.47 2983.67 2918.93
Variação semanal 26/06 a 19/06
INDICE Fechamento (26/06) Fechamento(19/06) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1092.46 1100.12 - 0,70%
S&P GSCI 450.97 457.20 -1,36%
RJ/CRB Commodity 251.31 252.79 -0,59%
Rogers Intl 2932.18 2962.20 -1,01%
Análise:
Nesta quarta semana de junho, as commodities continuaram seu processo de realização iniciado na semana anterior, com maior força no início da semana e uma breve recuperação no final da semana, mas finalizaram em leve queda em relação ao fechamento da semana anterior, queda de -0,92% , na média dos quatro índices. Essa correção manteve a defasagem para cerca de (na média desses 4 índices) -44%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços se movimentam em um triângulo simétrico prestes a definir um rompimento (para cima ou para baixo). O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "doji de indefinição", mas a realização mais forte iniciada na semana anterior poderá ter sequência ainda nesta próxima semana composta pelos últimos dias de junho e primeiros dias de julho, caso esses índices percam o suporte na LTA recente.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Dow Jones e S&P fecham em baixa; Nasdaq sobe 0,47%
por Agência ESTADO
26 de Junho de 2009 19:51
Em mais uma sessão de desempenhos desiguais, os índices Dow Jones e S&P 500 fecharam em baixa e completaram a segunda semana com desempenho negativo, de 1,19% e 0,25%, respectivamente, enquanto o Nasdaq subiu e se sustentou um ganho de 0,59% na semana.
Porém faltando apenas duas sessões para encerrar o segundo trimestre, o Dow Jones ainda sustenta um ganho de 11% no mês, que poderá ser seu primeiro trimestre positivo em mais de um ano e meio. O S&P-500 acumula até agora uma alta de 15% no segundo trimestre, enquanto o Nasdaq exibe uma valorização de 20%. Se o Nasdaq mantiver esses ganhos na próxima semana, será o melhor desempenho trimestral em seis anos.
O relatório do Departamento do Comércio dos EUA que revelou um firme aumento da taxa de poupança em maio, para 6,9% - nível mais alto desde dezembro de 1993 -, pesou sobre o mercado nesta sexta-feira. Esta nova indicação da cautela dos consumidores norte-americano esfriou as esperanças de novos investimentos em gastos no geral e no mercado de ações, segundo Andre Bakhos, presidente do Princeton Financial Group.
O Nasdaq foi beneficiado pela alta de 16,59% das ações da Palm que, apesar de ter anunciado um grande prejuízo no seu quarto trimestre fiscal - que refletiu a queda na receita antes do lançamento do seu smartphone Pre -, ainda assim os números foram melhores que o esperado pelos analistas. A companhia está confiante de que o Palm Pre vai lhe devolver o domínio no mercado de aparelhos portáteis e, até agora, os sinais apontam para um forte lançamento, disseram analistas. As ações da Accenture subiram 6,57% também em reação a divulgação de lucros acima do esperado no terceiro trimestre fiscal e melhora nas projeções para o ano.
Por outro lado, as ações da Micron Technology caíram 3,77% depois da fabricante de chips ter anunciado um prejuízo maior no terceiro trimestre, que refletiram as vendas menores e uma baixa contábil sobre o valor de sua unidade de representação gráfica. No entanto, a margem bruta voltou a ficar positiva depois de três trimestres negativos seguidos, com o custo de produção de chips caindo abaixo de seu preço de venda.
No setor financeiro, Bank of America subiu 3,24% e liderou os ganhos entre as componentes do índice Dow Jones. JPMorgan subiu 0,91%, enquanto American Express caiu 2,78%. Nas commodities, as ações da Alcoa subiram 0,37%.
O índice Dow Jones caiu 34,01 pontos (-0,40%) e fechou com 8.438,39 pontos. O Nasdaq subiu 8,68 pontos (0,47%) e fechou com 1.838,22 pontos. O S&P-500 caiu 1,36 pontos (-0,15%) e fechou com 918,90 pontos. As informações são da Dow Jones.
26 de Junho de 2009 19:51
Em mais uma sessão de desempenhos desiguais, os índices Dow Jones e S&P 500 fecharam em baixa e completaram a segunda semana com desempenho negativo, de 1,19% e 0,25%, respectivamente, enquanto o Nasdaq subiu e se sustentou um ganho de 0,59% na semana.
Porém faltando apenas duas sessões para encerrar o segundo trimestre, o Dow Jones ainda sustenta um ganho de 11% no mês, que poderá ser seu primeiro trimestre positivo em mais de um ano e meio. O S&P-500 acumula até agora uma alta de 15% no segundo trimestre, enquanto o Nasdaq exibe uma valorização de 20%. Se o Nasdaq mantiver esses ganhos na próxima semana, será o melhor desempenho trimestral em seis anos.
O relatório do Departamento do Comércio dos EUA que revelou um firme aumento da taxa de poupança em maio, para 6,9% - nível mais alto desde dezembro de 1993 -, pesou sobre o mercado nesta sexta-feira. Esta nova indicação da cautela dos consumidores norte-americano esfriou as esperanças de novos investimentos em gastos no geral e no mercado de ações, segundo Andre Bakhos, presidente do Princeton Financial Group.
O Nasdaq foi beneficiado pela alta de 16,59% das ações da Palm que, apesar de ter anunciado um grande prejuízo no seu quarto trimestre fiscal - que refletiu a queda na receita antes do lançamento do seu smartphone Pre -, ainda assim os números foram melhores que o esperado pelos analistas. A companhia está confiante de que o Palm Pre vai lhe devolver o domínio no mercado de aparelhos portáteis e, até agora, os sinais apontam para um forte lançamento, disseram analistas. As ações da Accenture subiram 6,57% também em reação a divulgação de lucros acima do esperado no terceiro trimestre fiscal e melhora nas projeções para o ano.
Por outro lado, as ações da Micron Technology caíram 3,77% depois da fabricante de chips ter anunciado um prejuízo maior no terceiro trimestre, que refletiram as vendas menores e uma baixa contábil sobre o valor de sua unidade de representação gráfica. No entanto, a margem bruta voltou a ficar positiva depois de três trimestres negativos seguidos, com o custo de produção de chips caindo abaixo de seu preço de venda.
No setor financeiro, Bank of America subiu 3,24% e liderou os ganhos entre as componentes do índice Dow Jones. JPMorgan subiu 0,91%, enquanto American Express caiu 2,78%. Nas commodities, as ações da Alcoa subiram 0,37%.
O índice Dow Jones caiu 34,01 pontos (-0,40%) e fechou com 8.438,39 pontos. O Nasdaq subiu 8,68 pontos (0,47%) e fechou com 1.838,22 pontos. O S&P-500 caiu 1,36 pontos (-0,15%) e fechou com 918,90 pontos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa não sustenta ganhos e fecha quase estável
por Portal EXAME
26 de Junho de 2009 18:16
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice do mercado acionário brasileiro devolveu os ganhos e fechou praticamente estável nesta sexta-feira. Em boa parte da sessão, contudo, o Ibovespa sustentou-se em território positivo, descolado de seus pares norte-americanos Dow Jones e S&P 500, que recuram o dia todo.
Após subir 0,81 por cento, na máxima do dia, aos 51.034 pontos, o Ibovespa encerrou com uma queda marginal de 0,06 por cento, aos 51.485 pontos. O volume financeiro do pregão totalizou 3,85 bilhões de reais.
Na semana, o índice acumulou leve alta de 0,22 por cento.
De acordo com o estrategista de renda variável para pessoa física da corretora Santander, Maurício Ceará, foi um dia vazio de notícias, com os indicadores nos Estados Unidos, de modo geral, dentro do esperado. "Houve bastante giro e o volume foi fraco, com o setor siderúrgico ajudando", disse.
Entre as siderúrgicas, CSN valorizou-se 0,34 por cento, a 44,65 reais, Gerdau subiu na maior parte do dia, mas terminou com leve queda de 0,2 por cento, a 20,40 reais, e Usiminas ganhou 0,85 por cento, a 41,35 reais.
Na visão do profissional, o Ibovespa deve ficar oscilando em um intervalo de 48 mil a 52 mil pontos antes de definir uma tendência mais clara. Segundo ele, a recuperação desde meados de março refeltiu um acerto à melhora das expectativas, e agora o mercado irá monitorar os números reais, se houver efetivamente uma melhora.
Outro componente para o descolamento do Ibovespa de NY em boa parte da sessão, de acordo com o gerente de operações de renda variável de uma corretora em São Paulo, foi a oferta inicial de ações da Visanet. "Criou um bom humor no mercado local."
A ação da VisaNet estreará na Bovespa na segunda-feira ao preço de 15 reais, no teto das estimativas do coordenador-líder do IPO, que projetava preço entre 12 e 15 reais por papel. O valor total da operação é de 8,397 bilhões de reais, o maior para IPOs da história da bolsa brasileira.
Algumas ações do setor financeiro foram beneficiadas, como Bradesco, que subiu 1,08 por cento, a 28,90; e Itaú Unibanco que ganhou 1,58 por cento, a 30,91 reais --inclusive ajudando o Ibovespa.
Os papéis da Redecard também valorizaram, 3,48 por cento, a 32,40 reais, com muitos investidores que não puderam participar do IPO da Visanet comprando suas ações.
No caso das blue chips, Petrobras fechou estável a 32,25 reais, após subir em boa parte do pregão, mesmo com o petróleo em queda, enquanto Vale cedeu 1,92 por cento, para 30,10 reais.
Em Wall Street, dados melhores de gasto, renda e confiança dos consumidores nos Estados Unidos não foram suficientes para motivar ganhos em Wall St. O elevado nível de poupança gerou preocupação de que o consumo não vai tirar o país da recessão e serviu como argumento para vendas.
O Dow Jones perdeu 0,40 por cento e o S&P 500 recuou 0,15 por cento.
26 de Junho de 2009 18:16
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice do mercado acionário brasileiro devolveu os ganhos e fechou praticamente estável nesta sexta-feira. Em boa parte da sessão, contudo, o Ibovespa sustentou-se em território positivo, descolado de seus pares norte-americanos Dow Jones e S&P 500, que recuram o dia todo.
Após subir 0,81 por cento, na máxima do dia, aos 51.034 pontos, o Ibovespa encerrou com uma queda marginal de 0,06 por cento, aos 51.485 pontos. O volume financeiro do pregão totalizou 3,85 bilhões de reais.
Na semana, o índice acumulou leve alta de 0,22 por cento.
De acordo com o estrategista de renda variável para pessoa física da corretora Santander, Maurício Ceará, foi um dia vazio de notícias, com os indicadores nos Estados Unidos, de modo geral, dentro do esperado. "Houve bastante giro e o volume foi fraco, com o setor siderúrgico ajudando", disse.
Entre as siderúrgicas, CSN valorizou-se 0,34 por cento, a 44,65 reais, Gerdau subiu na maior parte do dia, mas terminou com leve queda de 0,2 por cento, a 20,40 reais, e Usiminas ganhou 0,85 por cento, a 41,35 reais.
Na visão do profissional, o Ibovespa deve ficar oscilando em um intervalo de 48 mil a 52 mil pontos antes de definir uma tendência mais clara. Segundo ele, a recuperação desde meados de março refeltiu um acerto à melhora das expectativas, e agora o mercado irá monitorar os números reais, se houver efetivamente uma melhora.
Outro componente para o descolamento do Ibovespa de NY em boa parte da sessão, de acordo com o gerente de operações de renda variável de uma corretora em São Paulo, foi a oferta inicial de ações da Visanet. "Criou um bom humor no mercado local."
A ação da VisaNet estreará na Bovespa na segunda-feira ao preço de 15 reais, no teto das estimativas do coordenador-líder do IPO, que projetava preço entre 12 e 15 reais por papel. O valor total da operação é de 8,397 bilhões de reais, o maior para IPOs da história da bolsa brasileira.
Algumas ações do setor financeiro foram beneficiadas, como Bradesco, que subiu 1,08 por cento, a 28,90; e Itaú Unibanco que ganhou 1,58 por cento, a 30,91 reais --inclusive ajudando o Ibovespa.
Os papéis da Redecard também valorizaram, 3,48 por cento, a 32,40 reais, com muitos investidores que não puderam participar do IPO da Visanet comprando suas ações.
No caso das blue chips, Petrobras fechou estável a 32,25 reais, após subir em boa parte do pregão, mesmo com o petróleo em queda, enquanto Vale cedeu 1,92 por cento, para 30,10 reais.
Em Wall Street, dados melhores de gasto, renda e confiança dos consumidores nos Estados Unidos não foram suficientes para motivar ganhos em Wall St. O elevado nível de poupança gerou preocupação de que o consumo não vai tirar o país da recessão e serviu como argumento para vendas.
O Dow Jones perdeu 0,40 por cento e o S&P 500 recuou 0,15 por cento.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
IBOV...após 24/06...suportes e resistências...

O Ibovespa abriu em 49.819 pontos, e como sinalizavam os indicadores no dia anterior, foi buscar a máxima em 50.758 pontos. A partir daí, em sintonia com os mercados americanos, refluiu fortemente até a mínima nos 49.520 pontos e finalizou em 49.672 pontos, queda de -0,28%. O "candle" do gráfico diário é um "martelo invertido cheio" sinalizando a tendência de queda. Apesar de ter preservado o fundo anterior nos 49.130 pontos é possível que o Ibovespa (sintonizado com DJI) possa vir a testar suporte na casa dos 48 mil pontos, antes de nova tentativa de reversão de tendência. Os principais osciladores do gráfico diário se encontram ainda em região sobrevendida, sinalizando a possibilidade desta reversão.
Suportes imediatos em 49.300, 49.130, 49.000, 48.880 e 48.500 pontos.
Resistências imediatas em 50.000, 50.400, 50.600 e 50.750 pontos.
DJI...suportes e resistências após 24/06

DJI abriu em 8.323 pontos, foi buscar a máxima em 8.428 pontos, mas após o comunicado da reunião do FOMC sobre a política monetária americana, refluiu fortemente até a mínima nos 8.260 pontos (abaixo da mínima do pregão anterior em 8.287 pontos) e finalizou nos 8.300 pontos, registrando queda de - 0,28% no dia. O "candle" do gráfico diário é um "martelo invertido cheio" sinalizando tendência de queda. A perspectiva de reversão de tendência para alta foi temporariamente adiada com a perda do fundo do pregão anterior. O desempenho do PIB americano e a fala de Bernanke no congresso americano previstos para esta quinta-feira, poderão acentuar ou reverter a tendência de queda.
Suportes imediatos em 8.270, 8.240, 8.180 e 8.150 pontos.
Resistências imediatas em 8.320, 8.370 e 8.428 pontos.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Anúncio do Fed leva Ibovespa a ceder 0,28% no dia
por Agência ESTADO
24 de Junho de 2009 17:47
O banco central norte-americano (Federal Reserve) foi o estraga-prazeres do mercado acionário desta quarta-feira. A recuperação consistente que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) exibia desde a abertura do pregão, embalada por dados dos EUA e previsões otimistas da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), esvaíram-se com o resultado do encontro de política monetária do Fed. Tudo porque o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York reagiu em baixa ao resultado do encontro, apesar de ele não ter trazido surpresas.
Depois de ter atingido 1,90% de elevação no melhor momento da sessão, aos 50.758 pontos, o índice Bovespa (Ibovespa) foi diminuindo os ganhos até, no meio da tarde, virar e cair até a mínima de 0,59%, aos 49.520 pontos. Fechou com um desempenho melhor, mas ainda negativo, de 0,28%, aos 49.672,12 pontos. No mês, o Ibovespa tem perda acumulada de 6,63%. No ano, a alta foi diminuída para 32,28%. O giro financeiro totalizou R$ 5,354 bilhões. Os dados são preliminares.
Em decisão unânime, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed decidiu manter as taxas básica de juros - de zero a 0,25% ao ano - e de redesconto - em 0,50% -, além de reiterar que elas devem seguir baixas por um período prolongado. O Fed decidiu não expandir os programas de compra de títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries) e de títulos lastreados em hipotecas e dívidas de agências. Na avaliação do Federal Reserve, o ritmo de contração econômica está diminuindo e "as condições nos mercados financeiros melhoraram de maneira geral nos últimos meses".
Apesar de não trazer surpresa, o anúncio do BC americano acabou pesando sobre os preços dos Treasuries, além de impulsionar o dólar para as máximas do dia em relação ao euro e ao iene e pesou sobre os índices do mercado de ações. Alguns especialistas ouvidos pela agência Dow Jones avaliaram que o movimento se deu, sobretudo, pelo fato de o Fed não ter expandido seu programa de compra de Treasuries e de ter minimizado o risco de deflação. Nos EUA, o Dow Jones virou e caiu, para fechar em -0,28%, aos 8.299,86 pontos. Mas o S&P 500 avançou, 0,65%, aos 900,94 pontos, e o Nasdaq terminou com ganho de 1,55%, aos 1.792,34 pontos.
Antes do anúncio do Fed, as altas eram uniformes, patrocinadas pelos dados de encomendas de bens duráveis melhores do que o esperado e as previsões da OCDE, mais otimistas que as feitas no início da semana pelo Banco Mundial. O Departamento do Comércio informou que as encomendas de bens duráveis nos EUA subiram 1,8% em maio, ante previsão de queda de 0,8%. Já a OCDE elevou a previsão do Produto Interno Bruto dos 30 países membros para contração de 4,1% em 2009, ante projeção anterior de contração de 4,3%.
A OCDE também revisou a estimativa para as economias desenvolvidas em 2010 e espera agora crescimento de 0,7%, ante projeção anterior de recuo de 0,1%. As estimativas para alguns países também foram elevadas, como para os EUA (de -4% para -2,8% em 2009) e para a China (de +6,3% para +7,7% em 2009). O Brasil não faz parte da OCDE.
No Brasil, o Ibovespa trabalhou atrelado ao Dow Jones. A inversão foi garantida pelas blue chips, que já não eram destaque de elevação quando a Bolsa operava no azul. As siderúrgicas, entretanto, despontavam entre as altas antes do Fomc, mas viraram e também ajudaram o Ibovespa a cair. Apenas Usiminas PNA conseguiu segurar-se até o fim e fechar com elevação, de 1,70%. Gerdau PN cedeu 0,86%, Metalúrgica Gerdau PN caiu 0,80% e CSN ON recuou 0,35%.
Petrobras ON recuou 1,32% e Petrobras PN desvalorizou 1,27%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto fechou cotado a US$ 68,67 o barril, em baixa de 0,82%. Os dados de estoques de petróleo nos EUA divulgados hoje mostraram queda de 3,868 milhões de barris na semana encerrada em 19 de junho, ante previsão de queda de 1,3 milhão de barris. Já os estoques de gasolina aumentaram 3,871 milhões de barris, ante expectativa de elevação de 1 milhão de barris.
Amanhã pela manhã, Petrobras e Vale devem anunciar a formação de uma parceria entre as duas empresas para a exploração e posterior desenvolvimento do bloco BM-ES-22, localizado no norte da Bacia do Espírito Santo, segundo fontes. Hoje, Vale terminou em queda de 2,27% na ação ordinárias (ON) e de 2,35% na ações preferencial da classe A (PNA). O diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, informou nesta quarta-feira que a as importações chinesas de minério de ferro aumentaram 26% nos cinco primeiros meses do ano. Segundo ele, tanto a China quanto a Índia devem impulsionar uma retomada do crescimento econômico mundial.
24 de Junho de 2009 17:47
O banco central norte-americano (Federal Reserve) foi o estraga-prazeres do mercado acionário desta quarta-feira. A recuperação consistente que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) exibia desde a abertura do pregão, embalada por dados dos EUA e previsões otimistas da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), esvaíram-se com o resultado do encontro de política monetária do Fed. Tudo porque o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York reagiu em baixa ao resultado do encontro, apesar de ele não ter trazido surpresas.
Depois de ter atingido 1,90% de elevação no melhor momento da sessão, aos 50.758 pontos, o índice Bovespa (Ibovespa) foi diminuindo os ganhos até, no meio da tarde, virar e cair até a mínima de 0,59%, aos 49.520 pontos. Fechou com um desempenho melhor, mas ainda negativo, de 0,28%, aos 49.672,12 pontos. No mês, o Ibovespa tem perda acumulada de 6,63%. No ano, a alta foi diminuída para 32,28%. O giro financeiro totalizou R$ 5,354 bilhões. Os dados são preliminares.
Em decisão unânime, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fed decidiu manter as taxas básica de juros - de zero a 0,25% ao ano - e de redesconto - em 0,50% -, além de reiterar que elas devem seguir baixas por um período prolongado. O Fed decidiu não expandir os programas de compra de títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries) e de títulos lastreados em hipotecas e dívidas de agências. Na avaliação do Federal Reserve, o ritmo de contração econômica está diminuindo e "as condições nos mercados financeiros melhoraram de maneira geral nos últimos meses".
Apesar de não trazer surpresa, o anúncio do BC americano acabou pesando sobre os preços dos Treasuries, além de impulsionar o dólar para as máximas do dia em relação ao euro e ao iene e pesou sobre os índices do mercado de ações. Alguns especialistas ouvidos pela agência Dow Jones avaliaram que o movimento se deu, sobretudo, pelo fato de o Fed não ter expandido seu programa de compra de Treasuries e de ter minimizado o risco de deflação. Nos EUA, o Dow Jones virou e caiu, para fechar em -0,28%, aos 8.299,86 pontos. Mas o S&P 500 avançou, 0,65%, aos 900,94 pontos, e o Nasdaq terminou com ganho de 1,55%, aos 1.792,34 pontos.
Antes do anúncio do Fed, as altas eram uniformes, patrocinadas pelos dados de encomendas de bens duráveis melhores do que o esperado e as previsões da OCDE, mais otimistas que as feitas no início da semana pelo Banco Mundial. O Departamento do Comércio informou que as encomendas de bens duráveis nos EUA subiram 1,8% em maio, ante previsão de queda de 0,8%. Já a OCDE elevou a previsão do Produto Interno Bruto dos 30 países membros para contração de 4,1% em 2009, ante projeção anterior de contração de 4,3%.
A OCDE também revisou a estimativa para as economias desenvolvidas em 2010 e espera agora crescimento de 0,7%, ante projeção anterior de recuo de 0,1%. As estimativas para alguns países também foram elevadas, como para os EUA (de -4% para -2,8% em 2009) e para a China (de +6,3% para +7,7% em 2009). O Brasil não faz parte da OCDE.
No Brasil, o Ibovespa trabalhou atrelado ao Dow Jones. A inversão foi garantida pelas blue chips, que já não eram destaque de elevação quando a Bolsa operava no azul. As siderúrgicas, entretanto, despontavam entre as altas antes do Fomc, mas viraram e também ajudaram o Ibovespa a cair. Apenas Usiminas PNA conseguiu segurar-se até o fim e fechar com elevação, de 1,70%. Gerdau PN cedeu 0,86%, Metalúrgica Gerdau PN caiu 0,80% e CSN ON recuou 0,35%.
Petrobras ON recuou 1,32% e Petrobras PN desvalorizou 1,27%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto fechou cotado a US$ 68,67 o barril, em baixa de 0,82%. Os dados de estoques de petróleo nos EUA divulgados hoje mostraram queda de 3,868 milhões de barris na semana encerrada em 19 de junho, ante previsão de queda de 1,3 milhão de barris. Já os estoques de gasolina aumentaram 3,871 milhões de barris, ante expectativa de elevação de 1 milhão de barris.
Amanhã pela manhã, Petrobras e Vale devem anunciar a formação de uma parceria entre as duas empresas para a exploração e posterior desenvolvimento do bloco BM-ES-22, localizado no norte da Bacia do Espírito Santo, segundo fontes. Hoje, Vale terminou em queda de 2,27% na ação ordinárias (ON) e de 2,35% na ações preferencial da classe A (PNA). O diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, informou nesta quarta-feira que a as importações chinesas de minério de ferro aumentaram 26% nos cinco primeiros meses do ano. Segundo ele, tanto a China quanto a Índia devem impulsionar uma retomada do crescimento econômico mundial.
Dow Jones cai 0,28% com decisão sobre juros nos EUA
por Agência ESTADO
24 de Junho de 2009 19:09
O mercado de ações norte-americano perdeu força à tarde, depois que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) anunciou a manutenção da taxa dos Fed Funds perto de zero e não disse nada sobre expandir seus programas de compra de Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) e ativos hipotecários. As perdas da Boeing voltaram a pesar sobre o índice Dow Jones - que fechou abaixo dos 8.300 pontos -, enquanto o lucro da Oracle ajudou a sustentar o Nasdaq em território positivo.
A decisão do Fed confirmou as expectativas, mas o texto do comunicado trouxe algumas mudanças. "O comunicado do Fed rebaixou o risco de deflação e proporcionou uma modesta elevação em sua avaliação da economia", disse Michael Sheldon, estrategista-chefe de mercado do RDM Financial Group. "Contudo, o Fed também disse que a economia geral permanece fraca, embora o ritmo da contração esteja desacelerando."
O mercado de ações começou o dia animado pelo dado melhor que o esperado de encomendas de bens duráveis e o balanço positivo da Oracle. Contudo, o mercado perdeu força depois do anúncio do Fed. Entre as blue chips, as ações da Boeing caíram 5,81%, depois de uma queda de 6,5% registrada na terça-feira, ainda em virtude do adiamento do voo inaugural do seu 787 Dreamliner. O JPMorgan disse que o atraso provavelmente vai levar à revisão em baixa das previsões do lucro por ação da companhia em 2009 e 2010.
As ações da Oracle subiram 7%. Ontem à noite, a companhia anunciou uma queda de 7,2% no lucro líquido do seu quarto trimestre fiscal, em virtude do dólar mais forte e continuada fraqueza econômica, contudo, as vendas acima do esperado de novas licenças e continuada administração de custos ajudou a gigante de software a bater as expectativas de Wall Street.
O índice Dow Jones caiu 23,05 pontos (-0,28%) e fechou com 8.299,86 pontos. O Nasdaq subiu 27,42 pontos (1,55%) e fechou com 1.792,34 pontos. O S&P-500 avançou 5,84 pontos (0,65%) e fechou com 900,94 pontos. As informações são da Dow Jones.
24 de Junho de 2009 19:09
O mercado de ações norte-americano perdeu força à tarde, depois que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) anunciou a manutenção da taxa dos Fed Funds perto de zero e não disse nada sobre expandir seus programas de compra de Treasuries (títulos do Tesouro dos EUA) e ativos hipotecários. As perdas da Boeing voltaram a pesar sobre o índice Dow Jones - que fechou abaixo dos 8.300 pontos -, enquanto o lucro da Oracle ajudou a sustentar o Nasdaq em território positivo.
A decisão do Fed confirmou as expectativas, mas o texto do comunicado trouxe algumas mudanças. "O comunicado do Fed rebaixou o risco de deflação e proporcionou uma modesta elevação em sua avaliação da economia", disse Michael Sheldon, estrategista-chefe de mercado do RDM Financial Group. "Contudo, o Fed também disse que a economia geral permanece fraca, embora o ritmo da contração esteja desacelerando."
O mercado de ações começou o dia animado pelo dado melhor que o esperado de encomendas de bens duráveis e o balanço positivo da Oracle. Contudo, o mercado perdeu força depois do anúncio do Fed. Entre as blue chips, as ações da Boeing caíram 5,81%, depois de uma queda de 6,5% registrada na terça-feira, ainda em virtude do adiamento do voo inaugural do seu 787 Dreamliner. O JPMorgan disse que o atraso provavelmente vai levar à revisão em baixa das previsões do lucro por ação da companhia em 2009 e 2010.
As ações da Oracle subiram 7%. Ontem à noite, a companhia anunciou uma queda de 7,2% no lucro líquido do seu quarto trimestre fiscal, em virtude do dólar mais forte e continuada fraqueza econômica, contudo, as vendas acima do esperado de novas licenças e continuada administração de custos ajudou a gigante de software a bater as expectativas de Wall Street.
O índice Dow Jones caiu 23,05 pontos (-0,28%) e fechou com 8.299,86 pontos. O Nasdaq subiu 27,42 pontos (1,55%) e fechou com 1.792,34 pontos. O S&P-500 avançou 5,84 pontos (0,65%) e fechou com 900,94 pontos. As informações são da Dow Jones.
terça-feira, 23 de junho de 2009
IBOV...após 23/06...suportes e resistências

O Ibovespa abriu em 49.496 pontos, refluiu até a mínima nos 49.130 pontos, foi buscar a máxima em 49.902 pontos e finalizou em 49.813 pontos, alta de +0,64%. O "candle" do gráfico diário é um pequeno "martelo de alta" que associado ao "candle" do dia anterior, construiu um provável "harami de alta", um dos padrões de reversão de tendência. Os principais osciladores do gráfico diário se encontram em região sobrevendida, sinalizando a continuidade da alta.
Suportes imediatos em 49.130, 49.010 e 48.800 pontos.
Resistências imediatas em 50.000, 50.510, 50.900, 51.270, 51.660 e 52.100 pontos.
DJI...após 23/06...suportes e resistências

DJI abriu em 8.340 pontos, foi buscar a máxima em 8.370 pontos, refluiu até a mínima nos 8.287 pontos e finalizou nos 8.323 pontos, registrando leve queda de - 0,19% no dia. O "candle" do gráfico diário é um "doji" de indefinição que poderá se transformar em um "doji morning star", sinalizando a reversão de tendência, caso a mínima em 8.287 pontos seja respeitada nos próximos pregões. O comunicado da reunião do FOMC para manter ou estabelecer uma nova política monetária, deverá ocorrer nesta quarta após as 15:15 horas e poderá definir uma tendência para DJI. Os principais indicadores se encontram em região de sobrevenda, sugerindo a possibilidade dessa reversão.
Suportes imediatos em 8.287, 8.250 e 8.227 pontos.
Resistências imediatas em 8.370, 8.430, 8.470 e 8.497 pontos.
Bolsa de NY fecha em baixa antes da reunião do Fed
por Agência ESTADO
23 de Junho de 2009 19:41
Os principais índices de ações do mercado norte-americano oscilaram dentro de margens apertadas, ao redor dos níveis de fechamento de ontem, com a o sentimento de cautela prevalecendo entre os investidores diante de indicadores decepcionantes e na véspera do anúncio da decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano). Depois de alternar pequenas altas e baixas ao longo do dia, o Dow Jones fechou em território negativo pela terceira sessão seguida, pressionado pela queda das ações da gigante Boeing. O Nasdaq também registrou uma ligeira queda, enquanto S&P-500 fechou em leve alta.
As ações começaram o dia em leve baixa, frustrados pelo crescimento um pouco abaixo do esperado de venda de imóveis residenciais usados nos EUA. Na segunda-feira, o mercado foi fortemente pressionado pelas renovadas preocupações com relação à duração da recessão e parte dessa cautela aparentemente persistiu hoje. "O número do mercado de moradia não foi tão inspirador", disse Bruce Bittles, estrategista-chefe de investimentos da Robert W. Baird. "O sentimento ficou cauteloso depois da dura queda da semana passada e de segunda-feira. Tipicamente, depois de um declínio muito bom as altas subsequentes são difíceis de começar."
Entre as blue chips, destaque para a queda de 6,46% da Boeing depois que a companhia adiou novamente o voo inaugural do seu 787 Dreamliner, dizendo que uma área do avião precisava ser reforçada. As ações dos bancos ajudaram a limitar as perdas do Dow Jones: JPMorgan subiu 2,13% e Bank o America avançou 2,43%, com ambos se recuperando após a liquidação de segunda-feira.
Por outro lado, as ações do Fifth Third Bancorp fecharam em baixa de 0,30%, enquanto KeyCorp recuou 4,18%, depois que a Fitch cortou os ratings emissor default de ambos os bancos em uma escala como parte de sua revisão dos bancos americanos. A agência de rating disse que espera que o Fifth Third vai enfrentar custos elevados de crédito nos próximos trimestres e pressão sobre sua rentabilidade principal.
Fora do setor financeiro, as ações da FedEx subiram 1,40% depois que o JPMorgan elevou sua recomendação para a companhia de "neutra" para "overweight", dizendo que a ação já precificou a atual pressão que enfrenta e que as expectativas de Wall Street para a companhia agora são realistas. As ações da Motorola avançaram 3,98%, com o Bank of America/Merrill Lynch elevando a recomendação para a companhia de "neutra" para "comprar".
O índice Dow Jones caiu 16,10 pontos (-0,19%) e fechou com 8.322,91 pontos. O índice Nasdaq recuou 1,27 ponto (-0,07%) e fechou com 1.764,92 pontos. O S&P-500 subiu 2,06 pontos (0,23%) e fechou com 895,10 pontos. As informações são da Dow Jones.
23 de Junho de 2009 19:41
Os principais índices de ações do mercado norte-americano oscilaram dentro de margens apertadas, ao redor dos níveis de fechamento de ontem, com a o sentimento de cautela prevalecendo entre os investidores diante de indicadores decepcionantes e na véspera do anúncio da decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano). Depois de alternar pequenas altas e baixas ao longo do dia, o Dow Jones fechou em território negativo pela terceira sessão seguida, pressionado pela queda das ações da gigante Boeing. O Nasdaq também registrou uma ligeira queda, enquanto S&P-500 fechou em leve alta.
As ações começaram o dia em leve baixa, frustrados pelo crescimento um pouco abaixo do esperado de venda de imóveis residenciais usados nos EUA. Na segunda-feira, o mercado foi fortemente pressionado pelas renovadas preocupações com relação à duração da recessão e parte dessa cautela aparentemente persistiu hoje. "O número do mercado de moradia não foi tão inspirador", disse Bruce Bittles, estrategista-chefe de investimentos da Robert W. Baird. "O sentimento ficou cauteloso depois da dura queda da semana passada e de segunda-feira. Tipicamente, depois de um declínio muito bom as altas subsequentes são difíceis de começar."
Entre as blue chips, destaque para a queda de 6,46% da Boeing depois que a companhia adiou novamente o voo inaugural do seu 787 Dreamliner, dizendo que uma área do avião precisava ser reforçada. As ações dos bancos ajudaram a limitar as perdas do Dow Jones: JPMorgan subiu 2,13% e Bank o America avançou 2,43%, com ambos se recuperando após a liquidação de segunda-feira.
Por outro lado, as ações do Fifth Third Bancorp fecharam em baixa de 0,30%, enquanto KeyCorp recuou 4,18%, depois que a Fitch cortou os ratings emissor default de ambos os bancos em uma escala como parte de sua revisão dos bancos americanos. A agência de rating disse que espera que o Fifth Third vai enfrentar custos elevados de crédito nos próximos trimestres e pressão sobre sua rentabilidade principal.
Fora do setor financeiro, as ações da FedEx subiram 1,40% depois que o JPMorgan elevou sua recomendação para a companhia de "neutra" para "overweight", dizendo que a ação já precificou a atual pressão que enfrenta e que as expectativas de Wall Street para a companhia agora são realistas. As ações da Motorola avançaram 3,98%, com o Bank of America/Merrill Lynch elevando a recomendação para a companhia de "neutra" para "comprar".
O índice Dow Jones caiu 16,10 pontos (-0,19%) e fechou com 8.322,91 pontos. O índice Nasdaq recuou 1,27 ponto (-0,07%) e fechou com 1.764,92 pontos. O S&P-500 subiu 2,06 pontos (0,23%) e fechou com 895,10 pontos. As informações são da Dow Jones.
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