por Agência ESTADO
06 de Março de 2009 18:43
A Bovespa abriu em alta e foi alimentada pelo resultado do relatório do mercado de trabalho norte-americano em linha com as previsões. Mas o otimismo logo foi trocado pelo choque de realidade - já que os números mostram um quadro bem ruim. Os índices norte-americanos viraram e operaram em queda até pouco antes do fechamento, quando o Dow Jones e o S&P 500 buscaram recuperação e acabaram por fechar em alta. A Bovespa acompanhou a volatilidade de Wall Street, mas não conseguiu fechar no azul.
O Ibovespa fechou em queda de 0,71%, aos 37.105,09 pontos. Na mínima, atingiu os 36.476 pontos (-2,39%) e, na máxima, os 38.309 pontos (+2,51%). No mês, acumula perdas de 2,82% e, no ano, de 1,18%. O giro financeiro totalizou R$ 3,756 bilhões.
Dow Jones fechou em alta de 0,49%, S&P avançou 0,12% e Nasdaq caiu 0,44%. Mas a fotografia final do pregão nem de longe mostra o dia no mercado, muito volátil e predominantemente negativo. O relatório do mercado de trabalho foi o principal condutor dos negócios - e não um dos bons: em fevereiro, foram fechadas 651 mil vagas de trabalho nos EUA, em linha com as previsões, mas os números dos dois últimos meses foram revistos para pior: dezembro para -681 mil empregos, o maior corte desde outubro de 1949, e janeiro para -655 mil vagas.
Apenas nos últimos quatro meses, 2,6 milhões de pessoas perderam seus empregos, número que sobe para 4,4 milhões se contabilizados os fechamentos de postos de trabalho desde que a recessão começou, em dezembro de 2007. A taxa de desemprego dos EUA subiu de 7,6% em janeiro para 8,1% em fevereiro (os analistas previam 8%), atingindo o nível mais elevado desde dezembro de 1983. Alguns economistas acreditam que a taxa possa atingir 10% até o final do ano.
O relatório do mercado de trabalho atravessou o Atlântico e também pressionou o fechamento em baixa das bolsas europeias, puxadas por perdas em bancos e seguradoras. Londres foi a exceção ao subir 0,02%. A Bolsa de Paris recuou 1,37% e a de Frankfurt fechou em queda de 0,79%.
No Brasil, as ações da Petrobras, que operaram em alta numa parte do dia, ajudam a explicar a resistência da Bovespa durante a sessão. Mas também servem para justificar a queda no final. Os papéis inverteram para baixo e ampliaram as perdas nas duas últimas horas, na contramão do petróleo, que subiu 4,38%, aos US$ 45,52 o barril.
Petrobras ON recuou 1,84% e PN, 1,27%. A estatal divulga ainda hoje seu balanço do quarto trimestre do ano passado. Hoje, a estatal anunciou que bateu novo recorde de produção na quarta-feira, 4 de março, com 2,012 milhões de barris.
Houve ainda vendas de estrangeiros, que se desfizeram de ações no mercado doméstico, abatendo não só Petrobras como também Vale, que recuou em grande parte do dia. As ações da mineradora brasileira recuaram 2,63% a ON e 2,32% a PNA. Siderúrgicas acompanharam.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Bolsa de NY fecha em queda forte e Citi cai a US$ 1,02
por Agência ESTADO
05 de Março de 2009 19:45
Os índices Dow Jones e S&P-500 fecharam em novas mínimas em 12 anos, enquanto o Nasdaq recuou para o menor nível em 6 anos, depois que o preço da ação de um dos maiores bancos do mundo e um ícone do setor bancário dos EUA escorregou momentaneamente abaixo de US$ 1,00. Depois de cair a US$ 0,97, as ações do Citigroup fecharam a US$ 1,02, em baixa de 9,73%.
O índice Dow Jones caiu 281,40 pontos, ou 4,09%, e fechou em 6.594,44 pontos, nível mais baixo desde 15 de abril de 1997. O Nasdaq recuou 54,15 pontos, ou 4,00%, e fechou em 1.299,59 pontos, menor nível desde 12 de março de 2003. O S&P-500 caiu 30,32 pontos, ou 4,25%, e fechou em 682,55 pontos, nível mais baixo desde 18 de setembro de 1996. O NYSE Composite caiu 197,29 pontos, ou 4,42%, e fechou em 4.267,60 pontos.
"Se você me dissesse no meio de 2007 que o Citi escorregaria abaixo de US$ 1, eu diria que você era um louco", disse Saluzzi. "(O Citi) tem tantas obrigações, tantos ativos podres, que (suas ações) não seriam nem mesmo negociadas, não fosse o suporte do governo. Os bancos são um desastre", acrescentou Joseph Saluzzi, cofundador da Themis Trading.
Além disso, a sobrevivência de outra ação importante, a General Motors, foi colacada em dúvida pela Deloitte & Touche, uma empresa de auditoria. As ações da GM fecharam em baixa de 15,45%. No cenário global, a China frustrou as expectativas e não anunciou uma expansão do plano de estímulo econômico no primeiro dia da Sessão Anual do Congresso Nacional do Povo.
Em contraste com a fuga de investidores de outubro e novembro, a mais recente liquidação é um processo opressivo, sem as mudanças de curto prazo e reviravoltas de pânico das mínimas anteriores, disseram operadores. Desiludidos com as breves recuperações de novembro e janeiro, os operadores estão agora receosos. De fato, alguns deles viram sinais de que os que apostam na baixa do mercado voltaram a assumir o controle quando o mercado reduziu os ganhos no final da sessão de ontem. "Ninguém quer ficar na frente do trem de carga que cai do barranco", disse Saluzzi.
Entre as maiores perdas, as ações de companhias financeiras foram especialmente atingidas: Bank of America (-11,70%) e JPMorgan (-13,99%). A agência de classificação de risco Moody's Investors Service alertou para a pressão sobre dois bancos que vinham se sustentado relativamente melhor do que seus rivais na crise de crédito, o Well Fargo e o JPMorgan Chase. As ações do Wells Fargo caíram 16% depois que a Moody's rebaixou sua nota de crédito.
Como nos anos 1930, nada parece impedir um contágio da crise de confiança de se espalhar de uma parte a outra do setor financeiro. "É simplesmente uma espiral sem fim", disse Lorenzo Di Mattia, gerente do fundo hedge Sibilla Global Fund.
Entre as componentes do Dow Jones, apenas Wal-Mart - que anunciou um aumento nas vendas das mesmas lojas em fevereiro e uma elevação no pagamento de dividendos - e Pfizer fecharam em alta, de 2,60% e 1,36%, respectivamente. As informações são da Dow Jones.
05 de Março de 2009 19:45
Os índices Dow Jones e S&P-500 fecharam em novas mínimas em 12 anos, enquanto o Nasdaq recuou para o menor nível em 6 anos, depois que o preço da ação de um dos maiores bancos do mundo e um ícone do setor bancário dos EUA escorregou momentaneamente abaixo de US$ 1,00. Depois de cair a US$ 0,97, as ações do Citigroup fecharam a US$ 1,02, em baixa de 9,73%.
O índice Dow Jones caiu 281,40 pontos, ou 4,09%, e fechou em 6.594,44 pontos, nível mais baixo desde 15 de abril de 1997. O Nasdaq recuou 54,15 pontos, ou 4,00%, e fechou em 1.299,59 pontos, menor nível desde 12 de março de 2003. O S&P-500 caiu 30,32 pontos, ou 4,25%, e fechou em 682,55 pontos, nível mais baixo desde 18 de setembro de 1996. O NYSE Composite caiu 197,29 pontos, ou 4,42%, e fechou em 4.267,60 pontos.
"Se você me dissesse no meio de 2007 que o Citi escorregaria abaixo de US$ 1, eu diria que você era um louco", disse Saluzzi. "(O Citi) tem tantas obrigações, tantos ativos podres, que (suas ações) não seriam nem mesmo negociadas, não fosse o suporte do governo. Os bancos são um desastre", acrescentou Joseph Saluzzi, cofundador da Themis Trading.
Além disso, a sobrevivência de outra ação importante, a General Motors, foi colacada em dúvida pela Deloitte & Touche, uma empresa de auditoria. As ações da GM fecharam em baixa de 15,45%. No cenário global, a China frustrou as expectativas e não anunciou uma expansão do plano de estímulo econômico no primeiro dia da Sessão Anual do Congresso Nacional do Povo.
Em contraste com a fuga de investidores de outubro e novembro, a mais recente liquidação é um processo opressivo, sem as mudanças de curto prazo e reviravoltas de pânico das mínimas anteriores, disseram operadores. Desiludidos com as breves recuperações de novembro e janeiro, os operadores estão agora receosos. De fato, alguns deles viram sinais de que os que apostam na baixa do mercado voltaram a assumir o controle quando o mercado reduziu os ganhos no final da sessão de ontem. "Ninguém quer ficar na frente do trem de carga que cai do barranco", disse Saluzzi.
Entre as maiores perdas, as ações de companhias financeiras foram especialmente atingidas: Bank of America (-11,70%) e JPMorgan (-13,99%). A agência de classificação de risco Moody's Investors Service alertou para a pressão sobre dois bancos que vinham se sustentado relativamente melhor do que seus rivais na crise de crédito, o Well Fargo e o JPMorgan Chase. As ações do Wells Fargo caíram 16% depois que a Moody's rebaixou sua nota de crédito.
Como nos anos 1930, nada parece impedir um contágio da crise de confiança de se espalhar de uma parte a outra do setor financeiro. "É simplesmente uma espiral sem fim", disse Lorenzo Di Mattia, gerente do fundo hedge Sibilla Global Fund.
Entre as componentes do Dow Jones, apenas Wal-Mart - que anunciou um aumento nas vendas das mesmas lojas em fevereiro e uma elevação no pagamento de dividendos - e Pfizer fecharam em alta, de 2,60% e 1,36%, respectivamente. As informações são da Dow Jones.
Bolsa fecha em baixa de 2,69% com Vale e siderúrgicas
por Agência ESTADO
05 de Março de 2009 18:40
As bolsas de valores devolveram hoje a recuperação de ontem, depois que a China não confirmou, no primeiro dia do Congresso Nacional do Povo, o aumento do pacote de incentivo à economia. Os indicadores ruins vindos hoje da Europa também pesaram sobre as ações, assim como os temores com o segmento financeiro norte-americano.
A Bovespa, embora tenha caído forte, perdeu menos do que outros mercados. Fechou em queda de 2,69%, aos 37.368,93 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 36.973 pontos (-3,72%) e, na máxima, em 38.391 pontos (-0,03%). No mês, acumula perdas de 2,13% e, no ano, de 0,48%. O giro financeiro totalizou R$ 3,439 bilhões.
A expectativa ontem era de que o primeiro-ministro chinês anunciaria um reforço ao pacote de incentivo lançado no final do ano passado, o que não se concretizou. Isso levou os investidores a desmontar as posições assumidas ontem, o que significa dizer que as commodities (matérias-primas) acabaram sendo penalizadas e, por tabela, as ações de mineradoras, siderúrgicas e petrolíferas.
No Brasil, apesar de a Bolsa ter predomínio de papéis desses segmentos, as perdas foram ligeiramente mais contidas do que as lá de fora. As siderúrgicas estiveram entre as maiores baixas e Vale foi atrás, mas as ações da Petrobras até que se saíram bem diante do quadro, chegando inclusive a operar em alta em um momento do dia. Segundo os analistas, ontem as ações não estiveram entre os maiores ganhos e a queda hoje seria proporcional, mas também favoreceu a expectativa pelo balanço que a empresa divulga amanhã.
As ações da Petrobras caíram 1,26% a ON e 1,40% a PN. O petróleo negociado em Nova York recuou 3,90% e fechou cotado a US$ 43,61 o barril. Vale ON perdeu 4,50% e PNA, 3,89%. Gerdau PN cedeu 6,32%; Metalúrgica Gerdau PN, 7,11%; Usiminas PNA, 6,17%; CSN ON, 6,28%.
Em Wall Street, o Dow Jones fechou em baixa de 4,09%, o S&P recuou 4,25% e o Nasdaq caiu 4%. O setor bancário foi destaque de baixa lá, com a queda das ações do Citi abaixo de US$ 1 durante o dia, um fato inédito na história da instituição. No setor automotivo, a GM levantou dúvidas quanto à sua viabilidade e seus papéis fecharam em baixa de 15,45%.
Hoje a Europa esteve à frente na divulgação de indicadores ruins. Foi confirmada a retração de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) na zona do euro no quarto trimestre. A produção industrial da Espanha caiu 20% em janeiro; na França, o índice de preços ao produtor cedeu 2,0% em janeiro e a taxa de desemprego subiu para 8,2% no quarto trimestre de 2008; na Alemanha, as vendas no varejo cederam 0,6%, contrariando a previsão de estabilidade; no Reino Unido, os preços das casas apontaram declínio recorde em fevereiro, de 17,7%.
Nesse ambiente ruim, o BC inglês cortou a taxa básica de juro do país em 0,50 ponto porcentual, para 0,5% ao ano, e o Banco Central Europeu (BCE) cortou o juro também em 0,50 ponto porcentual, para 1,5% ao ano. Ambas as taxas estão em níveis recorde de baixa. A Bolsa de Londres fechou em queda de 3,18%, a de Frankfurt caiu 5,02% e a de Paris, 3,96%.
05 de Março de 2009 18:40
As bolsas de valores devolveram hoje a recuperação de ontem, depois que a China não confirmou, no primeiro dia do Congresso Nacional do Povo, o aumento do pacote de incentivo à economia. Os indicadores ruins vindos hoje da Europa também pesaram sobre as ações, assim como os temores com o segmento financeiro norte-americano.
A Bovespa, embora tenha caído forte, perdeu menos do que outros mercados. Fechou em queda de 2,69%, aos 37.368,93 pontos. Na mínima do dia, atingiu os 36.973 pontos (-3,72%) e, na máxima, em 38.391 pontos (-0,03%). No mês, acumula perdas de 2,13% e, no ano, de 0,48%. O giro financeiro totalizou R$ 3,439 bilhões.
A expectativa ontem era de que o primeiro-ministro chinês anunciaria um reforço ao pacote de incentivo lançado no final do ano passado, o que não se concretizou. Isso levou os investidores a desmontar as posições assumidas ontem, o que significa dizer que as commodities (matérias-primas) acabaram sendo penalizadas e, por tabela, as ações de mineradoras, siderúrgicas e petrolíferas.
No Brasil, apesar de a Bolsa ter predomínio de papéis desses segmentos, as perdas foram ligeiramente mais contidas do que as lá de fora. As siderúrgicas estiveram entre as maiores baixas e Vale foi atrás, mas as ações da Petrobras até que se saíram bem diante do quadro, chegando inclusive a operar em alta em um momento do dia. Segundo os analistas, ontem as ações não estiveram entre os maiores ganhos e a queda hoje seria proporcional, mas também favoreceu a expectativa pelo balanço que a empresa divulga amanhã.
As ações da Petrobras caíram 1,26% a ON e 1,40% a PN. O petróleo negociado em Nova York recuou 3,90% e fechou cotado a US$ 43,61 o barril. Vale ON perdeu 4,50% e PNA, 3,89%. Gerdau PN cedeu 6,32%; Metalúrgica Gerdau PN, 7,11%; Usiminas PNA, 6,17%; CSN ON, 6,28%.
Em Wall Street, o Dow Jones fechou em baixa de 4,09%, o S&P recuou 4,25% e o Nasdaq caiu 4%. O setor bancário foi destaque de baixa lá, com a queda das ações do Citi abaixo de US$ 1 durante o dia, um fato inédito na história da instituição. No setor automotivo, a GM levantou dúvidas quanto à sua viabilidade e seus papéis fecharam em baixa de 15,45%.
Hoje a Europa esteve à frente na divulgação de indicadores ruins. Foi confirmada a retração de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) na zona do euro no quarto trimestre. A produção industrial da Espanha caiu 20% em janeiro; na França, o índice de preços ao produtor cedeu 2,0% em janeiro e a taxa de desemprego subiu para 8,2% no quarto trimestre de 2008; na Alemanha, as vendas no varejo cederam 0,6%, contrariando a previsão de estabilidade; no Reino Unido, os preços das casas apontaram declínio recorde em fevereiro, de 17,7%.
Nesse ambiente ruim, o BC inglês cortou a taxa básica de juro do país em 0,50 ponto porcentual, para 0,5% ao ano, e o Banco Central Europeu (BCE) cortou o juro também em 0,50 ponto porcentual, para 1,5% ao ano. Ambas as taxas estão em níveis recorde de baixa. A Bolsa de Londres fechou em queda de 3,18%, a de Frankfurt caiu 5,02% e a de Paris, 3,96%.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Bolsa de NY registra ganho com expectativa sobre China
por Agência ESTADO
04 de Março de 2009 19:56
Os principais índices do mercado de ações norte-americano se recuperaram das mínimas em 12 anos e fecharam em firme alta, interrompendo uma sequência de cinco fechamentos negativos. As bolsas abriram em alta e se mantiveram em território positivo durante toda a sessão, com as ações de companhias do setor industrial e de commodities (matérias-primas).
O índice Dow Jones subiu 149,82 pontos, ou 2,23%, e fechou em 6.875,84 pontos. O Nasdaq avançou 32,73 pontos, ou 2,48%),e fechou em 1.353,74 pontos. O S&P-500 subiu 16,54 pontos, ou 2,38%, e fechou em 712,87 pontos, enquanto o NYSE Composite avançou 130,19 pontos, ou 3,00%, e fechou em 4.464,89 pontos.
A alta em Nova York fez parte de um movimento ascendente que prevaleceu nos mercados globais com base na esperança de que o governo da China possa anunciar um novo pacote de estímulo econômico nesta quinta-feira, quando o primeiro-ministro Wen Jiabao discursar na abertura da Sessão Anual do Congresso Nacional do Povo da China.
Apenas as ações da gigante General Electric não foram contaminadas pelo otimismo alimentado pela China e fecharam em baixa de 4,56%. Os especuladores nos mercados de derivativos continuaram a fazer apostas contra o conglomerado industrial. Em meio às perdas que se prolongaram pela quarta sessão seguida, a GE reiterou que não tem necessidade de levantar capital adicional.
Os operadores apostam que o governo chinês vai acelerar seus esforços para estimular a economia e compraram ações de companhias de equipamentos pesados, metais e petróleo. As ações da Caterpillar dispararam 13,22%, mas acumulam uma queda de 43% neste ano. As ações da fabricante de alumínio Alcoa subiram 12,84%, embora continuem ostentando uma queda de 45% em 2009. As informações são da Dow Jones.
04 de Março de 2009 19:56
Os principais índices do mercado de ações norte-americano se recuperaram das mínimas em 12 anos e fecharam em firme alta, interrompendo uma sequência de cinco fechamentos negativos. As bolsas abriram em alta e se mantiveram em território positivo durante toda a sessão, com as ações de companhias do setor industrial e de commodities (matérias-primas).
O índice Dow Jones subiu 149,82 pontos, ou 2,23%, e fechou em 6.875,84 pontos. O Nasdaq avançou 32,73 pontos, ou 2,48%),e fechou em 1.353,74 pontos. O S&P-500 subiu 16,54 pontos, ou 2,38%, e fechou em 712,87 pontos, enquanto o NYSE Composite avançou 130,19 pontos, ou 3,00%, e fechou em 4.464,89 pontos.
A alta em Nova York fez parte de um movimento ascendente que prevaleceu nos mercados globais com base na esperança de que o governo da China possa anunciar um novo pacote de estímulo econômico nesta quinta-feira, quando o primeiro-ministro Wen Jiabao discursar na abertura da Sessão Anual do Congresso Nacional do Povo da China.
Apenas as ações da gigante General Electric não foram contaminadas pelo otimismo alimentado pela China e fecharam em baixa de 4,56%. Os especuladores nos mercados de derivativos continuaram a fazer apostas contra o conglomerado industrial. Em meio às perdas que se prolongaram pela quarta sessão seguida, a GE reiterou que não tem necessidade de levantar capital adicional.
Os operadores apostam que o governo chinês vai acelerar seus esforços para estimular a economia e compraram ações de companhias de equipamentos pesados, metais e petróleo. As ações da Caterpillar dispararam 13,22%, mas acumulam uma queda de 43% neste ano. As ações da fabricante de alumínio Alcoa subiram 12,84%, embora continuem ostentando uma queda de 45% em 2009. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa fecha em alta de 5,31%, segunda maior do ano
por Agência ESTADO
04 de Março de 2009 18:33
A Bovespa registrou hoje a segunda maior alta porcentual do ano, empurrada pela China. A expectativa de que o gigante asiático anuncie novas medidas de estímulo econômico e um indicador positivo daquele país justificaram os ganhos por todo o planeta.
O Ibovespa, principal índice, terminou o pregão em elevação de 5,31%, aos 38.402,24 pontos (a maior alta do ano foi de 7,17% e aconteceu em 2 de janeiro). Na mínima, tocou os 36.468 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 38.554 pontos (+5,72%). Com o resultado de hoje, o desempenho em 2009 voltou a ficar positivo, em 2,27%. No mês, a bolsa sobe 0,57%. O giro financeiro totalizou R$ 4,722 bilhões, com ingresso de recursos de investidores estrangeiros.
Os investidores esperam que o governo chinês anuncie novas medidas de estímulo econômico durante o Congresso Nacional do Povo, que começa amanhã. O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, deve fazer o anúncio às 9 horas locais (22 horas de hoje no Brasil), quando deve comunicar a elevação da cifra de cerca de US$ 585 bilhões (4 trilhões de yuans) do pacote de estímulo divulgado em novembro. Economistas acreditam que o número pode chegar a algo entre 8 trilhões e 10 trilhões de yuans.
Também agradou o indicador sobre a atividade manufatureira da China. O índice dos gerentes de compras (PMI) subiu para 49 em fevereiro, ante 45,3 em janeiro e, embora tenha permanecido abaixo de 50, o que sugere contração da atividade, ele aproxima-se do ponto de inversão na direção da atividade.
O efeito chinês foi sentido principalmente nas commodities (matérias-primas), que dispararam diante da expectativa de mais compras pela China, a terceira economia global. Por essa razão, o efeito da Bovespa foi forte, uma vez que a Bolsa doméstica é muito concentrada em papéis desta natureza.
Vale comandou os ganhos, embora as ordens de compras tenham sido generalizadas. Vale ON fechou em alta de 10,14% e PNA, de 9,69%. Petrobras ON subiu 6,59% e PN, 6,33%. Em Nova York, o petróleo subiu 8,96% e fechou cotado a US$ 45,38 o barril.
As ações dos bancos também subiram, ainda ajudadas pela medida anunciada pelo Banco Central de estender às instituições financeiras o acesso aos dólares das reservas internacionais para quitar dívidas com suas próprias subsidiárias no exterior.
04 de Março de 2009 18:33
A Bovespa registrou hoje a segunda maior alta porcentual do ano, empurrada pela China. A expectativa de que o gigante asiático anuncie novas medidas de estímulo econômico e um indicador positivo daquele país justificaram os ganhos por todo o planeta.
O Ibovespa, principal índice, terminou o pregão em elevação de 5,31%, aos 38.402,24 pontos (a maior alta do ano foi de 7,17% e aconteceu em 2 de janeiro). Na mínima, tocou os 36.468 pontos (estabilidade) e, na máxima, os 38.554 pontos (+5,72%). Com o resultado de hoje, o desempenho em 2009 voltou a ficar positivo, em 2,27%. No mês, a bolsa sobe 0,57%. O giro financeiro totalizou R$ 4,722 bilhões, com ingresso de recursos de investidores estrangeiros.
Os investidores esperam que o governo chinês anuncie novas medidas de estímulo econômico durante o Congresso Nacional do Povo, que começa amanhã. O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, deve fazer o anúncio às 9 horas locais (22 horas de hoje no Brasil), quando deve comunicar a elevação da cifra de cerca de US$ 585 bilhões (4 trilhões de yuans) do pacote de estímulo divulgado em novembro. Economistas acreditam que o número pode chegar a algo entre 8 trilhões e 10 trilhões de yuans.
Também agradou o indicador sobre a atividade manufatureira da China. O índice dos gerentes de compras (PMI) subiu para 49 em fevereiro, ante 45,3 em janeiro e, embora tenha permanecido abaixo de 50, o que sugere contração da atividade, ele aproxima-se do ponto de inversão na direção da atividade.
O efeito chinês foi sentido principalmente nas commodities (matérias-primas), que dispararam diante da expectativa de mais compras pela China, a terceira economia global. Por essa razão, o efeito da Bovespa foi forte, uma vez que a Bolsa doméstica é muito concentrada em papéis desta natureza.
Vale comandou os ganhos, embora as ordens de compras tenham sido generalizadas. Vale ON fechou em alta de 10,14% e PNA, de 9,69%. Petrobras ON subiu 6,59% e PN, 6,33%. Em Nova York, o petróleo subiu 8,96% e fechou cotado a US$ 45,38 o barril.
As ações dos bancos também subiram, ainda ajudadas pela medida anunciada pelo Banco Central de estender às instituições financeiras o acesso aos dólares das reservas internacionais para quitar dívidas com suas próprias subsidiárias no exterior.
DJI...após 03/03...suportes e resistências
IBOV...após 03/03...suportes e resistências
terça-feira, 3 de março de 2009
Dow Jones termina o dia em nova mínima em 12 anos
por Agência ESTADO
03 de Março de 2009 19:53
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa pela quinta sessão consecutiva, com os dados de vendas de automóveis e imóveis residenciais ajudando a perpetuar o pior "mercado do urso" (com tendência de baixa) no pós-Segunda Guerra Mundial. O índice Dow Jones renovou a mínima em mais de 12 anos, enquanto o S&P-500 fechou abaixo dos 700 pontos pela primeira vez desde outubro de 1996.
O índice Dow Jones caiu 37,27 pontos, ou 0,55%, e fechou em 6.726,02 pontos, seu nível mais baixo desde 21 de abril de 1997. O Dow Jones fechou em baixa em 11 das últimas 13 sessões. O S&P-500 recuou 4,49 pontos, ou 0,64%, e fechou em 696,33 pontos - menor nível desde 10 de outubro de 1996 - e acumula um declínio de 56% em relação ao seu recorde registrado em outubro de 2007. O Nasdaq caiu 1,84 ponto, ou 0,14%, e fechou em 1.321,01 pontos, acumulando uma desvalorização de 14% em 12 sessões. O NYSE Composite caiu 26,28 pontos, ou 0,60%, e fechou em 4.334,70 pontos.
As ações da General Electric lideraram as perdas entre as componentes do índice Dow Jones, com uma queda de 7,76%, refletindo as crescentes preocupações dos investidores de que o conglomerado industrial pode perder sua crucial nota de crédito (rating) AAA. As ações da Home Depot caem 5,17%, pressionados pela queda do indicador de vendas pendentes de imóveis para nova mínima em janeiro.
Os dados de vendas de automóveis de fevereiro da Ford e da General Motors, divulgados nesta tarde, confirmaram os sinais do indicador de atividade industrial de ontem. Juntos, os relatórios sugerem que a paralisia econômica, que se estabeleceu a partir da falência do banco Lehman Brothers em setembro, persiste apesar dos mais de US$ 1 trilhão prometidos pelo governo dos EUA para salvar os bancos e estimular a economia.
A GM informou que as vendas totais de veículos nos EUA caíram 52,9% em fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano passado, para 127.296 unidades, representando o pior mês de fevereiro desde 1967. Refletindo o estado de desespero do mercado, as ações da GM chegaram a subir mais de 4% depois do anúncio do relatório, mas fecharam em baixa de 1%. As ações da Ford recuaram 3,72%, depois de a companhia ter anunciado uma queda de 48% ao ano nas vendas em fevereiro.
"Considerando a magnitude desta crise, podemos ver, eventualmente, níveis de preços muito baixos antes de alcançarmos o fundo do poço", disseram analistas do Deutsche Bank em nota para clientes. O súbito declínio do mercado para níveis considerados "baratos" "não é um motivo para sugerir uma iminente recuperação sustentável". As informações são da Dow Jones.
03 de Março de 2009 19:53
O mercado de ações norte-americano fechou em baixa pela quinta sessão consecutiva, com os dados de vendas de automóveis e imóveis residenciais ajudando a perpetuar o pior "mercado do urso" (com tendência de baixa) no pós-Segunda Guerra Mundial. O índice Dow Jones renovou a mínima em mais de 12 anos, enquanto o S&P-500 fechou abaixo dos 700 pontos pela primeira vez desde outubro de 1996.
O índice Dow Jones caiu 37,27 pontos, ou 0,55%, e fechou em 6.726,02 pontos, seu nível mais baixo desde 21 de abril de 1997. O Dow Jones fechou em baixa em 11 das últimas 13 sessões. O S&P-500 recuou 4,49 pontos, ou 0,64%, e fechou em 696,33 pontos - menor nível desde 10 de outubro de 1996 - e acumula um declínio de 56% em relação ao seu recorde registrado em outubro de 2007. O Nasdaq caiu 1,84 ponto, ou 0,14%, e fechou em 1.321,01 pontos, acumulando uma desvalorização de 14% em 12 sessões. O NYSE Composite caiu 26,28 pontos, ou 0,60%, e fechou em 4.334,70 pontos.
As ações da General Electric lideraram as perdas entre as componentes do índice Dow Jones, com uma queda de 7,76%, refletindo as crescentes preocupações dos investidores de que o conglomerado industrial pode perder sua crucial nota de crédito (rating) AAA. As ações da Home Depot caem 5,17%, pressionados pela queda do indicador de vendas pendentes de imóveis para nova mínima em janeiro.
Os dados de vendas de automóveis de fevereiro da Ford e da General Motors, divulgados nesta tarde, confirmaram os sinais do indicador de atividade industrial de ontem. Juntos, os relatórios sugerem que a paralisia econômica, que se estabeleceu a partir da falência do banco Lehman Brothers em setembro, persiste apesar dos mais de US$ 1 trilhão prometidos pelo governo dos EUA para salvar os bancos e estimular a economia.
A GM informou que as vendas totais de veículos nos EUA caíram 52,9% em fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano passado, para 127.296 unidades, representando o pior mês de fevereiro desde 1967. Refletindo o estado de desespero do mercado, as ações da GM chegaram a subir mais de 4% depois do anúncio do relatório, mas fecharam em baixa de 1%. As ações da Ford recuaram 3,72%, depois de a companhia ter anunciado uma queda de 48% ao ano nas vendas em fevereiro.
"Considerando a magnitude desta crise, podemos ver, eventualmente, níveis de preços muito baixos antes de alcançarmos o fundo do poço", disseram analistas do Deutsche Bank em nota para clientes. O súbito declínio do mercado para níveis considerados "baratos" "não é um motivo para sugerir uma iminente recuperação sustentável". As informações são da Dow Jones.
Na contramão de NY, Bovespa fecha em alta com Vale
por Agência ESTADO
03 de Março de 2009 18:34
Em uma sessão bastante volátil, a Bovespa conseguiu recuperar uma pequena parte das perdas de ontem, impulsionada pelas ações de Vale e siderúrgicas. Mas o sinal azul não foi constante o dia todo. Embora a análise no início do pregão fosse de recuperação técnica diante das perdas de ontem, a fala do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, e mais indicadores ruins nos Estados Unidos causaram estresse no início da tarde. Mas declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e do presidente Barack Obama trouxeram alívio.
A Bovespa fechou em alta de 0,64%, aos 36.467,56 pontos. Na mínima do dia, tocou os 35.722 pontos (-1,42%) e, na máxima, os 37.085 pontos (+2,35%). No mês, acumula perdas de 4,49% e, no ano, de 2,88%. O giro totalizou R$ 3,891 bilhões.
A elevação registrada na abertura dos negócios era instável, diante do quadro débil formado pelo noticiário e indicadores ruins da véspera. E ela mostrou essa faceta com as duras declarações de Bernanke, que afirmou a um comitê do Senado que a situação bancária não foi estabilizada, que os indicadores de curto prazo mostram pouco sinal de melhora e que é preciso agir com agressividade para resolver os problemas econômicos. Além disso, o presidente do Fed se disse irritado e desconfortável com a situação da AIG, a seguradora que ontem anunciou prejuízo corporativo recorde na história norte-americana e consumiu mais US$ 30 bilhões do governo para não quebrar - razão do tombo dos mercados ontem.
O índice de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA ainda amplificou os efeitos das declarações de Bernanke. O dado caiu 7,7%, para 80,4 - menor nível desde que os dados começaram a ser compilados, em 2001. Analistas projetavam queda de 3,5%.
Mas nem tudo foi ruim no discurso de Bernanke. Ele apoiou os esforços da Casa Branca para estimular a economia, ao afirmar que é preciso uma ação agressiva para evitar uma calamidade econômica, mesmo que isso adicione trilhões de dólares à dívida do governo.
E mais tarde, as declarações de Obama, Geithner e também do primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, deram alívio às bolsas norte-americanas, garantindo uma ampliação dos ganhos à Bovespa. O presidente dos EUA disse estar "absolutamente confiante" que seus planos para reavivar a economia e restaurar a estabilidade no sistema financeiro irão funcionar. Gordon Brown, que estava na Casa Branca, emendou que "haverá uma grande mudança regulatória", com a possível criação de um "new deal" (novo acordo) global nos próximos meses. E Timothy Geithner, em audiência em comitê da Câmara, defendeu a ajuda financeira do governo Obama à seguradora AIG e outras instituições financeiras. Em Wall Street, a melhora vista à tarde não durou até o final e o Dow Jones terminou a sessão em baixa de 0,55%.
No Brasil, os papéis da Vale foram a locomotiva do pregão, puxando ainda as ações do setor siderúrgico. Em relatório de ontem, o Citigroup nomeou os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Vale e as ações da rival Rio Tinto como melhores escolhas entre as 5 grandes mineradoras globais, e recomendou a compra dos papéis da brasileira. Esta tarde, o Goldman Sachs, também em relatório, reduziu o preço-alvo dos ADRs da Vale, mas manteve a recomendação de compra. Vale ON terminou em alta de 1,92% e Vale PNA, de 2,18%. Os metais fecharam em alta no exterior. As siderúrgicas acompanharam a recuperação da mineradora e subiram.
Petrobras, que nos momentos de melhora das bolsas norte-americanas foi a escolha dos investidores para compra, não sustentou a alta. A ação ON caiu 0,59% e a PN, 0,88%. O preço do petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York subiu 3,74%, para US$ 41,65 o barril
03 de Março de 2009 18:34
Em uma sessão bastante volátil, a Bovespa conseguiu recuperar uma pequena parte das perdas de ontem, impulsionada pelas ações de Vale e siderúrgicas. Mas o sinal azul não foi constante o dia todo. Embora a análise no início do pregão fosse de recuperação técnica diante das perdas de ontem, a fala do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, e mais indicadores ruins nos Estados Unidos causaram estresse no início da tarde. Mas declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e do presidente Barack Obama trouxeram alívio.
A Bovespa fechou em alta de 0,64%, aos 36.467,56 pontos. Na mínima do dia, tocou os 35.722 pontos (-1,42%) e, na máxima, os 37.085 pontos (+2,35%). No mês, acumula perdas de 4,49% e, no ano, de 2,88%. O giro totalizou R$ 3,891 bilhões.
A elevação registrada na abertura dos negócios era instável, diante do quadro débil formado pelo noticiário e indicadores ruins da véspera. E ela mostrou essa faceta com as duras declarações de Bernanke, que afirmou a um comitê do Senado que a situação bancária não foi estabilizada, que os indicadores de curto prazo mostram pouco sinal de melhora e que é preciso agir com agressividade para resolver os problemas econômicos. Além disso, o presidente do Fed se disse irritado e desconfortável com a situação da AIG, a seguradora que ontem anunciou prejuízo corporativo recorde na história norte-americana e consumiu mais US$ 30 bilhões do governo para não quebrar - razão do tombo dos mercados ontem.
O índice de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA ainda amplificou os efeitos das declarações de Bernanke. O dado caiu 7,7%, para 80,4 - menor nível desde que os dados começaram a ser compilados, em 2001. Analistas projetavam queda de 3,5%.
Mas nem tudo foi ruim no discurso de Bernanke. Ele apoiou os esforços da Casa Branca para estimular a economia, ao afirmar que é preciso uma ação agressiva para evitar uma calamidade econômica, mesmo que isso adicione trilhões de dólares à dívida do governo.
E mais tarde, as declarações de Obama, Geithner e também do primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, deram alívio às bolsas norte-americanas, garantindo uma ampliação dos ganhos à Bovespa. O presidente dos EUA disse estar "absolutamente confiante" que seus planos para reavivar a economia e restaurar a estabilidade no sistema financeiro irão funcionar. Gordon Brown, que estava na Casa Branca, emendou que "haverá uma grande mudança regulatória", com a possível criação de um "new deal" (novo acordo) global nos próximos meses. E Timothy Geithner, em audiência em comitê da Câmara, defendeu a ajuda financeira do governo Obama à seguradora AIG e outras instituições financeiras. Em Wall Street, a melhora vista à tarde não durou até o final e o Dow Jones terminou a sessão em baixa de 0,55%.
No Brasil, os papéis da Vale foram a locomotiva do pregão, puxando ainda as ações do setor siderúrgico. Em relatório de ontem, o Citigroup nomeou os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Vale e as ações da rival Rio Tinto como melhores escolhas entre as 5 grandes mineradoras globais, e recomendou a compra dos papéis da brasileira. Esta tarde, o Goldman Sachs, também em relatório, reduziu o preço-alvo dos ADRs da Vale, mas manteve a recomendação de compra. Vale ON terminou em alta de 1,92% e Vale PNA, de 2,18%. Os metais fecharam em alta no exterior. As siderúrgicas acompanharam a recuperação da mineradora e subiram.
Petrobras, que nos momentos de melhora das bolsas norte-americanas foi a escolha dos investidores para compra, não sustentou a alta. A ação ON caiu 0,59% e a PN, 0,88%. O preço do petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York subiu 3,74%, para US$ 41,65 o barril
IBOV,,,após 02/03...suportes e resistências

Após fechar em forte queda de 5,10 %, próxima da mínima nos 36.196 pontos, o "candle" do gráfico diário é um "marubozu cheio" mostrando a predominância da pressão vendedora. Essa queda deixou alguns indicadores em região de "sobrevenda", o que pode sinalizar possível reação. Porém a maioria dos indicadores sinalizam ainda a tendência de queda.
Suportes imediatos em 36.100, 35.920, 35.700, 35.500 e 34.215pontos.
Resistências imediatas em 36.500, 36.800, 37.300 e 38.000 pontos.
DJI...após 02/03...suportes e resistências

Após a queda de 4,24%, com fechamento praticamente na mínima, o "candle" do gráfico diário se assemelha a um "marubozu cheio" mostrando a predominância da pressão vendedora. Apesar de se encontrar em região "sobrevendida", os principais indicadores ainda apontam a predominância da tendência de queda.
Suportes imediatos em 6.750, 6.650, 6.800, 6.600 e 6.450 pontos.
Resistências imediatas em 6.800, 6.900 e 6.970 pontos.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Dow Jones fecha no nível mais baixo desde abril de 1997
por Agência ESTADO
02 de Março de 2009 19:33
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em queda forte. O Dow Jones fechou abaixo dos 7 mil pontos pela primeira vez desde 1º de maio de 1997 e no nível mais baixo desde 25 de abril de 1997; o S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 25 de outubro de 1996. O Nasdaq fechou apenas 6 pontos acima de sua mínima de fechamento de 20 de novembro do ano passado, de 1.316,12 pontos.
O índice Dow Jones fechou em queda de 299,64 pontos, ou 4,24%, em 6.763,29 pontos. A mínima foi em 6.755,17 pontos e a máxima em 7.058,95 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 54,99 pontos, ou 3,99%, em 1.322,85 pontos, com mínima em 1,322,13 pontos e máxima em 1.372,00 pontos. O S&P-500 caiu 34,27 pontos, ou 4,66%, para fechar em 700,82 pontos, com mínima em 699,70 pontos e máxima em 729,57 pontos. O NYSE Composite caiu 256,05 pontos, ou 5,55%, para 4.360,98 pontos.
"Estamos no processo de encontrar o fundo do poço e isso vai demorar algum tempo. Duas coisas precisam acontecer para que o mercado encontre o fundo do poço: o setor financeiro precisa tornar-se saudável e o mercado de moradias precisa se estabilizar", comentou o operador Anthony Conroy, da BNY ConvergEx. Ele disse esperar um processo de "estatização suave" de grandes instituições financeiras, na qual o governo evitaria ter o controle total dos bancos.
Todas as 30 componentes do Dow Jones fecharam em queda. O destaque negativo foi Citigroup, com queda de 20%, devido ao temor de que a mais recente injeção de capital do governo no grupo não será a última, o que diluiria ainda mais a participação dos acionistas minoritários; as ações fecharam a US$ 1,20, nível mais baixo de todos os tempos. Também no setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 8,10%, as da American Express recuaram 8,29% e as do JPMorgan Chase perderam 7,40%. As da seguradora AIG subiram 78,75% e fecharam a US$ 0,42, depois do anúncio simultâneo de seu informe de resultados (o maior prejuízo trimestral de uma empresa norte-americana em todos os tempos) e de um terceiro pacote de ajuda do governo.
Os dados da atividade industrial divulgados pela manhã tiveram impacto em ações como General Motors (-10,67%), Caterpillar (-9,91%) e Alcoa (-11,88%). As ações da General Electric, que na sexta-feira havia anunciado um corte de 68% nos dividendos, perderam 10,69%. As ações da Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, caíram 4,68%, depois de o investidor admitir que fez "algumas burrices em investimentos" em 2008 e dizer que a economia dos EUA "está em farrapos". As informações são da Dow Jones.
02 de Março de 2009 19:33
O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em queda forte. O Dow Jones fechou abaixo dos 7 mil pontos pela primeira vez desde 1º de maio de 1997 e no nível mais baixo desde 25 de abril de 1997; o S&P-500 fechou no nível mais baixo desde 25 de outubro de 1996. O Nasdaq fechou apenas 6 pontos acima de sua mínima de fechamento de 20 de novembro do ano passado, de 1.316,12 pontos.
O índice Dow Jones fechou em queda de 299,64 pontos, ou 4,24%, em 6.763,29 pontos. A mínima foi em 6.755,17 pontos e a máxima em 7.058,95 pontos. O Nasdaq fechou em queda de 54,99 pontos, ou 3,99%, em 1.322,85 pontos, com mínima em 1,322,13 pontos e máxima em 1.372,00 pontos. O S&P-500 caiu 34,27 pontos, ou 4,66%, para fechar em 700,82 pontos, com mínima em 699,70 pontos e máxima em 729,57 pontos. O NYSE Composite caiu 256,05 pontos, ou 5,55%, para 4.360,98 pontos.
"Estamos no processo de encontrar o fundo do poço e isso vai demorar algum tempo. Duas coisas precisam acontecer para que o mercado encontre o fundo do poço: o setor financeiro precisa tornar-se saudável e o mercado de moradias precisa se estabilizar", comentou o operador Anthony Conroy, da BNY ConvergEx. Ele disse esperar um processo de "estatização suave" de grandes instituições financeiras, na qual o governo evitaria ter o controle total dos bancos.
Todas as 30 componentes do Dow Jones fecharam em queda. O destaque negativo foi Citigroup, com queda de 20%, devido ao temor de que a mais recente injeção de capital do governo no grupo não será a última, o que diluiria ainda mais a participação dos acionistas minoritários; as ações fecharam a US$ 1,20, nível mais baixo de todos os tempos. Também no setor financeiro, as ações do Bank of America caíram 8,10%, as da American Express recuaram 8,29% e as do JPMorgan Chase perderam 7,40%. As da seguradora AIG subiram 78,75% e fecharam a US$ 0,42, depois do anúncio simultâneo de seu informe de resultados (o maior prejuízo trimestral de uma empresa norte-americana em todos os tempos) e de um terceiro pacote de ajuda do governo.
Os dados da atividade industrial divulgados pela manhã tiveram impacto em ações como General Motors (-10,67%), Caterpillar (-9,91%) e Alcoa (-11,88%). As ações da General Electric, que na sexta-feira havia anunciado um corte de 68% nos dividendos, perderam 10,69%. As ações da Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, caíram 4,68%, depois de o investidor admitir que fez "algumas burrices em investimentos" em 2008 e dizer que a economia dos EUA "está em farrapos". As informações são da Dow Jones.
Bovespa cai 5,10% e volta ao nível do início de dezembro
por Agência ESTADO
02 de Março de 2009 18:37
Arrastada pelas bolsas internacionais, a Bovespa iniciou o mês de março com perda superior a 5% e voltou ao nível do início de dezembro, em razão das quedas principalmente em Vale, Petrobras, siderúrgicas e bancos. O clima de aversão a risco se acentuou com o prejuízo recorde da seguradora AIG, com consequente socorro do governo norte-americano, e o reforço no caixa do HSBC, que a instituição fará por meio de emissão de ações. As matérias-primas (commodities) recuaram diante da constatação de que a retração da demanda será elevada.
O Ibovespa caiu 5,10% neste primeiro pregão de março, maior queda porcentual desde 12 de janeiro (-5,24%). Terminou aos 36.234,69 pontos, menor nível desde 5 de dezembro de 2008 (35.347,39 pontos). Tal desempenho anulou os ganhos acumulados no ano até a última sexta-feira e a bolsa passou a recuar 3,50% em 2009. Hoje, tocou a mínima de 36.196 pontos (-5,21%) e a máxima de 38.180 pontos (-0,01%). O giro financeiro totalizou R$ 3,911 bilhões.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa, mas foi uma notícia da Europa que puxou o gatilho para ordens de vendas mais firmes. O HSBC confirmou que fará uma emissão de ações de US$ 17,7 bilhões para reforçar seu capital. Os papéis da instituição reagiram em queda, espalhando o sinal por todo o setor. O banco ainda anunciou lucro líquido de US$ 5,73 bilhões em 2008 - ante US$ 19,13 bilhões em 2007 -, corte de dividendos e o fechamento de suas operações de financiamento ao consumidor nos Estados Unidos, resultando na demissão de cerca de 6,1 mil funcionários.
Ainda no velho continente, a União Europeia não aceitou a proposta da Hungria de criar um plano de socorro financeiro aos países da Europa Central e do Leste, analisando caso a caso a ajuda. A Bolsa de Londres caiu 5,33% e a de Paris cedeu 4,48%.
Nos Estados Unidos, o governo anunciou mais uma ajuda à seguradora AIG, já socorrida no ano passado. O anúncio foi feito depois que a empresa revelou prejuízo recorde de US$ 61,66 bilhões, o maior registrado por uma companhia na história dos Estados Unidos. O governo vai injetar US$ 30 bilhões em capital na AIG em troca de ações preferenciais.
Com o sistema financeiro em xeque, as bolsas norte-americanas derreteram. O índice Dow Jones caiu 4,24% e fechou no menor nível desde abril de 1997. O S&P perdeu 4,66% e o Nasdaq recuou 3,99%. Alguns indicadores divulgados hoje até vieram ligeiramente melhores do que as previsões, mas ainda são fracos e não aliviaram o quadro negativo deste início de semana.
As notícias externas ampliaram a aversão a risco nos mercados e derrubaram as commodities, diante da certeza de retração da demanda global. E arrastaram junto as ações de Vale, Petrobras e siderúrgicas no Brasil. Os bancos, que acompanharam seus pares no exterior, também estiveram entre as maiores perdas do dia - embora, no Ibovespa, apenas uma ação tenha destoado e fechado no azul: Natura ON, que subiu 0,14%.
Vale ON recuou 5,67% e PNA, 5,89%. Petrobras ON fechou em baixa de 6,18% e PN, de 5,23%, acompanhando o tombo do petróleo no exterior - na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril perdeu 10,30%, cotado a US$ 40,15. As preocupações com o potencial impacto de um desaquecimento na economia mundial sobre a demanda pela commodity e a queda no mercado de ações puxaram os preços para baixo.
02 de Março de 2009 18:37
Arrastada pelas bolsas internacionais, a Bovespa iniciou o mês de março com perda superior a 5% e voltou ao nível do início de dezembro, em razão das quedas principalmente em Vale, Petrobras, siderúrgicas e bancos. O clima de aversão a risco se acentuou com o prejuízo recorde da seguradora AIG, com consequente socorro do governo norte-americano, e o reforço no caixa do HSBC, que a instituição fará por meio de emissão de ações. As matérias-primas (commodities) recuaram diante da constatação de que a retração da demanda será elevada.
O Ibovespa caiu 5,10% neste primeiro pregão de março, maior queda porcentual desde 12 de janeiro (-5,24%). Terminou aos 36.234,69 pontos, menor nível desde 5 de dezembro de 2008 (35.347,39 pontos). Tal desempenho anulou os ganhos acumulados no ano até a última sexta-feira e a bolsa passou a recuar 3,50% em 2009. Hoje, tocou a mínima de 36.196 pontos (-5,21%) e a máxima de 38.180 pontos (-0,01%). O giro financeiro totalizou R$ 3,911 bilhões.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa, mas foi uma notícia da Europa que puxou o gatilho para ordens de vendas mais firmes. O HSBC confirmou que fará uma emissão de ações de US$ 17,7 bilhões para reforçar seu capital. Os papéis da instituição reagiram em queda, espalhando o sinal por todo o setor. O banco ainda anunciou lucro líquido de US$ 5,73 bilhões em 2008 - ante US$ 19,13 bilhões em 2007 -, corte de dividendos e o fechamento de suas operações de financiamento ao consumidor nos Estados Unidos, resultando na demissão de cerca de 6,1 mil funcionários.
Ainda no velho continente, a União Europeia não aceitou a proposta da Hungria de criar um plano de socorro financeiro aos países da Europa Central e do Leste, analisando caso a caso a ajuda. A Bolsa de Londres caiu 5,33% e a de Paris cedeu 4,48%.
Nos Estados Unidos, o governo anunciou mais uma ajuda à seguradora AIG, já socorrida no ano passado. O anúncio foi feito depois que a empresa revelou prejuízo recorde de US$ 61,66 bilhões, o maior registrado por uma companhia na história dos Estados Unidos. O governo vai injetar US$ 30 bilhões em capital na AIG em troca de ações preferenciais.
Com o sistema financeiro em xeque, as bolsas norte-americanas derreteram. O índice Dow Jones caiu 4,24% e fechou no menor nível desde abril de 1997. O S&P perdeu 4,66% e o Nasdaq recuou 3,99%. Alguns indicadores divulgados hoje até vieram ligeiramente melhores do que as previsões, mas ainda são fracos e não aliviaram o quadro negativo deste início de semana.
As notícias externas ampliaram a aversão a risco nos mercados e derrubaram as commodities, diante da certeza de retração da demanda global. E arrastaram junto as ações de Vale, Petrobras e siderúrgicas no Brasil. Os bancos, que acompanharam seus pares no exterior, também estiveram entre as maiores perdas do dia - embora, no Ibovespa, apenas uma ação tenha destoado e fechado no azul: Natura ON, que subiu 0,14%.
Vale ON recuou 5,67% e PNA, 5,89%. Petrobras ON fechou em baixa de 6,18% e PN, de 5,23%, acompanhando o tombo do petróleo no exterior - na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril perdeu 10,30%, cotado a US$ 40,15. As preocupações com o potencial impacto de um desaquecimento na economia mundial sobre a demanda pela commodity e a queda no mercado de ações puxaram os preços para baixo.
domingo, 1 de março de 2009
IBOV...suportes e resistências para a 1a. semana de março.

Desde o final de outubro do ano passado, o Ibovespa vem se movimentando no interior de um "canal de alta", quando saiu de um fundo próximo aos 29 mil pontos, vindo alcançar novo topo há tres semanas, nos 43.440 pontos. Na última "meia-semana" de fevereiro, depois do carnaval, veio buscar o fundo desse canal, nos 37.324 pontos, vindo a fechar posteriormente nos 38.183 pontos, depois de uma abertura na semana nos 38.712 pontos. A figura do "candle" semanal, com a abertura relativamente próxima do fechamento se assemelha a um "doji" que poderia estar indicando indefinição de tendência. A sequência das tres semanas seguidas de queda, deixou vários indicadores "sobrevendidos", o que poderia indicar possibilidade de reversão, na "contramão" dos mercados americanos, em forte tendência de queda. Porém, nessas últimas tres semanas, o Ibovespa parece ter desenhado um novo "sub-canal de baixa", no interior do canal de alta anterior, com objetivos de queda nos 34.000 pontos, caso sejam perdidos os suportes nos 36.600/36.300 pontos, nesta próxima semana. Os principais indicadores do gráfico semanal, sinalizam pela continuidade da queda. Possibilidades de reversão da tendência baixista, somente com fechamento acima dos 40 mil pontos, novamente.
Suportes imediatos em 37.700, 36.600, 36.300, 35.000 e 34.000 pontos.
Resistências imediatas em 38.600, 40.700, 42.300 e 43.500 pontos.
DJI...suportes e resistências para a 1a. semana de março

O gráfico semanal de DJI mostra que desde outubro do ano passado, esse índice vem se movimentando no interior de um "canal de baixa", com fundo recente nos 7.150 pontos que foi perdido com o fechamento desta última semana de fevereiro, nos 7.063 pontos, muito próximo da mínima semanal, nos 7.034 pontos. Confirmada a perda definitiva desse fundo, poderemos ver DJI buscando novo sub-canal de baixa, com objetivos nos 6.400/6.600 pontos. O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "marubozu cheio" demonstrando a forte predominância da pressão vendedora. Alguns indicadores se encontram relativamente sobrevendidos, provocados pelas três semanas seguidas de queda, podendo sugerir possibilidade de reversão. Porém, observando-se os principais osciladores deste gráfico, a tendência predominante ainda é de baixa. A possibilidade de reverter o movimento de baixa, poderá surgir se DJI conseguir finalizar novamente acima dos 7.500 pontos.
Suportes imediatos em 6.980, 6.900, 6.800, 6.650 e 6.400 pontos.
Resistências imediatas em 7.150, 7.200, 7.330, 7.500 e 7.700 pontos.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Commodities...perspectivas para a 1a. semana de março

Fonte: Bloomberg
Situação em 27/02
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 867.35 -7.30 862.20 868.67 852.42
S&P GSCI 336.24 -2.80 332.71 336.64 326.33
RJ/CRB Commodity 211.57 -1.77 213.21 213.34 209.22
Rogers Intl 2365.84 -17.94 2368.91 2369.07 2313.38
Situação em 20/02
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 832.09 -13.39 827.98 834.08 821.02
S&P GSCI 315.00 -2.92 315.32 315.57 305.74
RJ/CRB Commodity 202.47 -2.67 205.14 205.14 201.74
Rogers Intl 2257.28 -21.90 2259.51 2270.41 2206.54
Variação semanal 20/02 a 27/02
INDICE Fechamento (20/02) Fechamento(27/02) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 832.09 867.35 +4,24%
S&P GSCI 315.00 336.24 +6,74%
RJ/CRB Commodity 202.47 211.57 +4,50%
Rogers Intl 2257.28 2365.84 +4,80%
Análise:
Nesta última semana de fevereiro, as commodities praticamente recuperaram a queda de 5,32% da semana anterior. Os principais índices subiram em média +5,07% . Os preços das commodities continuam defasados em média 45% se comparados aos de um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostra a formação de um "canal de baixa" nos preços das principais commodities. Nesta primeira semana de março poderemos ter alguma continuidade na recuperação desses preços por haver ainda boa margem para se alcançar o topo desse canal.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Dow Jones cai 12% no mês, o pior fevereiro desde 1933
por Agência ESTADO
27 de Fevereiro de 2009 19:34
Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em queda, com o sentimento deprimido pelo novo esforço federal para salvar o Citigroup e o anúncio de corte no pagamento de dividendos da General Electric.
O índice Dow Jones caiu 119,15 pontos, ou 1,66%, e fechou com 7.062,93 pontos, seu nível mais baixo desde abril de 1997. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 4,11%, enquanto no mês o índice despencou 12%, marcando o pior mês de fevereiro desde 1933. O S&P-500 recuou 17,74 pontos, ou 2,36%, e fechou com 735,09 pontos, nível mais baixo desde 18 de dezembro de 1996. Na semana, o S&P-500 acumulou uma desvalorização de 4,54% e, no mês, de 10,99%. O Nasdaq caiu 13,63 pontos, ou 0,98%, e fechou com 1.377,84 pontos. Na semana, o Nasdaq acumulou uma queda de 4,40% e, no mês, de 6,68%.
Na última sessão de fevereiro, os operadores continuaram fazendo o que fizeram durante grande parte do mês, vendendo as ações de grandes bancos. "Eu não planejo comprar qualquer ação de banco em nenhum momento no curto prazo. Aquela indústria está indo para zero, alguns vencem, alguns perdem", disse Keith Walter, gerente de carteira da Artio Global Investors.
Na comissão de frente das perdas, as ações do Citigroup fecharam em baixa de 39% para US$ 1,50, depois que o Departamento do Tesouro anunciou o plano para converter até US$ 25 bilhões de ações preferenciais do Tesouro em ordinárias, o que causará diluição no valor das ações ordinárias existentes de quase 75%. Com a operação, o governo americano ficará com 36% do Citi. A incerteza que assola o setor bancário também derrubou as ações do Bank of America, que caíram 25,75%. As ações do JPMorgan fecharam em baixa de 0,87%, enquanto as da American Express recuaram 4,06%.
Os índices aceleraram as perdas no meio da tarde depois que a General Electric disse que sua diretoria deverá reduzir os dividendos em dois terços. As ações da GE fecharam em baixa de 6,48%. As informações são da Dow Jones.
27 de Fevereiro de 2009 19:34
Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam em queda, com o sentimento deprimido pelo novo esforço federal para salvar o Citigroup e o anúncio de corte no pagamento de dividendos da General Electric.
O índice Dow Jones caiu 119,15 pontos, ou 1,66%, e fechou com 7.062,93 pontos, seu nível mais baixo desde abril de 1997. Na semana, o Dow Jones acumulou uma queda de 4,11%, enquanto no mês o índice despencou 12%, marcando o pior mês de fevereiro desde 1933. O S&P-500 recuou 17,74 pontos, ou 2,36%, e fechou com 735,09 pontos, nível mais baixo desde 18 de dezembro de 1996. Na semana, o S&P-500 acumulou uma desvalorização de 4,54% e, no mês, de 10,99%. O Nasdaq caiu 13,63 pontos, ou 0,98%, e fechou com 1.377,84 pontos. Na semana, o Nasdaq acumulou uma queda de 4,40% e, no mês, de 6,68%.
Na última sessão de fevereiro, os operadores continuaram fazendo o que fizeram durante grande parte do mês, vendendo as ações de grandes bancos. "Eu não planejo comprar qualquer ação de banco em nenhum momento no curto prazo. Aquela indústria está indo para zero, alguns vencem, alguns perdem", disse Keith Walter, gerente de carteira da Artio Global Investors.
Na comissão de frente das perdas, as ações do Citigroup fecharam em baixa de 39% para US$ 1,50, depois que o Departamento do Tesouro anunciou o plano para converter até US$ 25 bilhões de ações preferenciais do Tesouro em ordinárias, o que causará diluição no valor das ações ordinárias existentes de quase 75%. Com a operação, o governo americano ficará com 36% do Citi. A incerteza que assola o setor bancário também derrubou as ações do Bank of America, que caíram 25,75%. As ações do JPMorgan fecharam em baixa de 0,87%, enquanto as da American Express recuaram 4,06%.
Os índices aceleraram as perdas no meio da tarde depois que a General Electric disse que sua diretoria deverá reduzir os dividendos em dois terços. As ações da GE fecharam em baixa de 6,48%. As informações são da Dow Jones.
Bolsa perde 2,84% no mês, mas ainda ganha 1,69% no ano
por Agência ESTADO
27 de Fevereiro de 2009 18:52
Em uma sessão bastante volátil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) conseguiu descolar-se de Wall Street na maior parte da tarde, mas fechou praticamente estável, após três pregões seguidos de queda. Os especialistas apontaram que o final de mês, a boa vontade dos investidores com o Brasil, a previsão de corte de pelo menos um ponto porcentual na taxa Selic (juro básico da economia brasileira) em março e o ingresso de recursos estrangeiros garantiram a recuperação do índice Bovespa à tarde.
O Ibovespa terminou o pregão com elevação de apenas 0,01%, aos 38.183,31 pontos. Na semana, recuou 1,37%, fechando o mês de fevereiro com perda de 2,84%. Mas esta queda não conseguiu apagar os ganhos de janeiro, e o acumulado do ano é positivo em 1,69%. Na mínima do dia, a Bolsa tocou os 37.324 pontos (-2,24%) e, na máxima, atingiu os 38.801 pontos (+1,63%). O giro financeiro totalizou R$ 3,817 bilhões. Os dados são preliminares.
A ligeira recuperação das Bolsas em Wall Street na segunda metade do pregão abriu espaço para que os investidores fossem às compras no mercado doméstico. Como hoje é o último dia útil do mês, sempre há uma corrida para garantir um desempenho melhor às carteiras. Além disso, "há boa vontade com o Brasil, com a perspectiva de queda dos juros", destacou o gestor gerente da Infinity Asset, George Sanders.
Essa boa vontade já vem sendo registrada pelas ações da Petrobras há três sessões, contando com hoje, embora os papéis preferenciais (PN), nos minutos finais, tenham virado para baixo e recuado 0,45%. No mês, entretanto, subiram 5,47%. Petrobras ON avançou 0,62% hoje e 7,67% em fevereiro, também com compras dos investidores estrangeiros. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo com vencimento em abril fechou em baixa, de 1,02%, aos US$ 44,76 por barril. Na próxima sexta-feira, a Petrobras divulgará seu balanço do quarto trimestre de 2008.
O analista de investimentos da Spinelli Max Bueno lembrou que a Petrobras está em vantagem em relação a suas equivalentes internacionais, visto que seu custo de produção é mais baixo e o preço dos derivados não foi reduzido apesar da queda do petróleo no mercado externo. "De maneira geral, as empresas brasileiras estão entregando resultados mais fracos do que em 2008, mas com lucros saudáveis", destacou.
As ações PNA da Vale subiram 0,90% hoje, mas acumularam perda de 4,32% em fevereiro. No ano, as ações PNA da Vale têm valorização acumulada de 12,18%. Vale ON subiu 1,21% hoje, acumulou queda de 5,02% em fevereiro, mas no ano a valorização alcança 11,48%.
Mesmo com as condições domésticas mais firmes do que no cenário externo, aqui também há muitas razões com o que se preocupar. Hoje, por exemplo, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou que a confiança do consumidor caiu em fevereiro, de 95,9 pontos em janeiro para 94,6 pontos, o menor patamar da série histórica, iniciada em setembro de 2005. Segundo a entidade, os consumidores estão preocupados com as condições econômicas para os próximos meses e cautelosos no que se refere à compra de bens duráveis.
Mas muito mais do que os dados domésticos, é o quadro internacional que diariamente renova as preocupações com o futuro da economia. Hoje, os dados revistos do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos mostraram uma queda muito maior do que o previsto no último trimestre de 2008 e arrastaram as bolsas para baixo. O componente adicional de pressão foi o acordo entre o Tesouro dos EUA e o Citigroup para tentar, mais uma vez, salvar a instituição que já foi um dos maiores conglomerados do mundo.
Pelo acordo fechado entre o governo americano e o banco, ficou acertada a troca de até US$ 25 bilhões de ações preferenciais do Citi por ações ordinárias. O Tesouro dos EUA vai assumir 36% do Citigroup em uma operação que não implicará qualquer injeção adicional de recursos do governo dos EUA na instituição.
O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York terminou o dia em baixa de 1,66%, aos 7.062,93 pontos. O S&P 500 recuou 2,36%, aos 735,09 pontos, e índice Nasdaq, teve perda de 0,98%, aos 1.377,84 pontos. O setor bancário foi destaque de baixa e os papéis do BofA, por exemplo, caíram 25,75%. Citigroup recuou 39,02%.
Não bastasse o acordo, o PIB dos EUA também não foi nada bom. Na segunda revisão do quarto trimestre, a queda passou de 3,8% para 6,2% na taxa anualizada, ante previsão de -5,4%. Foi o pior resultado trimestral desde os três primeiros meses de 1982. Outro indicador ruim foi o da confiança do consumidor, que recuou para 56,3 em fevereiro, de 61,2 em janeiro.
Para a próxima semana, não se vislumbra um quadro melhor. A volatilidade segue em alta e os indicadores e noticiário sobre o setor bancário dos EUA continuarão na mira. Os destaques da agenda são o relatório do mercado de trabalho norte-americano, na sexta-feira, mesmo dia da produção industrial doméstica.
27 de Fevereiro de 2009 18:52
Em uma sessão bastante volátil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) conseguiu descolar-se de Wall Street na maior parte da tarde, mas fechou praticamente estável, após três pregões seguidos de queda. Os especialistas apontaram que o final de mês, a boa vontade dos investidores com o Brasil, a previsão de corte de pelo menos um ponto porcentual na taxa Selic (juro básico da economia brasileira) em março e o ingresso de recursos estrangeiros garantiram a recuperação do índice Bovespa à tarde.
O Ibovespa terminou o pregão com elevação de apenas 0,01%, aos 38.183,31 pontos. Na semana, recuou 1,37%, fechando o mês de fevereiro com perda de 2,84%. Mas esta queda não conseguiu apagar os ganhos de janeiro, e o acumulado do ano é positivo em 1,69%. Na mínima do dia, a Bolsa tocou os 37.324 pontos (-2,24%) e, na máxima, atingiu os 38.801 pontos (+1,63%). O giro financeiro totalizou R$ 3,817 bilhões. Os dados são preliminares.
A ligeira recuperação das Bolsas em Wall Street na segunda metade do pregão abriu espaço para que os investidores fossem às compras no mercado doméstico. Como hoje é o último dia útil do mês, sempre há uma corrida para garantir um desempenho melhor às carteiras. Além disso, "há boa vontade com o Brasil, com a perspectiva de queda dos juros", destacou o gestor gerente da Infinity Asset, George Sanders.
Essa boa vontade já vem sendo registrada pelas ações da Petrobras há três sessões, contando com hoje, embora os papéis preferenciais (PN), nos minutos finais, tenham virado para baixo e recuado 0,45%. No mês, entretanto, subiram 5,47%. Petrobras ON avançou 0,62% hoje e 7,67% em fevereiro, também com compras dos investidores estrangeiros. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato futuro do petróleo com vencimento em abril fechou em baixa, de 1,02%, aos US$ 44,76 por barril. Na próxima sexta-feira, a Petrobras divulgará seu balanço do quarto trimestre de 2008.
O analista de investimentos da Spinelli Max Bueno lembrou que a Petrobras está em vantagem em relação a suas equivalentes internacionais, visto que seu custo de produção é mais baixo e o preço dos derivados não foi reduzido apesar da queda do petróleo no mercado externo. "De maneira geral, as empresas brasileiras estão entregando resultados mais fracos do que em 2008, mas com lucros saudáveis", destacou.
As ações PNA da Vale subiram 0,90% hoje, mas acumularam perda de 4,32% em fevereiro. No ano, as ações PNA da Vale têm valorização acumulada de 12,18%. Vale ON subiu 1,21% hoje, acumulou queda de 5,02% em fevereiro, mas no ano a valorização alcança 11,48%.
Mesmo com as condições domésticas mais firmes do que no cenário externo, aqui também há muitas razões com o que se preocupar. Hoje, por exemplo, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou que a confiança do consumidor caiu em fevereiro, de 95,9 pontos em janeiro para 94,6 pontos, o menor patamar da série histórica, iniciada em setembro de 2005. Segundo a entidade, os consumidores estão preocupados com as condições econômicas para os próximos meses e cautelosos no que se refere à compra de bens duráveis.
Mas muito mais do que os dados domésticos, é o quadro internacional que diariamente renova as preocupações com o futuro da economia. Hoje, os dados revistos do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos mostraram uma queda muito maior do que o previsto no último trimestre de 2008 e arrastaram as bolsas para baixo. O componente adicional de pressão foi o acordo entre o Tesouro dos EUA e o Citigroup para tentar, mais uma vez, salvar a instituição que já foi um dos maiores conglomerados do mundo.
Pelo acordo fechado entre o governo americano e o banco, ficou acertada a troca de até US$ 25 bilhões de ações preferenciais do Citi por ações ordinárias. O Tesouro dos EUA vai assumir 36% do Citigroup em uma operação que não implicará qualquer injeção adicional de recursos do governo dos EUA na instituição.
O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York terminou o dia em baixa de 1,66%, aos 7.062,93 pontos. O S&P 500 recuou 2,36%, aos 735,09 pontos, e índice Nasdaq, teve perda de 0,98%, aos 1.377,84 pontos. O setor bancário foi destaque de baixa e os papéis do BofA, por exemplo, caíram 25,75%. Citigroup recuou 39,02%.
Não bastasse o acordo, o PIB dos EUA também não foi nada bom. Na segunda revisão do quarto trimestre, a queda passou de 3,8% para 6,2% na taxa anualizada, ante previsão de -5,4%. Foi o pior resultado trimestral desde os três primeiros meses de 1982. Outro indicador ruim foi o da confiança do consumidor, que recuou para 56,3 em fevereiro, de 61,2 em janeiro.
Para a próxima semana, não se vislumbra um quadro melhor. A volatilidade segue em alta e os indicadores e noticiário sobre o setor bancário dos EUA continuarão na mira. Os destaques da agenda são o relatório do mercado de trabalho norte-americano, na sexta-feira, mesmo dia da produção industrial doméstica.
IBOV...após 26/02...suportes e resistências

Apesar de esboçar forte recuperação na primeira metade do pregão quando atingiu 39.219 pontos ( +2,58%), puxado principalmente por Petro e VALE, o Ibovespa não conseguiu se descolar do "mau humor" de DJI, revertendo toda alta conseguida e fechando em queda, na mínima do dia, nos 38.180 pontos (-0,13%).A figura do "candle" diário se assemelha a um "martelo invertido cheio" sinalizando tendência de queda. Abaixo da mínima anterior, nos 37.700 pontos, poderá levar o Ibovespa a testar suportes em 37.200 e 36.700 pontos, novamente. Possibilidades de reversão dessa tendência de queda no curto prazo, somente com fechamento acima do topo de sexta-feira da semana anterior, nos 39.700 pontos.
Suportes imediatos em 37.900, 37.700, 37.200, 37.100 e 36.700 pontos.
Resistências imediatas em 38.200, 38.650, 38.900 e 39.070 pontos.
DJI...após 26/02...suportes e resistências

DJI tentou romper o patamar dos 7.400 pontos até encontrar resistência na máxima em 7.402 pontos, inferior aos topos de segunda e terça, em 7.440 pontos e 7.405 pontos, respectivamente. A partir daí, refluiu, perdendo importante suporte nos 7.331 pontos até finalizar em 7.182 pontos (-1,22%), próximo da mínima nos 7.174 pontos. Indicadores se encontram sobrevendidos com possibilidade de alguma recuperação, porém "candle" do gráfico diário é um "martelo invertido cheio" sinalizando continuidade da queda. Reversão de tendência, se DJI conseguir finalizar acima dos 7.450 pontos. A perda de 7.100 pontos sinaliza objetivos de queda para DJI nos 6.600/6.800 pontos.
Suportes imediatos em 7.240, 7.120, 7.070 e 6.950 pontos.
Resistências imediatas em 7.300, 7.360, 7.440 e 7.530 pontos.
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