quarta-feira, 17 de junho de 2009

IBOV...suportes e resistências para 17/09


Neste início da 3a. semana de junho, o Ibovespa realizou fortemente até encontrar suporte na região dos 51.200 pontos, quando finalizou nos 51.205 pontos. Nesta quarta-feira, poderá dar sequência ao processo de realização vindo inicialmente, testar suporte nos 50 mil pontos. Abaixo desse suporte poderá buscar os 48 mil pontos, novamente. O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "martelo cheio invertido", sinalizando a continuidade da queda, nesta quarta-feira.

Suportes imediatos em 50.420, 50.070, 49.920 e 48.990 pontos.
Resistências imediatas em 51.250, 52.120, 52.500, 52.820 e 53.560 pontos.

terça-feira, 16 de junho de 2009

DJI...suportes e resistências para dia 17/06


Neste início da 3a. semana de junho, DJI realizou fortemente vindo buscar suporte no patamar dos 8.500 pontos, finalizando, nesta terça em 8.505 pontos. O "candle" no gráfico diário é semelhante a um "martelo invertido cheio" sinalizando a continuidade da queda nesta quarta. Para reforçar essa possibilidade, os principais indicadores gráficos apontam para esta mesma tendência baixista.

Suportes imediatos em 8.500, 8.470, 8.430, 8.370 e 8.320 pontos.
Resistências imediatas em 8.580, 8.600, 8.640 e 8.720 pontos.

Restante da agenda do investidor para a terceira semana de junho

por Rafael de Souza Ribeiro de InfoMoney

12/06/09 19h05


SÃO PAULO - Dentro da agenda para a terceira semana de junho, os investidores estarão atentos, sobretudo, aos indicadores de inflação norte-americanos e à produção industrial dos EUA em maio.

No cenário nacional, o destaque fica para a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). O documento descreve os motivos por trás do corte de 100 pontos-base promovido na taxa básica de juro brasileira, para 9,25% ao ano.

Quarta-feira (17/6)

Brasil

7h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) apresenta o IPC referente à segunda quadrissemana de junho. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

Haverá também o vencimento sobre os contratos futuros do Ibovespa na BM&F Bovespa.

EUA

9h30 - Atenção para a divulgação do CPI (Consumer Price Index) e de seu núcleo, que mensuram os preços ao consumidor referentes ao mês de maio.

11h30 - Será apresentado o relatório de Estoques de Petróleo norte-americano, semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA são o maior consumidor do combustível.

Inglaterra

O Banco da Inglaterra revela a minuta da última reunião realizada em junho.


Quinta-feira (18/6)

Brasil

8h00 - A FGV apresenta o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de junho. O índice, que é formado por um conjunto de parâmetros de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

8h30 - O Copom revela a ata da última reunião.

EUA

9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

11h00 - A Conference Board publica o Leading Indicators referente ao mês de maio. O relatório compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra e permissões para construção.

11h00 - O Fed da Filadélfia reporta o Philadelphia Fed Index de junho, indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado.

Sexta-feira (19/6)

Brasil

Não serão apresentados indicadores relevantes neste dia.

EUA

Ocorrerá o Quadruple Witching, data em que quatro importantes vencimentos ocorrem de maneira simultânea em Wall Street: contratos futuros de índices acionários, contratos futuros de ações, opções sobre índices e opções sobre ações.

Segunda-feira (22/6)

Brasil

8h30 - O Banco Central revela o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à semana anterior, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

EUA

Não serão apresentados índices relevantes neste dia no país.

Bolsa de Nova York cai com incerteza sobre recuperação

por Agência ESTADO
16 de Junho de 2009 18:45

Os principais índices de ações do mercado norte-americano caíram pela segunda sessão seguida nesta terça-feira, com os investidores temperando suas esperanças de uma recuperação econômica. O movimento de venda atingiu especialmente as ações relacionadas ao consumo, tais como Best Buy.
À tarde, um relatório do Morgan Stanley no qual o banco afirma que o rali do mercado pode ter acabado contribuiu para azedar o humor dos investidores. Segundo o Morgan Stanley, o rali do mercado de ações pode ter chegado ao fim após o índice S&P 500 ter rompido a barreira dos 950 pontos na semana passada, já que as bolsas "precisam implicitamente de uma recuperação em 'V' para sustentar ganhos adicionais" e o banco "não espera uma recuperação como esta".
Mais cedo, um indicador sugeriu que o setor de moradia dos EUA pode finalmente ter encontrado seu piso enquanto as pressões inflacionárias permanecem contidas. Contudo, a produção industrial caiu em maio, contrariando as esperanças de que a diminuição dos estoques levaria a uma aceleração na atividade das fábricas.
Operadores disseram que o volume relativamente fraco da liquidação dos últimos dois dias reflete uma percepção de declínio do otimismo com relação a uma recuperação econômica. Muitos participantes ainda acreditam que uma recuperação econômica está em andamento, mas muitos antecipam que esta será uma longa caminhada. Mesmo com os economistas da Associação dos Bancos Americanos prevendo que a recessão vai terminar neste trimestre, eles alertaram que o crescimento vai permanecer reduzido.
As ações da rede de varejo de produtos eletrônicos Best Buy caíram 7,73%, depois da companhia ter mantido sua perspectiva estável apesar do lucro acima do esperado no primeiro trimestre fiscal.
Entre as blue chips, as ações do Bank of America lideraram as perdas no Dow Jones, com uma queda de 4,50%, enquanto American Express recuou 2,14% e JPMorgan fechou em baixa de 1,47%. As ações da Boeing caíram 1,39% depois dos informes de que a companhia está atuando na defensiva no Paris Air Show, buscando salvar encomendas já feitas do cancelamento.
O índice Dow Jones caiu 107,46 pontos (-1,25%) e fechou com 8.504,67 pontos, acumulando a maior perda em suas sessões seguidas desde final de março. Depois de chegar a zerar as perdas do ano por um breve momento na sexta-feira, o Dow agora volta a registrar uma desvalorização de 3,10% desde o início do ano. O Nasdaq caiu 20,20 pontos (-1,11%) e fechou com 1.796,18 pontos. O S&P-500 recuou 11,75 pontos (-1,27%) e fechou com 911,97 pontos. As informações são da Dow Jones.

Bolsa segue NY e cai 1,59%, de volta aos 51 mil pontos

por Agência ESTADO
16 de Junho de 2009 17:46

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) trabalhou colada às Bolsas norte-americanas nesta terça-feira, acompanhando o mesmo movimento visto lá: subiu na abertura e em toda a manhã, mas ingressou no período da tarde em baixa, sinal que manteve até o final. Os indicadores dos EUA conhecidos hoje justificaram ambos os movimentos. Pela manhã, as compras foram pautadas por alguns números melhores que as previsões. À tarde, os investidores se debruçaram sobre o dado negativo da produção industrial norte-americana, mas também levaram em conta um relatório de um banco dizendo que o rali pode ter acabado nas bolsas. Os vencimentos que acontecem amanhã no Brasil ainda trouxeram um pouco mais de volatilidade aos negócios domésticos, sem, entretanto, alterarem o rumo.
O índice Bovespa (Ibovespa) terminou o dia em baixa de 1,59%, aos 51.205,78 pontos, menor pontuação desde os 50.816,24 pontos de 25 de maio passado. Na mínima do dia, registrou os 51.166 pontos (-1,67%) e, na máxima, os 52.494 pontos (+0,88%). No mês, acumula perdas de 3,74%, mas, no ano, sobe 36,37%. O giro financeiro totalizou R$ 4,325 bilhões. Os dados são preliminares.
Nos EUA, agradaram os dados de construções de residências iniciadas nos Estados Unidos em maio, que subiram 17,2% ante abril, bem mais do que os 7% previstos, e também o índice de preços no atacado (PPI, na sigla em inglês), que teve alta de 0,2% também de abril para maio, bem menos que o 0,6% estimado pelos economistas. Por outro lado, a produção industrial caiu 1,1%. O dado, no entanto, ficou em linha com as estimativas dos analistas e, numa primeira olhada, não fez preço sobre as ações. À tarde, entretanto, esse indicador negativo e a percepção de que ainda não dá para fixar um rumo para a economia norte-americana, visto que os índices apontam para lados contrários, acabaram pesando.
O Dow Jones terminou o pregão em queda de 1,25%, aos 8.504,67 pontos. O índice S&P 500 recuou 1,27%, aos 911,97 pontos, e o Nasdaq fechou em baixa de 1,11%, aos 1.796,18 pontos. Também pressionou as bolsas para baixo o relatório do Morgan Stanley que afirma que o rali do mercado pode ter acabado.
Segundo o Morgan Stanley, o rali do mercado de ações pode ter chegado ao fim após o índice S&P 500 ter rompido a barreira dos 950 pontos na semana passada, já que as bolsas "precisam implicitamente de uma recuperação em 'V' para sustentar ganhos adicionais" e o banco "não espera uma recuperação como esta".
No Brasil, além dos indicadores norte-americanos e a volatilidade por conta dos vencimentos de Ibovespa futuro e opções sobre Ibovespa, amanhã, também foi citado nas mesas o resultado das vendas no varejo. O IBGE informou que, em abril, as vendas caíram 0,2% ante março. O instituto também fez algumas revisões: o dado de março passou de +0,3% para -0,5% e o de fevereiro passou de +1,5% para +1,9%. "Os dados ruins lá fora, os números do varejo internos e a possibilidade de a redução do IPI não ser postergada pesaram sobre a Bovespa", comentou o sócio e diretor de operações da Hera Investment, Nicholas Barbarisi.
Os preços das matérias-primas (commodities), que no começo do dia contribuíram para os ganhos, mudaram de rumo e caíram, levando consigo vários papéis domésticos, como blue chips e siderúrgicas. Vale ON terminou em baixa de 1,75%, Vale PNA caiu 1,59%, Petrobras ON cedeu 2,17% e Petrobras PN recuou 2,25%. O contrato do petróleo com vencimento em julho negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) terminou em baixa de 0,21%, a US$ 70,47 o barril. Defensivo, o setor elétrico foi destaque de alta.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dow Jones cai 2,13%, maior queda porcentual em 1 mês

por Agência ESTADO
15 de Junho de 2009 19:24


O índice Dow Jones registrou a maior queda porcentual em um mês nesta segunda-feira, com os indicadores econômicos e um dólar mais forte reduzindo os recentes ganhos das ações de companhias que costumam se sair bem durante uma recuperação inflacionária, segundo operadores e analistas.

Os indicadores de hoje destacaram a natureza prematura dos "verdes brotos" da recuperação no setores de manufatura e moradia. A atividade industrial na região de Nova York continuou a declinar em junho - caindo em um ritmo modestamente mais rápido do que o registrado em maio -, segundo informou o Fed de Nova York. Além disso, a pesquisa de confiança do setor de moradia da Associação Nacional dos Construtores de Casas também caiu em junho.

Entre as ações de empresas relacionadas ao setor de commodities (matérias-primas), a Alcoa caiu 6,51% para US$ 11,21, valor que ainda é mais do que o dobro da mínima de março. As ações da mineradora Freeport McMoRan Copper & Gold recuaram 5,76%, para US$ 55,14 - mais do que o triplo da mínima registrada em dezembro.

O setor bancário também teve um fraco desempenho em reação as reportagens de que a administração do presidente Barack Obama provavelmente vai propor amplas mudanças na legislação financeira. As ações do Bank of America caíram 2,84%, as do JPMorgan recuaram 3,22% e as do Morgan Stanley fecharam em baixa de 4,38%.

As ações de companhias de seguro de vida também caíram, enquanto algumas empresas buscam levantar capital. O declínio dos mercados de ações e de crédito atingiu as carteiras dessas companhias e as deixou com dinheiro insuficiente para pagar suas obrigações. As ações do Lincoln National - que planeja levantar US$ 2,1 bilhões em capital, em parte, através do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp) - caíram 10,65%.

As ações do Hartford Financial Services Group recuaram 11,20%. Além dos US$ 3,4 bilhões que está buscando junto ao Departamento do Tesouro dos EUA, o Hartford disse que vai vender até US$ 750 milhões em ações para reforçar sua posição de capital.

O índice Dow Jones caiu 187,13 pontos (-2,13%) e fechou a 8.612,13 pontos - a maior queda porcentual desde 13 de maio deste ano. Dos 30 componentes do índice Dow Jones, 28 fecharam em baixa, com Microsoft registrando um ganho de 0,51% e American Express uma alta de 0,28%. O Nasdaq recuou 42,42 pontos (-2,28%) e fechou a 1.816,38 pontos. O S&P-500 caiu 22,49 pontos (-2,38%) e fechou a 923,72 pontos. As informações são da Dow Jones.

Preço de matérias-primas cai e Ibovespa perde 2,85%

por Agência ESTADO
15 de Junho de 2009 17:35

Depois de quatro segundas-feiras em alta, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou a semana em queda forte. O tombo de hoje foi puxado, principalmente, pela baixa do preço de matérias-primas (commodities), que pesou sobre as blue chips (Petrobras e Vale) e as ações de empresas siderúrgicas. Em sessão quase generalizada de perdas, o setor bancário também foi destaque negativo.
O Ibovespa terminou o pregão de hoje com variação negativa de 2,85%, aos 52.033,82 pontos, menor pontuação desde 27 de maio (51.791,61 pontos). Na mínima do dia, registrou os 51.252 pontos (-4,31%) e, na máxima, os 53.558 pontos (estabilidade). No mês, a Bolsa acumula perda de 2,19% e, no ano, ganho de 38,57%. O giro financeiro totalizou R$ 7,886 bilhões, dos quais R$ 2,662 bilhões referiram-se ao exercício de contratos de opções sobre ações. Os dados são preliminares.


Hoje, algumas razões justificaram as vendas de papéis, que não foram exclusividade da Bovespa: bolsa da Ásia, da Europa e dos Estados Unidos também fecharam em queda. O recuo no preço das commodities em razão da valorização do dólar foi a principal justificativa para o tombo da Bovespa, visto que a maior parte das ações no mercado doméstico é ligada ao setor de matérias-primas.


O comportamento baixista das Bolsas norte-americanas contribuiu para as perdas no pregão doméstico. Em Wall Street, os índices de ações foram pressionados pelos dados mais fracos que o esperado sobre a produção industrial em Nova York e pela confiança dos construtores de imóveis residenciais do país. O Dow Jones caiu 2,13%, para 8.612,13 pontos. O Nasdaq perdeu 2,28%, para 1.816,38 pontos e o S&P 500 recuou 2,38%, para 923,72 pontos. Com a queda das commodities, os papéis de empresas relacionadas à produção de matérias-primas apresentaram um dos desempenhos mais fracos do dia.


No Brasil, Vale e Petrobras sentiram o peso da queda das commodities e também do vencimento de opções sobre ações. Logo após o exercício, muitos investidores, em posse dos papéis do vencimento, os desovaram no mercado, levando o Ibovespa para as mínimas. Na hora final do pregão, no entanto, as perdas dessas ações diminuíram um pouco, aliviando também o índice à vista. As siderúrgicas tiveram perdas mais fortes, assim como as ações do setor de telecomunicações e os papéis de bancos.


Petrobras ON terminou em baixa de 1,99% e Petrobras PN, de 1,91%. A estatal informou hoje que o iniciou em 10 de junho a produção dos campos de gás de Cangoá e Camarupim, no litoral norte do Estado do Espírito Santo. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato com vencimento em julho do petróleo terminou em queda de 1,97%, a US$ 70,62 o barril.


Vale ON caiu 1,97% e PNA, -1,36%. Gerdau PN perdeu 5,23%, Metalúrgica Gerdau PN recuou 5,26%, Usiminas PNA cedeu 3,48% e CSN ON caiu 4,45%.

IBOV...perspectivas para a 3a. semana de junho


Nesta segunda semana de junho, quando já se considerava como certa, uma possível realização do Ibovespa na última sexta, DJI nas últimas horas de pregão, reverteu essa possibilidade, levando o Ibovespa a fechar a semana em 53.558 pontos, alta de apenas 0,41% em relação ao fechamento da semana anterior em 53.341 pontos. Novamente, o "candle" do gráfico semanal é um "doji", sinalizando uma possível tendência de queda, visto que a máxima semanal não conseguiu suplantar a máxima da semana anterior, nos 54.955 pontos. A possibilidade da confirmação de um "doji evening star", sinalizando uma possível reversão de tendência, ficou maior. Alguns dos principais osciladores do gráfico semanal já vem sinalizando a tendência baixista.

Suportes imediatos em 53.460, 53.320, 52.500, 52.150, 51.650 e 50.100 pontos.
Resistências imediatas em 54.200, 54.627 e 54.955 pontos.

DJI...perspectivas para a 3a. semana de junho


Nesta segunda semana de junho, DJI tentou uma realização mais forte, mas quando já se imaginava essa oportunidade na última sexta, recuperou parte das perdas e acabou fechando em 8799 pontos, alta de apenas 0,41% em relação ao fechamento anterior, em 8.763 pontos. O "candle" no gráfico semanal é semelhante a um possível "doji evening star" com possibilidade de que ocorra uma reversão, no curto prazo, nesta tendência altista. Para reforçar esta possibilidade, os principais indicadores gráficos vem operando há várias semanas em região sobrecomprada, sinalizando para essa possível realização. DJI vem operando no topo de seu canal de alta, "lateralizando" entre os 8.600 e 8.900 pontos, mas é possível que uma realização mais forte possa levá-lo a testar o fundo do canal nos 8.400 pontos.

Suportes imediatos em 8.690, 8.630, 8.590, 8.500 e 8.430 pontos.
Resistências imediatas em 8.800, 8.880 e 8.950 pontos.

domingo, 14 de junho de 2009

COMMODITIES...perspectivas para a 3a semana de junho


Fonte: Bloomberg
Situação em 05/06

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1109.15 -5.15 1115.39 1126.29 1100.19
(Laranja)S&P GSCI 455.40 -1.64 459.31 464.68 451.01
(Verde)RJ/CRB Commodity 257.92 -1.87 260.00 260.08 257.61
(Azul)Rogers Intl 3018.05 -23.32 3054.79 3074.17 2996.52

Situação em 12/06

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1132.00 -17.43 1135.26 1138.66 1126.81
S&P GSCI 472.20 -5.96 474.24 475.23 467.69
RJ/CRB Commodity 262.25 -3.92 266.08 1771.28 262.25
Rogers Intl 3074.02 -44.11 3096.92 3098.10 3054.52

Variação semanal 12/06 a 05/06

INDICE Fechamento (12/06) Fechamento(05/06) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1132.00 1109.15 +2,06%
S&P GSCI 472.20 455.40 +3,69%
RJ/CRB Commodity 262.25 257.92 +1,68%
Rogers Intl 3074.02 3018.05 +1,85%

Análise:
Nesta segunda semana de junho, as commodities finalizaram ainda em alta em relação à primeira semana de junho, fechando em +2,32% , na média dos quatro índices. Essa correção manteve a defasagem em cerca de (na média desses 4 índices) -40%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços romperam o topo da última semana, na casa dos (-30%) e poderão tentar buscar nova resistência na altura dos (-28%). Mais uma vez, contrariando a possibilidade de ocorrência de uma realização mais forte, nesta 2a. semana, fica ainda a perspectiva de que isso possa ocorrer agora nesta 3a. semana de junho, que antecede a próxima reunião do FOMC que poderá sinalizar (possivelmente) alguma mudança na política de juros da economia americana. Alguns dos principais indicadores do gráfico diário apontam para essa perspectiva de realização.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Pressão de Treasuries deixa economistas atentos a possível alta no juro dos EUA

por InfoMoney
12/06/09 19h19
InfoMoney


SÃO PAULO - "O recente aumento nas taxas dos Treasuries serve para lembrar que juros muito baixos são simplesmente insustentáveis". A frase, retirada do relatório da Clearbrook na última segunda-feira (8), foi escrita diante dos temores sobre uma possível mudança na política monetária do Fed.

O CFO (Chief Executive Officer) da agência de investimentos, autor da frase, completou observando que a maioria das taxas de curto prazo subiu mundialmente, seguindo a direção observada nos EUA. "À exceção dos papéis da América Latina, Índia, Taiwan e Indonésia, os rendimentos subiram de forma bastante rápida nas últimas semanas, e isso poderá ter alguns efeitos consideráveis", alertou Tom Sowanick.

Segundo o especialista econômico, as taxas de juro que são negociadas no mercado tendem a antecipar a ação que os Bancos Centrais irão imprimir na política monetária nos próximos meses. A semelhança na trajetória já foi vista em outros momentos, a exemplo do salto de 1,46% para 2,93% visto no rendimento anual dos títulos norte-americanos de dois anos entre março e junho de 2004. "Pouco tempo depois, o Fed subiu o juro básico".

Faz sentido?
As evidências de que pode haver espaço para um aperto na política monetária também são fundamentadas nos sinais de que a economia está melhorando mundialmente e nas expectativas futuras de inflação, levantando a possibilidade das taxas de juro subirem até perto dos patamares anteriores.

"Os números sobre o setor de manufatura, por exemplo, já indicam que a atividade começa a se estabilizar nos EUA, assim como alguns indicadores sobre o mercado imobiliário e sobre a confiança do consumidor", observou o CFO da Clearbrook. "Todos esses dados estão pesando na cabeça do investidor, como se o Fed estivesse prestes subir o juro".

Economistas sem consenso
A posição de Tom Sowanick também é motivo de atenção entre outros analistas econômicos, que não chegam a um consenso sobre o que irá acontecer nos próximos meses. Andrew Balls, que dirige o escritório da Pimco (Pacific Investment Management Co) em Londres, chamou atenção para o quadro de fragilidade que ainda caracteriza as principais economias do globo.

"A melhora no ânimo dos mercados e em alguns indicadores macroeconômicos não é uma surpresa, devido à queda bastante acentuada vista anteriormente", levantou o economista. "Os números caíram muito rapidamente nos últimos meses; não é estranho eles começarem a subir. Mas isso não parece uma tendência, os pontos indicam mais estabilidade do que recuperação".

Quem espera que tudo volte a ser como antes também pode estar enganado, na opinião de Andrew Balls, pelo impacto que as intervenções dos Bancos Centrais tiveram na economia mundial. "Os efeitos dessas ações emergenciais serão sentidos por muito tempo e podem levar a mudanças permanentes. O sistema global está mudando e nós não devemos voltar ao 'velho normal'", concluiu.

Bolsas de NY fecham em direções divergentes

por Agência ESTADO
12 de Junho de 2009 18:05

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em direções divergentes: o Dow Jones e o S&P-500 em alta e o Nasdaq em baixa. O índice Dow Jones passou a acumular alta no ano (+0,26%), tendo fechado acima dos 8.776,39 pontos do último pregão de 2008. O S&P-500 fechou no nível mais alto desde 5 de novembro do ano passado. Apesar do recuo, o Nasdaq fechou 47% acima de sua mínima de 9 de março.
Negociadores disseram que as ações das empresas dos setores de petróleo e metais caíram, em reação às baixas dos preços das commodities. No meio da tarde, informes de que o oposicionista Mir Hossein Moussavi teria vencido a eleição presidencial no Irã fizeram as ações recuperarem terreno, mas esse movimento perdeu impulso depois de a imprensa governamental iraniana dizer que o vencedor é o atual presidente Mahmoud Ahmadinejad; o resultado oficial só deve sair nos próximos dias.
Entre as componentes do Dow, o destaque foi Bank of America, com alta de 5,78%, depois de elevação de recomendação pelos analistas da Stifel Nicolaus.
O índice Dow Jones fechou em alta de 28,34 pontos (0,32%), em 8.799,26 pontos. O Nasdaq fechou em baixa de 3,57 pontos (0,19%), em 1.858,80 pontos. O S&P-500 subiu 1,32 ponto (0,14%), para fechar em 946,21 pontos. O NYSE Composite caiu 14,52 pontos (0,24%), para 6.148,61 pontos. O volume de negócios na Bolsa de Nova York ficou em 858 milhões de ações, de 1,223 bilhão ontem. No Nasdaq, o volume 2,005 bilhões de ações negociadas, de 2,464 bilhões ontem, com 1.271 ações fechando em alta e 1.462 em queda. Na semana, o Dow acumulou uma alta de 0,41%, o Nasdaq, um avanço de 0,51% e o S&P-500, um ganho de 0,65%. As informações são da Dow Jones.

Em sessão volátil, Bovespa fecha em alta de 0,28%

por Agência ESTADO
12 de Junho de 2009 17:44

Apesar da vasta agenda de indicadores com poder de influenciar os negócios no mercado acionário nesta sexta-feira - considerando que ontem não houve pregão no Brasil por causa do feriado de Corpus Christi - a Bovespa acabou oscilando ao sabor dos vencimentos da próxima semana. E isso trouxe muita volatilidade aos negócios, só diminuída na hora final da sessão, quando o índice Dow Jones passou a subir depois de uma sessão quase toda em baixa. O índice Bovespa (Ibovespa) terminou a sexta-feira em alta de 0,28%, aos 53.558,23 pontos. Na semana, acumulou ganho de 0,40% e, em junho, sobe 0,68%. Em 2009 até hoje, a alta da Bolsa atinge 42,63%. O giro financeiro negociado hoje totalizou R$ 4,928 bilhões. Os dados são preliminares.

O corte acima do esperado da taxa básica de juros da economia (Selic), na última quarta-feira à noite, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, acabou não influindo tão fortemente na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), embora a avaliação seja a de que juro menor eleva a atratividade da renda variável. Além disso, as commodities metálicas e o petróleo fecharam em baixa, mas Vale e Petrobras não se deixaram levar apenas por isso.

No caso da Vale, a mineradora disse hoje que espera fechar um acordo sobre o preço do minério de ferro com a China, depois que se acertou com siderúrgicas do Japão e Coreia do Sul e em bases atraentes à mineradora. Os reajustes fechados com estas companhias acabaram dando força à Vale, que deve conseguir uma redução menor do que querem as chinesas para comprar o minério de ferro. Ainda da China, hoje foi confirmada a produção industrial do país, que subiu os 8,9% antecipados por um jornal anteontem - e que favoreceram as bolsas na ocasião. A previsão dos economistas era de alta de 7,8%. Outro dado favorável da China foi o de vendas no varejo, que avançaram 15,2% em maio ante maio do ano passado.

Apesar desses indícios de recuperação da atividade, Vale ON terminou em baixa de 0,59% e Vale PNA, de 0,90%, com a pressão dos investidores por causa dos vencimentos. Petrobras também sentiu esse peso, mas não teve fechamento uniforme: a ON caiu 0,26% e a PN subiu 0,21%. Na quarta-feira à noite, a Standard & Poor's reduziu o rating de crédito corporativo da Petrobras de BBB para BBB- (nível mais baixo da escala de grau de investimento), com perspectiva estável. O contrato do petróleo para julho recuou 0,88%, para US$ 72,04, apesar de a Opep ter elevado sua previsão de demanda pela commodity no terceiro trimestre em 40 mil barris por dia.

O mercado de Nova York, hoje, também não entusiasmou. Os índices acionários trabalharam predominantemente em queda, com alguma melhora na hora final da sessão. O principal indicador do dia era o Índice de Confiança de Michigan, que subiu de 68,7 em maio para 69 em meados de junho. Apesar de ter subido, a previsão era de que o avanço seria maior, para 69,8. Os índices do mercado de ações norte-americano fecharam em direções divergentes, divididos entre o declínio dos papéis de tecnologia e commodities e o avanço das ações de empresas do setor farmacêutico e de outros setores. O índice Dow Jones subiu 0,32%, aos 8.799,26 pontos, o índice S&P teve alta de 0,14%, aos 946,21 pontos, e o índice Nasdaq perdeu 0,19%, aos 1.858,80 pontos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Wall Street cede com alta do petróleo e de juro de bônus

por Agência ESTADO
10 de Junho de 2009 19:23

Os principais índices de ações do mercado norte-americano reduziram as perdas no final, mas ainda assim fecharam em baixa, com a alta dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries) e dos preços das matérias-primas (commodities) alimentando preocupações de que a inflação poderá limitar qualquer esforço de recuperação da economia. Algumas ações de energia, como a ExxonMobil subiram com a alta do petróleo para a máxima do ano, mas esse mesmo fator derrubou as ações de companhias aéreas e de varejo.
As taxas de juro voltaram a preocupar os investidores nesta quarta-feira. O mercado de ações estava mais ou menos estável até a divulgação do anúncio do resultado do leilão de T-Notes de 10 anos depois das 14 horas (de Brasília), que levou as taxas dos bônus governamentais a dispararem para as máximas em sete meses. Os rendimentos (yields) dos Treasuries de prazos mais longos são frequentemente usados para estabelecer as taxas de juro hipotecárias e de outros empréstimos. "Taxas de juro mais altas não são boas para ninguém; isso vai matar a expansão do refinanciamento e desacelerar o mercado de moradia", disse Joseph Saluzzi, cofundador da corretora Themis Trading.
No setor de energia, as ações da ExxonMobil fecharam em alta de 0,98%, trazendo os ganhos da companhia de maior valor de capitalização de mercado dos EUA no mês para 6,5%. Os preços do petróleo atingiram a máxima do ano na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) depois que o relatório dos estoques comerciais apontaram uma redução na oferta.
Contudo, a alta do petróleo pesou sobre as ações de companhias de consumo. As ações da rede de lojas Macy's caíram 1,48%, com os investidores se antecipando ao dado de vendas no varejo de maio nos EUA a ser divulgado amanhã. No setor de transporte aéreo, as ações da UAL Corp, controladora da American Airlines, caíram 6,22%, enquanto as da Delta Airlines fecharam em baixa de 5,07%.
O índice Dow Jones caiu 24,04 pontos (-0,27%) e fechou com 8.739,02 pontos. Seguindo um padrão que apareceu neste mês, o Dow chegou a zerar as perdas do ano, mas no final da sessão voltou a ficar negativo em 0,43%. O índice S&P-500 recuou 3,28 pontos (-0,35%) e fechou em 939,15 pontos. O Nasdaq caiu 7,05 pontos (-0,38%) e fechou com 1.853,08 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 3,51 pontos (-0,06%) e fechou com 6.098,06 pontos. As informações são da Dow Jones.

Vale e Petrobras garantem alta de 0,48% à Bovespa

por Agência ESTADO
10 de Junho de 2009 17:37

A queda das Bolsas norte-americanas influenciou diretamente o comportamento do índice Bovespa (Ibovespa) hoje. Mas o principal índice acionário doméstico escapou da queda graças aos ganhos das blue chips. O giro financeiro também foi mais forte do que nas duas sessões anteriores, uma vez que não haverá pregão amanhã em decorrência do feriado e muitos investidores anteciparam operações. O Ibovespa terminou a sessão em alta de 0,48%, aos 53.410,93 pontos. Na mínima do dia, registrou 52.819 pontos (-0,64%) e, na máxima, os 54.048 pontos (+1,68%). No mês, acumula alta de 0,4% e, no ano, de 42,24%. O giro financeiro totalizou R$ 4,879 bilhões. Os dados são preliminares.
A Bolsa brasileira abriu em alta, embalada pelas notícias da China e da Vale. O jornal em língua chinesa Ming Pao Daily informou hoje que a produção industrial chinesa teria crescido 8,9% em maio ante maio do ano passado. O dado oficial só sai na sexta-feira e a previsão dos economistas é de uma elevação de 7,8%. Por isso a notícia, se confirmada, indica que o pior da crise também teria ficado para trás na China, que é um dos principais responsáveis por compras de matérias-primas do mundo.
O dado não-oficial da produção industrial chinesa impulsionou a alta dos preços das commodities metálicas que, no entanto, não sustentaram, na sua maioria, os ganhos até o final. Vale, no entanto, seguiu em elevação, com a notícia de que fechou os primeiros acordos para fornecimento de minério de ferro e pelotas para 2009, com a Nippon Steel Corporation e a Posco. Conforme a mineradora, o preço de referência para o minério de ferro fino foi reduzido em 28,2% e, para o granulado, o desconto ficou em 44,47% em relação aos preços de 2008. Vale ON terminou em alta de 0,89% e Vale PNA, 1,12%.
A Petrobras teve um estímulo a mais que Vale para subir, já que o petróleo conseguiu fechar em alta no exterior. Na Nymex, o contrato para julho avançou 1,89%, a US$ 71,33, puxado pela queda dos estoques nos Estados Unidos e também pelo noticiário sinalizando reaquecimento da atividade chinesa. O Departamento de Energia informou que os estoques caíram 4,382 milhões na semana passada, acima das previsões, que limitavam-se a 700 mil barris. Petrobras ON avançou 0,83% e PN, 1,10%.
Favorável às ações brasileiras, a alta das commodities, no entanto, levantou uma preocupação com a inflação nos Estados Unidos, o que acabou pesando sobre os índices acionários. O Livro Bege, sumário das condições econômicas, divulgado no meio da tarde, também influenciou. Segundo o documento, a economia norte-americana ainda está debilitada. O Dow Jones terminou o pregão em baixa de 0,27%, aos 8.739,02 pontos, o S&P perdeu 0,35%, aos 939,15 pontos, e o Nasdaq, 0,38%, aos 1.853,08 pontos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Dow Jones fecha quase estável com vigor dos bancos

por Agência ESTADO
08 de Junho de 2009 19:16

Os principais índices de ações das Bolsas de Nova York se recuperaram e fecharam quase estáveis, impulsionados por um surto de compras de ações financeiras que ajudou a compensar as perdas dos setores de commodities e tecnologia, segundo corretores e analistas.
Segundo participantes do mercado, os bancos subiram em reação a rumores de que nove bancos receberão permissão para devolverem fundos do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro. As ações do JPMorgan - que provavelmente estará na lista dos que poderão devolver o dinheiro do Tarp, segundo o Morgan Stanley - fecharam em alta de 2,43%.
Entre as empresas de seguro saúde, as ações da MetLife fecharam em alta de 4,23% depois que a corretora Raymond James Financial elevou sua recomendação para a companhia.
Analistas observaram que os investidores estão novamente observando os mercados de crédito em busca de sinais. No ano passado, os mercados de bônus anteciparam uma deflação e uma desaceleração econômica e eles agora estão apontando para crescimento e inflação. Os juros dos Treasuries até mesmo sugerem um aumento nas taxas de juro pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano) este ano.
General Motors e do Citigroup deixaram o índice Dow Jones nesta segunda-feira, substituídas pela Cisco Systems e Travelers, respectivamente. As ações da GM, que pediu concordata no início do mês, fecharam em alta de 39,88%, enquanto as do Citi, que deverá em breve realizar sua aguardada troca de ações preferenciais por ordinárias, recuaram 1,16%. As ações da Travelers subiram 1,08% na sua estreia no índice, enquanto as da Cisco ficaram estáveis.
No setor de tecnologia, as ações da Apple caíram 0,57%, em um dia marcado pelo lançamento dos novos computadores Mac e do novo iPhone e de cortes nos preços dos iPhones existentes durante a Conferência Mundial de Programadores em São Francisco (Califórnia).
Depois do fechamento do mercado, a Texas Instruments anunciou uma significativa melhora em sua previsão de lucro para o atual trimestre. No pregão regular, as ações da Texas fecharam em alta de 0,46%.
Também depois do fechamento, a Suprema Corte dos EUA concedeu um pedido de adiamento da venda dos ativos da Chrysler para a italiana Fiat, feito em nome de um grupo de acionistas. Com isso, fica adiada a saída da Chrysler da concordata.
O índice Dow Jones subiu 1,36 ponto (0,02%) e fechou com 8.764,49 pontos. O Nasdaq caiu 7,02 pontos (0,38%) e fechou com 1.842,40 pontos. O S&P-500 recuou 0,95 ponto (0,10%) e fechou com 939,14 pontos. As informações são da Dow Jones.

NY melhora e abre espaço para Ibovespa subir 0,54%

por Agência ESTADO
08 de Junho de 2009 17:39

São Paulo - As mesmas blue chips que mantiveram o índice Bovespa (Ibovespa) em queda na maior parte da sessão de hoje foram as responsáveis pela inversão para cima na hora final e pelo fechamento no azul. Mas essa melhora só foi possível porque assim permitiu Wall Street, onde os índices também foram devolvendo paulatinamente as perdas. Mas, no fechamento, os índices de ações em Nova York situaram-se ao redor da estabilidade, apenas o Dow Jones com ligeira valorização.
O Ibovespa terminou a segunda-feira em alta de 0,54%, aos 53.630,39 pontos. Na mínima, registrou os 52.483 pontos (-1,61%) e, na máxima, os 53.905 pontos (+1,06%). No mês, acumula ganhos de 0,81% e, no ano, de 42,82%. O giro financeiro foi o menor do mês e totalizou R$ 3,836 bilhões. Os dados são preliminares.
O pregão morno desta segunda-feira foi favorecido pela agenda fraca, que abriu espaço para as mesmas questões que permearam os negócios na sexta-feira continuarem repercutindo nas ações. Ou seja, os especialistas continuam avaliando que há espaço para uma antecipação do processo de alta de juros nos Estados Unidos, leitura reforçada após os dados melhores do que as previsões do mercado de trabalho norte-americano.
Embora seja um indício de que o fundo do poço já pode ter ficado para trás, a leitura que analistas fazem dos recentes dados dos EUA pesa sobre a Bolsa brasileira, uma vez que faz os investidores estrangeiros retomarem o caminho de casa. "Os investidores entraram aqui com o dólar caro e a bolsa barata e, agora, fazem o caminho de volta, embolsando mais de 40% de ganhos no ano e o diferencial do dólar, que está em baixa", comentou um profissional de renda variável de uma corretora em São Paulo, para explicar a continuidade da baixa durante a maior parte da sessão de hoje.
Essa discussão deve continuar a permear os negócios, principalmente em dias de agenda fraca, como hoje. Ainda mais com índices e declarações que reforcem a visão de que a economia norte-americana já deixou seu pior momento para trás. E esta semana está carregada, principalmente do lado doméstico, com os números do PIB do primeiro trimestre, previstos para amanhã, e a taxa Selic (juro básico da economia), que será decidida na quarta-feira pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, após o fechamento do mercado. Nos EUA, destaque para os estoques no atacado, amanhã, o Livro Bege, na quarta, e as vendas no varejo, quinta-feira, quando será feriado no Brasil (Corpus Christi).
Em Nova York, a recuperação hoje ocorreu principalmente nas ações do setor financeiro. O Dow Jones terminou a sessão em alta de 0,02%, aos 8.764,49 pontos. O S&P recuou 0,10%, aos 939,14 pontos, e o Nasdaq fechou em baixa de 0,38%, aos 1.842,40 pontos.
No Brasil, as ações de bancos também terminaram com elevação, devolvendo as perdas vistas mais cedo. BB ON, 1,79%, Bradesco ON, 0,94%, e Itaú PN, 0,22%.
A inversão do índice foi comandada inicialmente por Vale, que foi a blue chip que primeiro passou a subir na recuperação. As ações terminaram com ganhos de 0,58% na ON e 1,54% na PNA, apesar de os preços de metais básicos terem fechado majoritariamente em baixa. Usiminas PNA terminou em elevação de 2,73%, CSN ON, 0,62%. Gerdau PN e Metalúrgica Gerdau PN, ao contrário, fecharam com queda de 1,61% e 1,93%, respectivamente.
As ações da Petrobras terminaram em sentidos contrários. As ordinárias (ON) avançaram 0,14% e as preferenciais (PN) recuaram 0,29%. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex,) o contrato do petróleo com vencimento em julho recuou 0,51%, a US$ 68,09 o barril.
Pão de Açúcar PN terminou em baixa de 1,97% e Globex ON, em queda de 17,43%. Hoje, o Pão de Açúcar divulgou comunicado informando a compra da rede Ponto Frio (Globex Utilidades S/A e suas controladas). O valor da aquisição da participação dos controladores é de R$ 824,5 milhões, o que equivale a 70,24% do capital total.

domingo, 7 de junho de 2009

IBOV...perspectivas para ao início da 2a semana de junho


Nesta primeira semana de junho, o Ibovespa subiu fortemente na segunda, veio buscar sua máxima semanal em 54.955 pontos na terça, mas a partir daí, refluiu em forte realização de lucros, até encontrar suporte na região dos 51.800 pontos, na quarta-feira. Na quinta, apoiado pela recuperação de DJI, retomou o patamar dos 53 mil pontos e nesta última sexta, rompeu novamente os 54 mil pontos ao atingir máxima "intraday" em 54.627 pontos. A partir daí, sintonizado com DJI, refluiu fortemente, até finalizar em 53.341 pontos, alta de apenas +0,27 % sobre o fechamento da semana anterior, nos 53.198 pontos. Apesar do aparente "equilíbrio" no "doji semanal", o "candle" do gráfico diário se assemelha a um "doji evening star", com forte possibilidade de reversão da tendência de alta, no início desta segunda semana de junho. Para reforçar essa possibilidade, alguns dos principais osciladores do gráfico diário também sinalizam a tendência baixista, enquanto a redução no volume negociado observada pelo "on balance volume" - saldo de volume- aponta a "divergência baixista".

Suportes imediatos em 53.050, 52.350, 51.960, 51.500 e 51.150 pontos.
Resistências imediatas em 53.800, 54.570, 54.627 e 54.955 pontos.

DJI...perspectivas para o início da 2a. semana de junho


Nesta primeira semana de junho, DJI deu sequência ao movimento de alta iniciado no meio da semana anterior, com fortes altas na segunda e terça, realização na quarta e retomada da alta na quinta e sexta, quando veio atingir sua máxima em 8.839 pontos. Finalizou nesta semana em 8.763 pontos (alta de +3,09%) em relação ao fechamento da semana anterior em 8.500 pontos. A forte realização "intraday" após atingir a máxima acima dos 8.800 pontos, produziu um "candle" no gráfico diário semelhante a um "doji evening star" com possibilidade de reversão da tendência altista, neste início da segunda semana de junho. Para reforçar esta possibilidade, os principais indicadores gráficos se encontram em região sobrecomprada enquanto podemos observar nesta última semana de alta, um volume negociado declinante, apresentando "divergência baixista", como pode ser evidenciado pelo gráfico do volume quando comparado à sua média exponencial.

Suportes imediatos em 8.700, 8.650, 8.590, 8.500, 8.400 e 8.370 pontos.
Resistências imediatas em 8.786, 8.840 e 8.900 pontos.

sábado, 6 de junho de 2009

Commodities...perspectivas para a 2a. semana de junho


Fonte: Bloomberg
Situação em 05/06

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1109.15 -5.15 1115.39 1126.29 1100.19
(Laranja)S&P GSCI 455.40 -1.64 459.31 464.68 451.01
(Verde)RJ/CRB Commodity 257.92 -1.87 260.00 260.08 257.61
(Azul)Rogers Intl 3018.05 -23.32 3054.79 3074.17 2996.52

Situação em 29/05

INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1077.53 14.50 1073.00 1080.12 1071.56
S&P GSCI 443.05 6.59 439.63 444.50 438.54
RJ/CRB Commodity 249.83 0,0 0,0 253.17 249.83
Rogers Intl 2949.00 51.71 2909.35 2953.84 2907.46

Variação semanal 29/05 a 05/06

INDICE Fechamento (29/05) Fechamento(05/06) VARIAÇÃO SEMANAL (%)

UBS BLOOMBERG CMCI 1077.53 1109.15 +2,93%
S&P GSCI 443.05 455.40 +2,79%
RJ/CRB Commodity 249.83 257.92 +3,24%
Rogers Intl 2949.00 3018.05 +2,34%

Análise:
Nesta primeira semana de junho, as commodities finalizaram ainda em alta em relação à última semana de maio, fechando em +2,83% , na média dos quatro índices. Essa correção reduziu a defasagem para cerca de (na média desses 4 índices) -36%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços fizeram 2 topos coincidentes nesta última semana, na segunda e na sexta, sem contudo romper essa resistência na altura dos (-28%). Esse "topo duplo" não rompido pode estar sugerindo uma forte possibilidade de reversão de tendências, nesta 2a. semana de junho.