quinta-feira, 12 de junho de 2008

IBOV...após 12/06...reverteu metade da alta conquistada e agora pode perder os 67 mil pontos...


O Ibovespa abriu em alta nos 66.797 pontos (mínima do dia) e impulsionado pelos mercados futuros, retomou o patamar dos 67 mil pontos, indo buscar sua máxima em 67.958 pontos, onde ficou aguardando o desempenho favorável de DJI para tentar romper os 68 mil pontos. Com DJI perdendo mais da metade da alta conquistada, o IBOV refluiu até perder novamente os 67 mil pontos, se situando próximo da mínima. Na última hora de pregão esboçou leve reação para fechar em 67.319 pontos (alta de 0,78%).

Análise: O IBOV não está conseguindo romper a resistência nos 68 mil pontos. Mantido o cenário atual, provavelmente deverá buscar um patamar de negociações abaixo dos 67 mil pontos. Nessa hipótese, o Ibovespa deverá testar importante suporte em 65.200 pontos, junto à LTA iniciada na mínima do pregão de 16/08/07. A perda definitiva desse suporte poderá levar o Ibovespa à casa do 60/62 mil pontos. A análise gráfica está sem tendência definida em seus principais indicadores. Os índices futuros do Ibovespa e dos mercados americanos, antes da abertura do pregão, poderão sinalizar a direção do pregão.

Suportes em 66.200, 65.900, 65.700, 65.200(na LTA) e 63.900 pontos.
Resistências em 67.350, 68.000, 68.400 e 69.000 pontos.

DJI...após 12/06...sendo empurrado para negociar abaixo dos 12 mil pontos...



DJI abriu em alta nos 12.089 pontos e influenciado pelos índices futuros em forte alta, rompeu novamente o patamar dos 12.200 pontos indo buscar sua máxima na resistência em 12.270 pontos. A partir daí, uma forte pressão vendedora, empurrou o índice novamente para um patamar abaixo dos 12.100 pontos, encontrando suporte em 12076 pontos (mínima dos dia). Finalizou em 12.141 pontos (alta de + 0,47%).

Análise: DJI continua em seu "canal de baixa", não conseguindo se sustentar acima dos 12.270 pontos e com dificuldades em se manter no suporte dos 12.100 pontos. Provavelmente deverá buscar novo patamar de negociações, abaixo dos 12 mil pontos, onde deverá testar o suporte em 11.930 pontos na LTA . Caso perca esse importante suporte, deverá mergulhar em direção à casa dos 11.500 pontos. Resistindo nesse suporte poderá tentar retomar negociações entre os 12.000 e 12.500 pontos. Os indicadores gráficos, mesmo após a pequena recuperação, se mantêm indefinidos. Os índices futuros antes da abertura, poderão sinalizar uma tendência para DJI.

Suportes imediatos em 12.000, 11.975, 11.930 (LTA), e 11.750 pontos.
Resistências em 12.200, 12.270 e 12.330 pontos.

Política de alta de juros vai durar " enquanto for necessário " para conter inflação, diz Copom

por Paula Cleto de Valor Online
12/06/2008 09:27

SÃO PAULO - O avanço de índices de preços em reflexo da economia aquecida e a deterioração nas expectativas do mercado para a inflação futura foram os argumentos citados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) para explicar o aumento de 0,5 ponto na taxa básica de juros neste mês, que passou a valer 12,25% anuais. O Banco Central (BC) afirma estar trabalhando para garantir o crescimento sustentado e afirma que a atual postura de política monetária será " mantida enquanto for necessário " para assegurar " a convergência da inflação para a trajetória das metas " .
A ata da reunião do Copom de 3 e 4 de junho menciona que o aquecimento da economia já provoca o aumento de preços no atacado e dos núcleos dos índices de inflação. Ao observar esse quadro, os agentes de mercado pioram suas expectativas para os índices de preços, o que, por si só, já é outra fonte de pressão inflacionária. Na pesquisa realizada pelo próprio BC com analistas financeiros, a previsão para o IPCA de 2008 passou de 4,66% em abril para 5,48% no começo de junho. Quanto maiores as expectativas da sociedade para a inflação, explica o BC, mais fácil é repassar o aumento de custos para os preços finais.
O Copom também reitera a preocupação quanto ao descompasso entre demanda e oferta e ainda com as repercussões da inflação em escala global, cujas pressões inicialmente específicas o comitê não quer ver se generalizar pelos preços. " O Copom considera que se mantém elevada a probabilidade de que pressões inflacionárias inicialmente localizadas venham a apresentar riscos para a trajetória da inflação, uma vez que o aquecimento da demanda doméstica e do mercado de fatores, bem como a possibilidade do surgimento de restrições de oferta setoriais, podem estar ensejando aumento no repasse de pressões sobre preços no atacado para os preços ao consumidor " , diz o documento.
Essa conjuntura, porém, já afetou os prognósticos futuros. Sem revelar os números exatos, a ata informa que no cenário de referência do BC (taxa de câmbio em R$ 1,65 e Selic em 11,75%), aumentou a projeção para o IPCA de 2008, que ficaria acima do centro da meta para o ano, de 4,5%. No cenário de mercado (com mobilidade nas taxas de câmbio e juros), ocorreu o mesmo. Em ambos os casos, a projeção do IPCA de 2009 também superou 4,5%.
" São relevantes os riscos para a concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual o IPCA seguiria evoluindo de forma consistente com a trajetória das metas " , resume o documento. Nesse contexto, diz a ata, o BC deve elevar os juros para " contribuir para a convergência entre o ritmo de expansão da demanda e oferta " e para impedir a deterioração das expectativas de inflação futura.
" Ao atuar enquanto o balanço dos riscos para a dinâmica inflacionária assim o requerer, o Comitê entende que estará, de fato, contribuindo para a sustentação do crescimento, o que requer estabilidade, previsibilidade e a conseqüente extensão do horizonte de planejamento das empresas e famílias, bem como para resguardar os importantes incrementos na renda real dos assalariados observados nos últimos anos. "

Atual upside das ações já não remunera custo de oportunidade

por Gabriel Ignatti Casonato de InfoMoney
12/06/08 08h47



SÃO PAULO - Refletindo as incertezas que rondam o ambiente macroeconômico doméstico, principalmente devido às pressões inflacionárias e ao rumo da política monetária do País, a área de Wealth Management Research do UBS fechou seu call de compra do mercado brasileiro de ações.

Embora ainda identifiquem espaço para alguma valorização adicional da renda variável doméstica, os analistas acreditam que o atual upside já não remunera o custo de oportunidade do capital.
Os analistas da instituição lembram que, quando sugeriram a estratégia, em setembro do ano passado, uma das premissas adotadas para sustentar as boas perspectivas era a forte valorização do real frente ao dólar, movimento que, na opinião do banco, deve estar próximo do seu fim.

Selic preocupa; Fundo Soberano não
Depois de duas altas consecutivas de 50 pontos-base na taxa Selic, a equipe do banco acredita que a pergunta a ser feita no momento é quanto o juro básico brasileiro ainda terá de subir para conter as pressões inflacionárias.
E caso este seja o único instrumento utilizado pelo Banco Central na luta contra o avanço dos preços, a perspectiva da instituição é de que a taxa suba consideravelmente nas próximas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), deixando um cenário incerto para os próximos meses.
Já a boa notícia que vem da política fiscal brasileira é o recente anúncio do Ministério da Fazenda de que o Governo irá fazer um superávit primário adicional de 0,5% do PIB ( Produto Interno Bruto) para a criação do Fundo Soberano.

Potencial limitado
Por fim, outro ponto que influenciou a decisão dos analistas foi a forte performance do mercado doméstico desde o início da cobertura, que acabou limitando o potencial de valorização no curto prazo, avaliam.
Desde meados de setembro de 2007, o MSCI Brazil (índice que seleciona os principais papéis do mercado brasileiro) acumula valorização de cerca de 45%, acima da previsão do banco de alta de 35% no período.
Contudo, vale lembrar que, para o médio prazo, as expectativas do UBS para as ações brasileiras permanecem otimistas.

Análise: Inflação assusta e BC pode reforçar aperto

por Luiz Sérgio Guimarães de Valor Econômico)
12/06/2008 08:29

SÃO PAULO - A ata do Copom que será divulgada hoje pelo Banco Central se refere à reunião ocorrida na quarta-feira da semana passada, antes, portanto, de conhecido o alarmante repique inflacionário detectado pelos três principais índices do país. O susto vindo tanto do IPCA fechado de maio quanto das primeiras prévias de junho do IPC Fipe e do IGP-M desencadearam ontem fortes altas dos juros futuros, a ponto de o mercado passar a temer a aceleração da velocidade de alta da taxa Selic.
Os participantes do pregão de DI futuro já começam a acreditar que o Copom não irá, em sua reunião de 23 de julho, manter o ritmo de avanço de 0,50 ponto aplicado à taxa básica nos encontros de abril e junho. A tendência é de que aumente a dose para 0,75 ponto. Mesmo se referindo a evento anterior à divulgação dos índices mais recentes de inflação, a ata não irá, em seu cenário prospectivo, ignorar as pressões mais recentes. Isso não significa, porém, que o BC irá ser preciso sobre quando pretende encerrar o atual ciclo de aperto. A autoconfiança demonstrada no comunicado da reunião de abril revelou-se excessiva e danosa à credibilidade da autoridade.
Em abril, o Copom garantiu que, com a alta de 0,50 ponto (acima das previsões) com a qual estava iniciando a série de aumentos da Selic, estava procedendo a " parte relevante " do arrocho planejado. No comunicado da reunião da semana passada, a certeza foi substituída pelo laconismo. " O documento irá frustrar aqueles que aguardam sinalizações sobre a extensão do ciclo de aperto monetário " , diz relatório da LCA Consultores. O tom da ata será inegavelmente duro e conservador, o BC irá enfatizar sua preocupação com as pressões de custos num ambiente econômico ainda aquecido, mas sem trazer comentários prospectivos sobre a velocidade e a duração do ajuste da Selic. Para a LCA, o termo " preventivo " usado anteriormente para qualificar o aperto monetário deverá ser suprimido da ata.
Não se trata mais de agir preventivamente sobre a inflação. Os índices divulgados ontem são inquietantes. Se forem o ápice do movimento de alta, talvez não se justifique um reaperto monetário por meio da aceleração da alta. Mas se não for o teto? O IPCA do mês passado acusou alta de 0,79%, para uma mediana das expectativas de 0,65%. Nos últimos doze meses, o indicador acumula evolução de 5,58%, ou seja, já superou levemente o meio do intervalo superior (entre 4,5% e 6,5%) da banda de flutuação da meta de inflação.
As primeiras prévias de junho do IPC Fipe e do IGP-M também vieram acima das previsões dos analistas. O primeiro avançou 1,3% e o segundo saltou 1,97%. O IPCA de maio reforça o prognóstico da Austin Rating segundo o qual o teto da banda está sob ameaça. No cenário básico da agência, o IPCA fecharia 2008 em 7,16%, acima, portanto, do teto da meta de inflação, de 6,5%. " Essa projeção considera a dinâmica histórica dos preços a partir de junho deste ano e incorpora nossas expectativas de inflação dos alimentos e dos preços monitorados de energia elétrica e telefonia fixa. As chances desse cenário se concretizar são de 60% " , diz seu economista-chefe, Alex Agostini.
O Copom tende a não se comprometer inteiramente com o futuro porque os próximos índices de inflação - os quais irão condicionar a duração e a extensão do aperto total - dependerão da força da onda de alta das commodities agrícolas e do petróleo. As informações mais recentes provindas da Opep são de que o cartel está empenhado em esvaziar a bolha que inflou o barril para cima dos US$ 130,00. Esse preço viabiliza a entrada no jogo de novos participantes e o cartel quer manter a concorrência fora de campo. A sua meta é derrubar o preço a US$ 70,00, um patamar lucrativo para os seus membros, mas que inviabiliza a incursão de novos competidores. Pelo menos ontem, as ameaças da Opep não desencorajaram os especuladores. O barril saltou 3,86% na Nymex, para US$ 136,38. Já a bolha das commodities agrícolas depende do dólar. Os EUA parecem dispostos a defender a sua moeda intransigentemente.
O mercado futuro de juros da BM & F não quis, ontem, conhecer argumentos em favor de uma atenuação do aperto monetário. Os " doadores " de dinheiro - os players que aceitam correr o risco da aplicação prefixada - se mostraram muito arredios ontem, e os juros dispararam. A taxa para a virada do ano avançou de 13,17% para 13,28%. O contrato mais negociado, para janeiro de 2010, saltou de 14,76% para 14,81%. A taxa do swap de 360 dias passou de 14,11% para 14,20%. A perspectiva de intensificação do aperto monetário fez o dólar cair na contramão das bolsas de valores. A moeda cedeu 0,36% no interbancário, cotada a R$ 1,6410.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

IBOV...após 11/06...próximo de testar a LTA para definição!...


O Ibovespa abriu em 67.775 pontos e nos primeiros negócios esboçou uma leve alta retomando a casa dos 68 mil até atingir sua máxima do dia em 68.061 pontos. A forte queda nos índices futuros dos mercados americanos, porém, esfriou o ânimo comprador impedindo a continuidade da alta, fazendo com que o Ibovespa retornasse ao suporte dos 67 mil pontos, onde ficou oscilando entre os 67 mil e os 67.200 pontos. Na segunda metade do pregão, com DJI perdendo o patamar dos 12.100 pontos, o Ibovespa também perdeu o suporte dos 67 mil, refluindo até 66.714 pontos (mínima do dia). Na última hora de pregão, ainda tentou uma pequena recuperação vindo a finalizar em 66.794 pontos (queda de 1,42%).

Análise: O mercado não conseguiu definir ainda, um piso para o Ibovespa, daí a sequência interminável de quedas. Muito brevemente, talvez até nesse pregão, o Ibovespa deverá testar importante suporte próximo dos 65 mil pontos, junto à LTA iniciada na mínima do pregão de 16/08/07.A perda definitiva desse suporte levará o Ibovespa à casa do 60/62 mil pontos. Por outro lado, a firme manutenção desse suporte, poderá apontar o final da correção, devolvendo algum ânimo para a recuperação dos patamares perdidos. A análise gráfica sinaliza ainda a tendência de queda em todos os indicadores. Os índices futuros do Ibovespa e dos mercados americanos, antes da abertura do pregão, poderão sinalizar a direção do pregão.

Suportes em 66.700, 66.000, 65.700, 65.200(na LTA) e 64.200 pontos.
Resistências em 67.500, 68.000, 68.400 e 69.000 pontos.

DJI...após 11/06...próximo da definição de tendência, no suporte da LTA!...



DJI abriu nos 12.286 pontos (máxima do dia) e a partir daí, influenciado pelos índices futuros em forte queda, deu sequência ao processo de realização, perdendo o patamar dos 12.200 pontos, vindo aos 12.100 pontos, onde manteve esse suporte por algum tempo. Na última hora de pregão não suportou a pressão vendedora e refluiu até a mínima do dia em 12.080 pontos, finalizando em 12.084 pontos (queda de 1,68%).

Análise: DJI continua em seu "canal de baixa", tendo perdido o suporte nos 12.100 pontos. O importante suporte em 11.930 pontos na LTA deverá muito brevemente ser testado, talvez já nesse pregão. Caso perca esse importante suporte, deverá mergulhar direto rumo à casa dos 11.500 pontos. Resistindo nesse suporte poderá recuperar ânimo para retomar o intervalo de negociação entre os 12.000 e 12.500pontos. Os mercados futuros antes da abertura poderão sinalizar uma tendência para DJI.

Suportes imediatos em 12.000, 11.975, 11.930 (LTA), e 11.750 pontos.
Resistências em 12.110, 12.280 e 12.330 pontos.

terça-feira, 10 de junho de 2008

IBOV...após 10/06...ainda no canal de baixa, mas com alguma possibilidade de reversão...


O Ibovespa abriu em queda em 69.275 pontos (máxima do dia), e pela forte queda antecipada dos índices futuros, retomou o processo de realização, perdendo o forte suporte em 68.500 pontos e na primeira hora de pregão já testava o suporte nos 68.000 pontos. Perdeu esse suporte e passou a oscilar entre 67.500 e 67.800 pontos. Na segunda metade do pregão, com DJI operando em território negativo, o Ibovespa refluiu até os 67.066 pontos (mínima do dia). Na última hora de pregão, sintonizado com DJI em recuperação, veio a finalizar em 67.774 pontos (queda de 2,17%).

Análise: A divulgação do "PIB" trimestral (um pouco abaixo do que o mercado esperava) além da queda do petróleo e das principais comodities metálicas, derrubaram as principais "blue chips" e as cotações do Ibovespa, "descolado" durante a maior parte do tempo de DJI. A análise gráfica mostra que o Ibovespa ainda se encontra em seu canal de baixa, tendo perdido o importante suporte nos 68.500 pontos. Além disso, fechou praticamente em cima do suporte da LTA secundária nos 67.800 pontos. A perda dessa LTA secundária levará o IBOV a testar suporte nos 66 mil pontos. Para a continuidade da alta, necessitará retomar os 68.500 pontos e romper a LTB em 70 mil pontos. Os indicadores no gráfico diário como o Estocástico e o IFR estão sobrevendidos, sinalizando tendência de alta, apesar da indefinição no oscilador de momentos e da sinalização negativa no CCI/Ma cruzamento. No gráfico de "30 minutos" todos esses indicadores se apresentam com tendência de alta. No gráfico diário formou-se novamente um "martelo" que pode ainda apontar para uma possibilidade de reversão de tendência, que será confirmada ou não, pelos indicadores dos índices futuros do Ibovespa e dos mercados americanos, antes da abertura do pregão.

Suportes em 67.350, 67.066(fundo recente), 66.500 e 66.000 pontos.
Resistências em 67.800 (LTA sec), 68.500, 69.300, 69.900(LTB) e 71.200 pontos.

DJI...após 10/06...no "canal de baixa", porém sem tendência imediata definida...


DJI abriu nos 12.277 pontos e na primeira meia-hora de pregão veio atingir a mínima em 12.207 pontos. A partir daí, retomou os 12.300 pontos e já na metade do pregão, atingiu a máxima em 12.369 pontos. Realizou novamente, vindo buscar novo suporte nos 12.265 pontos. Reagiu na última hora de pregão, finalizando em 12.290 pontos (estável).

Análise: DJI se mantém em seu "canal de baixa", mantendo suporte nos 12.200 pontos. Deve continuar oscilando nesse "canal" tendo forte suporte em 11.950 pontos na LTA primária e resistência em 12.550 pontos na LTB secundária. Tendo fechado praticamente no mesmo valor de abertura, os indicadores no gráfico diário como o CCI/Ma cruzamento e o oscilador de momentos sinalizam tendência de alta, enquanto o IFR e o Estocástico estão indefinidos, apesar de ligeiramente sobrevendidos. Se considerarmos o gráfico de "30 minutos" boa parte desses indicadores também se apresentam indefinidos. Os mercados futuros (incluindo-se o das commodities) antes da abertura, irão sinalizar a tendência de abertura de DJI.

Suportes imediatos em 12.190, 12.110, 11.950 (na LTA) e 11.770 pontos.
Resistências em 12.370, 12.500 e 12.550 pontos (na LTB).

Ibovespa fecha em baixa de 2,17%, com Vale e Petrobras

por Claudia Violante da Agência Estado
10.06.2008 17h35

A Bovespa teve hoje seu sexto pregão de queda de junho - subiu apenas na quinta-feira passada -, perdendo quase todo o desempenho positivo obtido após a conquista de seu primeiro grau de investimento por uma importante agência de classificação de risco (em 30 de abril, pela Standard & Poor’s). A queda do petróleo, a confirmação de uma captação bilionária pela Vale e as declarações do presidente do banco central dos EUA justificam o tombo de hoje da Bolsa.
O Ibovespa, principal índice, recuou 2,17%, para 67.774,9 pontos, o menor patamar desde o dia da nota da S&P (quando subiu 6,33%, para 67.868,5 pontos). Daquele dia para cá, a Bolsa acumula perda de 0,14%. Hoje, o índice oscilou entre a mínima de 67.067 pontos (-3,20%) e a máxima de 69.275 pontos (-0,01%). Com o resultado de hoje, as perdas de junho alcançam 6,64%, mas, no ano, a Bolsa ainda tem alta, de 6,09%. O volume financeiro desta terça-feira contabilizou R$ 6,224 bilhões.
A Vale confirmou pela manhã que levantará no máximo US$ 15 bilhões em recursos, numa oferta pública primária de ações ON e PNA, para “fins corporativos gerais, o que inclui o financiamento do agressivo programa de crescimento orgânico baseado no plano de investimento de US$ 59 bilhões, aquisições estratégicas e a ampliação da flexibilidade financeira”, diz nota divulgada pela manhã. A proposta ainda terá que ser aprovada pelo conselho de administração da empresa e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A resposta dada pelos investidores aos rumores, ontem, foi a mesma dada ao fato hoje. Os investidores não gostaram da notícia da captação, porque pode ser um sinal de que a empresa pode se endividar para comprar uma outra companhia. Vale ON caiu 2,18% e Vale PNA, 4,10%. Os rumores citam três possíveis alvos: Alcoa, segunda maior fabricante de alumínio do planeta, Anglo American, quarta maior mineradora do mundo, e a americana Freeport-McMoRan, gigante da produção de cobre. A Freeport seria a escolha mais provável, segundo estes analistas.
As ações da Petrobras recuaram 3,12% as PN e 2,97% as ON, acompanhando as perdas do petróleo no mercado externo e também motivadas pela venda de investidores estrangeiros. Em entrevista hoje, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, avaliou que os preços do petróleo devem permanecer elevados e voláteis no mercado internacional nos próximos anos.
O petróleo negociado em Nova York fechou em queda pela segunda sessão consecutiva, pressionado pela alta do dólar e por novos sinais de declínio na demanda. O barril recuou 2,26%, para US$ 131,31. Isso ajudou o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, a encerrar com ligeira elevação, de 0,08%. Já o S&P recuou 0,24% e o Nasdaq cedeu 0,43%. O dólar subiu nos mercados internacionais de moedas por causa das declarações dadas ontem pelo presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, de que a autoridade monetária dos EUA irá “resistir fortemente” a qualquer erosão das expectativas de longo prazo para os preços. Isso é um sinal de que o Fed poderá elevar os juros, o que deu suporte ao dólar.

Nova projeção para Ibovespa vai a 92 mil pontos

por Valor Econômico
10/6/2008

A projeção do mercado financeiro para o Ibovespa nos próximos 12 meses foi corrigida já em mais de 10 mil pontos ao longo deste ano, segundo relatório da consultoria CMA, que consolida indicações de corretoras. No levantamento desta semana, o mercado aponta que o Índice Bovespa poderá chegar a 91.990 pontos daqui um ano, o que significa alta de 32,78% em relação ao fechamento de ontem. O IBrX-100 poderá subir 33,31%, para até 30.640 pontos. No início do ano, a projeção para o Ibovespa rondava os 82 mil pontos. As projeções dispararam mais depois da conquista dos selos de grau de investimento pelo Brasil. Em 30 de abril, data do primeiro "investment grade", concedido pela Standard & Poor's, a expectativa era de 88.490 para o Ibovespa.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

IBOV...após 09/06...reação positiva no final pode ter continuidade na abertura...


O Ibovespa abriu em 69.785 pontos, logo após alcançou 69.990 (máxima do dia), mas influenciado principalmente por VALE (em forte queda por rumores de que estaria fazendo empréstimos de U$ 30 bi para adquirir outra mineradora), retomou o processo de realização vindo buscar suporte em torno dos 69.500 pontos, onde ficou até a metade do pregão oscilando em torno desse patamar. A partir daí, quando também DJI iniciou realização, o Ibovespa tentou firmar suporte nos 69 mil pontos, mas não conseguindo, refluiu até 68.534 pontos (mínima do dia). Na última hora de pregão, sintonizado com DJI em boa recuperação, retomou os 69 mil pontos vindo a finalizar em 69.281 pontos (queda de 0,72%).

Análise: Da agenda desta semana, dois fatores domésticos poderão afetar o comportamento do Ibovespa: a divulgação do "PIB" trimestral (nesta terça) e a do conteúdo da Ata da última reunião do COPOM (na quinta), além dos "humores" dos mercados americanos. A análise gráfica mostra que o Ibovespa se encontra em um canal de baixa, delimitado pelas Linhas de Tendência (LTA e LTB) Secundárias com resistências em 70.500/70.950 pontos e suportes em 68.500/67.500 pontos. O rompimento desses limites para um dos dois lados, apontará a principal tendência do Ibovespa. Os indicadores no gráfico diário como o Estocástico e o oscilador de momentos estão sinalizando tendência de alta, apesar da indefinição no IFR e da sinalização negativa no CCI/Ma cruzamento. No gráfico de "30 minutos" todos esses indicadores se apresentam com tendência de alta. No gráfico diário formou-se um "candle" tipo "martelo" que pode estar apontando para uma reversão para a tendência de alta. Essa tendência (de alta) poderá ser confirmada ou não, pelos indicadores dos índices futuros do Ibovespa e dos mercados americanos, antes da abertura do pregão.

Suportes em 68.940, 68.500(fundo recente), 67.800 e 67.500 (LTA prim) pontos.
Resistências em 69.800, 70.250, 70.600(LTB), 70.950 e 72.000 pontos.

DJI...após 09/06...oscilando dentro do "canal de baixa"...


DJI abriu em nos 12.210 pontos e na primeira hora de pregão veio atingir a máxima em 12.331 pontos. A partir daí, oscilou entre os 12.280 e 13.200 pontos até a metade do pregão, quando realizou novamente, vindo buscar a mínima nos 12.195 pontos. Na última hora de pregão, DJI reagiu bem, atingindo 12.300 pontos e finalizando logo após em 12.280 pontos (alta de 0,58%).

Análise: DJI se mantém em seu "canal de baixa", tendo novamente encontrado suporte em 12.190 pontos. Deve continuar oscilando nesse "canal" tendo por forte suporte 11.950 pontos na LTA primária e resistência em 12.600 pontos na LTB secundária. Após essa recuperação, os indicadores no gráfico diário como o IFR, o Estocástico e o oscilador de momentos sinalizam tendência de alta, enquanto o CCI/Ma cruzamento sinaliza queda. Considerando o gráfico de "30 minutos" todos esses indicadores se apresentam com sinalização de alta. Os mercados futuros (incluindo-se o das commodities) antes da abertura, irão sinalizar a tendência de abertura de DJI.

Suportes imediatos em 12.190, 12.110, 11.950 (na LTA) e 11.770 pontos.
Resistências em 12.330, 12.500 e 12.600 pontos (na LTB).

Alcoa e McDonald's fazem Dow Jones fechar em alta

por Renato Martins da Agência Estado
09.06.2008 18h18

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em direções divergentes, o Dow Jones em alta e o Nasdaq em queda. As ações do setor financeiro voltaram a cair, em reação ao informe de resultados do banco de investimentos Lehman Brothers; a instituição informou que teve um prejuízo de US$ 2,8 bilhões em seu segundo trimestre fiscal, quatro vezes maior do que os analistas previam, e anunciou o plano de levantar US$ 6 bilhões em capital.
"Acho que eles estão adotando as medidas que precisam adotar para evitar uma situação do tipo do Bear Stearns. Eles estão fazendo o que Wall Street pediu que eles fizessem: levantar capital e desalavancar (diminuir a dívida). Mas será suficiente?", comentou o operador Peter McCorry, da Keefe Bruyette & Woods.
As ações do Lehman Brothers caíram 8,70%, influenciando outras ações do setor financeiro (JPMorgan Chase desabou 6,44%, Bank of America perdeu 2,92% e Citigroup recuou 2,29%). As da provedora de crédito hipotecário Washington Mutual despencaram 16,99%, depois de um analista do banco suíço UBS dizer que as perdas da instituição com hipotecas de alto risco (subprime) serão maiores do que se previa. As do CIT Group, porém, subiram 3,16%, depois de a empresa obter uma linha de crédito de longo prazo junto ao banco Goldman Sachs.
No setor de tecnologia, as ações da Apple caíram 2,17%, em dia marcado pelo lançamento do novo iPhone, de terceira geração. Ao lançar o produto numa feira de tecnologia em São Francisco, o presidente da Apple, Steve Jobs, anunciou que a empresa não mais receberá uma parcela das tarifas cobradas pelas operadoras de telefonia celular; no caso dos EUA, a AT&T, operadora exclusiva de serviços para iPhone, vai subsidiar o próprio aparelho para seus clientes (as ações da AT&T recuaram 1,70%). Mesmo diante da nova concorrência, as ações da Research in Motion, que produz o Blackberry, subiram 2,06%.
Entre os destaques do pregão também estavam as ações de empresas ligadas a matérias-primas (commodities), como a gigante do alumínio Alcoa (+7,52%) e a petrolífera ExxonMobil (+2,63%). No setor de consumo, as ações da McDonald's subiram 4,14%, em reação a seu informe de vendas de maio.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,58%, em 12.280,32 pontos. O Nasdaq encerrou em queda de 0,61%, em 2.459,46 pontos. O S&P-500 subiu 0,08%, para 1.361,76 pontos. O NYSE Composite recuou 0,04%, para 9.149,09 pontos. As informações são da Dow Jones.

sábado, 7 de junho de 2008

DJI...após 06/06...está em "movimento de caranguejo: 1 pra frente e 2 pra trás"...


"Surpreendentemente" após a alta anterior de 1,73%, DJI abriu em queda nos 12.602 pontos (máxima do dia) e nas primeiras horas de pregão veio tentar suporte no patamar dos 12.300 pontos, mantendo-se no intervalo 12.300/12.340 pontos, por cerca de 2 horas , enquanto "digeria" o índice de desemprego de 5,5% (abaixo das expectativas de mercado)apontando para uma possibilidade de recessão, quando foi "surpreendido" pelo brusco aumento dos contratos futuros de petróleo que rompeu a barreira de U$138 o barril (alta superior a 8%) e a partir daí "derreteu" novamente, vindo buscar a mínima nos 12.192 pontos (queda de 3,3%). Nos minutos finais do pregão, DJI esboçou pequena reação retomando os 12 mil pontos e finalizando em 12.209 pontos (queda de 3,13%).

Análise: DJI retomou seu canal de baixa ao perder o patamar dos 12.600 pontos. Enquanto os sintomas de recessão não forem dissipados (ou confirmados), DJI se mantém em um típico "movimento de caranguejo: 1 pra frente e 2 pra trás". A busca por "hegde" nos contratos futuros de petróleo (temor à desvalorização crescente do dólar) e as perpectivas do barril ultrapassar a barreira dos US$150 (até julho) estão apontando para perspectivas de uma "estagflação": aumento da inflação com estagnação econômica. Após essa forte queda de mais de 3%, os indicadores no gráfico diário como o IFR, o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinalizam queda, mas no gráfico de "30 minutos" todos esses indicadores se mostram bastante "sobrevendidos" o que pode sinalizar uma possibilidade de reversão. Essa grande volatilidade verificada nos mercados americanos com reflexos no Ibovespa, demonstra que os mercados ainda não definiram um "piso" para DJI e assim navegam ao sabor dos "grandes players". Os mercados futuros antes da abertura, poderão sinalizar a tendência de abertura de DJI.

Suportes imediatos em 12.190, 12.110 e 11.770 pontos.
Resistências em 12.270, 12.340 e 12.500 pontos (na LTB).

IBOV...após 06/06...inicia a semana em um "triângulo simétrico" que irá romper para um dos dois lados!...


Contrariando os índices futuros do Ibov que apontavam para abertura em leve alta, o Ibovespa abriu em queda nos 71.207 pontos, alcançou 71.210 (máxima do dia), mas influenciado principalmente pelos índices futuros dos mercados americanos, em forte queda pelo percentual de desemprego apontando para uma recessão, retomou o processo de realização vindo buscar suporte em torno dos 69.800 pontos, para em seguida retomar o patamar dos 70 mil pontos. Ficou boa parte do pregão oscilando nesse patamar, encontrando alguma resistência nos 70.200 pontos. Quando tentou esboçar a retomada de alta, nos 70.350 pontos, duas horas antes do fechamento do pregão, foi novamente surpreendido por repentina queda de DJI, quando então veio buscar suporte em 69.515 pontos (mínima do dia). Nos minutos finais esboçou pequena reação finalizando em 69.785 pontos (queda de 2,0%).

Análise: O Ibovespa está em um "movimento de gangorra" impulsionado pelos "humores" dos mercados americanos. A análise gráfica desse movimento, mostra a formação de uma figura conhecida como "triângulo simétrico" delimitado pelas Linhas de Tendência (LTA e LTB) que se mostra prestes a "romper para um dos dois lados". Se houver a ruptura (para baixo) com a perda de 69.250 pontos (na LTA primária) retomará o canal de baixa para tentar suporte na casa dos 67 mil pontos. Contrariamente, se romper a LTB nos 71.900 pontos poderá buscar o patamar dos 73 mil pontos. Os indicadores no gráfico diário como o Estocástico e o oscilador de momentos estão "esticados" sinalizando mercado sobrevendido o que poderia ser traduzido para uma tendência de abertura em alta, apesar da indefinição no Estocástico e da sinalização negativa no CCI/Ma cruzamento. O comportamento dos índices futuros do Ibovespa e o "humor" dos mercados futuros americanos, antes da abertura, deverão sinalizar a principal tendência do Ibovespa.

Suportes em 69.700, 69.500 (LTA sec), 69.250 (LTA prim), 68.700 e 67.800 pontos.
Resistências em 70.200, 70.750, 71.200, 71.900 (LTB), 72.600 e 73.000 pontos.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

DJI...após 05/06...possibilidade de continuidade da tendência de alta...


DJI abriu nos 12.388 pontos (mínima do dia) e já na primeira hora de pregão retomou o patamar dos 12.500 pontos, formando topo em 12.580 pontos para retornar novamente aos 12.500 pontos. Na última hora e meia de pregão retomou a tendência de alta, rompendo o patamar dos 12.600 e atingindo 12.610 pontos na máxima do dia. Finalizou próximo disso, em 12.604 pontos (alta de 1,73%).

Análise: DJI reverteu, de certo modo, a tendência anterior de baixa ao recuperar o patamar dos 12.600 pontos, rompendo a LTB recente. Necessita romper os fibos em 38% (12.643) e 62% (12.832), fortes resistências antes de alcançar novamente o patamar dos 13 mil pontos. Os indicadores no gráfico diário como o Estocástico e o CCI/Ma cruzamento sinalizam ainda a continuidade da alta, mas o IFR e o oscilador de momento se mantêm indefinidos. No gráfico de "30 minutos" todos esses indicadores sinalizam a continuidade da alta, devido à forte recuperação no final do pregão. Os mercados futuros antes da abertura, deverão sinalizar o comportamento de DJI.

Suportes imediatos em 12.550, 12.500 e 12.390 pontos.
Resistências em 12.640(fibo 38%), 12.730 e 12.830 (fibo 62%) pontos.

IBOV...após 05/06...forte alta pode ter continuidade...


Impulsionado pelos mercados futuros em forte alta, o Ibovespa abriu em 68.673 pontos (mínima do dia) e antes da metade do pregão atingiu o patamar dos 70 mil pontos, encontrando resistência nos 70.200 pontos. Quando parecia perder os 70 mil pontos, na última hora e meia de pregão, foi novamente alavancado pelos índices futuros, rompeu a resistência nos 70.600 pontos e em seguida rompeu a recente LTB formada nos 70.900 pontos. Sintonizado com DJI, quanto este confirmou a ruptura da resistência em 12.600 pontos, o Ibovespa também retomou o patamar dos 71 mil pontos, finalizando na máxima do dia, em 71.234 pontos (alta de 3,73%).

Análise: O Ibovespa reverteu a realização em curso, ao romper a LTB secundária iniciada com o topo ocorrido no final de maio/08, nos 70.900 pontos. Para se manter nessa tendência de alta, o Ibovespa deverá romper os 72 mil pontos e a resistência em 72.200 pontos na LTB primária. Os indicadores no gráfico diário como o IFR e o oscilador de momentos estão sinalizando tendência de alta, enquanto o Estocástico, o CCI/Ma cruzamento mantêm indefinição. Esses mesmos indicadores no gráfico de "30 minutos" estão sinalizando alta, com a forte reação no final do pregão. O comportamento dos negócios dos índices futuros, com abertura às 9 horas, deverá sinalizar a tendência da abertura do Ibovespa.

Suportes em 70.820, 70.500, 70.000, 69.235 e 68.600 pontos.
Resistências em 72.000, 72.200 (LTB), 72.600 e 73.000 pontos.

DJI...após 04/06..."doji" de indefinição, mas tendência de queda continua..


DJI abriu em queda nos 12.391 pontos, porém reverteu longo em seguida rompendo os 12.400 pontos, alcançando o topo em 12.495 pontos (máxima do dia). A partir daí, retomou seu processo de realização, perdendo o suporte de 12,4 mil pontos, buscando fundo em 12.338 pontos (mínima do dia). Com a melhora dos índices futuros esboçou pequena reação fechando praticamente estável em 12.390 pontos (queda de 0,10%).

Análise: DJI se encontra ainda em seu canal de baixa, que somente será revertido com a recuperação dos 12.600 pontos. Todos os indicadores no gráfico diário como o IFR, o Estocástico, o CCI/Ma cruzamento e o oscilador de momentos sinalizam ainda a continuação da queda, ainda que alguns desses indicadores no gráfico de "30 minutos" como o IFR, possa estar sinalizando leve tendência de alta, com a recuperação no final do pregão.O fechamento coincidente com a abertura produziu um "Doji Star" no gráfico diário que pode significar alguma indefinição. Os mercados futuros poderão apontar a tendência de abertura do pregão desta quinta-feira.

Suportes imediatos em 12.340, 12.270 e 12.100 pontos.
Resistências em 12.450, 12.500 e 12.540 pontos.

IBOV...após 04/06...perdeu a LTA sec e pode buscar suporte nos 67 mil pontos...


Dando continuidade à realização prevista, o Ibovespa abriu em queda nos 70.011 pontos (máxima do dia) e a partir daí, deu sequência ao processo de realização, perdendo também o suporte dos 69 mil pontos, buscando novo fundo em 68.464 pontos (mínima do dia). Com a leve melhora de DJI e dos índices futuros esboçou reação fechando em 68.673 pontos (queda de 1,91%).

Análise: O Ibovespa está em processo de realização de lucros, tendo perdido a LTA secundária iniciada em abril/08, ao fechar abaixo dos 69 mil pontos. O Ibovespa se encontra ainda em um canal de baixa, que somente será revertido com a recuperação dos 71 mil pontos. Todos os indicadores no gráfico diário como o IFR, o Estocástico, o CCI/Ma cruzamento e o oscilador de momentos estão sinalizando continuação da queda, ainda que alguns desses indicadores no gráfico de "30 minutos" possam estar sinalizando leve tendência de alta com a recuperação no final do pregão. A perda da LTA secundária indica que o IBOV poderá buscar suporte na LTA primária (próximo aos 67 mil pontos) antes de tentar romper novamente os 71 mil pontos.

Suportes imediatos em 68.600, 67.865 e 67.000 pontos.
Resistências em 70.300, 70.660 e 70.900 (LTB) pontos.