por Agência ESTADO
23 de Julho de 2009 18:40
Os principais índices das Bolsas de Nova York fecharam em forte alta hoje, com o Dow Jones superando a barreira dos 9 mil pontos, ganhando força em meio ao otimismo dos investidores com os resultados corporativos em geral melhores que o previsto e diante do crescimento das vendas norte-americanas de imóveis residenciais usados no mês de junho.
O Dow Jones fechou o pregão a 9.069,29 pontos - maior nível de pontos desde 5 de novembro de 2008 -, com alta de 188,03 pontos, ou 2,12%. O S&P 500 subiu 22,22 pontos, ou 2,33%, para 976,29 pontos - maior fechamento em pontos desde 4 de novembro. O Nasdaq avançou 47,22 pontos, ou 2,45%, para 1.973,60 pontos, somando 12 sessões consecutivas de alta, algo que não era registrado desde o início de 1992. O índice fechou com a pontuação mais elevada desde 2 de outubro do ano passado.
"Os balanços estão mostrando que, em muitos casos, as empresas estão aumentando os lucros apesar das receitas menores, indicando que os gerentes estão adotando medidas responsáveis de corte de custos para navegar pelo desaquecimento econômico", disse Michael Farr, presidente da gestora de investimentos Farr Miller & Washington.
Entre as empresas que divulgaram balanços hoje, a 3M avançou 7,3% e registrou o melhor desempenho entre os componentes do índice Dow Jones. O lucro do segundo trimestre caiu 17%, mas o resultado foi melhor do que os investidores esperavam e a companhia elevou sua previsão de lucro para 2009. As ações da AT&T subiram 2,6%. A empresa divulgou que o lucro do segundo trimestre caiu 15% e a receita diminuiu 0,4%, mas os resultados superaram a estimativa do mercado.
A Ford Motor avançou 9,4% depois de anunciar que voltou a obter lucro no segundo trimestre. O eBay divulgou uma queda de 29% no lucro líquido do segundo trimestre, mas apresentou prognósticos mais otimista que o esperado por Wall Street. As ações da empresa fecharam em alta de 11%. A Amazon.com anunciou que pretende adquirir a rede varejista Zappos.com por aproximadamente US$ 847 milhões. As ações da companhia subiram 5,7% no pregão regular, mas após o fechamento a Amazon anunciou uma queda de 10% no lucro do segundo trimestre e os papéis chegaram a cair 9,24% no pós mercado.
A Microsoft subiu 3,06% durante a sessão, mas após o fechamento do pregão divulgou que o lucro do segundo trimestre encolheu 29% e passou a operar em baixa no pós mercado. As informações são da Dow Jones.
A intenção deste Blog é o de trazer informações sobre os mercados acionários e seus principais ativos. Esse espaço será utilizado para divulgar análises que fundamentem tendências de curto e médio prazos do Ibovespa, índices de mercados e comodities. Espero que o blog possa contribuir para a interpretação das tendências dos mercados,principalmente em momentos de maior volatilidade e incertezas.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Bolsa sobe 2,22% e atinge maior nível desde 1º de junho
por Agência ESTADO
23 de Julho de 2009 17:54
O resultado de junho das vendas de imóveis usados nos Estados Unidos melhor do que o esperado conseguiu a proeza de ampliar os ganhos do índice Bovespa (Ibovespa), principal referência das negociações de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em mais de mil pontos em uma única sessão, levando o índice para os 54 mil pontos, desempenho registrado pela última vez no início de junho. Os ganhos na Bolsa brasileira foram praticamente generalizados dentre as ações que compõem o índice Bovespa, mas os setores de construção civil, financeiro, de siderurgia e, claro, as blue chips (Vale e Petrobras) foram alguns dos destaques da sessão.
O Ibovespa subiu 2,22%, aos 54.249,36 pontos, maior nível desde os 54.486,29 pontos de 1º de junho passado. Na mínima do dia, ficou praticamente estável, aos 53.065 pontos (-0,01%) e, na máxima, atingiu os 54.629 pontos (+2,93%). No mês, o Ibovespa acumula ganho de 5,41% e, no ano, de 44,47%. O giro financeiro totalizou R$ 7,257 bilhões. Os dados são preliminares.
As Bolsas norte-americanas foram importante referência nesta quinta-feira, principalmente porque os dados conhecidos nos EUA hoje, entre balanços e indicadores, conseguiram furar um importante ponto gráfico de resistência do índice Dow Jones, ao redor de 8.800 pontos. "Isso fez com que entrassem muitas 'zeragens' entre os investidores vendidos, o que movimentou o pregão na primeira parte do dia. À tarde, passadas essas operações de ajuste, os índices não oscilaram muito, principalmente porque esbarraram em outra resistência do Dow Jones, de 9.100 pontos", comentou um profissional do mercado de renda variável de uma corretora paulista.
O Dow Jones terminou o pregão com variação positiva de 2,12%, no maior patamar do ano, de 9.069,29 pontos, o S&P500 subiu 2,33%, aos 976,29 pontos e o Nasdaq, de 2,45%, aos 1.973,60 pontos. As ordens de vendas se pautaram sobretudo no dado da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis dos EUA que revelaram aumento de 3,6% nas vendas de imóveis usados em junho. O dado foi mais do que o dobro do estimado pelos economistas, de 1,7%. Também agradou o indicador sobre os pedidos de auxílio-desemprego, já que mostrou crescimento abaixo do esperado: 30 mil, ante 43 mil esperados. Dentre os balanços que agradaram hoje, pode-se citar Ford, 3M e AT&T.
Os preços das matérias-primas (commodities) também se beneficiaram dos dados e balanços melhores de hoje e fecharam em elevação, diante da perspectiva de que a economia norte-americana parece estar esboçando alguma reação. Isso beneficiou diretamente as blue chips domésticas e as ações de siderúrgicas, que ainda contaram com impulso adicional dos dados domésticos igualmente positivos.
O IBGE anunciou taxa de desemprego menor do que esperava o mercado para o mês de junho, de 8,1%. Ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a taxa básica Selic em 0,5 ponto porcentual, para 8,75% ao ano. E a Fundação Getúlio Vargas divulgou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) que mostrou que, para o consumidor, a crise já foi superada. Com isso, apenas nove ações do índice Bovespa (composto por 66 papéis) fecharam em queda na sessão da Bovespa.
O contrato com vencimento em setembro do petróleo fechou com variação positiva de 2,69% na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), a US$ 67,16 o barril, influenciando o comportamento das ações da Petrobras, que avançaram 2,60% na ON (ordinária) e 2,24% na PN (preferencial). Vale também subiu, seguindo os metais, 2,10% a ON e 2,41% a PNA.
No setor siderúrgico, o balanço da Usiminas não agradou, mas os investidores não sofreram muito com ele. Usiminas PNA valorizou 3,59%, Gerdau PN subiu 2,22%, Metalúrgica Gerdau PN ganhou 2,23% e CSN ON subiu 2,23%.
23 de Julho de 2009 17:54
O resultado de junho das vendas de imóveis usados nos Estados Unidos melhor do que o esperado conseguiu a proeza de ampliar os ganhos do índice Bovespa (Ibovespa), principal referência das negociações de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em mais de mil pontos em uma única sessão, levando o índice para os 54 mil pontos, desempenho registrado pela última vez no início de junho. Os ganhos na Bolsa brasileira foram praticamente generalizados dentre as ações que compõem o índice Bovespa, mas os setores de construção civil, financeiro, de siderurgia e, claro, as blue chips (Vale e Petrobras) foram alguns dos destaques da sessão.
O Ibovespa subiu 2,22%, aos 54.249,36 pontos, maior nível desde os 54.486,29 pontos de 1º de junho passado. Na mínima do dia, ficou praticamente estável, aos 53.065 pontos (-0,01%) e, na máxima, atingiu os 54.629 pontos (+2,93%). No mês, o Ibovespa acumula ganho de 5,41% e, no ano, de 44,47%. O giro financeiro totalizou R$ 7,257 bilhões. Os dados são preliminares.
As Bolsas norte-americanas foram importante referência nesta quinta-feira, principalmente porque os dados conhecidos nos EUA hoje, entre balanços e indicadores, conseguiram furar um importante ponto gráfico de resistência do índice Dow Jones, ao redor de 8.800 pontos. "Isso fez com que entrassem muitas 'zeragens' entre os investidores vendidos, o que movimentou o pregão na primeira parte do dia. À tarde, passadas essas operações de ajuste, os índices não oscilaram muito, principalmente porque esbarraram em outra resistência do Dow Jones, de 9.100 pontos", comentou um profissional do mercado de renda variável de uma corretora paulista.
O Dow Jones terminou o pregão com variação positiva de 2,12%, no maior patamar do ano, de 9.069,29 pontos, o S&P500 subiu 2,33%, aos 976,29 pontos e o Nasdaq, de 2,45%, aos 1.973,60 pontos. As ordens de vendas se pautaram sobretudo no dado da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis dos EUA que revelaram aumento de 3,6% nas vendas de imóveis usados em junho. O dado foi mais do que o dobro do estimado pelos economistas, de 1,7%. Também agradou o indicador sobre os pedidos de auxílio-desemprego, já que mostrou crescimento abaixo do esperado: 30 mil, ante 43 mil esperados. Dentre os balanços que agradaram hoje, pode-se citar Ford, 3M e AT&T.
Os preços das matérias-primas (commodities) também se beneficiaram dos dados e balanços melhores de hoje e fecharam em elevação, diante da perspectiva de que a economia norte-americana parece estar esboçando alguma reação. Isso beneficiou diretamente as blue chips domésticas e as ações de siderúrgicas, que ainda contaram com impulso adicional dos dados domésticos igualmente positivos.
O IBGE anunciou taxa de desemprego menor do que esperava o mercado para o mês de junho, de 8,1%. Ontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a taxa básica Selic em 0,5 ponto porcentual, para 8,75% ao ano. E a Fundação Getúlio Vargas divulgou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) que mostrou que, para o consumidor, a crise já foi superada. Com isso, apenas nove ações do índice Bovespa (composto por 66 papéis) fecharam em queda na sessão da Bovespa.
O contrato com vencimento em setembro do petróleo fechou com variação positiva de 2,69% na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), a US$ 67,16 o barril, influenciando o comportamento das ações da Petrobras, que avançaram 2,60% na ON (ordinária) e 2,24% na PN (preferencial). Vale também subiu, seguindo os metais, 2,10% a ON e 2,41% a PNA.
No setor siderúrgico, o balanço da Usiminas não agradou, mas os investidores não sofreram muito com ele. Usiminas PNA valorizou 3,59%, Gerdau PN subiu 2,22%, Metalúrgica Gerdau PN ganhou 2,23% e CSN ON subiu 2,23%.
IBOV...após 22/07...suportes e resistências

O Ibovespa sintonizado com os mercados americanos, oscilou com certa volatilidade entre a máxima nos 53.664 e a mínima nos 52.543 pontos, finalizando em ligeira queda de - 0,33% nos 53.055 pontos. O "candle" formado no gráfico diário é um "doji" de aparente indefinição, mas que associado aos "candles" anteriores apresenta um provável "padrão de reversão" da tendência altista.
Suportes imediatos em 52.970, 52.530 e 52.000 pontos.
Resistências imediatas em 53.260, 53.715 e 54.000 pontos.
DJI...após 22/07...suportes e resistências

DJI oscilou durante o pregão entre a máxima nos 8.950 pontos e a mínima em 8.860 pontos, finalizando em ligeira queda de - 0,39% nos 8.881 pontos. Nessa movimentação em que realizou novo topo nos 8.950 pontos, produziu um "candle" de aparente indefinição, mas que associado ao "candle" anterior produziu um "harami de baixa", sinalizador de uma provável reversão de tendência.
Suportes imediatos em 8.860, 8.830, 8.000 e 8.760 pontos.
Resistências imediatas em 8.895, 8.920 e 8.952 pontos.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Banco Central reduz juros para 8,75% ao ano
Queda foi de meio ponto percentual, conforme previa o mercado
Portal EXAME
22.07.2009 19h08
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 9,25% para 8,75% ao ano, conforme previsto pelo mercado. Neste ano, os juros básicos já foram reduzidos em 5 pontos percentuais.
Segundo o Copom, "levando em conta que a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro tem efeitos defasados e cumulativos sobre a economia, o Comitê avalia, neste momento, que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não-inflacionária da atividade econômica".
Portal EXAME
22.07.2009 19h08
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 9,25% para 8,75% ao ano, conforme previsto pelo mercado. Neste ano, os juros básicos já foram reduzidos em 5 pontos percentuais.
Segundo o Copom, "levando em conta que a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro tem efeitos defasados e cumulativos sobre a economia, o Comitê avalia, neste momento, que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não-inflacionária da atividade econômica".
Wall Street fecha sem direção comum; Nasdaq sobe
por Agência ESTADO
22 de Julho de 2009 19:18
Os principais índices das Bolsas de Nova York encerraram o dia em direções divergentes, com investidores avaliando o saldo da temporada de balanços até o momento e adotando uma postura mais cautelosa após o avanço acentuado dos papéis nas últimas sessões. "Os investidores estão esperando por mais balanços e previsões antes de decidirem qual será o próximo passo", disse Quincy Krosby, estrategista de mercado da Prudential Financial. "Eles também estão digerindo o testemunho de Bernanke (presidente do Federal Reserve), que foi uma avaliação fria sobre o contexto da economia."
O Nasdaq subiu 10,18 pontos, ou 0,53%, para 1.926,38 pontos, somando 11 sessões consecutivas de alta, algo que não era registrado desde setembro de 1996. O Dow Jones recuou 34,68 pontos, ou 0,39%, para 8.881,26 pontos, interrompendo uma sequência de sete sessões consecutivas de alta. O S&P 500 perdeu 0,51 ponto, ou 0,05%, to 954,07 pontos.
As ações da Apple subiram 3,5% e encerraram a sessão a US$ 156,74 - maior nível de fechamento desde setembro do ano passado. A companhia divulgou um aumento de 15% no lucro trimestral devido ao aumento nas vendas de iPhones e afirmou que não conseguiu suprir a demanda pelo produto.
O Yahoo! avançou 3,7%, mas chegou a recuar até 3,8% durante a sessão. As vendas caíram novamente no segundo trimestre, diante da deterioração dos negócios com anúncios online, mas o portal manteve um controle forte sobre os custos e divulgou um lucro superior às expectativas de Wall Street. Ainda no setor de tecnologia, a Advanced Micro Devices (AMD) recuou 13% após divulgar resultados que não foram equivalentes aos da rival Intel no segundo trimestre.
Os papéis da Starbucks saltaram 18% e lideraram os ganhos, em termos porcentuais, do índice S&P 500. A rede registrou lucro no terceiro trimestre fiscal devido a custos de reestruturação mais baixos e elevou a meta de corte de custos para o ano fiscal. O Wells Fargo perdeu 3,6% apesar de ter divulgado um lucro recorde para o segundo trimestre, com investidores preocupados com a qualidade e o nível da dívida da instituição. As informações são da Dow Jones.
22 de Julho de 2009 19:18
Os principais índices das Bolsas de Nova York encerraram o dia em direções divergentes, com investidores avaliando o saldo da temporada de balanços até o momento e adotando uma postura mais cautelosa após o avanço acentuado dos papéis nas últimas sessões. "Os investidores estão esperando por mais balanços e previsões antes de decidirem qual será o próximo passo", disse Quincy Krosby, estrategista de mercado da Prudential Financial. "Eles também estão digerindo o testemunho de Bernanke (presidente do Federal Reserve), que foi uma avaliação fria sobre o contexto da economia."
O Nasdaq subiu 10,18 pontos, ou 0,53%, para 1.926,38 pontos, somando 11 sessões consecutivas de alta, algo que não era registrado desde setembro de 1996. O Dow Jones recuou 34,68 pontos, ou 0,39%, para 8.881,26 pontos, interrompendo uma sequência de sete sessões consecutivas de alta. O S&P 500 perdeu 0,51 ponto, ou 0,05%, to 954,07 pontos.
As ações da Apple subiram 3,5% e encerraram a sessão a US$ 156,74 - maior nível de fechamento desde setembro do ano passado. A companhia divulgou um aumento de 15% no lucro trimestral devido ao aumento nas vendas de iPhones e afirmou que não conseguiu suprir a demanda pelo produto.
O Yahoo! avançou 3,7%, mas chegou a recuar até 3,8% durante a sessão. As vendas caíram novamente no segundo trimestre, diante da deterioração dos negócios com anúncios online, mas o portal manteve um controle forte sobre os custos e divulgou um lucro superior às expectativas de Wall Street. Ainda no setor de tecnologia, a Advanced Micro Devices (AMD) recuou 13% após divulgar resultados que não foram equivalentes aos da rival Intel no segundo trimestre.
Os papéis da Starbucks saltaram 18% e lideraram os ganhos, em termos porcentuais, do índice S&P 500. A rede registrou lucro no terceiro trimestre fiscal devido a custos de reestruturação mais baixos e elevou a meta de corte de custos para o ano fiscal. O Wells Fargo perdeu 3,6% apesar de ter divulgado um lucro recorde para o segundo trimestre, com investidores preocupados com a qualidade e o nível da dívida da instituição. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa interrompe 5 dias de ganhos e cede 0,30%
por Agência ESTADO
22 de Julho de 2009 17:44
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve nesta quarta-feira um pregão bem parecido com o da véspera, com muita volatilidade, ora em alta ora em baixa. As ações da Vale e da Petrobras recuaram, mas a baixa foi contrabalançada pelos papéis de siderúrgicas e de bancos. E, após muita indefinição, o índice Bovespa (Ibovespa) interrompeu cinco sessões seguidas de ganhos e fechou em queda.
O Ibovespa recuou 0,30%, aos 53.072,57 pontos. No mês, acumula elevação de 3,12% e, no ano, de 41,34%. O índice registrou 52.543 pontos (-1,30%) na pontuação mínima do dia e, na máxima, 53.664 pontos (+0,81%). O giro financeiro totalizou R$ 5,093 bilhões. Os dados são preliminares.
A alta que se manifestou em várias oportunidades do pregão foi patrocinada pelos investidores estrangeiros. "Eles estão otimistas, principalmente com os balanços que têm sido divulgados, e estão sustentando o Ibovespa em alta", comentou um consultor de investimentos de um grande banco doméstico. Mas como as Bolsas norte-americanas engataram uma realização de lucros, não houve boas justificativas para a Bovespa não acompanhar.
Dois balanços nos EUA trouxeram instabilidade aos negócios, puxando as ordens de vendas. Os investidores não gostaram dos números do Morgan Stanley (prejuízo de US$ 1,10 por ação, acima da previsão dos analistas, de US$ 0,47), nem do Wells Fargo (o lucro disparou 81% para um nível recorde, mas as ações cederam diante de preocupações com o nível e a qualidade da dívida da instituição). Além disso, o estrategista de bolsa do Morgan Stanley, Jason Todd, previu hoje que o mercado vai subir ainda mais este ano, mas considerou que os clientes devem aproveitar este rali para vender ações.
Por outro lado, a lista de balanços de hoje também trouxe números agradáveis, que contribuíram para neutralizar parcialmente os efeitos das duas instituições financeiras. Um dos destaques de alta foi o setor farmacêutico, depois que a Eli Lilly informou que seu lucro líquido subiu 21% no segundo trimestre (US$ 1,06 por ação ante US$ 1,02 previsto por analistas) e a Pfizer elevou sua projeção de ganho para o ano - embora tenha registrado queda no lucro no segundo trimestre para US$ 0,34 por ação (ante US$ 0,47 previsto por analistas).
O Dow Jones interrompeu sete altas consecutivas e fechou em baixa de 0,39%, aos 8.881,26 pontos. O S&P caiu 0,05%, aos 954,07 pontos, e o Nasdaq subiu 0,53%, aos 1.926,38 pontos.
No Brasil, Vale e Petrobras pesaram sobre o Ibovespa. As ações da mineradora sofreram uma realização de lucros mais forte do que a petrolífera, mas também esse desempenho teve um freio, no caso, os números de importação de cobre e níquel divulgados hoje pela China. O país asiático anunciou compras recordes de níquel e cobre no mercado externo em junho, mais um sinal de recuperação da demanda. Vale ON terminou em queda de 2,03% e PNA, de 1,30%.
Petrobras sofreu influência direta do preço do petróleo, por sua vez impactado pelos dados de estoques nos EUA que corresponderam às expectativas do mercado e reforçaram a perspectiva de que a demanda por combustíveis continua fraca. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo para setembro terminou com variação negativa de 0,32%, para US$ 65,40 o barril. Aqui, Petrobras ON caiu 0,91% e Petrobras PN cedeu 0,41%.
Ações dos setores siderúrgico e financeiro subiram, diluindo as perdas do Ibovespa. Usiminas, que divulga balanço após o fechamento do mercado, avançou 1,32% na PNA e 1,58% na ON. Gerdau PN, +0,93%, Metalúrgica Gerdau PN, +0,75%, e CSN ON, +0,22%. Bradesco PN, +0,41% e Itaú Unibanco PN, +0,28%. No final, BB ON virou e recuou 0,36%.
22 de Julho de 2009 17:44
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve nesta quarta-feira um pregão bem parecido com o da véspera, com muita volatilidade, ora em alta ora em baixa. As ações da Vale e da Petrobras recuaram, mas a baixa foi contrabalançada pelos papéis de siderúrgicas e de bancos. E, após muita indefinição, o índice Bovespa (Ibovespa) interrompeu cinco sessões seguidas de ganhos e fechou em queda.
O Ibovespa recuou 0,30%, aos 53.072,57 pontos. No mês, acumula elevação de 3,12% e, no ano, de 41,34%. O índice registrou 52.543 pontos (-1,30%) na pontuação mínima do dia e, na máxima, 53.664 pontos (+0,81%). O giro financeiro totalizou R$ 5,093 bilhões. Os dados são preliminares.
A alta que se manifestou em várias oportunidades do pregão foi patrocinada pelos investidores estrangeiros. "Eles estão otimistas, principalmente com os balanços que têm sido divulgados, e estão sustentando o Ibovespa em alta", comentou um consultor de investimentos de um grande banco doméstico. Mas como as Bolsas norte-americanas engataram uma realização de lucros, não houve boas justificativas para a Bovespa não acompanhar.
Dois balanços nos EUA trouxeram instabilidade aos negócios, puxando as ordens de vendas. Os investidores não gostaram dos números do Morgan Stanley (prejuízo de US$ 1,10 por ação, acima da previsão dos analistas, de US$ 0,47), nem do Wells Fargo (o lucro disparou 81% para um nível recorde, mas as ações cederam diante de preocupações com o nível e a qualidade da dívida da instituição). Além disso, o estrategista de bolsa do Morgan Stanley, Jason Todd, previu hoje que o mercado vai subir ainda mais este ano, mas considerou que os clientes devem aproveitar este rali para vender ações.
Por outro lado, a lista de balanços de hoje também trouxe números agradáveis, que contribuíram para neutralizar parcialmente os efeitos das duas instituições financeiras. Um dos destaques de alta foi o setor farmacêutico, depois que a Eli Lilly informou que seu lucro líquido subiu 21% no segundo trimestre (US$ 1,06 por ação ante US$ 1,02 previsto por analistas) e a Pfizer elevou sua projeção de ganho para o ano - embora tenha registrado queda no lucro no segundo trimestre para US$ 0,34 por ação (ante US$ 0,47 previsto por analistas).
O Dow Jones interrompeu sete altas consecutivas e fechou em baixa de 0,39%, aos 8.881,26 pontos. O S&P caiu 0,05%, aos 954,07 pontos, e o Nasdaq subiu 0,53%, aos 1.926,38 pontos.
No Brasil, Vale e Petrobras pesaram sobre o Ibovespa. As ações da mineradora sofreram uma realização de lucros mais forte do que a petrolífera, mas também esse desempenho teve um freio, no caso, os números de importação de cobre e níquel divulgados hoje pela China. O país asiático anunciou compras recordes de níquel e cobre no mercado externo em junho, mais um sinal de recuperação da demanda. Vale ON terminou em queda de 2,03% e PNA, de 1,30%.
Petrobras sofreu influência direta do preço do petróleo, por sua vez impactado pelos dados de estoques nos EUA que corresponderam às expectativas do mercado e reforçaram a perspectiva de que a demanda por combustíveis continua fraca. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo para setembro terminou com variação negativa de 0,32%, para US$ 65,40 o barril. Aqui, Petrobras ON caiu 0,91% e Petrobras PN cedeu 0,41%.
Ações dos setores siderúrgico e financeiro subiram, diluindo as perdas do Ibovespa. Usiminas, que divulga balanço após o fechamento do mercado, avançou 1,32% na PNA e 1,58% na ON. Gerdau PN, +0,93%, Metalúrgica Gerdau PN, +0,75%, e CSN ON, +0,22%. Bradesco PN, +0,41% e Itaú Unibanco PN, +0,28%. No final, BB ON virou e recuou 0,36%.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Wall Street fecha em alta; S&P 500, na máxima do ano
por Agência ESTADO
20 de Julho de 2009 19:26
Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, reagindo positivamente ao índice de indicadores antecedentes do Conference Board, aos balanços corporativos divulgados ao longo do dia e às notícias de que o CIT Group teria fechado um acordo para evitar um potencial pedido de concordata.
Segundo James Paulsen, estrategista-chefe de investimentos do Wells Capital, "é motivador o fato de o CIT Group ter conseguido encontrar uma solução própria. Faz você sentir que estamos voltando ao normal." Ele acrescentou que também contribuiu para o avanço dos mercados de ações o fato de o índice de indicadores antecedentes do Conference Board ter continuado em alta durante o mês de junho. O índice subiu 0,7% em junho, depois de ter aumentado 1,3% em maio.
O Dow Jones subiu 104,21 pontos, ou 1,19%, para 8.848,15 pontos. Este foi o sexto fechamento consecutivo do índice em território positivo, algo que não era registrado há dois anos. O Nasdaq avançou 22,68 pontos, ou 1,2%, para 1.909,29 pontos, e alcançou a marca de nove sessões consecutivas de alta - série mais longa desde julho de 1998. O S&P 500 subiu 10,75 pontos, ou 1,14%, para 951,13 pontos, atingindo um novo recorde de fechamento para este ano.
A Caterpillar registrou o maior avanço entre os componentes do índice Dow Jones, avançando 7,8% após analistas do Bank of America-Merrill Lynch elevarem a recomendação das ações da companhia para "comprar", de "neutro", argumentando que a demanda por máquinas de construção provavelmente atingiu um piso durante o segundo trimestre.
As ações da Hasbro ganharam 4,2% após a empresa anunciar que obteve um lucro no segundo trimestre superior às estimativas de analistas. O Bank of America, que teve o desempenho de suas ações rebaixado pela Fox-Pitt Kelton, caiu 5%. A fabricante de peças de automóveis, sistemas hidráulicos e produtos elétricos Eaton subiu 8,9% depois de divulgar um lucro no segundo trimestre que surpreendeu positivamente o mercado.
A Western Union fechou em alta de 1,4%. A companhia chegou a um acordo para oferecer serviços mundiais de transferência de dinheiro por meio do Fifth Third Bancorp. A Halliburton, que divulgou uma queda no lucro do segundo trimestre mas superou as estimativas de analistas em relação ao lucro por ação, ganhou 4,4%. A Walt Disney subiu 3,5% após analistas do Morgan Stanley elevarem o grau de classificação de investimento do setor de mídia para "atraente". O CIT Group encerrou o dia em alta de 78,57%. As informações são da Dow Jones.
20 de Julho de 2009 19:26
Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, reagindo positivamente ao índice de indicadores antecedentes do Conference Board, aos balanços corporativos divulgados ao longo do dia e às notícias de que o CIT Group teria fechado um acordo para evitar um potencial pedido de concordata.
Segundo James Paulsen, estrategista-chefe de investimentos do Wells Capital, "é motivador o fato de o CIT Group ter conseguido encontrar uma solução própria. Faz você sentir que estamos voltando ao normal." Ele acrescentou que também contribuiu para o avanço dos mercados de ações o fato de o índice de indicadores antecedentes do Conference Board ter continuado em alta durante o mês de junho. O índice subiu 0,7% em junho, depois de ter aumentado 1,3% em maio.
O Dow Jones subiu 104,21 pontos, ou 1,19%, para 8.848,15 pontos. Este foi o sexto fechamento consecutivo do índice em território positivo, algo que não era registrado há dois anos. O Nasdaq avançou 22,68 pontos, ou 1,2%, para 1.909,29 pontos, e alcançou a marca de nove sessões consecutivas de alta - série mais longa desde julho de 1998. O S&P 500 subiu 10,75 pontos, ou 1,14%, para 951,13 pontos, atingindo um novo recorde de fechamento para este ano.
A Caterpillar registrou o maior avanço entre os componentes do índice Dow Jones, avançando 7,8% após analistas do Bank of America-Merrill Lynch elevarem a recomendação das ações da companhia para "comprar", de "neutro", argumentando que a demanda por máquinas de construção provavelmente atingiu um piso durante o segundo trimestre.
As ações da Hasbro ganharam 4,2% após a empresa anunciar que obteve um lucro no segundo trimestre superior às estimativas de analistas. O Bank of America, que teve o desempenho de suas ações rebaixado pela Fox-Pitt Kelton, caiu 5%. A fabricante de peças de automóveis, sistemas hidráulicos e produtos elétricos Eaton subiu 8,9% depois de divulgar um lucro no segundo trimestre que surpreendeu positivamente o mercado.
A Western Union fechou em alta de 1,4%. A companhia chegou a um acordo para oferecer serviços mundiais de transferência de dinheiro por meio do Fifth Third Bancorp. A Halliburton, que divulgou uma queda no lucro do segundo trimestre mas superou as estimativas de analistas em relação ao lucro por ação, ganhou 4,4%. A Walt Disney subiu 3,5% após analistas do Morgan Stanley elevarem o grau de classificação de investimento do setor de mídia para "atraente". O CIT Group encerrou o dia em alta de 78,57%. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa sobe 2,08% e fecha acima de 53 mil pontos
por Agência ESTADO
20 de Julho de 2009 17:38
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) conseguiu manter nesta segunda-feira o clima positivo visto na semana passada, graças aos indicadores e balanços favoráveis, além da possibilidade de uma solução para o problemático CIT Group, nos Estados Unidos. O índice Bovespa (Ibovespa) voltou aos 53 mil pontos, nível que tinha pisado pela última vez na primeira quinzena do mês passado, ajudado pela recuperação de preço de matérias-primas (commodities) e em meio a um giro engordado pelo vencimento de opções sobre ações.
O Ibovespa subiu 2,08% na sessão de hoje, para 53.154,93 pontos, maior patamar desde os 53.558,23 pontos de 12 de junho passado. Na mínima do dia, ficou estável, aos 52.073 pontos, e, na máxima, atingiu +2,28%, aos 53.262 pontos. Com mais esse resultado favorável, os ganhos em julho subiram a 3,28% e, em 2009, a 41,56%. Os dados são preliminares. O volume financeiro somou R$ 7,773 bilhões, dos quais R$ 2,46 bilhões referem-se ao vencimento de opções sobre ações, sendo R$ 2,23 bilhões em opções de compra e R$ 230 milhões, de venda.
O clima doméstico beneficiou-se da brisa favorável vinda do exterior, com o noticiário dando conta de que o norte-americano CIT Group iria anunciar hoje um acordo de refinanciamento de US$ 3 bilhões com os detentores de bônus para evitar um pedido de concordata nos EUA. Até o final da sessão, entretanto, a confirmação oficial não veio. Mas isso não dissipou o bom humor, garantido ainda pelos indicadores antecedentes do Conference Board, que mostraram alta em linha com as projeções em junho, de 0,7%.
A revisão para cima do S&P 500 pelo Goldman Sachs, que agora prevê que o índice de ações em Wall Street fechará o ano perto de 1.060 pontos, também favoreceu a alta das bolsas. O Dow Jones terminou em elevação de 1,19%, aos 8.848,15 pontos, S&P 500 avançou 1,14%, aos 951,13 pontos - nível mais alto de 2009 -, e Nasdaq subiu 1,20%, aos 1.909,29 pontos.
Com a recuperação das ações e diante da perspectiva de retomada econômica - segundo pesquisa da Associação Nacional para Economia de Negócios, a economia dos Estados Unidos deverá se estabilizar no segundo semestre deste ano -, as commodities também subiram. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto subiu 0,66%, para US$ 63,98 o barril.
Isso e o vencimento das opções sobre ações acabaram por influenciar o comportamento das blue chips Vale e Petrobras. Hoje, a mineradora brasileira anunciou mais um acordo de preços, para seu minério de ferro e pelota, com a siderúrgica italiana Lucchini. O preço dos finos de minério vai cair 28,2% em relação aos níveis de 2008, mesmo porcentual já acertado com siderúrgicas do Japão, Coreia do Sul e Europa. Vale ON terminou em alta de 3,83%, e PNA, de 3,05%.
O setor siderúrgico acompanhou os ganhos, também influenciado pelos dados da Associação Mundial do Aço que revelaram aumento de 4% na produção mundial de aço em junho em relação a maio. A China apresentou crescimento de 6,3% no período. Gerdau PN teve alta de 4,69%, Metalúrgica Gerdau PN, 4,27%, Usiminas PNA, 2,68%, e CSN ON, 4,17%. Petrobras subiu menos: +2,06% a ON e +1,27% a PN.
O setor bancário também foi destaque no mercado interno nesta sessão, depois que a corretora Goldman Sachs elevou sua recomendação para as ações dos bancos Itaú Unibanco e Bradesco de neutro para compra. A recomendação da Lojas Renner também foi melhorada, de venda para neutro. Itaú Unibanco PN subiu 4,22%, Bradesco PN, 2,77%, e BB ON, 1,62%. Lojas Renner ON avançou 5,73%.
Na opinião de Fausto Gouveia, economista da Legan Asset, apesar de a semana ser mais fraca em termos de agenda, as perspectivas seguem positivas, sobretudo diante das boas expectativas para os balanços interno e externo. "E esse clima melhor também abre janelas de oportunidades para as empresas colocarem debêntures e fazerem emissões", comentou ao lembrar que o quadro positivo ainda se completa, no quadro doméstico, com a reunião do Copom, que deve cortar a Selic em mais 0,5 ponto porcentual, segundo a avaliação dominante entre os especialistas do mercado financeiro.
20 de Julho de 2009 17:38
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) conseguiu manter nesta segunda-feira o clima positivo visto na semana passada, graças aos indicadores e balanços favoráveis, além da possibilidade de uma solução para o problemático CIT Group, nos Estados Unidos. O índice Bovespa (Ibovespa) voltou aos 53 mil pontos, nível que tinha pisado pela última vez na primeira quinzena do mês passado, ajudado pela recuperação de preço de matérias-primas (commodities) e em meio a um giro engordado pelo vencimento de opções sobre ações.
O Ibovespa subiu 2,08% na sessão de hoje, para 53.154,93 pontos, maior patamar desde os 53.558,23 pontos de 12 de junho passado. Na mínima do dia, ficou estável, aos 52.073 pontos, e, na máxima, atingiu +2,28%, aos 53.262 pontos. Com mais esse resultado favorável, os ganhos em julho subiram a 3,28% e, em 2009, a 41,56%. Os dados são preliminares. O volume financeiro somou R$ 7,773 bilhões, dos quais R$ 2,46 bilhões referem-se ao vencimento de opções sobre ações, sendo R$ 2,23 bilhões em opções de compra e R$ 230 milhões, de venda.
O clima doméstico beneficiou-se da brisa favorável vinda do exterior, com o noticiário dando conta de que o norte-americano CIT Group iria anunciar hoje um acordo de refinanciamento de US$ 3 bilhões com os detentores de bônus para evitar um pedido de concordata nos EUA. Até o final da sessão, entretanto, a confirmação oficial não veio. Mas isso não dissipou o bom humor, garantido ainda pelos indicadores antecedentes do Conference Board, que mostraram alta em linha com as projeções em junho, de 0,7%.
A revisão para cima do S&P 500 pelo Goldman Sachs, que agora prevê que o índice de ações em Wall Street fechará o ano perto de 1.060 pontos, também favoreceu a alta das bolsas. O Dow Jones terminou em elevação de 1,19%, aos 8.848,15 pontos, S&P 500 avançou 1,14%, aos 951,13 pontos - nível mais alto de 2009 -, e Nasdaq subiu 1,20%, aos 1.909,29 pontos.
Com a recuperação das ações e diante da perspectiva de retomada econômica - segundo pesquisa da Associação Nacional para Economia de Negócios, a economia dos Estados Unidos deverá se estabilizar no segundo semestre deste ano -, as commodities também subiram. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto subiu 0,66%, para US$ 63,98 o barril.
Isso e o vencimento das opções sobre ações acabaram por influenciar o comportamento das blue chips Vale e Petrobras. Hoje, a mineradora brasileira anunciou mais um acordo de preços, para seu minério de ferro e pelota, com a siderúrgica italiana Lucchini. O preço dos finos de minério vai cair 28,2% em relação aos níveis de 2008, mesmo porcentual já acertado com siderúrgicas do Japão, Coreia do Sul e Europa. Vale ON terminou em alta de 3,83%, e PNA, de 3,05%.
O setor siderúrgico acompanhou os ganhos, também influenciado pelos dados da Associação Mundial do Aço que revelaram aumento de 4% na produção mundial de aço em junho em relação a maio. A China apresentou crescimento de 6,3% no período. Gerdau PN teve alta de 4,69%, Metalúrgica Gerdau PN, 4,27%, Usiminas PNA, 2,68%, e CSN ON, 4,17%. Petrobras subiu menos: +2,06% a ON e +1,27% a PN.
O setor bancário também foi destaque no mercado interno nesta sessão, depois que a corretora Goldman Sachs elevou sua recomendação para as ações dos bancos Itaú Unibanco e Bradesco de neutro para compra. A recomendação da Lojas Renner também foi melhorada, de venda para neutro. Itaú Unibanco PN subiu 4,22%, Bradesco PN, 2,77%, e BB ON, 1,62%. Lojas Renner ON avançou 5,73%.
Na opinião de Fausto Gouveia, economista da Legan Asset, apesar de a semana ser mais fraca em termos de agenda, as perspectivas seguem positivas, sobretudo diante das boas expectativas para os balanços interno e externo. "E esse clima melhor também abre janelas de oportunidades para as empresas colocarem debêntures e fazerem emissões", comentou ao lembrar que o quadro positivo ainda se completa, no quadro doméstico, com a reunião do Copom, que deve cortar a Selic em mais 0,5 ponto porcentual, segundo a avaliação dominante entre os especialistas do mercado financeiro.
IBOV...suportes e resistências após 17/07

Nesta segunda semana de julho, o Ibovespa após um início de semana "lateralizando" até encontrar suporte na mínima nos 48.260 pontos, retomou forte alta a partir de quarta-feira, vindo buscar máxima semanal na sexta-feira nos 52.352 pontos para depois finalizar a semana em 52.072 pontos, alta de 5,8% sobre o fechamento da semana anterior nos 49.220 pontos. O "candle" formado no gráfico semanal, se assemelha a um "martelo vazio", sinalizando a possibilidade de continuidade da alta na próxima semana. O "candle" do gráfico diário se assemelha a um "doji" sinalizando indefinição para o início da semana. Apesar de alguns dos principais indicadores do gráfico diário já se encontrarem em região sobrecomprada pelas altas recentes, os resultados trimestrais que começarão a ser divulgados nesta semana e a divulgação da reunião do COPOM na próxima quarta-feira definindo as novas taxas de juro, poderão balizar melhor a tendência na próxima semana.
Suportes imediatos em 51.765, 51.200, 50.270 e 50.000 pontos.
Resistências imediatas em 52.170, 52.290, 52.350, 52.430, 52.600 e 52.800 pontos.
domingo, 19 de julho de 2009
DJI...suportes e resistências após 17/07

Nesta última semana de julho, DJI abriu nos 8.146 pontos e a partir daí iniciou uma sequência de cinco pregões ininterruptos de alta, atingindo máxima semanal na sexta-feira nos 8.754 pontos para depois finalizar em 8.744 pontos, forte alta de +7,34% sobre o fechamento da semana anterior. O "candle" do gráfico semanal é um "marubozu vazio" sinalizando a predominância da pressão compradora, mas sem uma definição de tendência para a próxima semana. O candle do gráfico diário se assemelha a um martelo que pode sinalizar ainda abertura em alta neste início de semana. A forte recuperação na semana deixou os principais indicadores em região de "sobrecompra", o que pode favorecer eventual realização. A divulgação de resultados corporativos trimestrais de várias empresas e a agenda econômica semanal com destaque para o "initial claims" poderá delinear melhor a tendência da semana.
Suportes imediatos em 8.670, 8.633, 8.625, 8.580 e 8.540 pontos.
Resistências imediatas em 8.750, 8.780, 8.800 e 8.830 pontos.
Commodities...perspectivas na 3a. semana de julho

Fonte: Bloomberg
Situação em 17/07
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
(Vermelho)UBS BLOOMBERG CMCI 1069.26 16.99 1051.16 1071.70 1048.04
(Laranja)S&P GSCI 430.18 8.41 420.17 432.34 417.80
(Verde)RJ/CRB Commodity 245.05 4.10 241.17 245.05 240.95
(Azul)Rogers Intl 2827.11 51.73 2773.08 2836.49 2760.92
Situação em 10/07
INDEX NAME VALUE CHANGE OPEN HIGH LOW
UBS BLOOMBERG CMCI 1016.03 -6.44 1014.70 1018.37 1007.28
S&P GSCI 404.51 -2.12 404.51 407.39 399.64
RJ/CRB Commodity 233.51 -1.02 234.42 234.53 232.19
Rogers Intl 2682.77 -17.34 2695.20 2695.40 2653.66
Variação semanal 10/07 a 17/07
INDICE Fechamento (10/07) x Fechamento(17/07) VARIAÇÃO SEMANAL (%)
UBS BLOOMBERG CMCI 1016.03 1069.26 + 5,19%
S&P GSCI 404.51 430.18 +6,35%
RJ/CRB Commodity 233.51 245.05 +4,94%
Rogers Intl 2682.77 2827.11 +5,38%
Análise:
Nesta segunda semana de julho, as commodities recuperaram praticamente toda realização ocorrida na semana anterior e finalizaram a semana, em forte alta de +5,47% , na média dos quatro índices, em base semanal. Essa correção reduziu a defasagem para cerca de -44%, quando comparados aos preços praticados há um ano atrás, na média desses índices. O gráfico diário do índice "UBS Bloomberg", traçado em vermelho e semelhante aos demais índices, mostram que os preços alcançaram novamente a LTA recente e estão tentando romper essa resistência para retomar o movimento anterior de alta. O "candle" do gráfico semanal é um "marubozu vazio", consequência da pressão compradora ocorrida durante a semana, mas que deixa uma perspectiva de indefinição de tendência. Nesta próxima semana de julho, a confirmação do rompimento definitivo da antiga LTA poderá sinalizar a continuidade da recuperação dos preços das commodities, caso contrário retomará o movimento no sub-canal de baixa.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Bolsas de Nova York acumulam alta na semana
por Agência ESTADO
17 de Julho de 2009 19:50
Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam perto da estabilidade, com investidores adotando uma postura mais cautelosa após a alta acentuada acumulada ao longo da semana. O Dow Jones fechou a sessão em alta de 32,12 pontos, ou 0,37%, para 8.743,94 pontos, acumulando ganho de 597,42 pontos - ou 7,3% - na semana. O S&P 500 caiu 0,36 ponto, ou 0,04%, para 940,38 pontos, mas subiu 61,25 pontos, ou 7%, em comparação ao fechamento da sexta-feira passada.
O Nasdaq avançou 1,58 ponto, ou 0,08%, para 1.886,61 pontos, registrando o maior nível de fechamento desde 3 de outubro. Esta foi a oitava sessão consecutiva em que o índice encerrou em território positivo - sequência mais longa em mais de quatro anos. Na semana, o Nasdaq ganhou 130,58 pontos, ou 7,4%.
"Tivemos uma semana explosiva amparada pela divulgação de balanços fortes e de alguns relatórios econômicos decentes", disse Joe Battipaglia, estrategista de mercado da Stifel Nicolaus. "O grande ponto de interrogação é o que acontecerá depois, porque algumas companhias veem dias melhores e outras não."
As ações da IBM subiram 4,3%, para US$ 115,42 - maior preço de fechamento desde setembro. O lucro da companhia cresceu 12% no segundo trimestre, com o aumento nas margens compensando a redução da receita. A companhia também revisou para cima sua previsão de lucro para o ano. Na semana, as ações da companhia subiram 14%.
A General Electric recuou 6%, após divulgar uma queda de 47% no lucro do segundo trimestre.
A Mattel fechou em alta de 7,6% e registrou o segundo maior ganho entre os componentes do S&P 500, atrás apenas do CIT Group. O lucro da fabricante de brinquedos disparou 82%, embora as vendas tenham caído 19% - taxa mais acentuada que a prevista por analistas.
O Google caiu 2,8% após divulgar que seu crescimento continua perdendo fôlego, indicando que o mercado de anúncios publicitários online está encolhendo. O Yahoo ganhou 4% após uma notícia do Wall Street Journal afirmar que as negociações entre a companhia e a Microsoft para um mecanismo de busca aceleraram. O BB&T, cujo lucro no segundo trimestre caiu 52%, fechou em baixa de 6,2%.
Os papéis do Bank of America caíram 2,1% enquanto os do Citigroup recuaram 1 centavo, para US$ 3,02. Os dois bancos conseguiram apresentar lucro no segundo trimestre, apesar dos sinais de que haveria perdas pesadas com empréstimos comerciais. As informações são da Dow Jones.
17 de Julho de 2009 19:50
Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam perto da estabilidade, com investidores adotando uma postura mais cautelosa após a alta acentuada acumulada ao longo da semana. O Dow Jones fechou a sessão em alta de 32,12 pontos, ou 0,37%, para 8.743,94 pontos, acumulando ganho de 597,42 pontos - ou 7,3% - na semana. O S&P 500 caiu 0,36 ponto, ou 0,04%, para 940,38 pontos, mas subiu 61,25 pontos, ou 7%, em comparação ao fechamento da sexta-feira passada.
O Nasdaq avançou 1,58 ponto, ou 0,08%, para 1.886,61 pontos, registrando o maior nível de fechamento desde 3 de outubro. Esta foi a oitava sessão consecutiva em que o índice encerrou em território positivo - sequência mais longa em mais de quatro anos. Na semana, o Nasdaq ganhou 130,58 pontos, ou 7,4%.
"Tivemos uma semana explosiva amparada pela divulgação de balanços fortes e de alguns relatórios econômicos decentes", disse Joe Battipaglia, estrategista de mercado da Stifel Nicolaus. "O grande ponto de interrogação é o que acontecerá depois, porque algumas companhias veem dias melhores e outras não."
As ações da IBM subiram 4,3%, para US$ 115,42 - maior preço de fechamento desde setembro. O lucro da companhia cresceu 12% no segundo trimestre, com o aumento nas margens compensando a redução da receita. A companhia também revisou para cima sua previsão de lucro para o ano. Na semana, as ações da companhia subiram 14%.
A General Electric recuou 6%, após divulgar uma queda de 47% no lucro do segundo trimestre.
A Mattel fechou em alta de 7,6% e registrou o segundo maior ganho entre os componentes do S&P 500, atrás apenas do CIT Group. O lucro da fabricante de brinquedos disparou 82%, embora as vendas tenham caído 19% - taxa mais acentuada que a prevista por analistas.
O Google caiu 2,8% após divulgar que seu crescimento continua perdendo fôlego, indicando que o mercado de anúncios publicitários online está encolhendo. O Yahoo ganhou 4% após uma notícia do Wall Street Journal afirmar que as negociações entre a companhia e a Microsoft para um mecanismo de busca aceleraram. O BB&T, cujo lucro no segundo trimestre caiu 52%, fechou em baixa de 6,2%.
Os papéis do Bank of America caíram 2,1% enquanto os do Citigroup recuaram 1 centavo, para US$ 3,02. Os dois bancos conseguiram apresentar lucro no segundo trimestre, apesar dos sinais de que haveria perdas pesadas com empréstimos comerciais. As informações são da Dow Jones.
Bolsa sobe pelo 3º dia seguido e ganha 5,79% na semana
por Agência ESTADO
17 de Julho de 2009 17:50
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve hoje sua terceira sessão consecutiva de elevação. Embora o ritmo tenha sido bem mais lento do que o visto nos dois dias anteriores, colaborou para garantir uma alta de 5,79% na semana. A sexta-feira foi marcada pela volatilidade, no Brasil e em Wall Street, com os investidores pisando no freio para digerir os últimos números da safra de balanços e de indicadores, à procura de qual rumo seguir. O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira no mercado doméstico também pautou o vaivém dos negócios.
O índice Bovespa (Ibovespa) terminou a sexta-feira em alta de 0,30%, aos 52.072,49 pontos, o maior patamar desde os 52.137,58 pontos de 29 de junho. Na mínima do dia, o Ibovespa atingiu 51.736 pontos (-0,35%) e, na máxima, os 52.353 pontos (+0,84%). No mês, a Bolsa acumula alta de 1,18%, e no ano, de 38,68%. O giro financeiro de hoje foi o menor da semana e somou R$ 4,102 bilhões. Os dados são preliminares.
Não faltavam motivos para a Bolsa subir, um dos principais a elevação, pelo Morgan Stanley, da recomendação para sua carteira de ações do Brasil, do índice MSCI de "equal-weight" (igual à referência do mercado) para "overweight" (acima da referência). Petrobras foi uma das beneficiadas pelo banco, que classificou o papel como um dos "top picks" de empresas de países emergentes. As ações ordinárias (ON) da Petrobras avançaram 2,11% e as preferenciais (PN), 1,78%, ainda favorecidas pela alta do petróleo - na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto subiu 2,48%, para US$ 63,56 o barril.
As ações de siderúrgicas também podem ser citadas como destaque de alta na Bovespa, embora o setor não tenha fechado com uniformidade - Gerdau Metalúrgica foi a exceção. Os dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) indicando crescimento das vendas e das exportações favoreceram os papéis. Gerdau PN registrou valorização de 0,34%, Metalúrgica Gerdau PN recuou 0,77%, CSN ON subiu 1,02% e Usiminas PNA avançou 1,32%.
As ações da mineradora Vale terminaram de novo em sentidos opostos, com a ON em baixa de 0,09% e a PNA (preferencial da classe A) em alta de 0,27%. Os papéis oscilaram muito em razão do vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, no qual o "strike" de R$ 30 se confirmou.
A opção é um contrato que confere ao portador o direito de compra ou venda de um ativo a um preço predeterminado. O vencimento de opções é a data de validade desses contratos. A partir do dia seguinte, o detentor da opção não pode mais exercê-la. Por isso, no dia de vencimento das opções e nos dias imediatamente anteriores, o movimento da Bolsa pode sofrer distorções, com os investidores atuando de forma tal que os preços das ações se aproximem daqueles valores que mais os favorecem quando a opção for exercida.
Os balanços e indicadores norte-americanos conhecidos hoje, embora tenham sido considerados, na sua maioria, positivos, não deram muito entusiasmo para que os investidores se mantivessem firmes em sua posição compradora. "Depois das altas vistas nos últimos dias, é até saudável essa freada. O mercado fica mais leve. Acho que a Bolsa vai continuar se arrastando, assim como o fluxo estrangeiro", comentou uma fonte do mercado de renda variável.
O Dow Jones encerrou a sexta-feira em alta de 0,37%, aos 8.743,94 pontos. O S&P recuou 0,04%, aos 840,38 pontos, e o Nasdaq subiu 0,08%, aos 1.886,61 pontos. O mercado gostou dos números do Citigroup e da IBM, mas ficou ressabiado com Google, General Electric e Bank of America.
Redecard ON foi um dos destaques de baixa hoje, na segunda maior queda do Ibovespa, com perda de 3,75%. Os papéis reagiram à notícia de que a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça abriu processo administrativo contra a companhia por suposto abuso de mercado contra os chamados "facilitadores" de pagamento via internet.
17 de Julho de 2009 17:50
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve hoje sua terceira sessão consecutiva de elevação. Embora o ritmo tenha sido bem mais lento do que o visto nos dois dias anteriores, colaborou para garantir uma alta de 5,79% na semana. A sexta-feira foi marcada pela volatilidade, no Brasil e em Wall Street, com os investidores pisando no freio para digerir os últimos números da safra de balanços e de indicadores, à procura de qual rumo seguir. O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira no mercado doméstico também pautou o vaivém dos negócios.
O índice Bovespa (Ibovespa) terminou a sexta-feira em alta de 0,30%, aos 52.072,49 pontos, o maior patamar desde os 52.137,58 pontos de 29 de junho. Na mínima do dia, o Ibovespa atingiu 51.736 pontos (-0,35%) e, na máxima, os 52.353 pontos (+0,84%). No mês, a Bolsa acumula alta de 1,18%, e no ano, de 38,68%. O giro financeiro de hoje foi o menor da semana e somou R$ 4,102 bilhões. Os dados são preliminares.
Não faltavam motivos para a Bolsa subir, um dos principais a elevação, pelo Morgan Stanley, da recomendação para sua carteira de ações do Brasil, do índice MSCI de "equal-weight" (igual à referência do mercado) para "overweight" (acima da referência). Petrobras foi uma das beneficiadas pelo banco, que classificou o papel como um dos "top picks" de empresas de países emergentes. As ações ordinárias (ON) da Petrobras avançaram 2,11% e as preferenciais (PN), 1,78%, ainda favorecidas pela alta do petróleo - na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto subiu 2,48%, para US$ 63,56 o barril.
As ações de siderúrgicas também podem ser citadas como destaque de alta na Bovespa, embora o setor não tenha fechado com uniformidade - Gerdau Metalúrgica foi a exceção. Os dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) indicando crescimento das vendas e das exportações favoreceram os papéis. Gerdau PN registrou valorização de 0,34%, Metalúrgica Gerdau PN recuou 0,77%, CSN ON subiu 1,02% e Usiminas PNA avançou 1,32%.
As ações da mineradora Vale terminaram de novo em sentidos opostos, com a ON em baixa de 0,09% e a PNA (preferencial da classe A) em alta de 0,27%. Os papéis oscilaram muito em razão do vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, no qual o "strike" de R$ 30 se confirmou.
A opção é um contrato que confere ao portador o direito de compra ou venda de um ativo a um preço predeterminado. O vencimento de opções é a data de validade desses contratos. A partir do dia seguinte, o detentor da opção não pode mais exercê-la. Por isso, no dia de vencimento das opções e nos dias imediatamente anteriores, o movimento da Bolsa pode sofrer distorções, com os investidores atuando de forma tal que os preços das ações se aproximem daqueles valores que mais os favorecem quando a opção for exercida.
Os balanços e indicadores norte-americanos conhecidos hoje, embora tenham sido considerados, na sua maioria, positivos, não deram muito entusiasmo para que os investidores se mantivessem firmes em sua posição compradora. "Depois das altas vistas nos últimos dias, é até saudável essa freada. O mercado fica mais leve. Acho que a Bolsa vai continuar se arrastando, assim como o fluxo estrangeiro", comentou uma fonte do mercado de renda variável.
O Dow Jones encerrou a sexta-feira em alta de 0,37%, aos 8.743,94 pontos. O S&P recuou 0,04%, aos 840,38 pontos, e o Nasdaq subiu 0,08%, aos 1.886,61 pontos. O mercado gostou dos números do Citigroup e da IBM, mas ficou ressabiado com Google, General Electric e Bank of America.
Redecard ON foi um dos destaques de baixa hoje, na segunda maior queda do Ibovespa, com perda de 3,75%. Os papéis reagiram à notícia de que a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça abriu processo administrativo contra a companhia por suposto abuso de mercado contra os chamados "facilitadores" de pagamento via internet.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Bolsa de NY fecha em alta, mas cautela limita ganhos
14 de Julho de 2009 19:12
Os principais índices do mercado de ações norte-americano fecharam em alta modesta, depois de girarem ao redor dos níveis de fechamento de ontem durante boa parte da sessão. Os investidores receberam com satisfação o lucro acima do esperado obtido pelo banco Goldman Sachs, mas prevaleceu a cautela diante da temporada de balanços do segundo trimestre que ainda está no seu começo.
Para os próximos dias são esperados os resultados do JPMorgan Chase, na quinta-feira, e do Bank of America e Citigroup, ambos na sexta-feira. Espera-se que o setor bancário como um todo veja uma queda de mais de 50% nos lucros em comparação com o segundo trimestre do ano passado, segundo a pesquisa Thomson Reuters. As ações do Goldman Sachs fecharam em alta de apenas 0,15%, uma vez que os investidores já haviam impulsionado o ativo na segunda-feira após previsões otimistas da analista Meredith Whitney. Bank of America caiu 0,62%, JPMorgan recuou 0,03% e Citigroup +5,04%.
"Tivemos um bom início hoje, com os lucros melhores que o esperado do Goldman Sachs e da Johnson & Johnson", disse David Scott, presidente da Chase Investment Council. "Estamos em uma temporada de balanços agora, portanto, se você tiver empresas como estas indo bem, pode ser o suficiente para empurrar um viés a favor da compra", acrescentou.
Entre os indicadores do dia, o mercado recebeu informações desiguais, na forma de um aumento acima do esperado de 0,6% nas vendas no varejo em junho - a melhor alta em cinco meses. Contudo, excluindo as vendas de automóveis e gasolina, todos os demais itens das vendas no varejo caíram 0,2%, marcando o quarto mês seguido de declínio.
Entre as notícias corporativas, as ações da Dell caíram 8,1%, a maior queda porcentual entre as integrantes do S&P-500, depois de alertar que registrará margens menores no atual trimestre fiscal por conta do duro ambiente para o mercado de tecnologia e elevados preços de componentes. Isso esfriou as esperanças dos investidores com relação a uma rápida virada na indústria de computadores pessoais.
As ações da J&J subiram 0,88% depois da companhia - uma das integrantes do índice Dow Jones - ter anunciado lucros que ficaram acima do esperado pelos analistas no segundo trimestre.
Depois do fechamento do mercado, a gigante fabricante de chips Intel - também integrante do Dow Jones - anunciou um prejuízo no segundo trimestre, mas com uma receita que ficou acima das projeções dos analistas. No pregão regular de hoje, as ações da Intel subiram 2,06%.
O índice Dow Jones subiu 27,81 pontos (0,33%) e fechou com 8.359,49 pontos. O Nasdaq avançou 6,52 pontos (0,36%) e fechou com 1.799,73 pontos. O S&P-500 subiu 4,79 pontos (0,53%) e fechou com 905,84 pontos. As informações são da Dow Jones.
Os principais índices do mercado de ações norte-americano fecharam em alta modesta, depois de girarem ao redor dos níveis de fechamento de ontem durante boa parte da sessão. Os investidores receberam com satisfação o lucro acima do esperado obtido pelo banco Goldman Sachs, mas prevaleceu a cautela diante da temporada de balanços do segundo trimestre que ainda está no seu começo.
Para os próximos dias são esperados os resultados do JPMorgan Chase, na quinta-feira, e do Bank of America e Citigroup, ambos na sexta-feira. Espera-se que o setor bancário como um todo veja uma queda de mais de 50% nos lucros em comparação com o segundo trimestre do ano passado, segundo a pesquisa Thomson Reuters. As ações do Goldman Sachs fecharam em alta de apenas 0,15%, uma vez que os investidores já haviam impulsionado o ativo na segunda-feira após previsões otimistas da analista Meredith Whitney. Bank of America caiu 0,62%, JPMorgan recuou 0,03% e Citigroup +5,04%.
"Tivemos um bom início hoje, com os lucros melhores que o esperado do Goldman Sachs e da Johnson & Johnson", disse David Scott, presidente da Chase Investment Council. "Estamos em uma temporada de balanços agora, portanto, se você tiver empresas como estas indo bem, pode ser o suficiente para empurrar um viés a favor da compra", acrescentou.
Entre os indicadores do dia, o mercado recebeu informações desiguais, na forma de um aumento acima do esperado de 0,6% nas vendas no varejo em junho - a melhor alta em cinco meses. Contudo, excluindo as vendas de automóveis e gasolina, todos os demais itens das vendas no varejo caíram 0,2%, marcando o quarto mês seguido de declínio.
Entre as notícias corporativas, as ações da Dell caíram 8,1%, a maior queda porcentual entre as integrantes do S&P-500, depois de alertar que registrará margens menores no atual trimestre fiscal por conta do duro ambiente para o mercado de tecnologia e elevados preços de componentes. Isso esfriou as esperanças dos investidores com relação a uma rápida virada na indústria de computadores pessoais.
As ações da J&J subiram 0,88% depois da companhia - uma das integrantes do índice Dow Jones - ter anunciado lucros que ficaram acima do esperado pelos analistas no segundo trimestre.
Depois do fechamento do mercado, a gigante fabricante de chips Intel - também integrante do Dow Jones - anunciou um prejuízo no segundo trimestre, mas com uma receita que ficou acima das projeções dos analistas. No pregão regular de hoje, as ações da Intel subiram 2,06%.
O índice Dow Jones subiu 27,81 pontos (0,33%) e fechou com 8.359,49 pontos. O Nasdaq avançou 6,52 pontos (0,36%) e fechou com 1.799,73 pontos. O S&P-500 subiu 4,79 pontos (0,53%) e fechou com 905,84 pontos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa cai ao menor nível desde 13 de maio
14 de Julho de 2009 17:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve uma sessão volátil nesta terça-feira, mais uma vez descolada do comportamento preponderante do mercado norte-americano. Muitos dados relevantes esperados para hoje foram bons, principalmente o balanço do banco Goldman Sachs nos Estados Unidos, mas os investidores externos não mostraram o mesmo entusiasmo da véspera em fazer compras. A inflação no atacado, nos Estados Unidos, acima das previsões e o temor do avanço do desemprego foram citados como freio às compras nos EUA e, no Brasil, realização de lucros, sobretudo pelos investidores estrangeiros, e o vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira foram as explicações para mais essa sessão de queda do índice Bovespa (Ibovespa).
O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 0,64%, aos 48.872,58 pontos, menor pontuação desde os 48.679,19 pontos de 13 de maio. No mês, esta foi a sétima sessão, dentre nove, em que o Ibovespa recuou, acumulando perda de 5,04%. No ano, a Bolsa sobe 30,15%. O giro financeiro somou R$ 4,815 bilhões. Os dados são preliminares.
O sinal vermelho, no entanto, não foi unânime durante o pregão, já que logo cedo o Ibovespa subiu até 49.647 pontos (+0,94%) - na mínima, registrou 48.573 pontos (-1,25%). A reação veio em resposta aos dados do balanço do Goldman Sachs e também a alguns indicadores norte-americanos.
O Dow Jones terminou o pregão em alta de 0,33%, aos 8.359,49 pontos, o S&P avançou 0,53%, aos 905,83 pontos, e Nasdaq ganhou 0,36%, aos 1.799,73 pontos. Segundo operadores, a cautela com a safra de balanços que está ainda no início ajudou a conter o ritmo de avanço. O período de férias no Hemisfério Norte também pesa nas decisões de investimento, inclusive no Brasil.
A Bovespa registrou ordens de vendas de estrangeiros, principalmente em papéis da Vale e da Petrobras. "Houve compra de gringos, mas na segunda linha e em menor quantidade", comentou um operador, que disse ter visto também alguma movimentação já em torno do vencimento de opções sobre ações, na próxima segunda-feira.
Vale fechou na contramão dos preços dos metais nas bolsas internacionais, que avançaram, mas Petrobras acabou seguindo o petróleo, que virou no final e caiu. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto terminou com variação negativa de 0,28%, a US$ 59,52 o barril.
Petrobras ON terminou em queda de 0,41% e Petrobras PN cedeu 0,67%. Foi instalada hoje, no Senado, a CPI que vai investigar a empresa e a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Romero Jucá (PMDB-RR) será o relator e João Pedro (PT-AM), o presidente da CPI (dos 11 votos, 8 são governistas). A primeira reunião da CPI da Petrobras acontecerá, no entanto, apenas em 6 de agosto, após o recesso parlamentar.
As ações da Vale tiveram perdas mais robustas: a ON caiu 0,86% e a PNA, 1,42%. A empresa, que ainda enfrenta greve nas suas unidades de produção de níquel no Canadá, anunciou hoje acordo com a Suzano Papel e Celulose para parcerias no Pará e no Maranhão. Siderúrgicas também foram destaque de queda, recuando em bloco. Gerdau PN perdeu 1,07%, Metalúrgica Gerdau PN caiu 2,16%, Usiminas PNA recuou 0,42% e CSN ON cedeu 1,42%.
As maiores altas do Ibovespa hoje foram TAM PN (+6,49%) e Gol PN (+5,57%), impulsionadas pelos dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) referentes ao mês de junho. A taxa de ocupação em voos domésticos subiu 6,26 pontos porcentuais de maio para junho, para 65,44%. Também contribuiu para a alta o relatório do Bank of America elevando a recomendação dos dois papéis para compra.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve uma sessão volátil nesta terça-feira, mais uma vez descolada do comportamento preponderante do mercado norte-americano. Muitos dados relevantes esperados para hoje foram bons, principalmente o balanço do banco Goldman Sachs nos Estados Unidos, mas os investidores externos não mostraram o mesmo entusiasmo da véspera em fazer compras. A inflação no atacado, nos Estados Unidos, acima das previsões e o temor do avanço do desemprego foram citados como freio às compras nos EUA e, no Brasil, realização de lucros, sobretudo pelos investidores estrangeiros, e o vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira foram as explicações para mais essa sessão de queda do índice Bovespa (Ibovespa).
O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 0,64%, aos 48.872,58 pontos, menor pontuação desde os 48.679,19 pontos de 13 de maio. No mês, esta foi a sétima sessão, dentre nove, em que o Ibovespa recuou, acumulando perda de 5,04%. No ano, a Bolsa sobe 30,15%. O giro financeiro somou R$ 4,815 bilhões. Os dados são preliminares.
O sinal vermelho, no entanto, não foi unânime durante o pregão, já que logo cedo o Ibovespa subiu até 49.647 pontos (+0,94%) - na mínima, registrou 48.573 pontos (-1,25%). A reação veio em resposta aos dados do balanço do Goldman Sachs e também a alguns indicadores norte-americanos.
O Dow Jones terminou o pregão em alta de 0,33%, aos 8.359,49 pontos, o S&P avançou 0,53%, aos 905,83 pontos, e Nasdaq ganhou 0,36%, aos 1.799,73 pontos. Segundo operadores, a cautela com a safra de balanços que está ainda no início ajudou a conter o ritmo de avanço. O período de férias no Hemisfério Norte também pesa nas decisões de investimento, inclusive no Brasil.
A Bovespa registrou ordens de vendas de estrangeiros, principalmente em papéis da Vale e da Petrobras. "Houve compra de gringos, mas na segunda linha e em menor quantidade", comentou um operador, que disse ter visto também alguma movimentação já em torno do vencimento de opções sobre ações, na próxima segunda-feira.
Vale fechou na contramão dos preços dos metais nas bolsas internacionais, que avançaram, mas Petrobras acabou seguindo o petróleo, que virou no final e caiu. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o contrato do petróleo com vencimento em agosto terminou com variação negativa de 0,28%, a US$ 59,52 o barril.
Petrobras ON terminou em queda de 0,41% e Petrobras PN cedeu 0,67%. Foi instalada hoje, no Senado, a CPI que vai investigar a empresa e a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Romero Jucá (PMDB-RR) será o relator e João Pedro (PT-AM), o presidente da CPI (dos 11 votos, 8 são governistas). A primeira reunião da CPI da Petrobras acontecerá, no entanto, apenas em 6 de agosto, após o recesso parlamentar.
As ações da Vale tiveram perdas mais robustas: a ON caiu 0,86% e a PNA, 1,42%. A empresa, que ainda enfrenta greve nas suas unidades de produção de níquel no Canadá, anunciou hoje acordo com a Suzano Papel e Celulose para parcerias no Pará e no Maranhão. Siderúrgicas também foram destaque de queda, recuando em bloco. Gerdau PN perdeu 1,07%, Metalúrgica Gerdau PN caiu 2,16%, Usiminas PNA recuou 0,42% e CSN ON cedeu 1,42%.
As maiores altas do Ibovespa hoje foram TAM PN (+6,49%) e Gol PN (+5,57%), impulsionadas pelos dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) referentes ao mês de junho. A taxa de ocupação em voos domésticos subiu 6,26 pontos porcentuais de maio para junho, para 65,44%. Também contribuiu para a alta o relatório do Bank of America elevando a recomendação dos dois papéis para compra.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Bolsas de NY fecham nas máximas com setor financeiro
por Agência ESTADO
13 de Julho de 2009 18:49
Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam nas máximas do dia, com o Goldman Sachs liderando um amplo avanço do setor financeiro. O Dow Jones registrou a maior alta do mês, com todas as suas 30 componentes registrando ganhos. Alguns investidores parecem estar cheios de esperança com relação à temporada de balanços do segundo trimestre. Hank Smith, executivo-chefe de investimentos da Haverford Investments, disse que espera que "os lucros venham melhores que as expectativas", tanto no setor financeiro quanto em outros setores.
As ações da General Electric subiram 6,31%, com a melhora do sentimento antes do anúncio do balanço do conglomerado industrial, esperado para sexta-feira. Ainda no setor industrial, destaque para Boeing (+1,99%), 3M (+1,17%), Coca-Cola (+1,53%) e Caterpillar (+4,16%).
As ações do Goldman Sachs subiram 5,34% para US$ 149,44, impulsionados pela avaliação positiva dada pela influente analista financeira Meredith Whitney, que prevê que o banco de investimentos vai anunciar um lucro acima do esperado pelo mercado nesta terça-feira. Outras ações financeiras seguiram os ganhos do Goldman: Bank of America (+9,34%), Citigroup (+7,34%) e JPMorgan Chase (+7,33%).
Outros analistas também influenciaram os movimentos das ações do setor bancário. O analista do Barclays Capital Jason Goldberg rebaixou suas estimativas para um número de bancos nesta segunda-feira, mas ele também disse que o segundo trimestre vai mostrar uma continuação de várias tendências positivas vistas no primeiro trimestre, incluindo um ambiente mais forte de mercados de capital e um sólido pano de fundo de refinanciamento de hipotecas.
No setor de consumo, as ações da Kraft Foods fecharam em alta de 3,07% depois que o BMO Capital elevou sua recomendação para o papel. As ações da Best Buy subiram 4,12%; a Oppenheimer elevou sua recomendação para a companhia de varejo.
O índice Dow Jones subiu 185,16 pontos (2,27%) e fechou com 8.331,68 pontos. O Nasdaq avançou 37,18 pontos (2,12%) e fechou com 1.793,21 pontos. O S&P-500 subiu 21,92 pontos (2,49%) e fechou com 901,05 pontos. As informações são da Dow Jones.
13 de Julho de 2009 18:49
Os principais índices de ações do mercado norte-americano fecharam nas máximas do dia, com o Goldman Sachs liderando um amplo avanço do setor financeiro. O Dow Jones registrou a maior alta do mês, com todas as suas 30 componentes registrando ganhos. Alguns investidores parecem estar cheios de esperança com relação à temporada de balanços do segundo trimestre. Hank Smith, executivo-chefe de investimentos da Haverford Investments, disse que espera que "os lucros venham melhores que as expectativas", tanto no setor financeiro quanto em outros setores.
As ações da General Electric subiram 6,31%, com a melhora do sentimento antes do anúncio do balanço do conglomerado industrial, esperado para sexta-feira. Ainda no setor industrial, destaque para Boeing (+1,99%), 3M (+1,17%), Coca-Cola (+1,53%) e Caterpillar (+4,16%).
As ações do Goldman Sachs subiram 5,34% para US$ 149,44, impulsionados pela avaliação positiva dada pela influente analista financeira Meredith Whitney, que prevê que o banco de investimentos vai anunciar um lucro acima do esperado pelo mercado nesta terça-feira. Outras ações financeiras seguiram os ganhos do Goldman: Bank of America (+9,34%), Citigroup (+7,34%) e JPMorgan Chase (+7,33%).
Outros analistas também influenciaram os movimentos das ações do setor bancário. O analista do Barclays Capital Jason Goldberg rebaixou suas estimativas para um número de bancos nesta segunda-feira, mas ele também disse que o segundo trimestre vai mostrar uma continuação de várias tendências positivas vistas no primeiro trimestre, incluindo um ambiente mais forte de mercados de capital e um sólido pano de fundo de refinanciamento de hipotecas.
No setor de consumo, as ações da Kraft Foods fecharam em alta de 3,07% depois que o BMO Capital elevou sua recomendação para o papel. As ações da Best Buy subiram 4,12%; a Oppenheimer elevou sua recomendação para a companhia de varejo.
O índice Dow Jones subiu 185,16 pontos (2,27%) e fechou com 8.331,68 pontos. O Nasdaq avançou 37,18 pontos (2,12%) e fechou com 1.793,21 pontos. O S&P-500 subiu 21,92 pontos (2,49%) e fechou com 901,05 pontos. As informações são da Dow Jones.
Ibovespa ignora alta em Nova York e recua 0,07%
por Agência ESTADO
13 de Julho de 2009 17:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não se deixou entusiasmar pelo bom desempenho das Bolsas norte-americanas neste início de semana. Numa sessão marcada pela volatilidade, oscilou entre altas e baixas, influenciada pelo desempenho frágil das blue chips Vale e Petrobras. As ações de siderúrgicas também não ajudaram, mas os papéis do setor financeiro foram destaque de ganhos e ajudaram a equilibrar o desempenho do índice Bovespa (Ibovespa). Os papéis dos bancos acompanharam o comportamento de seus pares em Wall Street, favorecidos pela elevação da recomendação das ações do Goldman Sachs e pela expectativa de balanços não tão fracos na safra do segundo trimestre.
O Ibovespa terminou em baixa de 0,07%, aos 49.186,93 pontos. Na mínima, registrou 48.262 pontos (-1,95%) e, na máxima, os 49.644 pontos (+0,86%). No mês, acumula perda de 4,43% e, no ano, ganho de 30,99%. O giro financeiro somou R$ 4,877 bilhões. Os dados são preliminares.
O preço do petróleo, em queda, pesou nas ações da Petrobras, que passaram boa parte do dia em baixa e, nos momentos de recuperação, não conseguiram se afastar muito da estabilidade. No final, Petrobras ON terminou em baixa de 0,19% e Petrobrás PN subiu 0,40%. Vale lembrar que, amanhã, deve ser instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a estatal e, por enquanto, apesar do ruído político, o assunto ainda não está fazendo preço nos papéis, segundo os profissionais do mercado. "A queda do petróleo é que fez a cabeça dos investidores hoje, pesando sobre as ações", comentou o economista da WinTrade José Góes. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato do petróleo com vencimento em agosto recuou 0,33%, para US$ 59,69 o barril.
Segundo ele, o desempenho tímido do Ibovespa hoje refletiu uma realização de lucros que pode ter se espelhado na queda dos mercados asiáticos. "As bolsas emergentes andaram demais e hoje a Bovespa ficou atrás de Wall Street", comentou, ao sugerir que os investidores podem estar promovendo uma troca de ativos em suas carteiras. "A Bovespa já está num patamar justo de preços e, por isso, não há tanto otimismo assim", avaliou.
Hoje, os investidores em Nova York se entusiasmaram com a recomendação de compra para o Goldman Sachs pela analista Meredith Whitney. Embora essas recomendações sejam algo comum no mercado, essa foi relevante por causa da reputação de quem a fez: Meredith foi a mesma que previu, em 2008, forte queda dos bancos, contrariando ampla gama de opiniões otimistas. Com seu aval, as ações do Goldman acabaram subindo, também à espera do balanço trimestral que será divulgado amanhã.
O Dow Jones terminou o dia em alta de 2,27%, aos 8.331,68 pontos, o S&P 500 avançou 2,49%, aos 901,05 pontos, e o Nasdaq terminou em 2,12%, em 1.793,21 pontos. O setor financeiro foi destaque de elevação.
No Brasil, além de Petrobras, Vale também titubeou. Além da queda de preço de alguns metais nas bolsas de commodities, também pesou sobre as ações a greve dos funcionários da subsidiária da empresa no Canadá, a Vale Inco. Vale ON terminou estável e Vale PNA subiu 0,71%. As siderúrgicas recuaram em bloco, lideradas por Usiminas. Os papéis PNA desta empresa caíram 5,53%, e os ON, -5,19%, segunda e terceira maiores quedas do Ibovespa, depois que o relatório de um banco estrangeiro indicou que o balanço da empresa no segundo trimestre deve ser mais fraco. Gerdau PN perdeu 1,79%, Metalúrgica Gerdau PN, -2,36%, e CSN ON, -0,79%.
No setor financeiro, Bradesco PN subiu 1,27%, Itaú Unibanco ON, +0,79%, Nossa Caixa ON, +0,14%, enquanto Banco do Brasil ON e Itaú Unibanco PN terminaram estáveis. As ações da Redecard ON e VisaNet ON subiram, respectivamente, 3,53% e 2,86%. Os papéis foram beneficiados pela avaliação de que a regulamentação do setor de cartões de crédito vai acontecer, mas não deve ser drástica. Segundo fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo, a equipe econômica deve apresentar uma proposta ao presidente Lula até o início de outubro.
13 de Julho de 2009 17:39
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não se deixou entusiasmar pelo bom desempenho das Bolsas norte-americanas neste início de semana. Numa sessão marcada pela volatilidade, oscilou entre altas e baixas, influenciada pelo desempenho frágil das blue chips Vale e Petrobras. As ações de siderúrgicas também não ajudaram, mas os papéis do setor financeiro foram destaque de ganhos e ajudaram a equilibrar o desempenho do índice Bovespa (Ibovespa). Os papéis dos bancos acompanharam o comportamento de seus pares em Wall Street, favorecidos pela elevação da recomendação das ações do Goldman Sachs e pela expectativa de balanços não tão fracos na safra do segundo trimestre.
O Ibovespa terminou em baixa de 0,07%, aos 49.186,93 pontos. Na mínima, registrou 48.262 pontos (-1,95%) e, na máxima, os 49.644 pontos (+0,86%). No mês, acumula perda de 4,43% e, no ano, ganho de 30,99%. O giro financeiro somou R$ 4,877 bilhões. Os dados são preliminares.
O preço do petróleo, em queda, pesou nas ações da Petrobras, que passaram boa parte do dia em baixa e, nos momentos de recuperação, não conseguiram se afastar muito da estabilidade. No final, Petrobras ON terminou em baixa de 0,19% e Petrobrás PN subiu 0,40%. Vale lembrar que, amanhã, deve ser instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar a estatal e, por enquanto, apesar do ruído político, o assunto ainda não está fazendo preço nos papéis, segundo os profissionais do mercado. "A queda do petróleo é que fez a cabeça dos investidores hoje, pesando sobre as ações", comentou o economista da WinTrade José Góes. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), o contrato do petróleo com vencimento em agosto recuou 0,33%, para US$ 59,69 o barril.
Segundo ele, o desempenho tímido do Ibovespa hoje refletiu uma realização de lucros que pode ter se espelhado na queda dos mercados asiáticos. "As bolsas emergentes andaram demais e hoje a Bovespa ficou atrás de Wall Street", comentou, ao sugerir que os investidores podem estar promovendo uma troca de ativos em suas carteiras. "A Bovespa já está num patamar justo de preços e, por isso, não há tanto otimismo assim", avaliou.
Hoje, os investidores em Nova York se entusiasmaram com a recomendação de compra para o Goldman Sachs pela analista Meredith Whitney. Embora essas recomendações sejam algo comum no mercado, essa foi relevante por causa da reputação de quem a fez: Meredith foi a mesma que previu, em 2008, forte queda dos bancos, contrariando ampla gama de opiniões otimistas. Com seu aval, as ações do Goldman acabaram subindo, também à espera do balanço trimestral que será divulgado amanhã.
O Dow Jones terminou o dia em alta de 2,27%, aos 8.331,68 pontos, o S&P 500 avançou 2,49%, aos 901,05 pontos, e o Nasdaq terminou em 2,12%, em 1.793,21 pontos. O setor financeiro foi destaque de elevação.
No Brasil, além de Petrobras, Vale também titubeou. Além da queda de preço de alguns metais nas bolsas de commodities, também pesou sobre as ações a greve dos funcionários da subsidiária da empresa no Canadá, a Vale Inco. Vale ON terminou estável e Vale PNA subiu 0,71%. As siderúrgicas recuaram em bloco, lideradas por Usiminas. Os papéis PNA desta empresa caíram 5,53%, e os ON, -5,19%, segunda e terceira maiores quedas do Ibovespa, depois que o relatório de um banco estrangeiro indicou que o balanço da empresa no segundo trimestre deve ser mais fraco. Gerdau PN perdeu 1,79%, Metalúrgica Gerdau PN, -2,36%, e CSN ON, -0,79%.
No setor financeiro, Bradesco PN subiu 1,27%, Itaú Unibanco ON, +0,79%, Nossa Caixa ON, +0,14%, enquanto Banco do Brasil ON e Itaú Unibanco PN terminaram estáveis. As ações da Redecard ON e VisaNet ON subiram, respectivamente, 3,53% e 2,86%. Os papéis foram beneficiados pela avaliação de que a regulamentação do setor de cartões de crédito vai acontecer, mas não deve ser drástica. Segundo fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo, a equipe econômica deve apresentar uma proposta ao presidente Lula até o início de outubro.
domingo, 12 de julho de 2009
IBOV...suportes e resistências na 2a. semana de julho.

Nesta primeira semana de julho, o Ibovespa abriu na máxima em 50.931 pontos e a a partir daí deu sequência ao movimento de realização, até encontrar suporte na mínima em 48.455 pontos e finalizar na última sexta em 49.220 pontos. Forte queda de - 3,36% em relação ao fechamento da semana anterior, nos 50.935 pontos. O "candle" formado no gráfico semanal, se assemelha a um "martelo cheio", formado com a recuperação ocorrida na última sexta. Apesar de alguns dos principais indicadores do gráfico semanal já se encontrarem em região sobrevendida pelas duas semanas seguidas de queda, com possibilidade de recuperação, o Ibovespa se movimenta em um canal de baixa, com suportes mais fortes nesta semana, no fundo do canal nos 47.900/48.200 pontos e resistências no topo do canal nos 50.560/51.350 pontos.
Suportes semanais em 48.450, 48.240, 47.900 e 47.250 pontos.
Resistências em 49.300, 49.570, 50.560 e 51.350 pontos.
DJI...suportes e resistências na 2a. semana de julho.
Nesta primeira semana de julho, DJI abriu na segunda, nos 8.279 pontos tentou uma recuperação até encontrar resistência nos 8.330 pontos, mas na terça-feira refluiu com força até buscar a mínima, na última quarta, ao redor dos 8.080 pontos. Na quinta ainda conseguiu retomar o patamar dos 8.200 pontos, mas na sexta fechou a semana em 8.146 pontos, com queda na semana de - 1,61%. O "candle" do gráfico semanal se assemelha a um "piercing cheio" sinalizando indefinição de tendência. DJI se movimenta ainda em um canal de baixa, cujo fundo se encontra nesta semana, ao redor dos 7.900/8.000 pontos. A quarta semana seguida de queda, deixou alguns dos principais indicadores em região de "sobrevenda", o que pode favorecer eventual reação compradora. O noticiário corporativo e a agenda semanal carregada, em especial a ata do FED que será divulgada na próxima quarta, poderão trazer mais volatilidade ao mercado.
Suportes semanais em 8.100, 8.000, 7.910, 7.760 e 7.600 pontos.
Resistências semanais imediatas em 8.230, 8.330, 8.380 e 8.500 pontos.
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